Foram encontradas 235 questões.
Leia o texto para responder à questão.
Vida e morte das agendas
Agendas de telefones precisam ser refeitas de anos em
anos, de acordo com o número de pessoas que entram e
saem de nossa vida. De repente não cabe mais ninguém.
Nomes que um dia foram anotados porque tinham a ver com
algo terrivelmente importante passam para a categoria do
“quem era mesmo?”. Tornam-se nomes sem rosto, tragados
pela nossa desmemória.
Mas o pior é o doloroso processo de suprimir os que já se
foram. É incrível quantos amigos ou conhecidos têm o hábito
de nos deixar a cada dez ou 15 anos. As agendas são um
registro macabro dessa fatalidade.
De algum tempo para cá, outro tipo de supressão ficou
obrigatório: o dos telefones fixos. Se a agenda anterior contém o número do telefone fixo e do celular de cada pessoa, e
você tenta ligar para um e para outro a fim de certificar-se de
que continuam valendo, ficará espantado com quantos fixos,
de repente, não existem mais. É terrível constatar que até os
seus companheiros de geração reduziram-se ao celular.
Para completar, as próprias agendas de papel estão sob
ataque. Mesmo entre os coroas, quase ninguém mais as usa
– os números de telefones são anotados diretamente no celular. Mas o que acontece quando têm o celular roubado ou o
esquecem em algum lugar, e já jogaram fora o velho caderno
ensebado?
Talvez as agendas do futuro sejam gravadas diretamente
no cérebro – no mísero cérebro humano, arcaico, analógico,
que ainda é o nosso.
(Ruy Castro. Folha de S.Paulo. 29.11.2019. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão.
Vida e morte das agendas
Agendas de telefones precisam ser refeitas de anos em
anos, de acordo com o número de pessoas que entram e
saem de nossa vida. De repente não cabe mais ninguém.
Nomes que um dia foram anotados porque tinham a ver com
algo terrivelmente importante passam para a categoria do
“quem era mesmo?”. Tornam-se nomes sem rosto, tragados
pela nossa desmemória.
Mas o pior é o doloroso processo de suprimir os que já se
foram. É incrível quantos amigos ou conhecidos têm o hábito
de nos deixar a cada dez ou 15 anos. As agendas são um
registro macabro dessa fatalidade.
De algum tempo para cá, outro tipo de supressão ficou
obrigatório: o dos telefones fixos. Se a agenda anterior contém o número do telefone fixo e do celular de cada pessoa, e
você tenta ligar para um e para outro a fim de certificar-se de
que continuam valendo, ficará espantado com quantos fixos,
de repente, não existem mais. É terrível constatar que até os
seus companheiros de geração reduziram-se ao celular.
Para completar, as próprias agendas de papel estão sob
ataque. Mesmo entre os coroas, quase ninguém mais as usa
– os números de telefones são anotados diretamente no celular. Mas o que acontece quando têm o celular roubado ou o
esquecem em algum lugar, e já jogaram fora o velho caderno
ensebado?
Talvez as agendas do futuro sejam gravadas diretamente
no cérebro – no mísero cérebro humano, arcaico, analógico,
que ainda é o nosso.
(Ruy Castro. Folha de S.Paulo. 29.11.2019. Adaptado)
Considere a frase:
• Tornam-se nomes sem rosto, tragados pela nossa desmemória.
Com a substituição da expressão verbal destacada, a reescrita da frase atende à norma-padrão de regência verbal em:
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Leia o texto para responder à questão.
Vida e morte das agendas
Agendas de telefones precisam ser refeitas de anos em
anos, de acordo com o número de pessoas que entram e
saem de nossa vida. De repente não cabe mais ninguém.
Nomes que um dia foram anotados porque tinham a ver com
algo terrivelmente importante passam para a categoria do
“quem era mesmo?”. Tornam-se nomes sem rosto, tragados
pela nossa desmemória.
Mas o pior é o doloroso processo de suprimir os que já se
foram. É incrível quantos amigos ou conhecidos têm o hábito
de nos deixar a cada dez ou 15 anos. As agendas são um
registro macabro dessa fatalidade.
De algum tempo para cá, outro tipo de supressão ficou
obrigatório: o dos telefones fixos. Se a agenda anterior contém o número do telefone fixo e do celular de cada pessoa, e
você tenta ligar para um e para outro a fim de certificar-se de
que continuam valendo, ficará espantado com quantos fixos,
de repente, não existem mais. É terrível constatar que até os
seus companheiros de geração reduziram-se ao celular.
Para completar, as próprias agendas de papel estão sob
ataque. Mesmo entre os coroas, quase ninguém mais as usa
– os números de telefones são anotados diretamente no celular. Mas o que acontece quando têm o celular roubado ou o
esquecem em algum lugar, e já jogaram fora o velho caderno
ensebado?
Talvez as agendas do futuro sejam gravadas diretamente
no cérebro – no mísero cérebro humano, arcaico, analógico,
que ainda é o nosso.
(Ruy Castro. Folha de S.Paulo. 29.11.2019. Adaptado)
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Leia o texto para responder a questão.
Na obra ‘Alice no País das Maravilhas’, a protagonista depara-se com o gato risonho e o questiona a respeito
do caminho correto a seguir. O felino retruca perguntando
para onde ela gostaria de ir e, ao receber a resposta de que
“tanto faz, não importa muito para onde”, responde: “Então,
não importa qual o caminho a seguir, qualquer um serve.”
Consequentemente, Alice segue sem rumo em suas viagens.
Essa alegoria representa, muitas vezes, a realidade, pois
a inexistência de metas e objetivos específicos faz com que,
muitas vezes, o gestor governamental se conforme com qualquer resultado, comprometendo o atendimento aos legítimos
anseios da sociedade.
Desse modo, o planejamento é item que requer atenção
especial e, nesse contexto, deve haver um método de gestão
para a utilização ótima dos recursos e a racionalização dos
procedimentos administrativos com melhores resultados, não
se restringindo a um determinado exercício financeiro, sendo,
em suma, o esforço pela qualidade total e pela excelência na
administração pública.
Planejar é transformar em objetivos e metas a visão de
futuro da administração. Parte-se do diagnóstico dos problemas a serem enfrentados, obtidos por meio de audiências
públicas junto à população e outros instrumentos de transparência e, após delineada a situação a ser superada, são
propostas ações governamentais para a consecução dos
resultados.
Executar é colocar em prática o que foi planejado e pressupõe uma adequada estrutura procedimental, material e
humana para a correta operacionalização das ações governamentais.
(Leandro Luis dos Santos Dall’Olio e Marcus Augusto Gomes Cerávolo,
O Ciclo PDCA e o Planejamento na Administração Pública,
em https://jus.com.br - acesso em 10/12/2019 - Adaptado)
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Leia o texto para responder a questão.
Na obra ‘Alice no País das Maravilhas’, a protagonista depara-se com o gato risonho e o questiona a respeito
do caminho correto a seguir. O felino retruca perguntando
para onde ela gostaria de ir e, ao receber a resposta de que
“tanto faz, não importa muito para onde”, responde: “Então,
não importa qual o caminho a seguir, qualquer um serve.”
Consequentemente, Alice segue sem rumo em suas viagens.
Essa alegoria representa, muitas vezes, a realidade, pois
a inexistência de metas e objetivos específicos faz com que,
muitas vezes, o gestor governamental se conforme com qualquer resultado, comprometendo o atendimento aos legítimos
anseios da sociedade.
Desse modo, o planejamento é item que requer atenção
especial e, nesse contexto, deve haver um método de gestão
para a utilização ótima dos recursos e a racionalização dos
procedimentos administrativos com melhores resultados, não
se restringindo a um determinado exercício financeiro, sendo,
em suma, o esforço pela qualidade total e pela excelência na
administração pública.
Planejar é transformar em objetivos e metas a visão de
futuro da administração. Parte-se do diagnóstico dos problemas a serem enfrentados, obtidos por meio de audiências
públicas junto à população e outros instrumentos de transparência e, após delineada a situação a ser superada, são
propostas ações governamentais para a consecução dos
resultados.
Executar é colocar em prática o que foi planejado e pressupõe uma adequada estrutura procedimental, material e
humana para a correta operacionalização das ações governamentais.
(Leandro Luis dos Santos Dall’Olio e Marcus Augusto Gomes Cerávolo,
O Ciclo PDCA e o Planejamento na Administração Pública,
em https://jus.com.br - acesso em 10/12/2019 - Adaptado)
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Leia a tirinha para responder à questão.

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Assinale a alternativa em que a concordância está correta de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
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G.U., de 75 anos, aposentado, solteiro, era comerciante e trabalhou até 71 anos. Atualmente, é acompanhado
pela Unidade de Saúde de Várzea Paulista, mora com
sua irmã idosa e recebe cuidado da sobrinha que reside
na casa vizinha, quando possível. Participava de um grupo de idosos saudáveis que, entre outros objetivos, trabalhava prevenção de quedas. Entretanto, caiu em casa
e fraturou a cabeça do fêmur esquerdo. Foi encaminhado imediatamente para cirurgia em um Hospital da Rede
Regional de Atenção à Saúde 16; teve complicações na
internação: trombose venosa profunda e derrame pleural.
Nesse momento, G.U. está acamado em cuidados domiciliares. Qual princípio do Sistema Único de Saúde foi
contextualizado na história?
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O desenvolvimento da Rede de Atenção à Saúde (RAS)
no âmbito do SUS é estratégico para a reestruturação do
sistema de saúde brasileiro. Assinale a alternativa correta
a respeito das diretrizes da RAS.
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Fatores sociais, econômicos, culturais, étnico-raciais,
psicológicos e comportamentais influenciam a ocorrência
de problemas de saúde e seus fatores de risco na população.Trata-se da definição de
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