Foram encontradas 62 questões.
- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia ClássicaMax WeberMax Weber e a Ação Social
- Relação entre Indivíduo e Sociedade
- Estratificação e desigualdade social
(...) O eixo central do trabalho de Bourdieu é o estudo das relações entre classe e grupos de status − que na obra de ...... são tratados separadamente −, baseado no argumento de que a análise das relações econômicas (classe) requer um estudo simultâneo das relações simbólicas (status).
(Adaptado de: MEDEIROS, M. As Teorias da Estratificação da Sociedade e o Estudo dos Ricos, BIB, n. 57, 2004)
Preenche corretamente a lacuna do excerto:
Provas
Provas
- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia ClássicaKarl Marx & Friedrich EngelsKarl Marx e as Classes Sociais
- Relação entre Indivíduo e Sociedade
Provas
Considere:
Tipo de Socialização
I. Primária
II. Secundária
Instituição Social
a. Associação Profissional.
b. Associação Religiosa.
c. Escola.
d. Família.
As associações corretas entre tipo de socialização e instituição social ocorrem em:
Provas
- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia do TrabalhoGlobalização, reestruturação produtiva e mudanças recentes do trabalho
Visto em perspectiva histórica ampla, o Estado-nação latino-americano e caribenho expressa, às vezes muito claramente, os desenvolvimentos excepcionais e os impasses radicais, compreendendo tanto novas e surpreendentes possibilidades de transformação como a emergência de crises de amplas proporções.
(Adaptado de: IANNI, Octavio. O Estado-nação na época da globalização. Novos Rumos, São Paulo, n. 31, 1999, p. 18)
Como consequência da globalização para os Estados nacionais latino-americanos e caribenhos é correto afirmar que
Provas
- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia ClássicaMax WeberMax Weber e a Ação Social
- Relação entre Indivíduo e Sociedade
- Émile Durkheim e os Fatos Sociais
Provas
A sociologia não se afirma primeiro como explicação científica e, somente depois, como forma cultural de concepção do mundo. Foi o inverso o que se deu na realidade. Ela nasce e se desenvolve como um dos florescimentos intelectuais mais complicados das situações de existência nas modernas sociedades industriais e de classe. E seu progresso, lento mas contínuo, no sentido do saber científico-positivo, também se faz sob a pressão das exigências dessas situações de existência, que impuseram tanto ao pensamento prático, quanto ao pensamento teórico, tarefas demasiado complexas para as formas pré-científicas de conhecimento.
(Adaptado de: FLORESTAN, Fernandes. A herança intelectual da sociologia. In: Ensaios de sociologia geral e aplicada. 2. ed. São Paulo: Pioneira, 1971, p. 273-274)
O excerto acima sintetiza o vasto programa envolvido no processo de constituição da sociologia como a “ciência da sociedade”. Sobre esse processo é correto afirmar que:
Provas
Considere abaixo as colunas referentes às etapas e proposições do método sociológico de Émile Durkheim.
Etapa
I. Definir
II. Classificar
III. Explicar
IV. Provar
Proposição
a. Investigar as causas e as funções.
b. Comprovar que um fenômeno é a causa do outro.
c. Delimitar o grupo de fenômenos a serem estudados.
d. Escolher as propriedades características dos fatos sociais.
A associação correta entre etapa e proposição ocorre em:
Provas
O desenvolvimento das teorias antropológicas ao longo do século XX envolveu a elaboração de conceitos e categorias por inúmeros autores em diferentes realidades nacionais e segundo os mais diversos princípios epistemológicos e metodológicos. Considere as seguintes colunas sobre algumas dessas correntes teóricas da Antropologia e suas principais categorias:
Categorias
I. Sentido, símbolos, teias de significado
II. Sistemas, linguagem, signos, inconsciente
III. Diversidade, singularidade, relativismo, história
IV. Estágios, progresso, leis gerais, unilinearidade
V. Totalidade, necessidade, estabilidade
Correntes antropológicas
a. Estruturalismo
b. Evolucionismo
c. Funcionalismo
d. Culturalismo
e. Interpretativismo
As associações corretas entre categorias e correntes antropológicas são, respectivamente:
Provas
Medo da eternidade
Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade.
Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas.
Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou:
− Tome cuidado para não perder, porque esta bala nunca se acaba. Dura a vida inteira.
− Como não acaba? – Parei um instante na rua, perplexa.
− Não acaba nunca, e pronto.
Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual eu já começara a me dar conta.
Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca.
− E agora que é que eu faço? − perguntei para não errar no ritual que certamente deveria haver.
− Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários.
Perder a eternidade? Nunca.
O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola.
− Acabou-se o docinho. E agora?
− Agora mastigue para sempre.
Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito.
Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava era aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar.
Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia.
− Olha só o que me aconteceu! – disse eu em fingidos espanto e tristeza. Agora não posso mastigar mais! A bala acabou!
− Já lhe disse, repetiu minha irmã, que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá.
Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra da boca por acaso.
Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.
06 de junho de 1970
(LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo – crônicas. Rio de Janeiro: Rocco, 1999, p.289-91)
Parei um instante na rua, perplexa. (5° parágrafo)
Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. (7°parágrafo)
– E agora que é que eu faço? – perguntei para não errar no ritual que certamente deveria haver. (9° parágrafo)
As palavras grifadas nessas frases assumem no texto, respectivamente, o sentido de:
Provas
Caderno Container