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Foram encontradas 24 questões.

790387 Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Itame
Orgão: Pref. Uruana-GO
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Considere a imagem abaixo para responder a questão.
enunciado 2023361-1
Fonte: http://www.expo500anos.com.br. Acesso em 10 de ABR de 2015.
Na imagem, um indígena diz ao outro que eles perderiam a identidade com a chegada dos europeus ao Brasil. Tal diálogo pode ser associado:
 

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767119 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: Itame
Orgão: Pref. Uruana-GO
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É a receita arrecadada sem vinculação específica, inclusive transferências aos Estados, Distrito Federal e Municípios, à disposição do Tesouro para a execução do orçamento, conforme alocação das despesas. Estamos falando da:
 

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767000 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Uruana-GO
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Na frase do escritor Machado de Assis "Suponho que nunca teria visto um homem; não sabia, portanto o que era o homem." A oração destacada é subordinada substantiva:

 

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761968 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Itame
Orgão: Pref. Uruana-GO
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Segundo a Lei 8.666/93 as obras e serviços poderão ser executados nas formas de execução direta e execução indireta, nos seguintes regimes, não incluindo:
 

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760055 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Pref. Uruana-GO
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No mês de abril, uma fábrica de alimentos foi inaugurada em certa cidade. Nos primeiros 10 dias do mês, trabalhando 8 horas diárias, 14 máquinas conseguem produzir 13 412 kg de alimentos por dia. Outras 16 máquinas foram adicionadas às primeiras e passaram a trabalhar 16 horas diárias até ao final do mês. Considerando que todas as máquinas possuem o mesmo desempenho, a quantidade de alimentos produzidos neste mês foi de
 

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757984 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Itame
Orgão: Pref. Uruana-GO
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Segundo a Instrução Normativa nº 00012/14, de 04 de dezembro de 2014 do TCM. Os processos referentes aos procedimentos para contratação deverão conter no que couber, exceto:
 

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757966 Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Itame
Orgão: Pref. Uruana-GO
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Leia os fragmentos abaixo para responder a questão.

Fragmento I

O isolamento geográfico e espiritual do Estado e, sobretudo em suas regiões norte nordeste, a imaturidade político administrativa e a preocupação primária de nossos antepassados constituíram as causas históricas que retardaram o aparecimento das primeiras manifestações literárias em Goiás.

GASTÃO DE DEUS, citado por TELES, Gilberto Mendonça. A poesia em Goiás. Ed. UFG, 1983, p. 33.

Fragmento II

Um marasmo tomou conta de nossas letras, registrando-se apenas o lançamento de Poemas e elegias (1953), de José Décio Filho e Alvorada (1955), de Gilberto Mendonça Teles. Esteticamente, adota-se nesta fase o Modernismo defendido por Manoel Bandeira e Mario de Andrade. É o período mais importante das letras goiana, na poesia e na prosa.

TELES, Gilberto Mendonça. A poesia em Goiás. Ed. UFG, 1983, p.30.

A análise dos dois fragmentos acima nos permite inferir que, a literatura em Goiás.

 

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757883 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Pref. Uruana-GO
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Os bilhetes de uma loteria são numerados de !$ 1\,\,000 !$ a !$ 9\,\,999 !$ . A probabilidade de o bilhete sorteado ser um número menor que !$ 4\,\,501 !$ ou número ímpar é aproximadamente
 

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757401 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: Itame
Orgão: Pref. Uruana-GO
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É classificada como sendo ―Receita Tributária‖:
 

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757293 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Uruana-GO
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Medo e preconceito
Lya Luft

O tema é espinhoso. Todos somos por ele atingidos de uma forma ou de outra, como autores ou como objetos dele. O preconceito nasce do medo, sua raiz cultural, psíquica, antropológica está nos tempos mais primitivos – por isso é uma postura primitiva -, em que todo diferente era um provável inimigo. Precisávamos atacar antes que ele nos destruísse. Assim, se de um lado aniquilava, de outro esse medo nos protegia – a perpetuação da espécie era o impulso primeiro.

Hoje, quando de trogloditas passamos a ditos civilizados, o medo se revela no preconceito e continua atacando, mas não para nossa sobrevivência natural; para expressar nossa inferioridade assustada, vestida de arrogância. Que mata sob muitas formas, em guerras frequentes, por questões de raça, crença e outras, e na agressão as pessoas vitimadas pela calúnia, injustiça, isolamento e desonra. Às vezes, por um gesto fatal.

Que medo é esse que nos mostra tão destrutivos? Talvez a ideia de que "ele é diferente, pode me ameaçar", estimulada pela inata maldade do nosso lado de sombra (ele existe, sim).

Nossa agressividade de animais predadores se oculta sob uma camada de civilização, mas está à espreita – e explode num insulto, na perseguição a um adversário que enxovalhamos porque não podemos vencê-lo com honra, ou numa bala nada perdida. Nessa guerra ou guerrilha usamos muitas armas: uma delas, poderosa e sutil, é a palavra.

Paradoxais são as palavras, que podem ser carícias ou punhais. Minha profissão lida com elas, que desde sempre me encantam e me assombram: houve um tempo, recente, em que não podíamos usar a palavra ―negro". Tinha de ser ―afrodescendente", ou cometíamos um crime. Ora, ao mesmo tempo havia uma banda Raça Negra, congressos de Negritude… e afinal descobrimos que, em lugar de evitar a palavra, podíamos honrá-la.

Lembremos que termos usados para agredir também podem ser expressões de afeto. ―Meu nego‖, ―minha neguinha‖, podem chamar uma pessoa amada, ainda que loura. ―Gordo‖, tanto usado para bullying, frequentemente é o apelido carinhoso de um amigo, que assim vai assinar bilhetes a pessoas queridas. Ao mesmo tempo, palavras como ―judeu, turco, alemão‖ carregam, mais do que ignorância, um odioso preconceito.

De momento está em evidência a agressão racial em campos esportivos: "negro", "macaco" e outros termos, usados como chibata para massacrar alguém, revelam nosso lado pior, que em outras circunstâncias gostaríamos de disfarçar – a grosseria, e a nossa própria inferioridade. Nesses casos, como em agressões devidas à orientação sexual, a atitude é crime, e precisamos da lei.

No país da impunidade, necessitamos de punição imediata, severa e radical. Me perdoem os seguidores da ideia de que até na escola devemos eliminar punições, a teoria do "sem limites". Não vale a desculpa habitual de "não foi com má intenção, foi no calor da hora, não deem importância". Temos de nos importar, sim, e de cuidar da nossa turma, grupo, comunidade, equipe ou país. Algumas doenças precisam de remédios fortes: preconceito é uma delas.

"Isso não tem jeito mesmo", me dizem também. Acho que tem. É possível conviver de forma honrada com o diferente: minha família, de imigrantes alemães aqui chegados há quase 200 anos, hoje inclui italianos, negros, libaneses, portugueses. Não nos ocorreria amar ou respeitar a uns menos do que a outros: somos todos da velha raça humana. Isso ocorre em incontáveis famílias, grupos, povos. Porque são especiais? Não. Simplesmente entenderam que as diferenças podem enriquecer.

Num país que sofre de tamanhas carências em coisas essenciais, não devíamos ter energia e tempo para perseguir o outro, causando-lhe sofrimento e vexame, por suas ideias, pela cor de sua pele, formato dos olhos, deuses que venera ou pessoa que ama.

Nossa energia precisa se devotar a mudanças importantes que o povo reclama. Nestes tempos de perseguição, calúnia, impunidade e desculpas tolas, só o rigor da lei pode nos impedir de recair rapidamente na velha selvageria. Mudar é preciso.

Disponível em: http://veja.abril.com.br

/blog/ricardo-setti/tema-livre/lya-luft-medo-e-preconceito.Acesso em 10 de abril de 2015.

No fragmento "Hoje, quando de trogloditas passamos a ditos civilizados, o medo se revela no preconceito e continua atacando, mas não para nossa sobrevivência natural; para expressar nossa inferioridade assustada, vestida de arrogância." O termo sublinhado sintaticamente funciona como:

 

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