Foram encontradas 40 questões.
Leia o texto abaixo para responder à questão.
‘Paciente G. D. T., gênero feminino, 17 anos,
procurou o serviço odontológico relatando que ao
passar o fio dental entre os dentes 16 e 17 ocorre
sangramento gengival excessivo. Durante o exame
clínico o cirurgião-dentista identificou uma restauração
em resina composta na face distal do dente 16, com
ausência de ponto de contato e excesso de material
restaurador na região subgengival. A radiografia
interproximal da região evidenciou uma lesão de cárie
abaixo da restauração na altura da crista óssea
alveolar.’
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- Lógica ProposicionalEquivalências Lógicas
- Lógica ProposicionalNegação de Proposições CompostasLeis de De Morgan
A frase “Não é verdade que: Carlos é advogado
ou Maria é dentista”, é logicamente equivalente
a frase:
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Uma agência de propaganda realizou uma
pesquisa de mercado e o resultado foi o
seguinte: 25 pessoas não gostam de
refrigerante e 18 pessoas não gostam de suco.
Se 52 pessoas gostam de pelo menos um dos
dois produtos (refrigerante, suco), então é
correto afirmar que:
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Uma senha de banco é formada por 5 símbolos
diferentes, sendo que os três primeiros são
números de 0 a 9 e os dois últimos são vogais.
Se Carlos lembra somente que o primeiro
número é o 4, então o total de tentativas
possíveis que ele pode digitar para encontrar a
senha correta é:
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Antigamente a vida era outra aqui neste lugar
onde o rio, dando areia, cobra-d’água inocente, e indo
ao mar, dividia o campo em que os filhos de
portugueses e da escravatura pisaram.
Couro de pé roçando pele de flor. Mangas
engordando, bambuzais rebentando vento, uma lagoa,
um lago, um laguinho, amendoeiras, pés de jamelão e
o bosque de Eucaliptos. Tudo isso do lado de lá. Do
lado de cá, os morrinhos, casarões mal-assombrados,
as hortas de Portugal Pequeno e boiada pra lá e pra cá
na paz de quem não sabe da morte.
Em diagonal, os braços do rio, desprendidos lá
pela Taquara, cortavam o campo: o direito ao meio; o
esquerdo, que hoje separa os Apês das casas e sobre
o qual está a ponte por onde escoa o tráfego da
principal rua do bairro, na parte de baixo. E, como o
bom braço ao rio volta, o rio totalmente abraçado, ia
ziguezagueando água, esse forasteiro que viaja
parado, levando íris soltas em seu leito, deixando o
coração bater em pedras, doando mililitros para os
corpos que o ousaram, para as bocas que morderam
seu dorso. Ria o rio, mas Busca-Pé bem sabia que todo
rio nasce para morrer um dia.
Um dia essas terras foram cobertas de verde
com carro de boi desafiando estradas de terra,
gargantas de negros cantando samba duro, escavação
de poços de água salobra, legumes e verduras
enchendo caminhões, cobra alisando o mato, redes
armadas nas águas. Aos domingos, jogo de futebol no
campo do Paúra e bebedeira de vinho sob a luz das
noites cheias.
[...]
Os dois filhos de portugueses tratavam das
hortas de Portugal Pequeno nas terras herdadas.
Sabiam que aquela região seria destinada à construção
de um conjunto habitacional, mas não que as obras
estavam para começar em tão pouco tempo.
(LINS, Paulo. Cidade de Deus. São Paulo.
Companhia das Letras, 2002. p.15)
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Antigamente a vida era outra aqui neste lugar
onde o rio, dando areia, cobra-d’água inocente, e indo
ao mar, dividia o campo em que os filhos de
portugueses e da escravatura pisaram.
Couro de pé roçando pele de flor. Mangas
engordando, bambuzais rebentando vento, uma lagoa,
um lago, um laguinho, amendoeiras, pés de jamelão e
o bosque de Eucaliptos. Tudo isso do lado de lá. Do
lado de cá, os morrinhos, casarões mal-assombrados,
as hortas de Portugal Pequeno e boiada pra lá e pra cá
na paz de quem não sabe da morte.
Em diagonal, os braços do rio, desprendidos lá
pela Taquara, cortavam o campo: o direito ao meio; o
esquerdo, que hoje separa os Apês das casas e sobre
o qual está a ponte por onde escoa o tráfego da
principal rua do bairro, na parte de baixo. E, como o
bom braço ao rio volta, o rio totalmente abraçado, ia
ziguezagueando água, esse forasteiro que viaja
parado, levando íris soltas em seu leito, deixando o
coração bater em pedras, doando mililitros para os
corpos que o ousaram, para as bocas que morderam
seu dorso. Ria o rio, mas Busca-Pé bem sabia que todo
rio nasce para morrer um dia.
Um dia essas terras foram cobertas de verde
com carro de boi desafiando estradas de terra,
gargantas de negros cantando samba duro, escavação
de poços de água salobra, legumes e verduras
enchendo caminhões, cobra alisando o mato, redes
armadas nas águas. Aos domingos, jogo de futebol no
campo do Paúra e bebedeira de vinho sob a luz das
noites cheias.
[...]
Os dois filhos de portugueses tratavam das
hortas de Portugal Pequeno nas terras herdadas.
Sabiam que aquela região seria destinada à construção
de um conjunto habitacional, mas não que as obras
estavam para começar em tão pouco tempo.
(LINS, Paulo. Cidade de Deus. São Paulo.
Companhia das Letras, 2002. p.15)
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Antigamente a vida era outra aqui neste lugar
onde o rio, dando areia, cobra-d’água inocente, e indo
ao mar, dividia o campo em que os filhos de
portugueses e da escravatura pisaram.
Couro de pé roçando pele de flor. Mangas
engordando, bambuzais rebentando vento, uma lagoa,
um lago, um laguinho, amendoeiras, pés de jamelão e
o bosque de Eucaliptos. Tudo isso do lado de lá. Do
lado de cá, os morrinhos, casarões mal-assombrados,
as hortas de Portugal Pequeno e boiada pra lá e pra cá
na paz de quem não sabe da morte.
Em diagonal, os braços do rio, desprendidos lá
pela Taquara, cortavam o campo: o direito ao meio; o
esquerdo, que hoje separa os Apês das casas e sobre
o qual está a ponte por onde escoa o tráfego da
principal rua do bairro, na parte de baixo. E, como o
bom braço ao rio volta, o rio totalmente abraçado, ia
ziguezagueando água, esse forasteiro que viaja
parado, levando íris soltas em seu leito, deixando o
coração bater em pedras, doando mililitros para os
corpos que o ousaram, para as bocas que morderam
seu dorso. Ria o rio, mas Busca-Pé bem sabia que todo
rio nasce para morrer um dia.
Um dia essas terras foram cobertas de verde
com carro de boi desafiando estradas de terra,
gargantas de negros cantando samba duro, escavação
de poços de água salobra, legumes e verduras
enchendo caminhões, cobra alisando o mato, redes
armadas nas águas. Aos domingos, jogo de futebol no
campo do Paúra e bebedeira de vinho sob a luz das
noites cheias.
[...]
Os dois filhos de portugueses tratavam das
hortas de Portugal Pequeno nas terras herdadas.
Sabiam que aquela região seria destinada à construção
de um conjunto habitacional, mas não que as obras
estavam para começar em tão pouco tempo.
(LINS, Paulo. Cidade de Deus. São Paulo.
Companhia das Letras, 2002. p.15)
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Antigamente a vida era outra aqui neste lugar
onde o rio, dando areia, cobra-d’água inocente, e indo
ao mar, dividia o campo em que os filhos de
portugueses e da escravatura pisaram.
Couro de pé roçando pele de flor. Mangas
engordando, bambuzais rebentando vento, uma lagoa,
um lago, um laguinho, amendoeiras, pés de jamelão e
o bosque de Eucaliptos. Tudo isso do lado de lá. Do
lado de cá, os morrinhos, casarões mal-assombrados,
as hortas de Portugal Pequeno e boiada pra lá e pra cá
na paz de quem não sabe da morte.
Em diagonal, os braços do rio, desprendidos lá
pela Taquara, cortavam o campo: o direito ao meio; o
esquerdo, que hoje separa os Apês das casas e sobre
o qual está a ponte por onde escoa o tráfego da
principal rua do bairro, na parte de baixo. E, como o
bom braço ao rio volta, o rio totalmente abraçado, ia
ziguezagueando água, esse forasteiro que viaja
parado, levando íris soltas em seu leito, deixando o
coração bater em pedras, doando mililitros para os
corpos que o ousaram, para as bocas que morderam
seu dorso. Ria o rio, mas Busca-Pé bem sabia que todo
rio nasce para morrer um dia.
Um dia essas terras foram cobertas de verde
com carro de boi desafiando estradas de terra,
gargantas de negros cantando samba duro, escavação
de poços de água salobra, legumes e verduras
enchendo caminhões, cobra alisando o mato, redes
armadas nas águas. Aos domingos, jogo de futebol no
campo do Paúra e bebedeira de vinho sob a luz das
noites cheias.
[...]
Os dois filhos de portugueses tratavam das
hortas de Portugal Pequeno nas terras herdadas.
Sabiam que aquela região seria destinada à construção
de um conjunto habitacional, mas não que as obras
estavam para começar em tão pouco tempo.
(LINS, Paulo. Cidade de Deus. São Paulo.
Companhia das Letras, 2002. p.15)
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- OrtografiaPontuaçãoVírgula
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Antigamente a vida era outra aqui neste lugar
onde o rio, dando areia, cobra-d’água inocente, e indo
ao mar, dividia o campo em que os filhos de
portugueses e da escravatura pisaram.
Couro de pé roçando pele de flor. Mangas
engordando, bambuzais rebentando vento, uma lagoa,
um lago, um laguinho, amendoeiras, pés de jamelão e
o bosque de Eucaliptos. Tudo isso do lado de lá. Do
lado de cá, os morrinhos, casarões mal-assombrados,
as hortas de Portugal Pequeno e boiada pra lá e pra cá
na paz de quem não sabe da morte.
Em diagonal, os braços do rio, desprendidos lá
pela Taquara, cortavam o campo: o direito ao meio; o
esquerdo, que hoje separa os Apês das casas e sobre
o qual está a ponte por onde escoa o tráfego da
principal rua do bairro, na parte de baixo. E, como o
bom braço ao rio volta, o rio totalmente abraçado, ia
ziguezagueando água, esse forasteiro que viaja
parado, levando íris soltas em seu leito, deixando o
coração bater em pedras, doando mililitros para os
corpos que o ousaram, para as bocas que morderam
seu dorso. Ria o rio, mas Busca-Pé bem sabia que todo
rio nasce para morrer um dia.
Um dia essas terras foram cobertas de verde
com carro de boi desafiando estradas de terra,
gargantas de negros cantando samba duro, escavação
de poços de água salobra, legumes e verduras
enchendo caminhões, cobra alisando o mato, redes
armadas nas águas. Aos domingos, jogo de futebol no
campo do Paúra e bebedeira de vinho sob a luz das
noites cheias.
[...]
Os dois filhos de portugueses tratavam das
hortas de Portugal Pequeno nas terras herdadas.
Sabiam que aquela região seria destinada à construção
de um conjunto habitacional, mas não que as obras
estavam para começar em tão pouco tempo.
(LINS, Paulo. Cidade de Deus. São Paulo.
Companhia das Letras, 2002. p.15)
Considere a seguinte passagem do texto para responder à questão.
“Aos domingos, jogo de futebol no campo do Paúra e bebedeira de vinho sob a luz das noites cheias. (4º§)
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2032997
Ano: 2021
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: IBFC
Orgão: SEAP-PR
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: IBFC
Orgão: SEAP-PR
Provas:
- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Liberdade, ao Respeito e à Dignidade (Art. 15 a 18-B)
Para prevalecer o comando do art. 18 do
Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)
que determina que “É dever de todos velar pela
dignidade da criança e do adolescente, pondo-os a salvo de qualquer tratamento vexatório ou
constrangedor”, a Lei nº 13.010 / 2014 trouxe
algumas definições importantes sobre atitudes
que possam ser tomadas contra elas. A esse
respeito, numere a COLUNA II de acordo com a
COLUNA I, fazendo a relação entre elas:
COLUNA I 1. Castigo físico. 2. Tratamento cruel ou degradante.
COLUNA II ( ) Sofrimento físico. ( ) Humilhação. ( ) Ameaça grave. ( ) Lesão. ( ) Ridicularização.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
COLUNA I 1. Castigo físico. 2. Tratamento cruel ou degradante.
COLUNA II ( ) Sofrimento físico. ( ) Humilhação. ( ) Ameaça grave. ( ) Lesão. ( ) Ridicularização.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
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