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O bumba meu boi de seu Teodoro
Nas noites de bumba meu boi em São Vicente Ferrer (MA.), onde nasceu, Teodoro Freire punha o pilão na rede em que dormia para disfarçar e saía de casa escondido. A mãe, que temia que o filho se machucasse em alguma confusão, um dia descobriu o truque e deu-lhe uma bronca. Ela foi aceitando aos poucos a participação de Teodoro em festas populares.
Aos 14, o rapaz foi sozinho para São Luís, onde trabalhou em quitanda, como estivador e porteiro. Em 1953, partiu para o Rio, atuou no comércio e organizou o bumba meu boi com a ajuda de um deputado conterrâneo.
Nos anos 60, ao se apresentar com seu grupo em Brasília, recebeu o convite, também de um político maranhense, para ficar na cidade. Já casado com a piauiense Maria Sena, que conhecera no Rio, conseguiu um emprego de contínuo na UnB. Ficaria na universidade, como conta a família, por 28 anos.
Desde 1963, dedicou-se ao bumba meu boi no Centro de Tradições Populares que fundou. Por causa de seu trabalho, recebeu do governo a ordem do mérito cultural em 2006. Ganhou ainda um documentário sobre sua vida.
BERTONI, Estêvão. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/
cotidiano/21386-o-bumba-meuboi- de-seu-teodoro.shtml>. Acesso em: 21/3/2014, com adaptações.
Do ponto de vista da tipologia textual, o texto apresentado classifica-se, predominantemente, como
 

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2481797 Ano: 2014
Disciplina: Museologia
Banca: IADES
Orgão: SEPLAG-DF
De acordo com Hana Gottesdiener (1997), há quatro tipos de avaliação, que são a avaliação
 

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2479753 Ano: 2014
Disciplina: Museologia
Banca: IADES
Orgão: SEPLAG-DF
O “museu para a paz”, proposta iniciada no contexto pós Segunda Guerra Mundial e defendida por Paul Rivet, teve expressão em determinados museus por iniciativa dos respectivos fundadores também antropólogos. Acerca do tema, assinale a alternativa que apresenta esses museus.
 

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2479214 Ano: 2014
Disciplina: Museologia
Banca: IADES
Orgão: SEPLAG-DF
Considerando o método para processos de concepção e montagem de exposições, no que se refere à tomada de decisão, James Volkert aponta três modelos em eras que, em certa medida, ainda existem nas práxis atuais dos museus. Acerca desse tema, assinale a alternativa que apresenta esses modelos.
 

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2478991 Ano: 2014
Disciplina: Museologia
Banca: IADES
Orgão: SEPLAG-DF
O que há de contemporâneo na comunicação museológica e que alcança as ações comunicacionais em museus?
 

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O bumba meu boi de seu Teodoro
Nas noites de bumba meu boi em São Vicente Ferrer (MA.), onde nasceu, Teodoro Freire punha o pilão na rede em que dormia para disfarçar e saía de casa escondido. A mãe, que temia que o filho se machucasse em alguma confusão, um dia descobriu o truque e deu-lhe uma bronca. Ela foi aceitando aos poucos a participação de Teodoro em festas populares.
Aos 14, o rapaz foi sozinho para São Luís, onde trabalhou em quitanda, como estivador e porteiro. Em 1953, partiu para o Rio, atuou no comércio e organizou o bumba meu boi com a ajuda de um deputado conterrâneo.
Nos anos 60, ao se apresentar com seu grupo em Brasília, recebeu o convite, também de um político maranhense, para ficar na cidade. Já casado com a piauiense Maria Sena, que conhecera no Rio, conseguiu um emprego de contínuo na UnB. Ficaria na universidade, como conta a família, por 28 anos.
Desde 1963, dedicou-se ao bumba meu boi no Centro de Tradições Populares que fundou. Por causa de seu trabalho, recebeu do governo a ordem do mérito cultural em 2006. Ganhou ainda um documentário sobre sua vida.
BERTONI, Estêvão. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/
cotidiano/21386-o-bumba-meuboi- de-seu-teodoro.shtml>. Acesso em: 21/3/2014, com adaptações.
Quanto à pontuação em “Já casado com a piauiense Maria Sena, que conhecera no Rio, conseguiu um emprego de contínuo na UnB.” , assinale a alternativa correta.
 

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Determinado órgão público decidiu criar uma intranet para agilizar informações e serviços. Para treinamento dos colaboradores, foi contratado um consultor que, de início, passou algumas informações e conceitos básicos sobre esse tipo de rede. Considerando essa situação hipotética, e sabendo que o consultor passou somente informações corretas acerca do tema, assinale a alternativa cujo conteúdo pode ser atribuído à fala do consultor.
Questão Anulada

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Um artista deseja pintar toda a superfície de um quadro retangular, cujas dimensões são 80 cm por 120 cm, pesando 2 g/cm2. Considerando que ele geralmente usa 20 g de tinta por dm3 pintado, depois de pintado, o quadro pesará
Questão Anulada

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História do rock brasiliense contada por Irlam
Rocha Lima, repórter do Correio Braziliense
Confesso que cheguei atrasado ao rock de Brasília. Quando desci ao porão do Cafofo, bar que Rênio Quintas e sócios tinham na comercial da 407 Norte, para assistir a um ensaio do Aborto Elétrico, o barulho já se espalhava por vários pontos da cidade. Eu era ligado à MPB de Caetano, Chico, Gil, Milton, Gal, Bethânia, Elis, Nara e Novos Baianos e achava muito tosco aquele som que os roqueiros brasilienses faziam.
Depois que Renato Russo veio à redação do Correio para divulgar o festival que ia acontecer no teatro da Associação Brasiliense de Odontologia (ABO), na 916 Sul, e me mostrou a letra de algumas de suas músicas, inclusive Geração Coca-Cola, despertou-me grande curiosidade. Desde então, passei a acompanhar de perto tudo o que ele e seus companheiros de movimento vinham fazendo.
Assisti aos shows do Temporada de Rock, na ABO, e tomei conhecimento do trabalho das bandas que se apresentaram no festival: Legião Urbana, Plebe Rude, Capital Inicial (ainda sem Dinho Ouro Preto nos vocais), XXX e Banda 69. À época, a Plebe era a mais falada. Depois “descobri” Escola de Escândalo e passei a ouvir o que o vocalista Bernardo Mueller tinha a dizer. Fui a alguns shows do Escola, inclusive no Circo Voador (Rio de Janeiro), e ficava impressionado com a guitarra do “Fejão”, para muitos o melhor guitarrista da história do rock brasiliense. Frustrei-me por não ver o Escola, com seu trabalho original, seguir a trajetória da Legião, do Capital e da Plebe, gravando disco e sendo reconhecido
nacionalmente.
Disponível em: <http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/
especiais/brasilia-capital-do-rock/2013/03/07/InternaBSBCapital Rock,353299/historia-do-rock-brasiliense-contada-por-reporter-docorreio- braziliense.shtml>. Acesso em: 21/3/2014, com adaptações
De acordo com a norma-padrão e as questões gramaticais que envolvem o trecho “Frustrei-me por não ver o Escola”, é correto afirmar que
Questão Anulada

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História do rock brasiliense contada por Irlam
Rocha Lima, repórter do Correio Braziliense
Confesso que cheguei atrasado ao rock de Brasília. Quando desci ao porão do Cafofo, bar que Rênio Quintas e sócios tinham na comercial da 407 Norte, para assistir a um ensaio do Aborto Elétrico, o barulho já se espalhava por vários pontos da cidade. Eu era ligado à MPB de Caetano, Chico, Gil, Milton, Gal, Bethânia, Elis, Nara e Novos Baianos e achava muito tosco aquele som que os roqueiros brasilienses faziam.
Depois que Renato Russo veio à redação do Correio para divulgar o festival que ia acontecer no teatro da Associação Brasiliense de Odontologia (ABO), na 916 Sul, e me mostrou a letra de algumas de suas músicas, inclusive Geração Coca-Cola, despertou-me grande curiosidade. Desde então, passei a acompanhar de perto tudo o que ele e seus companheiros de movimento vinham fazendo.
Assisti aos shows do Temporada de Rock, na ABO, e tomei conhecimento do trabalho das bandas que se apresentaram no festival: Legião Urbana, Plebe Rude, Capital Inicial (ainda sem Dinho Ouro Preto nos vocais), XXX e Banda 69. À época, a Plebe era a mais falada. Depois “descobri” Escola de Escândalo e passei a ouvir o que o vocalista Bernardo Mueller tinha a dizer. Fui a alguns shows do Escola, inclusive no Circo Voador (Rio de Janeiro), e ficava impressionado com a guitarra do “Fejão”, para muitos o melhor guitarrista da história do rock brasiliense. Frustrei-me por não ver o Escola, com seu trabalho original, seguir a trajetória da Legião, do Capital e da Plebe, gravando disco e sendo reconhecido
nacionalmente.
Disponível em: <http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/
especiais/brasilia-capital-do-rock/2013/03/07/InternaBSBCapital Rock,353299/historia-do-rock-brasiliense-contada-por-reporter-docorreio- braziliense.shtml>. Acesso em: 21/3/2014, com adaptações
De acordo com a norma-padrão e as questões gramaticais que envolvem o trecho “Frustrei-me por não ver o Escola”, é correto afirmar que
Questão Anulada

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