Mendes, Almeida e Toyoda (2011) apresentam um modelo de prestação de serviço no qual um educador comum
e um educador especial dividem a responsabilidade de
planejar, instruir e avaliar a instrução de um grupo heterogêneo de estudantes, como uma alternativa aos modelos
de sala de recursos, classes especiais ou escolas especiais, de modo a apoiar a escolarização de estudantes
com deficiência em classes comuns.
Referenciada por demais autores da área, Mendes (2006)
afirma que o Paradigma da Inclusão se globaliza no final
do século XX e que, em contrapartida aos movimentos e
paradigmas anteriores,
Jannuzzi (2004) discorre que, a partir dos anos 1930,
surge o termo “ensino emendativo”, que tinha como objetivo suprir falhas decorrentes da anormalidade, buscando adaptar o educando ao nível social dos considerados
normais.
Tal conceito remete, na visão da autora, a uma vertente
da educação da pessoa com deficiência denominada
Para Campos e Oliveira (2005), a avaliação educacional
do aluno com deficiência não pode se restringir às condições de desenvolvimento biopsicossocial, mas também
deve
Buchalla e Di Nubila (2008) apontam que, quando a definição de deficiência precisa ser aplicada à infância, a
questão adquire uma complexidade própria, pois
Uma escola que, além de investir no processo de desenvolvimento dos alunos com deficiência, busca a criação
imediata de condições que garantam o acesso e a participação plena desses alunos na vida escolar segue, de
acordo com Aranha (2001), o Paradigma de
Quando, em comparação com os comportamentos de
outras crianças da mesma idade, há um padrão permanente de comportamento incomum que interfere no desenvolvimento da criança de alguma forma significativa,
Bee (1986) denomina o fenômeno de