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Foram encontradas 785 questões.

2738384 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PRUDENCO
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O emprego da vírgula está de acordo com a norma-padrão em:

 

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2738383 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PRUDENCO
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Assinale a alternativa em que o emprego da crase obedece à norma-padrão da língua portuguesa.

 

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2738382 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PRUDENCO
Leia a tira.
Enunciado 2738382-1
(Adão Iturrusgarai, “A vida como ela yeah”. Folha de S.Paulo, 29.12.2021)

É correto afirmar que o sentido da tira se estabelece a partir do emprego de termos em sentido
 

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2738381 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PRUDENCO
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.

Infância proibida

Paula era uma criança de uns três anos. Alice, sua mãe, não a deixava brincar com terra, não deixava que a menina entrasse no mar nem que andasse de pés descalços. Talvez tivesse razão quando impunha essas proibições, dizendo que era para o bem da filha, para que não pegasse nenhuma doença, não corresse nenhum risco. O fato é que muitas crianças não queriam ser filhas de Alice.

Sem pé na terra, na grama, na areia, que infância era aquela, que graça haveria em ser como um objeto de cristal cujo vestido limpo jamais ficaria imundo, cuja trança jamais se desmancharia? Todos acreditavam, porém, que a intenção da mãe era fruto do amor e da proteção que desejava dar à filha.

Toda a cautela de Alice, ao não deixar a filha brincar com a terra, não mergulhar, não arriscar, não saltar, provavelmente era para impedir grandes tragédias. Muitas pessoas, se pudessem, construiriam muros contra imprevistos ou qualquer situação que causasse sofrimento. Entretanto é importante que tenhamos algumas cicatrizes, porque são elas que nos fazem mais fortes.

A criança que todos já fomos um dia precisou correr riscos, ter alguns arranhões e cicatrizes. A partir disso aprendemos que os riscos e imprevistos sempre farão parte da vida.

(Martha Medeiros. Quem diria que viver ia dar nisso. 9a ed. Porto Alegre: L&PM, 2019. Adaptado)

No trecho do primeiro parágrafo — Talvez tivesse razão quando impunha essas proibições, dizendo que era para o bem da filha, para que não pegasse nenhuma doença... —, as palavras destacadas estabelecem, na ordem em que se apresentam, sentido de

 

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2738380 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PRUDENCO
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.

Infância proibida

Paula era uma criança de uns três anos. Alice, sua mãe, não a deixava brincar com terra, não deixava que a menina entrasse no mar nem que andasse de pés descalços. Talvez tivesse razão quando impunha essas proibições, dizendo que era para o bem da filha, para que não pegasse nenhuma doença, não corresse nenhum risco. O fato é que muitas crianças não queriam ser filhas de Alice.

Sem pé na terra, na grama, na areia, que infância era aquela, que graça haveria em ser como um objeto de cristal cujo vestido limpo jamais ficaria imundo, cuja trança jamais se desmancharia? Todos acreditavam, porém, que a intenção da mãe era fruto do amor e da proteção que desejava dar à filha.

Toda a cautela de Alice, ao não deixar a filha brincar com a terra, não mergulhar, não arriscar, não saltar, provavelmente era para impedir grandes tragédias. Muitas pessoas, se pudessem, construiriam muros contra imprevistos ou qualquer situação que causasse sofrimento. Entretanto é importante que tenhamos algumas cicatrizes, porque são elas que nos fazem mais fortes.

A criança que todos já fomos um dia precisou correr riscos, ter alguns arranhões e cicatrizes. A partir disso aprendemos que os riscos e imprevistos sempre farão parte da vida.

(Martha Medeiros. Quem diria que viver ia dar nisso. 9a ed. Porto Alegre: L&PM, 2019. Adaptado)

Assinale a alternativa em que há palavras ou expressões empregadas com sentido figurado.

 

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2738379 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PRUDENCO
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.

Infância proibida

Paula era uma criança de uns três anos. Alice, sua mãe, não a deixava brincar com terra, não deixava que a menina entrasse no mar nem que andasse de pés descalços. Talvez tivesse razão quando impunha essas proibições, dizendo que era para o bem da filha, para que não pegasse nenhuma doença, não corresse nenhum risco. O fato é que muitas crianças não queriam ser filhas de Alice.

Sem pé na terra, na grama, na areia, que infância era aquela, que graça haveria em ser como um objeto de cristal cujo vestido limpo jamais ficaria imundo, cuja trança jamais se desmancharia? Todos acreditavam, porém, que a intenção da mãe era fruto do amor e da proteção que desejava dar à filha.

Toda a cautela de Alice, ao não deixar a filha brincar com a terra, não mergulhar, não arriscar, não saltar, provavelmente era para impedir grandes tragédias. Muitas pessoas, se pudessem, construiriam muros contra imprevistos ou qualquer situação que causasse sofrimento. Entretanto é importante que tenhamos algumas cicatrizes, porque são elas que nos fazem mais fortes.

A criança que todos já fomos um dia precisou correr riscos, ter alguns arranhões e cicatrizes. A partir disso aprendemos que os riscos e imprevistos sempre farão parte da vida.

(Martha Medeiros. Quem diria que viver ia dar nisso. 9a ed. Porto Alegre: L&PM, 2019. Adaptado)

Segundo o texto, o medo dos imprevistos

 

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2738378 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PRUDENCO
Leia o texto para responder à questão.
Cobrar o passaporte
O expressivo recrudescimento da Covid-19 registrado nesta semana no país não apenas reaviva os temores com relação à doença como deixa mais claro do que nunca a importância da vacinação geral, sem a qual o vírus prosseguirá circulando, com risco de produzir novas e mais agressivas cepas.
Nesta sexta (28.01.2022), o Brasil contabilizou nada menos que 257.239 casos confirmados da enfermidade. Com isso, a média móvel de infecções nos últimos sete dias atingiu a marca de 183.203, a maior já registrada desde o início da pandemia.
Nesse cenário, é essencial que se generalize no país a cobrança do passaporte vacinal, medida que a um só tempo aumenta a proteção coletiva e serve como forte incentivo para que mais pessoas se imunizem, reduzindo a transmissão comunitária do patógeno.
Além de compulsório em eventos, estabelecimentos comerciais, repartições públicas, aeroportos e aparelhos culturais, o comprovante de imunização precisa também ser exigido, ao menos para os alunos maiores de 12 anos, nas escolas que agora iniciam o ano letivo, como já ocorre com as vacinas obrigatórias da infância.
Afigura-se preocupante, pois, que apenas sete estados tenham, até o momento, expressado a intenção de requerer a comprovação.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 28.02.2022. Adaptado)
Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de concordância.
 

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2738377 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PRUDENCO
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.

Infância proibida

Paula era uma criança de uns três anos. Alice, sua mãe, não a deixava brincar com terra, não deixava que a menina entrasse no mar nem que andasse de pés descalços. Talvez tivesse razão quando impunha essas proibições, dizendo que era para o bem da filha, para que não pegasse nenhuma doença, não corresse nenhum risco. O fato é que muitas crianças não queriam ser filhas de Alice.

Sem pé na terra, na grama, na areia, que infância era aquela, que graça haveria em ser como um objeto de cristal cujo vestido limpo jamais ficaria imundo, cuja trança jamais se desmancharia? Todos acreditavam, porém, que a intenção da mãe era fruto do amor e da proteção que desejava dar à filha.

Toda a cautela de Alice, ao não deixar a filha brincar com a terra, não mergulhar, não arriscar, não saltar, provavelmente era para impedir grandes tragédias. Muitas pessoas, se pudessem, construiriam muros contra imprevistos ou qualquer situação que causasse sofrimento. Entretanto é importante que tenhamos algumas cicatrizes, porque são elas que nos fazem mais fortes.

A criança que todos já fomos um dia precisou correr riscos, ter alguns arranhões e cicatrizes. A partir disso aprendemos que os riscos e imprevistos sempre farão parte da vida.

(Martha Medeiros. Quem diria que viver ia dar nisso. 9a ed. Porto Alegre: L&PM, 2019. Adaptado)

Conforme o segundo parágrafo, é correto afirmar que, em relação às atitudes de Alice com a filha, as pessoas

 

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2738376 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PRUDENCO
Leia o texto para responder à questão.
Cobrar o passaporte
O expressivo recrudescimento da Covid-19 registrado nesta semana no país não apenas reaviva os temores com relação à doença como deixa mais claro do que nunca a importância da vacinação geral, sem a qual o vírus prosseguirá circulando, com risco de produzir novas e mais agressivas cepas.
Nesta sexta (28.01.2022), o Brasil contabilizou nada menos que 257.239 casos confirmados da enfermidade. Com isso, a média móvel de infecções nos últimos sete dias atingiu a marca de 183.203, a maior já registrada desde o início da pandemia.
Nesse cenário, é essencial que se generalize no país a cobrança do passaporte vacinal, medida que a um só tempo aumenta a proteção coletiva e serve como forte incentivo para que mais pessoas se imunizem, reduzindo a transmissão comunitária do patógeno.
Além de compulsório em eventos, estabelecimentos comerciais, repartições públicas, aeroportos e aparelhos culturais, o comprovante de imunização precisa também ser exigido, ao menos para os alunos maiores de 12 anos, nas escolas que agora iniciam o ano letivo, como já ocorre com as vacinas obrigatórias da infância.
Afigura-se preocupante, pois, que apenas sete estados tenham, até o momento, expressado a intenção de requerer a comprovação.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 28.02.2022. Adaptado)
Nos trechos – medida que a um só tempo aumenta a proteção coletiva e serve como forte incentivo (3º parágrafo) –, – Além de compulsório em eventos (4º parágrafo) e – ao menos para os alunos maiores de 12 anos – (4º parágrafo) –, as expressões destacadas significam, correta e respectivamente:
 

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2738375 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PRUDENCO
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.

Infância proibida

Paula era uma criança de uns três anos. Alice, sua mãe, não a deixava brincar com terra, não deixava que a menina entrasse no mar nem que andasse de pés descalços. Talvez tivesse razão quando impunha essas proibições, dizendo que era para o bem da filha, para que não pegasse nenhuma doença, não corresse nenhum risco. O fato é que muitas crianças não queriam ser filhas de Alice.

Sem pé na terra, na grama, na areia, que infância era aquela, que graça haveria em ser como um objeto de cristal cujo vestido limpo jamais ficaria imundo, cuja trança jamais se desmancharia? Todos acreditavam, porém, que a intenção da mãe era fruto do amor e da proteção que desejava dar à filha.

Toda a cautela de Alice, ao não deixar a filha brincar com a terra, não mergulhar, não arriscar, não saltar, provavelmente era para impedir grandes tragédias. Muitas pessoas, se pudessem, construiriam muros contra imprevistos ou qualquer situação que causasse sofrimento. Entretanto é importante que tenhamos algumas cicatrizes, porque são elas que nos fazem mais fortes.

A criança que todos já fomos um dia precisou correr riscos, ter alguns arranhões e cicatrizes. A partir disso aprendemos que os riscos e imprevistos sempre farão parte da vida.

(Martha Medeiros. Quem diria que viver ia dar nisso. 9a ed. Porto Alegre: L&PM, 2019. Adaptado)

De acordo com o primeiro parágrafo, é correto afirmar que

 

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