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Costa (2010), em seu livro Geografia Política e Geopolítica, busca enfatizar a diferença entre o discurso geopolítico, que seria uma instrumentalização dos conhecimentos produzidos pela Geografia Política e apropriada por
objetivos de Estado, e a Geografia Política enquanto um
campo do saber acadêmico.
No campo do discurso geopolítico, o autor destaca a ideia
No campo do discurso geopolítico, o autor destaca a ideia
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Ao abordar o tema do discurso geopolítico, Costa
(2010) entende que os conceitos de potência mundial
e imperialismo acham-se intimamente ligados quando
nos referimos ao período histórico que se inicia em
meados do século XIX.
(COSTA, Wanderley M. da. Geografia política e geopolítica. São Paulo: EDUSP, 2010)
Isso porque ambos expressam
(COSTA, Wanderley M. da. Geografia política e geopolítica. São Paulo: EDUSP, 2010)
Isso porque ambos expressam
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Para Santos (2021), o exame do papel atual dos pobres
na produção do presente e do futuro exige, em primeiro
lugar, distinguir entre pobreza e miséria.
(SANTOS, Mílton. Por uma outra globalização. Rio de Janeiro: Record, 2021)
O autor define pobreza como
(SANTOS, Mílton. Por uma outra globalização. Rio de Janeiro: Record, 2021)
O autor define pobreza como
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Para Santos (2021), o atual processo de globalização gerou uma situação de pobreza estrutural globalizada:
A pobreza atual resulta da convergência de causas que se dão em diversos níveis, existindo como vasos comunicantes e como algo racional, um resultado necessário do presente processo, um fenômeno inevitável, considerado até mesmo um fato natural. Alcançamos, assim, uma espécie de naturalização da pobreza, que seria politicamente produzida pelos atores globais com a colaboração consciente dos governos nacionais e, contrariamente às situações precedentes, com a conivência de intelectuais contratados — ou apenas contatados — para legitimar essa naturalização.
(SANTOS, Mílton. Por uma outra globalização. Rio de Janeiro: Record, 2021)
Nessa condição, os pobres
A pobreza atual resulta da convergência de causas que se dão em diversos níveis, existindo como vasos comunicantes e como algo racional, um resultado necessário do presente processo, um fenômeno inevitável, considerado até mesmo um fato natural. Alcançamos, assim, uma espécie de naturalização da pobreza, que seria politicamente produzida pelos atores globais com a colaboração consciente dos governos nacionais e, contrariamente às situações precedentes, com a conivência de intelectuais contratados — ou apenas contatados — para legitimar essa naturalização.
(SANTOS, Mílton. Por uma outra globalização. Rio de Janeiro: Record, 2021)
Nessa condição, os pobres
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Para Santos (2021), a globalização que se apresenta no
final do século XX apresenta uma face perversa.
SANTOS, Mílton. Por uma outra globalização. Rio de Janeiro: Record, 2021. Adaptado)
Uma dessas faces é a tirania da informação, pois
SANTOS, Mílton. Por uma outra globalização. Rio de Janeiro: Record, 2021. Adaptado)
Uma dessas faces é a tirania da informação, pois
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Para Santos (2021), “a globalização é o ápice do processo de internacionalização do mundo capitalista. Para
entendê-la, como de resto, a qualquer fase da história, há
dois elementos fundamentais a levar em conta: o estado
das técnicas e o estado da política”.
(SANTOS, Mílton. Por uma outra globalização. Rio de Janeiro: Record, 2021)
No campo das técnicas, destaca-se a importância crescente
(SANTOS, Mílton. Por uma outra globalização. Rio de Janeiro: Record, 2021)
No campo das técnicas, destaca-se a importância crescente
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Para Moraes (1985), das propostas que surgiram no
movimento de renovação da Geografia, destaca-se a
contribuição do geógrafo Mílton Santos. Dentre suas
contribuições, o autor argumenta que toda atividade
produtiva dos homens implica numa ação sobre a superfície terrestre, numa criação de novas formas, de tal
modo que “produzir é produzir espaço”.
(MORAES. Antonio C. R. Geografia: pequena história crítica. São Paulo: HUCITEC, 1985)
Desta forma, Mílton Santos entende que
(MORAES. Antonio C. R. Geografia: pequena história crítica. São Paulo: HUCITEC, 1985)
Desta forma, Mílton Santos entende que
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Segundo Moraes (1985), a crise da chamada “Geografia
Tradicional” e o movimento de renovação a ela associado
começam a se manifestar já em meados da década de
cinquenta e se desenvolvem aceleradamente nos anos
posteriores.
Uma das novas correntes propõe uma ótica prospectiva, um conhecimento aplicado e voltado para o futuro. O intuito é uma renovação metodológica da Geografia, buscando novas técnicas e uma nova linguagem, que dê conta das novas tarefas postas pelo planejamento. A finalidade explícita é criar uma tecnologia geográfica, um móvel utilitário.
(MORAES, Antonio C. R. Geografia: pequena história crítica. São Paulo: HUCITEC, 1985. Adaptado)
O autor denomina essa corrente como Geografia
Uma das novas correntes propõe uma ótica prospectiva, um conhecimento aplicado e voltado para o futuro. O intuito é uma renovação metodológica da Geografia, buscando novas técnicas e uma nova linguagem, que dê conta das novas tarefas postas pelo planejamento. A finalidade explícita é criar uma tecnologia geográfica, um móvel utilitário.
(MORAES, Antonio C. R. Geografia: pequena história crítica. São Paulo: HUCITEC, 1985. Adaptado)
O autor denomina essa corrente como Geografia
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Leia o texto a seguir.
Pelo temário geral da Geografia, esta disciplina discute os fatos referentes ao espaço e, mais, a um espaço concreto, finito e delimitável do espaço terrestre. Só será geográfico um estudo que aborde a forma, ou a formação, ou a dinâmica (movimento ou funcionamento), ou a organização, ou a transformação do espaço terrestre.
(MORAES, Antonio Carlos Robert. Geografia: pequena história crítica. São Paulo: HUCITEC, 1985)
Moraes (1985) expressa a visão da ciência geográfica na perspectiva da Geografia
Pelo temário geral da Geografia, esta disciplina discute os fatos referentes ao espaço e, mais, a um espaço concreto, finito e delimitável do espaço terrestre. Só será geográfico um estudo que aborde a forma, ou a formação, ou a dinâmica (movimento ou funcionamento), ou a organização, ou a transformação do espaço terrestre.
(MORAES, Antonio Carlos Robert. Geografia: pequena história crítica. São Paulo: HUCITEC, 1985)
Moraes (1985) expressa a visão da ciência geográfica na perspectiva da Geografia
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Leia o texto a seguir.
Apesar da antiguidade do uso do rótulo Geografia, que foi mesmo incorporado ao vocabulário cotidiano (qualquer pessoa poderia dar uma explicação do seu significado), em termos científicos há uma imensa controvérsia sobre a matéria tratada por esta disciplina.
(MORAES, Antonio Carlos Robert. Geografia: pequena história crítica. São Paulo: HUCITEC, 1985)
Para Moraes (1985), a controvérsia manifesta-se na
Apesar da antiguidade do uso do rótulo Geografia, que foi mesmo incorporado ao vocabulário cotidiano (qualquer pessoa poderia dar uma explicação do seu significado), em termos científicos há uma imensa controvérsia sobre a matéria tratada por esta disciplina.
(MORAES, Antonio Carlos Robert. Geografia: pequena história crítica. São Paulo: HUCITEC, 1985)
Para Moraes (1985), a controvérsia manifesta-se na
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