Foram encontradas 70 questões.
O conceito de história desempenha um papel fundamental
no pensamento humano. Ele evoca as noções de agência humana, mudança, o papel das circunstâncias materiais nos assuntos humanos e o suposto significado de eventos históricos. Ele levanta a possibilidade de “aprender com a história”.
É, portanto, pouco surpreendente que filósofos às vezes tenham voltado sua atenção para os esforços de examinar a
própria história e a natureza do conhecimento histórico. Essas reflexões podem ser agrupadas em um conjunto de trabalho chamado “filosofia da história”.
(A diferença entre história e filosofia da história – Instituto Rothbard. rothbardbrasil.com.)
Esse trabalho é heterogêneo, envolvendo análises e argumentos de idealistas, positivistas, lógicos, teólogos e outros. A filosofia da história em Hegel é considerada por muitos a mais completamente desenvolvida teoria filosófica da história e preconiza, dentre outros fatores:
(A diferença entre história e filosofia da história – Instituto Rothbard. rothbardbrasil.com.)
Esse trabalho é heterogêneo, envolvendo análises e argumentos de idealistas, positivistas, lógicos, teólogos e outros. A filosofia da história em Hegel é considerada por muitos a mais completamente desenvolvida teoria filosófica da história e preconiza, dentre outros fatores:
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Brasileiros do norte! Quando os vossos irmãos do sul aclamaram esse europeu por seu imperador, foi com a cláusula expressa de imperar sobre um povo livre, de quem ele se intitulou seu perpétuo defensor. Se os do sul aceitam da tua mão o
vil projeto de constituição, que deveriam considerar um novo
insulto, depois da dissolução do congresso. Se finalmente
querem ser teus escravos engana-te, sultão, pois no sul ficará
circunscrito o teu império. Entretanto, vós, ó brasileiros do
norte, habitantes do Equador [...] defendei vossa honra, gritando impávidos resolutamente: Não queremos um imperador criminoso, sem fé nem palavra. Viva a Confederação do
Equador! Viva a constituição que nos deve reger!
(Ulisses C. Brandão, 1978. p. 37.)
No contexto da famosa Confederação do Equador, a dissolução da Assembleia e a outorga da Carta Constitucional reacenderam sentimentos presentes no nordeste, principalmente em Pernambuco, desde a Revolução de 1817, a saber:
No contexto da famosa Confederação do Equador, a dissolução da Assembleia e a outorga da Carta Constitucional reacenderam sentimentos presentes no nordeste, principalmente em Pernambuco, desde a Revolução de 1817, a saber:
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Os objetivos de controlar a informação e de promover a imagem do governo Vargas não nasceram com o Estado Novo,
tendo sido vislumbrados desde os primeiros tempos, quando,
em 1931, foi criado o Departamento Oficial de Publicidade.
Não parece ser estranho a essa iniciativa o surgimento de canções populares exaltando a figura de Getúlio, dentre as quais
se destaca “Gê-Gé (seu Getúlio)”, de Lamartine Babo, composta em 1931 e cantada por Almirante, com estes versos de
abertura:
“só mesmo com revolução, graças ao rádio e ao parabelo, nós vamos ter transformação neste Brasil verde e amarelo,” aos quais segue a enunciação soletrada do nome de Getúlio com uma inventiva impossível de reproduzir num texto escrito. [...] (Boris Fausto. Getúlio Vargas: o poder e o sorriso. São Paulo: Companhia das Letras, 2006. p. 115-117.)
Amado ou odiado, o estadista Getúlio Vargas (como outros, em outras épocas e lugares) construiu a sua imagem através do controle dos meios de comunicação, e isso muito antes do Estado Novo. Especificamente no contexto da “Era Vargas”, a propaganda:
“só mesmo com revolução, graças ao rádio e ao parabelo, nós vamos ter transformação neste Brasil verde e amarelo,” aos quais segue a enunciação soletrada do nome de Getúlio com uma inventiva impossível de reproduzir num texto escrito. [...] (Boris Fausto. Getúlio Vargas: o poder e o sorriso. São Paulo: Companhia das Letras, 2006. p. 115-117.)
Amado ou odiado, o estadista Getúlio Vargas (como outros, em outras épocas e lugares) construiu a sua imagem através do controle dos meios de comunicação, e isso muito antes do Estado Novo. Especificamente no contexto da “Era Vargas”, a propaganda:
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Os militantes e intelectuais que adotam o termo raça não o
adotam no sentido biológico, pelo contrário, todos sabem e
concordam com os atuais estudos da genética de que não
existem raças humanas. Na realidade, eles trabalham o
termo raça atribuindo-lhe um significado político construído
a partir da análise do tipo de racismo que existe no contexto
brasileiro e considerando as dimensões histórica e cultural
que este nos remete. Por isso, muitas vezes, alguns intelectuais, ao se referirem ao segmento negro utilizam o termo
étnico-racial, demonstrando que estão considerando uma
multiplicidade de dimensões e questões que envolvem a história, a cultura e a vida dos negros no Brasil.
(GOMES, 2005a, p. 47.)
A promulgação da Lei nº 10.639/2003, que tornou obrigatório o ensino da História da África e Cultura Afro-brasileira, significou um grande avanço na luta pela superação dos preconceitos contra os descendentes africanos. Uma vez que:
A promulgação da Lei nº 10.639/2003, que tornou obrigatório o ensino da História da África e Cultura Afro-brasileira, significou um grande avanço na luta pela superação dos preconceitos contra os descendentes africanos. Uma vez que:
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A despeito da carência de recursos, havia um “pensamento
ferroviarista” capixaba. Segundo Bittencourt, três linhas
mestras norteavam-no: a primeira era uma crença geral de
que a incrementação da vida econômica e material da província dependia da consolidação de sua ligação com Minas
Gerais [...] Podemos exemplificá-la nas palavras do presidente Marcelino Tostes, o qual acreditava que: [...] “ligar
essa província com a de Minas Geraes, por uma estrada de
ferro, é Srs., attrahir a colonisação e a emigração espontaneas para seus uberrimos e incultos terrenos; é facilitar a exportação dos seus productos proporcionando um dos mais
bellos portos do império; é estender o seu commercio e desenvolver a sua lavoura; é finalmente constituir a ligação directa com o estrangeiro”.
(Espírito Santo (Província) Presidente, 1880-1881 (Marcelino Assis Tostes), Relatório... 1881, p.38.In.: Quintão, Leandro do Carmo, – 2008. Escrita da época.)
Num contexto mundial da Revolução Industrial em expansão, a estrada de ferro tornou-se um ícone ligado ao desenvolvimento de uma nação de um estado ou província. A construção das primeiras ferrovias, no Brasil, e mais especificamente no caso do Espírito Santo:
Num contexto mundial da Revolução Industrial em expansão, a estrada de ferro tornou-se um ícone ligado ao desenvolvimento de uma nação de um estado ou província. A construção das primeiras ferrovias, no Brasil, e mais especificamente no caso do Espírito Santo:
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Andar pela cidade é conhecer um pouco do passado de quem
a habitou. Engana-se, entretanto, quem pensa que uma obra
de arte, uma escultura ou uma simples fotografia pode sobreviver à ação do tempo. É na conservação e na restauração das
obras de patrimônio artístico, histórico e cultural que reside a
atuação do profissional, na busca por manter as heranças culturais e materiais para as novas gerações, através de diagnósticos e tratamentos, sempre respeitando a história contida em
cada objeto.
(Conservação e Restauração de Bens Culturais.pdf.ufmg.br.)
Considerando a importância da conservação e da restauração das obras de patrimônio artístico, histórico e cultural e o respeito ao caráter único e irrepetível dos bens em questão, é premissa do conservador/restaurador:
Considerando a importância da conservação e da restauração das obras de patrimônio artístico, histórico e cultural e o respeito ao caráter único e irrepetível dos bens em questão, é premissa do conservador/restaurador:
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A independência se fez em nome dos ideais liberais, justificando os interesses dos setores dominantes criollos que mantiveram a direção política do processo na América espanhola.
Calavam-se os monopólios reais, abriam-se as linhas de comércio, a economia devia se reger sem a intervenção da antiga
metrópole. Algumas concessões aos dominados também foram aceitas, mesmo no período de luta: Bolívar, por exemplo,
acedeu em oferecer alforria aos escravos que se ligassem aos
exércitos patrióticos. O Estado, que começava a se organizar
depois de atingida a independência, assumiu como tarefa destruir a velha ordem colonial. Em primeiro lugar, tendo em vista
os interesses criollos dominantes e também as pressões dos
comerciantes ingleses, havia de derrubar todo o regime de
monopólios, privilégios e restrições ao comércio e outros ramos da produção em geral. [...]
(PRADO, Maria Ligia. Z. al, 1986. p. 16.)
No que se refere à destruição da “velha ordem colonial” mencionada anteriormente, podemos apontar como grandes mudanças a partir da ruptura colonial:
No que se refere à destruição da “velha ordem colonial” mencionada anteriormente, podemos apontar como grandes mudanças a partir da ruptura colonial:
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“Papai, então me explica para que serve a história?” A pergunta feita pelo filho, fez com que Bloch (Marc Bloch, famoso
historiador), iniciasse seu último livro, com a finalidade de
mostrar qual a verdadeira função do historiador, já provando
uma parte dessa função, tendo de esclarecer a doutos e não
doutos. Em um primeiro momento ele abordada a “observação histórica”. Para compreender as questões do presente, temos de estudar o passado, isso ficou muito claro, mas de que
forma fazer isso se quem viveu no passado já não está mais
entre nós? Por intermédio das fontes, dos vestígios que o passado sempre nos deixa, intencionalmente ou não. [...]
(BLOCH, Marc Leopold Benjamin, 2001.)
As fontes históricas, no trabalho da escrita da história:
As fontes históricas, no trabalho da escrita da história:
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Em 1879, Basílio Daemon imprimia na tipografia d’O EspíritoSantense a sua obra de 513 páginas: “Província do Espírito
Santo – sua descoberta, história cronológica, sinópsis e estatística”. Nas primeiras páginas vinha colado um retrato seu, ao natural e impressa a dedicatória do livro a Sua Majestade, o Imperador. Esse livro que Afonso Cláudio classificou de “crônica
ao gosto quinhentista”, lamentando que o autor não tenha se
orientado pelas normas do alemão Creuser e estendido as investigações ao campo da antropologia, vem servindo a algumas
gerações. A sua 1ª parte consta de estudos e esforços para fixar
a descoberta do Espírito Santo. A 2ª parte, iniciada cronologicamente em 1504, abrange, até 1879, todos os fatos mais importantes acontecidos em nossa terra capixaba, nesse espaço
de tempo. A 3ª e última parte é uma descrição topográfica e
estatística, com nomenclaturas.
(Província do Espírito Santo: sua descoberta, história cronológica, sinopse e estatística, de Basílio Carvalho Daemon (1879) » História Capixaba. historiacapixaba.com.)
A população do Espírito Santo foi estimada em 4.108.508 de habitantes. A estimativa com o total de habitantes dos estados brasileiros se refere a 1º de julho de 2021 e foi publicada no Diário Oficial da União. Esse estado, ao longo principalmente do período colonial brasileiro, ficou marcado, dentre outros fatos:
A população do Espírito Santo foi estimada em 4.108.508 de habitantes. A estimativa com o total de habitantes dos estados brasileiros se refere a 1º de julho de 2021 e foi publicada no Diário Oficial da União. Esse estado, ao longo principalmente do período colonial brasileiro, ficou marcado, dentre outros fatos:
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A Constituição Federal dispõe sobre duas fórmulas de cálculo
do número de deputados que comporão as Assembleias Legislativas dos Estados. Se o estado do Espírito Santo possui dez
deputados federais, quanto à fórmula de cálculo de seus deputados estaduais, assinale a afirmativa correta.
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