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Foram encontradas 520 questões.

3890372 Ano: 2025
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
Os servidores da área administrativa da prefeitura de Vermelho Novo frequentemente utilizam o Excel 2019 (Configuração Padrão – Idioma Português-Brasil) para elaborar planilhas de controle orçamentário e relatórios mensais. Sobre as funcionalidades básicas do Excel, assinale a afirmativa INCORRETA.
 

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3890371 Ano: 2025
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
A Internet se tornou essencial para o funcionamento das atividades administrativas nas instituições públicas. Na prefeitura municipal de Vermelho Novo, servidores utilizam recursos como e-mail institucional e sistemas on-line para envio de relatórios, comunicação interna e consulta a dados. Trata-se de um conceito básico sobre Internet:
 

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No atendimento aos cidadãos, os computadores da prefeitura de Vermelho Novo devem estar com o hardware em bom funcionamento, garantindo o desempenho adequado no uso de sistemas. Sobre os componentes básicos de hardware de um microcomputador, assinale a afirmativa correta.
 

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3890369 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
Em uma fazenda, 5 máquinas colheitadeiras trabalham para colher milho. Sabe-se que, em 4 dias de trabalho contínuo, elas conseguem colher 80 hectares de milho. As máquinas mantêm um ritmo constante de trabalho durante todo o período. Agora, a fazenda decide aumentar o número de máquinas e o tempo de trabalho. Se 8 máquinas forem usadas, mantendo o mesmo ritmo, e o período de trabalho for estendido para 10 dias, quantos hectares de milho essas 8 colheitadeiras conseguirão colher ao final dos 10 dias?
 

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3890368 Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
Durante uma feira gastronômica, 350 visitantes participaram de uma degustação. No entanto, 20 deles eram convidados e não pagaram pela entrada. Os ingressos comprados on-line custavam R$ 10,00, enquanto os adquiridos no local custavam R$ 15,00. Sabendo que o total arrecadado com a venda de ingressos foi R$ 3.700,00, quantas pessoas compraram ingresso no local?
 

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3890367 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
Dentro de um saco há 36 bolas de gude, que podem ser de apenas uma das seguintes cores: azul e verde. Carla fez a seguinte afirmação: “a quantidade de bolas azuis nesse saco é o triplo da quantidade de bolas verdes”. Para verificar se essa afirmação é verdadeira ou falsa, Carla resolveu retirar, uma a uma, as bolas de gude do saco, observando suas cores sem devolvê-las. É possível concluir que a afirmação é falsa se, em determinado momento, forem retiradas, exatamente:
 

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3890366 Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
Em uma empresa de design gráfico, foi feito um levantamento sobre os funcionários de dois setores: criação e atendimento. Os dados mostram que:
• 35 colaboradores trabalham no setor de criação;
• 18 colaboradores usam notebook pessoal no trabalho;
• 46 colaboradores do setor de atendimento não usam notebook pessoal; e
• 10 colaboradores da criação usam notebook pessoal.
Com base nessas informações, quantos funcionários não usam notebook pessoal ou trabalham no setor de criação?
 

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3890365 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
Durante certa campanha de doação de alimentos, três centros comunitários – centro X, centro Y e centro Z – participaram de uma ação solidária em uma região carente. O total arrecadado foi de 1.800 cestas básicas. Verificou-se que o centro X arrecadou 250 cestas a mais do que o centro Z, e o centro Y arrecadou o triplo do que foi arrecadado pelo centro Z. Com base nessas informações, pode-se concluir que o centro:
 

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3890364 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
Caso de canário
        Casara-se havia duas semanas. Por isso, em casa dos sogros, a família resolveu que ele é que daria cabo do canário:
        – Você compreende. Nenhum de nós teria coragem de sacrificar o pobrezinho, que nos deu tanta alegria. Todos somos muito ligados a ele, seria uma barbaridade. Você é diferente, ainda não teve tempo de afeiçoar-se ao bichinho. Vai ver que nem reparou nele, durante o noivado.
        – Mas eu também tenho coração, ora essa. Como é que vou matar um pássaro só porque o conheço há menos tempo do que vocês?
        – Porque não tem cura, o médico já disse. Pensa que não tentamos tudo? É para ele não sofrer mais e não aumentar o nosso sofrimento. Seja bom, vá.
        O sogro e a sogra apelaram no mesmo tom. Os olhos claros de sua mulher pediram-lhe com doçura:
        – Vai, meu bem.
        Com repugnância pela obra de misericórdia que ia praticar, ele aproximou-se da gaiola. O canário nem sequer abriu o olho. Jazia a um canto, arrepiado, morto-vivo. É, esse está mesmo na última lona e dói ver a lenta agonia de um ser tão precioso, que viveu para cantar.
        – Primeiro me tragam um vidro de éter e algodão. Assim ele não sentirá o horror da coisa.
        Embebeu de éter a bolinha de algodão, tirou o canário para fora com infinita delicadeza, aconchegou-o na palma da mão esquerda e, olhando para outro lado, aplicou-lhe a bolinha no bico. Sempre sem olhar para a vítima, deu-lhe uma torcida rápida e leve, com dois dedos no pescoço.
        E saiu para a rua, pequenino por dentro, angustiado, achando a condição humana uma droga. As pessoas da casa não quiseram aproximar-se do cadáver. Coube à cozinheira recolher a gaiola, para que sua vista não despertasse saudade e remorso em ninguém. Não havendo jardim para sepultar o corpo, depositou-o na lata de lixo.
        Chegou a hora de jantar, mas quem é que tinha fome naquela casa enlutada? O sacrificador, esse, ficara rodando por aí, e seu desejo seria não voltar para casa nem para dentro de si mesmo.
No dia seguinte, pela manhã, a cozinheira foi ajeitar a lata de lixo para o caminhão, e recebeu uma bicada voraz no dedo.
        – Ui!
        Não é que o canário tinha ressuscitado, perdão, reluzia vivinho da silva, com uma fome danada?
        – Ele estava precisando mesmo era de éter – concluiu o estrangulador, que se sentiu ressuscitar, por sua vez.
(DRUMMOND DE ANDRADE, Carlos. Elenco de cronistas modernos. Rio de Janeiro: José Olympio, 1976.)
As seguintes frases transcritas do texto apresentam o mesmo tempo verbal, EXCETO:
 

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3890363 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
Caso de canário
        Casara-se havia duas semanas. Por isso, em casa dos sogros, a família resolveu que ele é que daria cabo do canário:
        – Você compreende. Nenhum de nós teria coragem de sacrificar o pobrezinho, que nos deu tanta alegria. Todos somos muito ligados a ele, seria uma barbaridade. Você é diferente, ainda não teve tempo de afeiçoar-se ao bichinho. Vai ver que nem reparou nele, durante o noivado.
        – Mas eu também tenho coração, ora essa. Como é que vou matar um pássaro só porque o conheço há menos tempo do que vocês?
        – Porque não tem cura, o médico já disse. Pensa que não tentamos tudo? É para ele não sofrer mais e não aumentar o nosso sofrimento. Seja bom, vá.
        O sogro e a sogra apelaram no mesmo tom. Os olhos claros de sua mulher pediram-lhe com doçura:
        – Vai, meu bem.
        Com repugnância pela obra de misericórdia que ia praticar, ele aproximou-se da gaiola. O canário nem sequer abriu o olho. Jazia a um canto, arrepiado, morto-vivo. É, esse está mesmo na última lona e dói ver a lenta agonia de um ser tão precioso, que viveu para cantar.
        – Primeiro me tragam um vidro de éter e algodão. Assim ele não sentirá o horror da coisa.
        Embebeu de éter a bolinha de algodão, tirou o canário para fora com infinita delicadeza, aconchegou-o na palma da mão esquerda e, olhando para outro lado, aplicou-lhe a bolinha no bico. Sempre sem olhar para a vítima, deu-lhe uma torcida rápida e leve, com dois dedos no pescoço.
        E saiu para a rua, pequenino por dentro, angustiado, achando a condição humana uma droga. As pessoas da casa não quiseram aproximar-se do cadáver. Coube à cozinheira recolher a gaiola, para que sua vista não despertasse saudade e remorso em ninguém. Não havendo jardim para sepultar o corpo, depositou-o na lata de lixo.
        Chegou a hora de jantar, mas quem é que tinha fome naquela casa enlutada? O sacrificador, esse, ficara rodando por aí, e seu desejo seria não voltar para casa nem para dentro de si mesmo.
No dia seguinte, pela manhã, a cozinheira foi ajeitar a lata de lixo para o caminhão, e recebeu uma bicada voraz no dedo.
        – Ui!
        Não é que o canário tinha ressuscitado, perdão, reluzia vivinho da silva, com uma fome danada?
        – Ele estava precisando mesmo era de éter – concluiu o estrangulador, que se sentiu ressuscitar, por sua vez.
(DRUMMOND DE ANDRADE, Carlos. Elenco de cronistas modernos. Rio de Janeiro: José Olympio, 1976.)
Em “Coube à cozinheira recolher a gaiola, para que sua vista não despertasse saudade e remorso em ninguém.” (10º§), a expressão destacada estabelece, nesse caso, uma relação de:
 

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