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Texto 1:
Dia Mundial da Água de 2014 abordará temas
como água e energia
A Organização das Nações Unidas (ONU) definiu esta semana o tema do Dia Mundial da Água a ser celebrado em 22 de março de 2014: Água e Energia. A escolha ocorreu porque água e energia estão intimamente interligadas e são interdependentes, já que a geração hidrelétrica, nuclear e térmica precisa de recursos hídricos. Celebrado mundialmente desde 22 de março de 1993, o Dia Mundial da Água foi recomendado pela ONU durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Eco-92. Desde então as celebrações ao redor do mundo acontecem a partir de um tema anual, definido pela própria Organização, com o intuito de abordar os problemas relacionados aos recursos hídricos.
Segundo dados da Agência Internacional de Energia, por exemplo, um aumento nominal de 5% do transporte rodoviário no mundo até 2030 poderia aumentar a demanda por água em até 20% do recurso utilizado na agricultura, devido ao uso de biocombustíveis. Outro dado da ONU aponta que cerca de 8% da energia gerada no planeta é utilizada para bombear, tratar e levar a água para o consumo das pessoas. Além disso, os recursos hídricos são utilizados para a geração de energia geotérmica, que é uma alternativa para energia em países com escassez de água.
O Relatório de Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil – Informe 2012, da Agência Nacional de Águas (ANA), diz que o País possui cerca de 1.000 empreendimentos hidrelétricos, sendo que mais de 400 deles são pequenas centrais hidrelétricas (PCH). Até 2011, de acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), aproximadamente 70% dos 117 mil megawatts (MW) da capacidade instalada da matriz energética brasileira eram gerados por PCH, usinas hidrelétricas e centrais de geração hidrelétrica.
Em 2013, a ONU definiu o tema “Cooperação pela Água” para marcar as celebrações e o Brasil, que instituiu seu Dia Nacional da Água em 2003, aderiu à proposta, como forma de incentivar a troca de experiências e a busca por soluções. Entre os temas já escolhidos para a data estão: água e segurança alimentar, águas transfronteiriças, saneamento, água limpa para um mundo saudável, lidando com a escassez de água e água para as cidades: respondendo ao desafio urbano. Dia Mundial da Água de 2014 abordará temas como água e energia
(in.http://www.brasil.gov.br/meioambiente/
2013/09/dia-mundialda- agua-de-2014-abordara-temas-como-agua-e-energia)
O verbo ESTAR em “A escolha ocorreu porque água e energia ESTÃO intimamente interligadas e são interdependentes, já que a geração hidrelétrica, nuclear e térmica precisa de recursos hídricos.” está flexionado na terceira pessoa do plural, porque concorda com a expressão:
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
31 de maio
[...]
Itália e Bulgária empatam de um a um no primeiro dia da Copa do México. Um bilhão e meio de pessoas assistem ao jogo pela televisão de 140 países. E no estádio, nada menos de cem mil testemunhas. São muitos olhos para tão pouco futebol. Mas, por favor, sejamos compreensivos.Uma estreia, seja no amor, seja no futebol, é sempre assim: tensa e temível. A febre das estreias descompassa o coração, eriça os nervos e retesa os músculos.
O ritual da Copa do Mundo é pomposo: tem hino, tem bandeira, tem multidão. Tanta solenidade assim perturba o espírito humano. A pressão psicológica da competição soma-se à rarefação do ar a dois mil metros de altitude, e acaba o jogador privado de uma importante virtude atlética, que é a noção do próprio corpo. Sem a medida do tempo e do espaço, o rendimento físico e técnico do jogador cai sensivelmente. O sangue ferve pelas veias na guerra secreta dos hormônios. A adrenalina custa a chegar, o ácido lático chega cedo demais. É um desacerto profundo no metabolismo do atleta.
Em campo, duas equipes sitiadas de tensões. Estádio inclemente, boca de fogo clamando vitória, vitória, vitória. Copa do Mundo, delírio de muitos, sagração de tão poucos. Deitemos um sopro de indulgência na ciranda do Mundial, porque há muito mais espinhos do que mel no caminho do Olimpo.
(NOGUEIRA, Armando. 31 de maio. In: Bola de Cristal. Rio de Janeiro: Globo, 1987. p. 16. Adaptado)
No fragmento “Deitemos um sopro de indulgência na ciranda do Mundial, PORQUE HÁ MUITO MAIS ESPINHOS DO QUE MEL NO CAMINHO DO OLIMPO.” (parágrafo 3), a oração destacada é classificada como:
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
13 de junho
[...]
Termina o primeiro turno do Mundial. Trinta e seis partidas. Das 24 seleções, oito são despachadas, definitivamente. Entre as que ficam na batalha do título, uma surpreende: Marrocos. Seus jogadores não tem renome, mas o que lhes falta em notoriedade sobra em dedicação. Correm o tempo todo, o campo inteiro, com uma rara volúpia de vitória.
Outros, pelo contrário, aí vão ficando por simples capricho do destino. A Bulgária é um exemplo de sorte. Com seu futebol triste, não tinha nada a fazer neste Mundial. E o Uruguai, um dos mitos da Copa, celebrada escola de bons jogadores, só faz desagradar as plateias do México. Despiu a gloriosa "celeste olímpica" e saiu por aqui soltando botinadas a torto e a direito. Por um triz, não foi expulso da Copa, acusado de violência e catimba. Foi multado em dez mil dólares. A Dinamarca, a França e a União Soviética, que jogaram bonito e sempre lealmente, chegam com mérito à fase de classificação. Nada brilhante, mas esportivamente respeitável, foi a travessia das seleções do Brasil, da Alemanha, da Argentina e da Itália. O México, com as honras de anfitrião, sobreviveu pelo fervor da sua multidão. É o tipo de equipe que tem mais coração do que futebol.
(NOGUEIRA, Armando. 13 de junho. In: Bola de Cristal. Rio de Janeiro: Globo, 1987. p.91. Adaptado)
A alternativa que apresenta palavra acentuada por regra diferente da adotada pelo termo SOVIÉTICA é:
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