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Respondida
Concessionária da atividade de exploração e produção de petróleo, na bacia de Pelotas, situada no litoral do Estado do Rio Grande do Sul, no exercício de sua atividade econômica, causa dano à embarcação que navegava pelo local, decorrente de explosão, gerando naufrágio da embarcação e morte de um tripulante. A responsabilidade civil pelos danos causados pela concessionária
Respondida
O Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande de Sul tem competência para aplicar multas e determinar ressarcimentos ao erário em caso de irregularidade ou ilegalidade cometida por Prefeito Municipal.
Existindo débito constituído em razão do exercício, a execução desse débito
A
somente poderá ser realizada pelo Estado do Rio Grande do Sul, por deter legitimidade para promover tal execução, visto ser o Tribunal de Contas um órgão integrante do aparelho burocrático estadual.
B
não deverá prosperar, pois o Tribunal de Contas, na qualidade de órgão de apoio ao Poder Legislativo estadual, em verdade não detém poder sancionador, mas apenas de recomendação da tomada de providências por aqueles que tenham cometido irregularidades ou ilegalidades, no caso, pelo Prefeito.
C
deverá, sendo fruto do exercício regular de competência pelo Tribunal de Contas, ser promovida com observância do devido processo legal e das garantias do contraditório e da ampla defesa.
D
não deverá prosperar, pois o Tribunal de Contas, ao aplicar multas e determinar ressarcimentos, usurpa competência do Poder Judiciário, este sim responsável pelo controle do Poder Executivo municipal.
E
não se aplica em casos de irregularidade ou ilegalidade, mas apenas de rejeição das contas do Prefeito, embora tal competência seja reconhecida ao Tribunal de Contas na lei orgânica de sua criação.
Respondida
Empresa pública do Estado do Rio Grande do Sul tem imóvel próprio, no qual se localiza a sua sede, tombado pela União, para fins de proteção do seu especial valor histórico. O tombamento, no caso, é
A
inconstitucional, porque, à luz do federalismo de cooperação instituído pela Constituição Federal de 1988, é vedado ao ente da federação, no caso, a União, intervir na propriedade pertencente a outro ente da federação ou a entidade de sua Administração indireta, no caso, a empresa pública do Estado do Rio Grande do Sul.
B
constitucional, visto que admissíveis constitucionalmente medidas de intervenção estatal na propriedade para fins de proteção do especial valor histórico de um imóvel, e legal, vez que amparada em normas federais atinentes ao tombamento, o qual pode recair inclusive sobre bem imóvel pertencente a empresa pública controlada por Estado da federação, no caso o Rio Grande do Sul.
C
constitucional, visto que admissíveis constitucionalmente medidas de intervenção estatal na propriedade para fins de proteção do especial valor histórico de um imóvel, porém ilegal, visto que bens públicos não podem ser objeto de tombamento.
D
constitucional, visto que admissíveis constitucionalmente medidas de intervenção estatal na propriedade para fins de proteção do especial valor histórico de um imóvel, porém ilegal, visto que, embora bens públicos não possam ser objeto de tombamento, o imóvel em questão não dever ser considerado bem público, mas sim um bem do domínio privado pertencente a uma empresa estatal integrante da Administração pública estadual.
E
inconstitucional, por violar o princípio do equilíbrio das forças entre os entes da federação brasileira, e ilegal, por atentar contra a vedação legal ao tombamento de bens públicos.
Respondida
Na hipótese de agente público do Estado do Rio Grande do Sul, submetido ao regime jurídico de pessoal instituído pela Lei estadual nº 10.098/1994, faltar consecutiva e frequentemente ao serviço, constitui dever de seu chefe imediato
A
comunicar o fato ao Ministério Público Estadual e Tribunal de Contas do Estado, para a tomada das providências cabíveis.
B
interpelá-lo para conhecer qual o motivo das ausências e, uma vez conhecido, ponderar, à luz de critérios de razoabilidade e proporcionalidade, sobre o enquadramento ou não da conduta em infração disciplinar juridicamente tipificada, impondo-lhe prontamente a correspondente sanção disciplinar caso entenda estar configurada a prática de infração.
C
comunicar o fato ao órgão de apoio administrativo da repartição, que punirá o faltoso com base em verdade sabida, sob pena de se tornar corresponsável.
D
comunicar o fato ao órgão de apoio administrativo da repartição, que promoverá as diligências necessárias à apuração da ocorrência, sob pena de se tornar corresponsável.
E
aguardar que o número de faltas não justificadas ultrapasse a 30 consecutivas ou a 60 intercaladas durante um ano, para, então, sob pena de se tornar corresponsável, comunicar o fato ao órgão de apoio administrativo da repartição, que promoverá sindicância.
Respondida
A sindicância e o inquérito administrativo, no âmbito do regime disciplinar dos servidores públicos do Estado do Rio Grande do Sul, instituído pela Lei nº 10.098/1994, são:
A
procedimentos administrativos destinados à apuração de infrações disciplinares, aplicando-se a sindicância, basicamente, quando houver insuficiência de dados para a determinação da sua ocorrência, e o inquérito administrativo, basicamente, quando a gravidade da infração torne o autor também passível das penas disciplinares mais altas ou ficar comprovada a ocorrência de falta disciplinar grave, mesmo sem indicação da autoria.
B
atos administrativos destinados à apuração de infrações disciplinares, aplicando-se a sindicância, basicamente, quando houver insuficiência de dados para a determinação da sua ocorrência, e o inquérito administrativo, basicamente, quando a gravidade da infração torne o autor também passível das penas disciplinares mais altas ou ficar comprovada a ocorrência de infração disciplinar grave, mesmo sem indicação da autoria.
C
procedimentos administrativos destinados a subsidiar a persecução penal de investigados pela Polícia Civil ou pelo Mistério Público, sendo a sindicância aplicável à persecução dos suspeitos da prática de crimes ou contravenções penais mais brandos e o inquérito administrativo aplicável à persecução dos suspeitos de crimes mais graves.
D
atos administrativos destinados a subsidiar a persecução penal de investigados pela Polícia Civil ou pelo Mistério Público, sendo a sindicância aplicável à persecução dos suspeitos da prática de crimes ou contravenções penais mais brandos e o inquérito administrativo aplicável à persecução dos suspeitos de crimes mais graves.
E
sinônimos de processo administrativo disciplinar, destinando-se ambos à apuração de infrações disciplinares e se desenvolvendo, também ambos, em três fases: a de instauração, a de processo propriamente dito e a de julgamento.
Respondida
O limite máximo de remuneração do servidor público, também chamado de “teto remuneratório do funcionalismo”, aplica-se
A
aos ocupantes de cargos, funções e empregos públicos nas Administrações públicas direta e indireta, sem exceções.
B
apenas aos ocupantes de cargos, funções e empregos públicos na Administração pública direta, ficando imunes os que servem na Administração indireta.
C
aos ocupantes de cargos, funções e empregos públicos nas Administrações públicas direta e indireta, ficando imunes apenas os Chefes dos Poderes Executivo e Legislativo e seus auxiliares diretos.
D
aos ocupantes de cargos, funções e empregos públicos nas Administrações públicas direta, autárquica e fundacional, ficando imunes os que servem nas empresas estatais.
E
aos ocupantes de cargos, funções e empregos públicos nas Administrações públicas direta, autárquica e fundacional, assim como nas empresas estatais dependentes.
Respondida
O exercício do poder de polícia pela Administração pública
Respondida
A imposição de sanções disciplinares pela Administração pública
Respondida
São características do regime jurídico das parcerias público-privadas, instituído pela Lei federal nº 11.079/2004, a previsão de
Respondida
A exploração de serviços públicos de saneamento básico, que reclame muitos investimentos e longo prazo, é
A
delegável a particulares, mediante concessão de serviços públicos, sempre por meio de licitação pública, mas é indelegável a empresas estatais.
B
delegável a particulares, mediante concessão precedida de licitação pública, e a empresas estatais, também mediante simples descentralização de serviços autorizada por lei ou contrato de programa precedido de convênio de cooperação ou consórcio público entre os entes da federação envolvidos.
C
indelegável, por tratar-se de competência irrenunciável dos Municípios brasileiros.
D
indelegável, por serem serviços públicos essenciais.
E
delegável a empresas estatais, mediante simples descentralização de serviços autorizada por lei ou contrato de programa precedido de convênio de cooperação ou consórcio público entre os entes da federação envolvidos, mas é indelegável a particulares.