Foram encontradas 50 questões.
- Aspectos Gerais da Comunicação OficialPrincípios da Redação Oficial
- Manual de Redação da Presidência da República
A concisão, um dos requisitos essenciais da
redação técnica oficial, é entendida como a
característica de um texto:
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As expressões “dente de alho”, “pé de alface” e “cabeça de repolho”, empregadas na tirinha acima, remetem à seguinte figura de linguagem:
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Assinale a alternativa que apresenta o documento
da redação técnica oficial cujo objetivo é dirigir-se ao mesmo tempo a várias repartições ou
pessoas, sendo multidirecional, não tendo um
único destinatário específico, para transmitir
algum informe, ordem ou orientação.
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Assinale a alternativa que apresenta um
enunciado correto em relação ao emprego do
verbo destacado.
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Assinale a alternativa que se apresenta
totalmente correta com relação ao emprego do
pronome “cujo” e variações, de acordo com a
norma-padrão, atentando-se para todo o
enunciado.
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Preencha as lacunas abaixo com “eu” ou “mim”,
de acordo com a norma-padrão. A seguir,
assinale a sequência correta obtida.
- Ainda reinava um mal-estar entre ___ e ela.
- Para ___, fazer justiça é fundamental.
- Trouxe um presente para ___ relembrar os velhos tempos.
- Ainda reinava um mal-estar entre ___ e ela.
- Para ___, fazer justiça é fundamental.
- Trouxe um presente para ___ relembrar os velhos tempos.
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Assinale a alternativa em que a palavra destacada
se encontra empregada corretamente.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
(In)diferença
Aprendi há pouco que não devo ignorar
completamente o que dizem sobre minha pessoa.
Seja agradável ou não o que ouço, é
recomendável dispor de pelo menos alguns
minutinhos para reflexão. E resolvi me observar
por uns dias para saber em que e em quais
situações posso ser indiferente. As conclusões
são mesmo conclusivas, se me permite o
pleonasmo. Até porque se trata de
posicionamento relativo diante de circunstâncias
que podem se apresentar de formas diversas.
Não sou indiferente a preconceitos, por
exemplo. Odeio todos, de todos os tipos,
inclusive os que ainda se agarram a mim e dos
quais ainda – disse ainda, de novo – não consegui
me libertar. Posso ser indiferente a racistas, pois
não merecem minha atenção, a menos que
necessitem de um passa-fora, tipo peteleco que se
dá em inseto incômodo, em casos menos
significativos – piadinhas sem graça –, ou uma
denúncia em alto e bom som quando a ofensa é
gravíssima.
Sou permanentemente intolerante com a
intolerância.
Não sou indiferente à falta de educação.
Seja no trânsito, em restaurantes, supermercados,
filas. Tenho horror a quem joga lixo no chão e
fala exageradamente alto em qualquer lugar.
Não sou indiferente à crueldade cometida
diariamente contra animais indefesos, vítimas de
crimes cometidos pelos próprios guardiões. Não
sou indiferente ao sofrimento imposto aos touros
em rodeios. Não sou indiferente aos cães
abandonados por seus donos por motivos vários.
(...)
Não sou indiferente à mentira, à omissão,
à injustiça.
Não sou indiferente à ignorância imposta
por uma educação capenga.
Prefiro ser indiferente aos arrogantes e
prepotentes. Sou impaciente com a deselegância
dos que pensam ser os donos do mundo, da
situação ou da verdade. Aos que se
autodenominam sábios e não têm ideia do que
dizem, pois os sábios não se dizem sábios. A
esses, viro as costas solenemente, com toda a
indiferença que consigo reunir. (...)
DAMACENO, Giovana. (In)diferença. Revista
Benfazeja. Disponível em
. <https://www.avl.org.br/uploads/b889aa7f77e52e3a
5e8c0e9f930aa329indiferenca_gd.pdf>.
“Tenho horror a quem joga lixo no chão e fala exageradamente alto em qualquer lugar.”
O termo destacado no trecho acima apresenta função:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
(In)diferença
Aprendi há pouco que não devo ignorar
completamente o que dizem sobre minha pessoa.
Seja agradável ou não o que ouço, é
recomendável dispor de pelo menos alguns
minutinhos para reflexão. E resolvi me observar
por uns dias para saber em que e em quais
situações posso ser indiferente. As conclusões
são mesmo conclusivas, se me permite o
pleonasmo. Até porque se trata de
posicionamento relativo diante de circunstâncias
que podem se apresentar de formas diversas.
Não sou indiferente a preconceitos, por
exemplo. Odeio todos, de todos os tipos,
inclusive os que ainda se agarram a mim e dos
quais ainda – disse ainda, de novo – não consegui
me libertar. Posso ser indiferente a racistas, pois
não merecem minha atenção, a menos que
necessitem de um passa-fora, tipo peteleco que se
dá em inseto incômodo, em casos menos
significativos – piadinhas sem graça –, ou uma
denúncia em alto e bom som quando a ofensa é
gravíssima.
Sou permanentemente intolerante com a
intolerância.
Não sou indiferente à falta de educação.
Seja no trânsito, em restaurantes, supermercados,
filas. Tenho horror a quem joga lixo no chão e
fala exageradamente alto em qualquer lugar.
Não sou indiferente à crueldade cometida
diariamente contra animais indefesos, vítimas de
crimes cometidos pelos próprios guardiões. Não
sou indiferente ao sofrimento imposto aos touros
em rodeios. Não sou indiferente aos cães
abandonados por seus donos por motivos vários.
(...)
Não sou indiferente à mentira, à omissão,
à injustiça.
Não sou indiferente à ignorância imposta
por uma educação capenga.
Prefiro ser indiferente aos arrogantes e
prepotentes. Sou impaciente com a deselegância
dos que pensam ser os donos do mundo, da
situação ou da verdade. Aos que se
autodenominam sábios e não têm ideia do que
dizem, pois os sábios não se dizem sábios. A
esses, viro as costas solenemente, com toda a
indiferença que consigo reunir. (...)
DAMACENO, Giovana. (In)diferença. Revista
Benfazeja. Disponível em
. <https://www.avl.org.br/uploads/b889aa7f77e52e3a
5e8c0e9f930aa329indiferenca_gd.pdf>.
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(In)diferença
Aprendi há pouco que não devo ignorar
completamente o que dizem sobre minha pessoa.
Seja agradável ou não o que ouço, é
recomendável dispor de pelo menos alguns
minutinhos para reflexão. E resolvi me observar
por uns dias para saber em que e em quais
situações posso ser indiferente. As conclusões
são mesmo conclusivas, se me permite o
pleonasmo. Até porque se trata de
posicionamento relativo diante de circunstâncias
que podem se apresentar de formas diversas.
Não sou indiferente a preconceitos, por
exemplo. Odeio todos, de todos os tipos,
inclusive os que ainda se agarram a mim e dos
quais ainda – disse ainda, de novo – não consegui
me libertar. Posso ser indiferente a racistas, pois
não merecem minha atenção, a menos que
necessitem de um passa-fora, tipo peteleco que se
dá em inseto incômodo, em casos menos
significativos – piadinhas sem graça –, ou uma
denúncia em alto e bom som quando a ofensa é
gravíssima.
Sou permanentemente intolerante com a
intolerância.
Não sou indiferente à falta de educação.
Seja no trânsito, em restaurantes, supermercados,
filas. Tenho horror a quem joga lixo no chão e
fala exageradamente alto em qualquer lugar.
Não sou indiferente à crueldade cometida
diariamente contra animais indefesos, vítimas de
crimes cometidos pelos próprios guardiões. Não
sou indiferente ao sofrimento imposto aos touros
em rodeios. Não sou indiferente aos cães
abandonados por seus donos por motivos vários.
(...)
Não sou indiferente à mentira, à omissão,
à injustiça.
Não sou indiferente à ignorância imposta
por uma educação capenga.
Prefiro ser indiferente aos arrogantes e
prepotentes. Sou impaciente com a deselegância
dos que pensam ser os donos do mundo, da
situação ou da verdade. Aos que se
autodenominam sábios e não têm ideia do que
dizem, pois os sábios não se dizem sábios. A
esses, viro as costas solenemente, com toda a
indiferença que consigo reunir. (...)
DAMACENO, Giovana. (In)diferença. Revista
Benfazeja. Disponível em
. <https://www.avl.org.br/uploads/b889aa7f77e52e3a
5e8c0e9f930aa329indiferenca_gd.pdf>.
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