Foram encontradas 40 questões.
AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
TEXTO
1 [...] O que você sabe sobre política? Não vale mais a saída à francesa do “não entendo de política,
2 prefiro me abster”. Para alguns corpos, viver é por si só um ato político! Dentro de tantas opções e propostas
3 que parecem trazer certa representação e acabam resultando num grande nada, como escolher?
4 Talvez a juventude precise mudar a chavinha e começar a entender a política para além das instituições
5 que imaginamos que controlam tudo. Isso deve surgir com a percepção de que você seja lá quem for, pode e
6 deve fazer política!
7 O poder político brasileiro precisa ser reestruturado em um modelo que não seja o patriarcal –
8 atualmente a grande maioria das pessoas que fazem política e ocupam as cadeiras de decisão são homens velhos
9 e os filhos homens destes mesmos senhores. Esse é um dos grandes motivos da ausência de representatividade:
10 até mesmo quando temos candidatos jovens na disputa, os ideais são os de um homem mais velho ou de
11 sobrenome por trás, “apoiando” essa candidatura/cargo. Precisamos de pluralidade nestes espaços, precisamos
12 de gente que saiba o que é ser jovem e o que é se preocupar com o futuro que está por vir.
13 A juventude brasileira tem uma grande ferramenta a seu favor: o incômodo, a indignação e a vontade de
14 mudança. A decepção com essa galera que está no poder e a forma que as decisões políticas são tomadas
15 durante tanto tempo é a maior força de motivação para a participação das diferentes juventudes nessa nova
16 jornada que cá entre nós, está muito séria e bastante delicada.
17 As diversas crises políticas em que o Brasil tem mergulhado desde 2013 e que vem transformando o
18 futuro da juventude no país tem sido um despertar para que os jovens brasileiros busquem mais
19 representatividade e, sobretudo, se enxerguem como agentes de mudança, na ânsia por iguais tomando decisões
20 que definem a forma que vivemos a vida. A apatia da juventude em relação à política se dá principalmente em
21 como os partidos políticos ignoram, em sua maioria, nossas questões e posicionamentos, nos colocando
22 enquanto pautas secundárias, não trazendo ideias inovadoras e que levem a mudanças reais. Não somos nós que
23 ocupamos as posições políticas desse país, mas seremos nós que viveremos o futuro. Somos a chave para a
24 mudança com representatividade de todas as vozes. Se a política define o futuro, nós que definiremos a política.
25 [...] Existe mais gente disposta a apontar a forma que se naturalizam as desigualdades brasileiras, e, a
26 juventude tem sido porta voz dessa discussão que questiona preconceitos e levanta uma visão cada vez mais
27 empática, de forma lenta e gradual, mas ainda assim, empática.
28 Levanta-se então um recorte necessário: vivemos no país que mais mata humanitários, ambientalistas,
29 mulheres trans e travestis no mundo e são os jovens que têm se mobilizado em todos os lados do país
30 denunciando abusos e participando dos diálogos. Com isso, muitas plataformas de informação têm surgido para
31 embasar a escolha de nossos próximos representantes: plataformas como o #merepresenta e a virada política,
32 que desempenham um papel fundamental para espalhar a ideia da nova política que precisamos, uma política
33 feita horizontalmente, e, consequentemente, plural.
34 O acesso à informação e a facilidade de compartilhar ideias na internet tem feito com que muitos de nós
35 não precisemos necessariamente de um representante político que defenda ideais x ou z, isso nos tem permitido
36 ter protagonismo num debate que nos diz total respeito e não é apenas a criação de uma “ala jovens” dentro dos
37 partidos que vai nos levar ao tema, é o uso de uma linguagem mais acessível e a inclusão da diversidade que
38 pode ser o ponto de virada neste processo eleitoral.
39 Sem a juventude, o amanhã da política brasileira é devastador, a diversa juventude brasileira não quer
40 nada além de um estado democrático forte e inclusivo, que tenha eficiência nas negociações e que forneça
41 serviços públicos de qualidade porque estamos cada vez mais críticos, sabemos cada vez mais do nosso valor e
42 não vamos a lugar algum.
FONTE: http://www.engajamundo.org/2018/08/13/o-desafio-da-falta-de-representatividade-jovem-na-politica-brasileira/
A base primitiva de formação das palavras “desigualdades” (L.25) e “negociações” (L.40), respectivamente, é
Provas
AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
TEXTO
1 [...] O que você sabe sobre política? Não vale mais a saída à francesa do “não entendo de política,
2 prefiro me abster”. Para alguns corpos, viver é por si só um ato político! Dentro de tantas opções e propostas
3 que parecem trazer certa representação e acabam resultando num grande nada, como escolher?
4 Talvez a juventude precise mudar a chavinha e começar a entender a política para além das instituições
5 que imaginamos que controlam tudo. Isso deve surgir com a percepção de que você seja lá quem for, pode e
6 deve fazer política!
7 O poder político brasileiro precisa ser reestruturado em um modelo que não seja o patriarcal –
8 atualmente a grande maioria das pessoas que fazem política e ocupam as cadeiras de decisão são homens velhos
9 e os filhos homens destes mesmos senhores. Esse é um dos grandes motivos da ausência de representatividade:
10 até mesmo quando temos candidatos jovens na disputa, os ideais são os de um homem mais velho ou de
11 sobrenome por trás, “apoiando” essa candidatura/cargo. Precisamos de pluralidade nestes espaços, precisamos
12 de gente que saiba o que é ser jovem e o que é se preocupar com o futuro que está por vir.
13 A juventude brasileira tem uma grande ferramenta a seu favor: o incômodo, a indignação e a vontade de
14 mudança. A decepção com essa galera que está no poder e a forma que as decisões políticas são tomadas
15 durante tanto tempo é a maior força de motivação para a participação das diferentes juventudes nessa nova
16 jornada que cá entre nós, está muito séria e bastante delicada.
17 As diversas crises políticas em que o Brasil tem mergulhado desde 2013 e que vem transformando o
18 futuro da juventude no país tem sido um despertar para que os jovens brasileiros busquem mais
19 representatividade e, sobretudo, se enxerguem como agentes de mudança, na ânsia por iguais tomando decisões
20 que definem a forma que vivemos a vida. A apatia da juventude em relação à política se dá principalmente em
21 como os partidos políticos ignoram, em sua maioria, nossas questões e posicionamentos, nos colocando
22 enquanto pautas secundárias, não trazendo ideias inovadoras e que levem a mudanças reais. Não somos nós que
23 ocupamos as posições políticas desse país, mas seremos nós que viveremos o futuro. Somos a chave para a
24 mudança com representatividade de todas as vozes. Se a política define o futuro, nós que definiremos a política.
25 [...] Existe mais gente disposta a apontar a forma que se naturalizam as desigualdades brasileiras, e, a
26 juventude tem sido porta voz dessa discussão que questiona preconceitos e levanta uma visão cada vez mais
27 empática, de forma lenta e gradual, mas ainda assim, empática.
28 Levanta-se então um recorte necessário: vivemos no país que mais mata humanitários, ambientalistas,
29 mulheres trans e travestis no mundo e são os jovens que têm se mobilizado em todos os lados do país
30 denunciando abusos e participando dos diálogos. Com isso, muitas plataformas de informação têm surgido para
31 embasar a escolha de nossos próximos representantes: plataformas como o #merepresenta e a virada política,
32 que desempenham um papel fundamental para espalhar a ideia da nova política que precisamos, uma política
33 feita horizontalmente, e, consequentemente, plural.
34 O acesso à informação e a facilidade de compartilhar ideias na internet tem feito com que muitos de nós
35 não precisemos necessariamente de um representante político que defenda ideais x ou z, isso nos tem permitido
36 ter protagonismo num debate que nos diz total respeito e não é apenas a criação de uma “ala jovens” dentro dos
37 partidos que vai nos levar ao tema, é o uso de uma linguagem mais acessível e a inclusão da diversidade que
38 pode ser o ponto de virada neste processo eleitoral.
39 Sem a juventude, o amanhã da política brasileira é devastador, a diversa juventude brasileira não quer
40 nada além de um estado democrático forte e inclusivo, que tenha eficiência nas negociações e que forneça
41 serviços públicos de qualidade porque estamos cada vez mais críticos, sabemos cada vez mais do nosso valor e
42 não vamos a lugar algum.
FONTE: http://www.engajamundo.org/2018/08/13/o-desafio-da-falta-de-representatividade-jovem-na-politica-brasileira/
“...se enxerguem como agentes de mudança” (L.19).
O termo “se”, no trecho, é
Provas
AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
TEXTO
1 [...] O que você sabe sobre política? Não vale mais a saída à francesa do “não entendo de política,
2 prefiro me abster”. Para alguns corpos, viver é por si só um ato político! Dentro de tantas opções e propostas
3 que parecem trazer certa representação e acabam resultando num grande nada, como escolher?
4 Talvez a juventude precise mudar a chavinha e começar a entender a política para além das instituições
5 que imaginamos que controlam tudo. Isso deve surgir com a percepção de que você seja lá quem for, pode e
6 deve fazer política!
7 O poder político brasileiro precisa ser reestruturado em um modelo que não seja o patriarcal –
8 atualmente a grande maioria das pessoas que fazem política e ocupam as cadeiras de decisão são homens velhos
9 e os filhos homens destes mesmos senhores. Esse é um dos grandes motivos da ausência de representatividade:
10 até mesmo quando temos candidatos jovens na disputa, os ideais são os de um homem mais velho ou de
11 sobrenome por trás, “apoiando” essa candidatura/cargo. Precisamos de pluralidade nestes espaços, precisamos
12 de gente que saiba o que é ser jovem e o que é se preocupar com o futuro que está por vir.
13 A juventude brasileira tem uma grande ferramenta a seu favor: o incômodo, a indignação e a vontade de
14 mudança. A decepção com essa galera que está no poder e a forma que as decisões políticas são tomadas
15 durante tanto tempo é a maior força de motivação para a participação das diferentes juventudes nessa nova
16 jornada que cá entre nós, está muito séria e bastante delicada.
17 As diversas crises políticas em que o Brasil tem mergulhado desde 2013 e que vem transformando o
18 futuro da juventude no país tem sido um despertar para que os jovens brasileiros busquem mais
19 representatividade e, sobretudo, se enxerguem como agentes de mudança, na ânsia por iguais tomando decisões
20 que definem a forma que vivemos a vida. A apatia da juventude em relação à política se dá principalmente em
21 como os partidos políticos ignoram, em sua maioria, nossas questões e posicionamentos, nos colocando
22 enquanto pautas secundárias, não trazendo ideias inovadoras e que levem a mudanças reais. Não somos nós que
23 ocupamos as posições políticas desse país, mas seremos nós que viveremos o futuro. Somos a chave para a
24 mudança com representatividade de todas as vozes. Se a política define o futuro, nós que definiremos a política.
25 [...] Existe mais gente disposta a apontar a forma que se naturalizam as desigualdades brasileiras, e, a
26 juventude tem sido porta voz dessa discussão que questiona preconceitos e levanta uma visão cada vez mais
27 empática, de forma lenta e gradual, mas ainda assim, empática.
28 Levanta-se então um recorte necessário: vivemos no país que mais mata humanitários, ambientalistas,
29 mulheres trans e travestis no mundo e são os jovens que têm se mobilizado em todos os lados do país
30 denunciando abusos e participando dos diálogos. Com isso, muitas plataformas de informação têm surgido para
31 embasar a escolha de nossos próximos representantes: plataformas como o #merepresenta e a virada política,
32 que desempenham um papel fundamental para espalhar a ideia da nova política que precisamos, uma política
33 feita horizontalmente, e, consequentemente, plural.
34 O acesso à informação e a facilidade de compartilhar ideias na internet tem feito com que muitos de nós
35 não precisemos necessariamente de um representante político que defenda ideais x ou z, isso nos tem permitido
36 ter protagonismo num debate que nos diz total respeito e não é apenas a criação de uma “ala jovens” dentro dos
37 partidos que vai nos levar ao tema, é o uso de uma linguagem mais acessível e a inclusão da diversidade que
38 pode ser o ponto de virada neste processo eleitoral.
39 Sem a juventude, o amanhã da política brasileira é devastador, a diversa juventude brasileira não quer
40 nada além de um estado democrático forte e inclusivo, que tenha eficiência nas negociações e que forneça
41 serviços públicos de qualidade porque estamos cada vez mais críticos, sabemos cada vez mais do nosso valor e
42 não vamos a lugar algum.
FONTE: http://www.engajamundo.org/2018/08/13/o-desafio-da-falta-de-representatividade-jovem-na-politica-brasileira/
Há ocorrência de ditongo, dígrafo e encontro consonantal, respectivamente, em
Provas
AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
TEXTO
1 [...] O que você sabe sobre política? Não vale mais a saída à francesa do “não entendo de política,
2 prefiro me abster”. Para alguns corpos, viver é por si só um ato político! Dentro de tantas opções e propostas
3 que parecem trazer certa representação e acabam resultando num grande nada, como escolher?
4 Talvez a juventude precise mudar a chavinha e começar a entender a política para além das instituições
5 que imaginamos que controlam tudo. Isso deve surgir com a percepção de que você seja lá quem for, pode e
6 deve fazer política!
7 O poder político brasileiro precisa ser reestruturado em um modelo que não seja o patriarcal –
8 atualmente a grande maioria das pessoas que fazem política e ocupam as cadeiras de decisão são homens velhos
9 e os filhos homens destes mesmos senhores. Esse é um dos grandes motivos da ausência de representatividade:
10 até mesmo quando temos candidatos jovens na disputa, os ideais são os de um homem mais velho ou de
11 sobrenome por trás, “apoiando” essa candidatura/cargo. Precisamos de pluralidade nestes espaços, precisamos
12 de gente que saiba o que é ser jovem e o que é se preocupar com o futuro que está por vir.
13 A juventude brasileira tem uma grande ferramenta a seu favor: o incômodo, a indignação e a vontade de
14 mudança. A decepção com essa galera que está no poder e a forma que as decisões políticas são tomadas
15 durante tanto tempo é a maior força de motivação para a participação das diferentes juventudes nessa nova
16 jornada que cá entre nós, está muito séria e bastante delicada.
17 As diversas crises políticas em que o Brasil tem mergulhado desde 2013 e que vem transformando o
18 futuro da juventude no país tem sido um despertar para que os jovens brasileiros busquem mais
19 representatividade e, sobretudo, se enxerguem como agentes de mudança, na ânsia por iguais tomando decisões
20 que definem a forma que vivemos a vida. A apatia da juventude em relação à política se dá principalmente em
21 como os partidos políticos ignoram, em sua maioria, nossas questões e posicionamentos, nos colocando
22 enquanto pautas secundárias, não trazendo ideias inovadoras e que levem a mudanças reais. Não somos nós que
23 ocupamos as posições políticas desse país, mas seremos nós que viveremos o futuro. Somos a chave para a
24 mudança com representatividade de todas as vozes. Se a política define o futuro, nós que definiremos a política.
25 [...] Existe mais gente disposta a apontar a forma que se naturalizam as desigualdades brasileiras, e, a
26 juventude tem sido porta voz dessa discussão que questiona preconceitos e levanta uma visão cada vez mais
27 empática, de forma lenta e gradual, mas ainda assim, empática.
28 Levanta-se então um recorte necessário: vivemos no país que mais mata humanitários, ambientalistas,
29 mulheres trans e travestis no mundo e são os jovens que têm se mobilizado em todos os lados do país
30 denunciando abusos e participando dos diálogos. Com isso, muitas plataformas de informação têm surgido para
31 embasar a escolha de nossos próximos representantes: plataformas como o #merepresenta e a virada política,
32 que desempenham um papel fundamental para espalhar a ideia da nova política que precisamos, uma política
33 feita horizontalmente, e, consequentemente, plural.
34 O acesso à informação e a facilidade de compartilhar ideias na internet tem feito com que muitos de nós
35 não precisemos necessariamente de um representante político que defenda ideais x ou z, isso nos tem permitido
36 ter protagonismo num debate que nos diz total respeito e não é apenas a criação de uma “ala jovens” dentro dos
37 partidos que vai nos levar ao tema, é o uso de uma linguagem mais acessível e a inclusão da diversidade que
38 pode ser o ponto de virada neste processo eleitoral.
39 Sem a juventude, o amanhã da política brasileira é devastador, a diversa juventude brasileira não quer
40 nada além de um estado democrático forte e inclusivo, que tenha eficiência nas negociações e que forneça
41 serviços públicos de qualidade porque estamos cada vez mais críticos, sabemos cada vez mais do nosso valor e
42 não vamos a lugar algum.
FONTE: http://www.engajamundo.org/2018/08/13/o-desafio-da-falta-de-representatividade-jovem-na-politica-brasileira/
Exerce a mesa função sintática de “das pessoas” (L.8) a expressão
Provas
AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
TEXTO
1 [...] O que você sabe sobre política? Não vale mais a saída à francesa do “não entendo de política,
2 prefiro me abster”. Para alguns corpos, viver é por si só um ato político! Dentro de tantas opções e propostas
3 que parecem trazer certa representação e acabam resultando num grande nada, como escolher?
4 Talvez a juventude precise mudar a chavinha e começar a entender a política para além das instituições
5 que imaginamos que controlam tudo. Isso deve surgir com a percepção de que você seja lá quem for, pode e
6 deve fazer política!
7 O poder político brasileiro precisa ser reestruturado em um modelo que não seja o patriarcal –
8 atualmente a grande maioria das pessoas que fazem política e ocupam as cadeiras de decisão são homens velhos
9 e os filhos homens destes mesmos senhores. Esse é um dos grandes motivos da ausência de representatividade:
10 até mesmo quando temos candidatos jovens na disputa, os ideais são os de um homem mais velho ou de
11 sobrenome por trás, “apoiando” essa candidatura/cargo. Precisamos de pluralidade nestes espaços, precisamos
12 de gente que saiba o que é ser jovem e o que é se preocupar com o futuro que está por vir.
13 A juventude brasileira tem uma grande ferramenta a seu favor: o incômodo, a indignação e a vontade de
14 mudança. A decepção com essa galera que está no poder e a forma que as decisões políticas são tomadas
15 durante tanto tempo é a maior força de motivação para a participação das diferentes juventudes nessa nova
16 jornada que cá entre nós, está muito séria e bastante delicada.
17 As diversas crises políticas em que o Brasil tem mergulhado desde 2013 e que vem transformando o
18 futuro da juventude no país tem sido um despertar para que os jovens brasileiros busquem mais
19 representatividade e, sobretudo, se enxerguem como agentes de mudança, na ânsia por iguais tomando decisões
20 que definem a forma que vivemos a vida. A apatia da juventude em relação à política se dá principalmente em
21 como os partidos políticos ignoram, em sua maioria, nossas questões e posicionamentos, nos colocando
22 enquanto pautas secundárias, não trazendo ideias inovadoras e que levem a mudanças reais. Não somos nós que
23 ocupamos as posições políticas desse país, mas seremos nós que viveremos o futuro. Somos a chave para a
24 mudança com representatividade de todas as vozes. Se a política define o futuro, nós que definiremos a política.
25 [...] Existe mais gente disposta a apontar a forma que se naturalizam as desigualdades brasileiras, e, a
26 juventude tem sido porta voz dessa discussão que questiona preconceitos e levanta uma visão cada vez mais
27 empática, de forma lenta e gradual, mas ainda assim, empática.
28 Levanta-se então um recorte necessário: vivemos no país que mais mata humanitários, ambientalistas,
29 mulheres trans e travestis no mundo e são os jovens que têm se mobilizado em todos os lados do país
30 denunciando abusos e participando dos diálogos. Com isso, muitas plataformas de informação têm surgido para
31 embasar a escolha de nossos próximos representantes: plataformas como o #merepresenta e a virada política,
32 que desempenham um papel fundamental para espalhar a ideia da nova política que precisamos, uma política
33 feita horizontalmente, e, consequentemente, plural.
34 O acesso à informação e a facilidade de compartilhar ideias na internet tem feito com que muitos de nós
35 não precisemos necessariamente de um representante político que defenda ideais x ou z, isso nos tem permitido
36 ter protagonismo num debate que nos diz total respeito e não é apenas a criação de uma “ala jovens” dentro dos
37 partidos que vai nos levar ao tema, é o uso de uma linguagem mais acessível e a inclusão da diversidade que
38 pode ser o ponto de virada neste processo eleitoral.
39 Sem a juventude, o amanhã da política brasileira é devastador, a diversa juventude brasileira não quer
40 nada além de um estado democrático forte e inclusivo, que tenha eficiência nas negociações e que forneça
41 serviços públicos de qualidade porque estamos cada vez mais críticos, sabemos cada vez mais do nosso valor e
42 não vamos a lugar algum.
FONTE: http://www.engajamundo.org/2018/08/13/o-desafio-da-falta-de-representatividade-jovem-na-politica-brasileira/
Provas
AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
TEXTO
1 [...] O que você sabe sobre política? Não vale mais a saída à francesa do “não entendo de política,
2 prefiro me abster”. Para alguns corpos, viver é por si só um ato político! Dentro de tantas opções e propostas
3 que parecem trazer certa representação e acabam resultando num grande nada, como escolher?
4 Talvez a juventude precise mudar a chavinha e começar a entender a política para além das instituições
5 que imaginamos que controlam tudo. Isso deve surgir com a percepção de que você seja lá quem for, pode e
6 deve fazer política!
7 O poder político brasileiro precisa ser reestruturado em um modelo que não seja o patriarcal –
8 atualmente a grande maioria das pessoas que fazem política e ocupam as cadeiras de decisão são homens velhos
9 e os filhos homens destes mesmos senhores. Esse é um dos grandes motivos da ausência de representatividade:
10 até mesmo quando temos candidatos jovens na disputa, os ideais são os de um homem mais velho ou de
11 sobrenome por trás, “apoiando” essa candidatura/cargo. Precisamos de pluralidade nestes espaços, precisamos
12 de gente que saiba o que é ser jovem e o que é se preocupar com o futuro que está por vir.
13 A juventude brasileira tem uma grande ferramenta a seu favor: o incômodo, a indignação e a vontade de
14 mudança. A decepção com essa galera que está no poder e a forma que as decisões políticas são tomadas
15 durante tanto tempo é a maior força de motivação para a participação das diferentes juventudes nessa nova
16 jornada que cá entre nós, está muito séria e bastante delicada.
17 As diversas crises políticas em que o Brasil tem mergulhado desde 2013 e que vem transformando o
18 futuro da juventude no país tem sido um despertar para que os jovens brasileiros busquem mais
19 representatividade e, sobretudo, se enxerguem como agentes de mudança, na ânsia por iguais tomando decisões
20 que definem a forma que vivemos a vida. A apatia da juventude em relação à política se dá principalmente em
21 como os partidos políticos ignoram, em sua maioria, nossas questões e posicionamentos, nos colocando
22 enquanto pautas secundárias, não trazendo ideias inovadoras e que levem a mudanças reais. Não somos nós que
23 ocupamos as posições políticas desse país, mas seremos nós que viveremos o futuro. Somos a chave para a
24 mudança com representatividade de todas as vozes. Se a política define o futuro, nós que definiremos a política.
25 [...] Existe mais gente disposta a apontar a forma que se naturalizam as desigualdades brasileiras, e, a
26 juventude tem sido porta voz dessa discussão que questiona preconceitos e levanta uma visão cada vez mais
27 empática, de forma lenta e gradual, mas ainda assim, empática.
28 Levanta-se então um recorte necessário: vivemos no país que mais mata humanitários, ambientalistas,
29 mulheres trans e travestis no mundo e são os jovens que têm se mobilizado em todos os lados do país
30 denunciando abusos e participando dos diálogos. Com isso, muitas plataformas de informação têm surgido para
31 embasar a escolha de nossos próximos representantes: plataformas como o #merepresenta e a virada política,
32 que desempenham um papel fundamental para espalhar a ideia da nova política que precisamos, uma política
33 feita horizontalmente, e, consequentemente, plural.
34 O acesso à informação e a facilidade de compartilhar ideias na internet tem feito com que muitos de nós
35 não precisemos necessariamente de um representante político que defenda ideais x ou z, isso nos tem permitido
36 ter protagonismo num debate que nos diz total respeito e não é apenas a criação de uma “ala jovens” dentro dos
37 partidos que vai nos levar ao tema, é o uso de uma linguagem mais acessível e a inclusão da diversidade que
38 pode ser o ponto de virada neste processo eleitoral.
39 Sem a juventude, o amanhã da política brasileira é devastador, a diversa juventude brasileira não quer
40 nada além de um estado democrático forte e inclusivo, que tenha eficiência nas negociações e que forneça
41 serviços públicos de qualidade porque estamos cada vez mais críticos, sabemos cada vez mais do nosso valor e
42 não vamos a lugar algum.
FONTE: http://www.engajamundo.org/2018/08/13/o-desafio-da-falta-de-representatividade-jovem-na-politica-brasileira/
Provas
Sobre as concepções de educação, analise as afirmativas a seguir.
I – No século XVII Comenius desenvolveu ideias avançadas sobre a Educação, defendeu que todos têm direitos naturais à felicidade eterna com Deus. O homem ao realizar os desígnios da natureza das coisas, suas observações e fenômenos, desenvolve os órgãos do sentido para que registrem as informações na mente do aluno, não ensinando nada que a criança não possa compreender.
II – Jean Jacques Rousseau propôs uma concepção baseada na necessidade e interesse instantâneo da criança. O contato da criança com o mundo que a rodeia é que irá despertá-la, pois o homem é bom em seu estado natural. O educador deveria afastar da criança os vícios da sociedade permitindo abrir-se espontaneamente, o que lhe é inato.
III – Henrique Pestalozzi deu grande importância ao ensino como meio de educação e desenvolvimento das capacidades humanas. Deu ênfase ao método intuitivo, analisando objetos e fenômenos da natureza.
IV – O alemão Johan Friedrich Herbart defende que no âmbito da política educacional e no recinto do interior da escola, na verdade, nós combatemos com duas posições antiéticas e que, era de regra convencionalmente traduzida em termos do novo e do velho, da Pedagogia Nova e Pedagogia Tradicional.
Estão corretas as afirmativas:
Provas
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IMA
Orgão: Pref. Tuntum-MA
No Brasil, os PCNs - Parâmetros Curriculares Nacionais são diretrizes elaboradas pelo Governo Federal com o objetivo principal de orientar os educadores por meio da normatização de alguns fatores fundamentais concernentes a cada disciplina. Esses parâmetros abrangem tanto a rede pública, como a rede privada de ensino, conforme o nível de escolaridade dos alunos. Sobre os Parâmetros Curriculares Nacionais é INCORRETO afirmar que:
Provas
- PsicopedagogiaTeorias do desenvolvimento e da aprendizagemPiaget: Psicologia Genética
- PsicopedagogiaPsicologia da educação na adolescência
Uma compreensão do desenvolvimento infantil é essencial porque nos permite apreciar plenamente o crescimento cognitivo, emocional, físico, social e educacional pelos quais as crianças passam desde o nascimento até o início da idade adulta. Algumas das principais teorias do desenvolvimento infantil são conhecidas como grandes teorias; elas tentam descrever todos os aspectos do desenvolvimento, geralmente usando uma abordagem de fase. Outras são conhecidas como mini-teorias; elas se concentram apenas em um aspecto bastante limitado do desenvolvimento, como crescimento cognitivo ou social. A respeito da Teoria Sociocultural de Vygotsky, é CORRETO afirmar que:
Provas
As tendências pedagógicas, formuladas ao longo dos tempos por diversos teóricos que se debruçaram sobre o tema, foram concebidas com base nas visões desses pensadores em relação ao contexto histórico das sociedades em que estavam inseridos, além de suas concepções de homem e de mundo, tendo como principal objetivo nortear o trabalho docente, modelando-o a partir das necessidades de ensino observadas no âmbito social em que viviam.
A respeito da relação professor, aluno e aprendizagem, é CORRETO afirmar que:
Provas
Caderno Container