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O bumba meu boi de seu Teodoro
Nas noites de bumba meu boi em São Vicente Ferrer (MA.), onde nasceu, Teodoro Freire punha o pilão na rede em que dormia para disfarçar e saía de casa escondido. A mãe, que temia que o filho se machucasse em alguma confusão, um dia descobriu o truque e deu-lhe uma bronca. Ela foi aceitando aos poucos a participação de Teodoro em festas populares.
Aos 14, o rapaz foi sozinho para São Luís, onde trabalhou em quitanda, como estivador e porteiro. Em 1953, partiu para o Rio, atuou no comércio e organizou o bumba meu boi com a ajuda de um deputado conterrâneo.
Nos anos 60, ao se apresentar com seu grupo em Brasília, recebeu o convite, também de um político maranhense, para ficar na cidade. Já casado com a piauiense Maria Sena, que conhecera no Rio, conseguiu um emprego de contínuo na UnB. Ficaria na universidade, como conta a família, por 28 anos.
Desde 1963, dedicou-se ao bumba meu boi no Centro de Tradições Populares que fundou. Por causa de seu trabalho, recebeu do governo a ordem do mérito cultural em 2006. Ganhou ainda um documentário sobre sua vida.
BERTONI, Estêvão. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/
cotidiano/21386-o-bumba-meuboi- de-seu-teodoro.shtml>. Acesso em: 21/3/2014, com adaptações.
Conforme as informações do texto, assinale a alternativa correta.
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A expressão nova história é mais bem conhecida na França. La nouvelle histoire é o título de uma coleção de ensaios editada pelo renomado medievalista francês Jacques Le Goff. Le Goff também auxiliou na edição de uma maciça coleção de ensaios de três volumes acerca de novos problemas, novas abordagens e novos objetos. Nesses casos, está claro o que é a nova história: é uma história made in France, o país da nouvelle vague e do nouveau Roman, sem mencionar La nouvelle cuisine. Mais exatamente, é a história associada à chamada École des Annales, agrupada em torno da revista Annales: économies, societés, civilisations.
BURKE, Peter. A escrita da história – novas perspectivas. Editora Unesp, 1992. p. 9 (com adaptações).
Considerando o texto apresentado como referência inicial, assinale a correta.
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Com relação aos avanços da historiografia brasileira, assinale a alternativa correta.
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A arte popular é um instrumento que permite visualizar culturalmente a organização de um país e por consequência do Brasil. Acerca desse tema, assinale a alternativa correta.
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A servidão estabelecia vinculações entre o que se entregava a um senhor. O princípio da reciprocidade entre o protetor e o protegido, alegada no documento do século VIII, era uma fórmula pela qual um homem livre se transformava em servo. Observe que a condição econômica, segundo o documento, é o principal argumento para que se aceitasse a servidão.
ESPINOSA, F. Antologia dos textos históricos medievais. 3.ed. Lisboa, 1981. p. 163.
Com relação ao texto apresentado, assinale a alternativa correta.
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A vitória sobre Cartago assegura à Roma a dominação da bacia ocidental do Mediterrâneo. Com a derrota dos reis da Macedônia e da Síria, a República pôde vigiar a bacia oriental: após 30 anos de guerra, já não pesando sobre os seus interesses a ameaça de qualquer perigo do exterior, Roma conhece, de 188 (paz de Apamea e a seguir o processo dos Cipiões) a 133 (legado das possessões de Átalo de Pérgamo e tribunato de Tibério Graco), uma época de calma apenas ensombrada pela ruína da Macedônia, o difícil controle da Península Ibérica e a destruição de Cartago.
CHRISTOL, Michel; NONY, Daniel. Roma e o seu império –
das origens às invasões bárbaras. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1990. p. 90 (com adaptações).
Com relação ao texto apresentado, assinale a alternativa correta.
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Dois colegas de trabalho tiram férias e viajam para destinos diferentes. A probabilidade de um deles ligar para o escritório onde trabalham é de !$ { \large 2 \over 7} !$, e a probabilidade de o outro ligar é de !$ {\large 1 \over 6} !$. Qual é a probabilidade de os dois não ligarem, de modo algum, para o escritório durante as férias?
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História do rock brasiliense contada por Irlam
Rocha Lima, repórter do Correio Braziliense
Rocha Lima, repórter do Correio Braziliense
Confesso que cheguei atrasado ao rock de Brasília. Quando desci ao porão do Cafofo, bar que Rênio Quintas e sócios tinham na comercial da 407 Norte, para assistir a um ensaio do Aborto Elétrico, o barulho já se espalhava por vários pontos da cidade. Eu era ligado à MPB de Caetano, Chico, Gil, Milton, Gal, Bethânia, Elis, Nara e Novos Baianos e achava muito tosco aquele som que os roqueiros brasilienses faziam.
Depois que Renato Russo veio à redação do Correio para divulgar o festival que ia acontecer no teatro da Associação Brasiliense de Odontologia (ABO), na 916 Sul, e me mostrou a letra de algumas de suas músicas, inclusive Geração Coca-Cola, despertou-me grande curiosidade. Desde então, passei a acompanhar de perto tudo o que ele e seus companheiros de movimento vinham fazendo.
Assisti aos shows do Temporada de Rock, na ABO, e tomei conhecimento do trabalho das bandas que se apresentaram no festival: Legião Urbana, Plebe Rude, Capital Inicial (ainda sem Dinho Ouro Preto nos vocais), XXX e Banda 69. À época, a Plebe era a mais falada. Depois “descobri” Escola de Escândalo e passei a ouvir o que o vocalista Bernardo Mueller tinha a dizer. Fui a alguns shows do Escola, inclusive no Circo Voador (Rio de Janeiro), e ficava impressionado com a guitarra do “Fejão”, para muitos o melhor guitarrista da história do rock brasiliense. Frustrei-me por não ver o Escola, com seu trabalho original, seguir a trajetória da Legião, do Capital e da Plebe, gravando disco e sendo reconhecido
nacionalmente.
nacionalmente.
Disponível em: <http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/
especiais/brasilia-capital-do-rock/2013/03/07/InternaBSBCapital Rock,353299/historia-do-rock-brasiliense-contada-por-reporter-docorreio- braziliense.shtml>. Acesso em: 21/3/2014, com adaptações
Nas passagens “Eu era ligado à MPB de Caetano”, “Depois que Renato Russo veio à redação do Correio” e “À época, a Plebe era a mais falada", o emprego da crase é
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Folclore é tudo que representa os hábitos de um povo, que foram preservados ao longo do tempo, como conhecimento passado de geração para geração, por meio de canções, lendas, mitos, hábitos, utensílios, festas, enfeites, brincadeiras entre outras denominações que podem ser exploradas como cultura e marcam a organização de um povo ou uma sociedade. Quanto ao folclore brasileiro, assinale a alternativa correta.
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O bumba meu boi de seu Teodoro
Nas noites de bumba meu boi em São Vicente Ferrer (MA.), onde nasceu, Teodoro Freire punha o pilão na rede em que dormia para disfarçar e saía de casa escondido. A mãe, que temia que o filho se machucasse em alguma confusão, um dia descobriu o truque e deu-lhe uma bronca. Ela foi aceitando aos poucos a participação de Teodoro em festas populares.
Aos 14, o rapaz foi sozinho para São Luís, onde trabalhou em quitanda, como estivador e porteiro. Em 1953, partiu para o Rio, atuou no comércio e organizou o bumba meu boi com a ajuda de um deputado conterrâneo.
Nos anos 60, ao se apresentar com seu grupo em Brasília, recebeu o convite, também de um político maranhense, para ficar na cidade. Já casado com a piauiense Maria Sena, que conhecera no Rio, conseguiu um emprego de contínuo na UnB. Ficaria na universidade, como conta a família, por 28 anos.
Desde 1963, dedicou-se ao bumba meu boi no Centro de Tradições Populares que fundou. Por causa de seu trabalho, recebeu do governo a ordem do mérito cultural em 2006. Ganhou ainda um documentário sobre sua vida.
BERTONI, Estêvão. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/
cotidiano/21386-o-bumba-meuboi- de-seu-teodoro.shtml>. Acesso em: 21/3/2014, com adaptações.
Do ponto de vista da tipologia textual, o texto apresentado classifica-se, predominantemente, como
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