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Foram encontradas 50 questões.

2457679 Ano: 2013
Disciplina: Teologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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As dimensões da vida humana.
A pessoa não pode ser dividida em partes como máquina: ela é um todo inseparável e dinâmico. Aquilo que chamaríamos de partes em uma máquina, no homem recebe o nome de dimensões. As dimensões física, psíquica e espiritual interpenetram-se e influenciam-se mutuamente. O que acontece no corpo tem influência sobre a psique e sobre o espírito e viceversa.
O fator educação é importante para que a pessoa vá amadurecendo suas dimensões e contribuindo para a construção de uma sociedade de convivência justa e fraterna. Pois é em sociedade que temos a oportunidade de desenvolver as dimensões da vida humana. As instâncias, tanto a família, como a religião e a escola devem educar o ser humano para a diversidade, para pluralidade e o respeito às diferenças. É consequência do desrespeito às minorias étnicas a matança de inocentes, a fome, o desemprego, as questões da moradia, a liberdade de expressão, entre outros. Situação que os governos são incapazes de resolver, apesar de haver recursos financeiros para tal empreitada.
Desde o nascimento, vamos percebendo que somos seres que necessitamos nos alimentar, vestir, interagir com o meio o qual pertencemos; tomar decisões sobre a vida das pessoas ou sobre a nossa própria vida. Nessa dinâmica, somos impulsionados a produzir para o nosso consumo material e para nossas satisfações e desejos psíquicos e estéticos. Procurando o sentido para além da materialidade, desenvolvemos a dimensão da espiritualidade, do afeto, pois essas dimensões, também, contribuem para a realização humana.
Quando o ser humano não consegue ou não teve oportunidade para desenvolver as dimensões da vida humana, terá sempre mais dificuldades de superar as circunstâncias desagradáveis que se apresentarao, como: doenças, sofrimento, morte, separação e outras. Antigamente, como a vida humana estava sob os desígnios de forças divinas, colocava-se o pecado de desobediência a Deus como fonte de todos os males, porém, a ciência tem ajudado o ser humano a entender que os males, também, têm sua origem na própria vida humana, presente em traumas psicológicos, fatores físicos ou biológicos, negligência humana, fenômenos naturais e outros.
A dimensão espiritual é considerada pelas religiões como uma das dimensões fundamentais para o ser humano, isto porque, além de aproximá-lo do transcendente, esta supera os limites da morte, como o fim da vida. Contudo, de um modo geral, essas dimensões dependem uma das outras, para que haja harmonia na vida interior do ser humano e seu relacionamento com o meio que o rodeia seja pacífico e construtor.
Fonte: BRUGNARA, Roque. Pessoa Humana e Religião. Vol. 1. São Paulo: FTD,1995,p.30e31.
Sobre a situação das minorias, é falso afirmar:
 

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A Wikipedia é uma fonte de informação importante, mas a sua veracidade precisa ser comprovada, pois o modelo em que se baseia a Wikipedia é o de Wiki, que é:
 

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"Com o passar do tempo começava perder este significado, passando a ser vista como um lugar onde se adquire novas informações, que na maioria das vezes acabam sendo dissociadas da realidade."
No excerto, há mais de uma falha de:
 

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No Microsoft Word 2007, você pode realizar algumas ações utilizando cliques do mouse em cima do texto. Selecione a alternativa correta no que se refere aos efeitos de dois e três cliques em uma mesma palavra em um documento aberto:
 

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"(...) Para manter a segurança no protesto que já teve a estimativa de 2 mil manifestantes protestando contra a PEC 37 pelas ruas da capital paraense, a equipe da Polícia Militar comandada pelo Coronel Campos trabalhou de forma atenta aos fatores que podiam atrapalhar a manifestação." (Fonte: Diário On Line, 22/06/2013). O que significa a PEC 37?
 

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"Com o passar do tempo começava perder este significado, passando a ser vista como um lugar onde se adquire novas informações, que na maioria das vezes acabam sendo dissociadas da realidade."
Adequando o excerto à norma culta, quanto à concordância, obter-se-ia a forma verbal:
 

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Escola do século XXI: espaço de construção
e produção de conhecimentos.
A luta em defesa de uma educação pública gratuita, democrática e de qualidade não é algo novo, nem uma invenção da primeira década deste século, embora seja sua prioridade. Desde o século XVIII, constitui uma das principais pautas de reivindicações e motivo de luta de vários segmentos sociais. Tais movimentos políticos foram fundamentais para a construção da educação pública, que, desde aquela época, se constitui como espaço de disputa hegemônica, no qual se confrontam dois projetos educacionais, um excludente e seletivo e outro, pautado por princípios de solidariedade e inclusão.
Tradicionalmente, sob a perspectiva educacional seletiva, tem-se garantido que os educandos advindos das classes dominantes e média tenham acesso à unidade educacional e nela permaneçam, desde as primeiras letras até a educação superior. Já os filhos da classe trabalhadora, desde o início de sua vida educacional, são constantemente ameaçados de exclusão e, em grande parte de fato excluídos. A ausência de políticas que garantam a todos o direito à educação expressa a concepção de setores da sociedade para os quais não é necessário que essas crianças ou jovens tenham acesso a formação geral, pois, ou considera-se que seja desnecessária ao tipo de trabalho que desenvolvem ou esta pode significar perigo à ordem estabelecida.
Contrariamente à perspectiva seletiva, existe uma outra, cujo princípio fundamental é a inclusão. Nesse sentido, defende-se a educação como direito de todos os indivíduos, independentemente de origem social, de sexo, de cor, de etnia, de credo e de diversidades físicas, mentais ou sensoriais. A todo ser humano deve ser garantida a oportunidade de viver plenamente todas as fases de sua vida, bem como ter acesso às experiências mais significativas que a human.idade acumulou.
A disputa entre estas duas perspectivas acontece tanto nas esferas do poder constituído, no executivo, no legislativo e no judiciário, como nas várias organizações da sociedade civil, entre elas os meios de comunicação, igrejas, partidos políticos, etc. No entanto, é necessário lembrar que tal disputa não se limita a essas instâncias; ela se dá, também, no espaço das unidades educacionais em geral, assim como na sala de aula.
O fazer pedagógico pode contribuir para a formação tanto de indivíduos unilaterais, alienados e acomodados à sua realidade no intuito de transformá-Ia. O fracasso escolar e a negação do direito ao acesso à educação formal reforçam a exclusão e se constituem como mecanismos utilizados pelos setores hegemônicos para a manutenção de seus privilégios. A construção da hegemonia ocorre, entre outras formas, com a desvalorização da cultura popular, que se dá no cotidiano nesse caso da unidade educacional e pela difusão de ideias de que são iiegítimos os hábitos, os valores e as atitudes da maioria da população e, em específico, dos usuários da escola pública.
A palavra escola em grego significa ócio. Na Idade Média, surgiu para atender à demanda de uma nova. classe social a elite, que necessitava ocupar seu tempo ocioso de forma nobre e digna. Este lugar era a escola que, inicialmente, era espaço de lazer e, consequentemente, para o prazer. Com o passar do tempo começava a perder este significado, passando a ser vista como um lugar onde se adquire novas Informaçoes, que na maioria das vezes acabam sendo dissociadas da realidade.
Hoje, a escola deve ser vista como um lugar de construção e troca de conhecimentos entre professor-alunos e alunos-sociedade. A escola deve propiciar um ambiente atrativo para manter seus alunos em sala. Para isso, deve preparar seus professores e utilizar metodologias inovadoras para o aprimoramento do processo educativo.
Com a utilização de metodologias inovadoras na prática pedagógica do professor, pode-se montar uma teia entre o saber do mundo real e a escola, levando-se em conta as diversas culturas e o intercâmbio entre professor-aluno dinamizando e enriquecendo a educação.
A sala de aula agora é uma janela aberta para o mundo e o professor o responsável por facilitar a aprendizagem e proporcionar situações que desenvolvam no estudante a capacidade de pensar por si mesmo, incentivando-o continuamente a buscar o conhecimento.
Fonte: Conhecimento Prático: Língua Portuguesa, n. 38, p. 21.
A alteração da ordem das palavras só provoca alteração semântica na alternativa:
 

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Escola do século XXI: espaço de construção
e produção de conhecimentos.
A luta em defesa de uma educação pública gratuita, democrática e de qualidade não é algo novo, nem uma invenção da primeira década deste século, embora seja sua prioridade. Desde o século XVIII, constitui uma das principais pautas de reivindicações e motivo de luta de vários segmentos sociais. Tais movimentos políticos foram fundamentais para a construção da educação pública, que, desde aquela época, se constitui como espaço de disputa hegemônica, no qual se confrontam dois projetos educacionais, um excludente e seletivo e outro, pautado por princípios de solidariedade e inclusão.
Tradicionalmente, sob a perspectiva educacional seletiva, tem-se garantido que os educandos advindos das classes dominantes e média tenham acesso à unidade educacional e nela permaneçam, desde as primeiras letras até a educação superior. Já os filhos da classe trabalhadora, desde o início de sua vida educacional, são constantemente ameaçados de exclusão e, em grande parte de fato excluídos. A ausência de políticas que garantam a todos o direito à educação expressa a concepção de setores da sociedade para os quais não é necessário que essas crianças ou jovens tenham acesso a formação geral, pois, ou considera-se que seja desnecessária ao tipo de trabalho que desenvolvem ou esta pode significar perigo à ordem estabelecida.
Contrariamente à perspectiva seletiva, existe uma outra, cujo princípio fundamental é a inclusão. Nesse sentido, defende-se a educação como direito de todos os indivíduos, independentemente de origem social, de sexo, de cor, de etnia, de credo e de diversidades físicas, mentais ou sensoriais. A todo ser humano deve ser garantida a oportunidade de viver plenamente todas as fases de sua vida, bem como ter acesso às experiências mais significativas que a human.idade acumulou.
A disputa entre estas duas perspectivas acontece tanto nas esferas do poder constituído, no executivo, no legislativo e no judiciário, como nas várias organizações da sociedade civil, entre elas os meios de comunicação, igrejas, partidos políticos, etc. No entanto, é necessário lembrar que tal disputa não se limita a essas instâncias; ela se dá, também, no espaço das unidades educacionais em geral, assim como na sala de aula.
O fazer pedagógico pode contribuir para a formação tanto de indivíduos unilaterais, alienados e acomodados à sua realidade no intuito de transformá-Ia. O fracasso escolar e a negação do direito ao acesso à educação formal reforçam a exclusão e se constituem como mecanismos utilizados pelos setores hegemônicos para a manutenção de seus privilégios. A construção da hegemonia ocorre, entre outras formas, com a desvalorização da cultura popular, que se dá no cotidiano nesse caso da unidade educacional e pela difusão de ideias de que são iiegítimos os hábitos, os valores e as atitudes da maioria da população e, em específico, dos usuários da escola pública.
A palavra escola em grego significa ócio. Na Idade Média, surgiu para atender à demanda de uma nova. classe social a elite, que necessitava ocupar seu tempo ocioso de forma nobre e digna. Este lugar era a escola que, inicialmente, era espaço de lazer e, consequentemente, para o prazer. Com o passar do tempo começava a perder este significado, passando a ser vista como um lugar onde se adquire novas Informaçoes, que na maioria das vezes acabam sendo dissociadas da realidade.
Hoje, a escola deve ser vista como um lugar de construção e troca de conhecimentos entre professor-alunos e alunos-sociedade. A escola deve propiciar um ambiente atrativo para manter seus alunos em sala. Para isso, deve preparar seus professores e utilizar metodologias inovadoras para o aprimoramento do processo educativo.
Com a utilização de metodologias inovadoras na prática pedagógica do professor, pode-se montar uma teia entre o saber do mundo real e a escola, levando-se em conta as diversas culturas e o intercâmbio entre professor-aluno dinamizando e enriquecendo a educação.
A sala de aula agora é uma janela aberta para o mundo e o professor o responsável por facilitar a aprendizagem e proporcionar situações que desenvolvam no estudante a capacidade de pensar por si mesmo, incentivando-o continuamente a buscar o conhecimento.
Fonte: Conhecimento Prático: Língua Portuguesa, n. 38, p. 21.
Identifique a alternativa cujo termo/fragmento destacado entre parênteses não é o sujeito da oração:
 

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2452825 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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Sobre os professores indígenas, é correto afirmar:
 

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2452536 Ano: 2013
Disciplina: Teologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
Provas:
Relações humanas
O homem é um ser social, isso em grande parte por causa do impulso de socialidade, que o leva a buscar relacionamentos com as demais pessoas da forma e na profundidade que mais lhe convenha. A faixa etária é um dos fatores que influenciam nos relacionamentos. E próprio do ser humano e não dos animais o sentimento de afeto, respeito e compaixão de uns para com os outros, como também, de transcendência.
Os relacionamentos vão se ampliando, a partir da infância, em círculos concêntricos, primeiramente, começando com a família.
Nos relacionamentos as pessoas comunicam ou colocam à disposição do outro o seu interior. Quando a pessoa não sente segurança e acolhimento por parte da outra, esconde sua riqueza interior e mantém relacionamentos superficiais.
As relações humanas vão tomando dimensões profundas e significativas, pois como já vimos, o ser humano é um ser de relações, contudo, essas relações devem ser de responsabilidades, respeito e afeto. Vivemos em um mundo em que nossas relações vão desde o cuidado com a natureza, o amor a si próprio, a solidariedade para com o outro, a contemplação e reverência ao transcendente. Não é mais concebível, nos dias hoje, amar o próximo e depredar a natureza; viver unicamente de bens materiais, sem conviver com o sentido da transcendência; procurar harmonia nas coisas, sem interagir com a harmonia interior. Isso exemplifica melhor o significado de se viver numa rede de relações, em que um depende do outro para a sobrevivência.
Nesses contatos podemos verificar os níveis de relacionamentos que as pessoas mantêm uma com as outras:
- Superficiais: feitos a partir dos sentidos do corpo, limitam-se a simples troca de informações, necessárias em determinados contatos.
- Humanos: quando têm por base a solidariedade humana e buscam preservar ou cultivar os valores ligados à vida.
- Afetivos: quando há o "gostar" ou sensações de prazer no relacionamento. É baseado no mútuo acolhimento e aceitação. Nesse nível está a amizade, que não visa à partilha do amor erótico, mas ao simples relacionamento com a pessoa como tal, independente de sexo.
- Profundos: quando há total transparência com relação ao sentir, à verdade e ao valor espiritual da vida. É fácil compreender que a criança ou o adolescente não terão relacionamentos em nível profundo. Só com o amadurecimento a pessoa poderá aprofundar seus relacionamentos. É verdadeiro aprendizado.
Ninguém é feliz sozinho, porque o homem é um ser social. Sentir-se bem ou mal na vida depende, em grande parte, da capacidade de convivência com as pessoas e com o universo que nos rodeia, isto é, de que nos relacionemos de maneira sadia e construtiva.
Fonte: Pessoa Humana e Religião. Vol. 1, 1995, p. 42 e 43.
Sentir-se bem ou mal nos momentos da vida está relacionado a que fator?
 

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