Conforme afirma Monlevade (2012), na escola, assim
como os professores têm em comum a responsabilidade
de ensinar e garantir o aprendizado dos alunos, os funcionários têm em comum
Abramovay et al. (2012) declaram que muitos fatores revelaram-se como ingredientes importantes para criação
e manutenção de um clima de insegurança na escola. A
presença de armas, por exemplo, gera o temor de que
confrontos mais sérios possam acontecer. De acordo
com os entrevistados na obra Conversando sobre violência e convivência nas escolas, as armas mais recorrentes
na escola são as “armas brancas”.
Segundo o texto, na escola, algumas “armas brancas”
mencionadas pelos entrevistados foram:
Gadotti afirma que, de acordo com o Plano Nacional de
Educação (PNE), a gestão democrática dos sistemas de
ensino é entendida como uma das dimensões fundamentais que
Em Conversando sobre violência e convivência nas escolas, Abramovay et al. (2012) afirmam que, na escola,
deve-se empreender uma tentativa de “desnaturalização”
dos preconceitos que, muitas vezes, são considerados
“normais” ou “comuns”. Outro entrave, ao se trabalhar
esse problema, é a visão de que a discriminação existe,
mas que é sempre praticada “pelo outro”. Assim, no contexto das diversas formas de discriminação, entre outras
ações, a obra recomenda
Conforme Abramovay et al. (2012), “o estreitamento das
relações entre família e escola é fundamental para melhorar as relações dentro da escola. As duas instituições
devem agir como aliadas nessas ações.” Dessa forma, a
referida obra recomenda, entre outras ações, que a escola estabeleça ou incremente
De acordo com Abramovay et al. (2012), a __________ é
a forma de violência de maior visibilidade nas escolas,
pela contundência dos atos praticados e por suas consequências, que, frequentemente, se traduzem em danos
físicos aos envolvidos.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna
do texto.
No jogo das relações institucionais, os estudantes utilizam
os mecanismos que têm disponíveis, como a ameaça e o
medo. A obra Conversando sobre violência e convivência
nas escolas reproduz as falas de uma vice-diretora que
afirma: “[Tem] ameaça de aluno pra professor, professor
pra aluno, funcionário pra aluno, aluno pra professor, pra
funcionário”. Os alunos “fazem [ameaças] em relação a
professor e funcionário”.
Abramovay et al. (2012) afirmam que na escola “as
ameaças surgem como forma de ‘questionar’
Segundo Abramovay et al. (2012), “é comum observar
professores, diretores, coordenadores e os próprios pais
afirmarem que os estudantes são potencialmente ‘violentos’ por serem oriundos de uma ‘família desestruturada’”.
De acordo com a autora, essa visão de “desestruturação
familiar”, com frequência, acaba por
Conforme Abramovay et al. (2012), em Conversando
sobre violência e convivência nas escolas, “as micro
violências perpassam as relações sociais da escola, por
meio de mecanismos, práticas e hábitos que, apesar
de romperem com a ordem coletiva e destruírem laços
sociais, acabam sendo, muitas vezes, naturalizados”.
De acordo com o referido texto, as microviolências