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Foram encontradas 35 questões.

3412583 Ano: 2024
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Timóteo-MG

Os Agentes de Combate às Endemias estão historicamente expostos aos mais variados riscos à sua saúde, que vão desde a permanência em áreas endêmicas do vetor até o manuseio de substâncias tóxicas usadas na tentativa de erradicação e controle dos mosquitos. Dentre esses riscos, destacam-se os químicos, os ergonômicos e os de organização do trabalho, sociais, físicos, biológicos, mecânicos e de acidentes, muitas vezes concorrentes e simultâneos, podendo causar doenças e agravos aos trabalhadores. Em relação aos riscos químicos, é correto afirmar que:

 

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3412582 Ano: 2024
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Timóteo-MG

O trabalho conjunto e complementar entre os Agentes de Combate às Endemias (ACE) e os Agentes Comunitários de Saúde (ACS), em uma base territorial comum, é estratégico e desejável. Considerando a Lei Federal nº 13.595, de 5 de janeiro de 2018, refere-se a uma atividade típica dos Agentes de Combate às Endemias:

 

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3412581 Ano: 2024
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Timóteo-MG

O Agente de Combate às Endemias (ACE) pode adquirir outras denominações a depender do Código de Saúde do Estado ou Município. O termo Agente de Combate às Endemias é muito empregado por ser esta a denominação constante nas normas vigentes, adotada, também, pela Classificação Brasileira de Ocupações (CBO). Além deste termo, é INCORRETA a seguinte denominação para esse profissional:

 

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3412580 Ano: 2024
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Timóteo-MG

Um sistema de arquivos é uma estrutura de organização de dados que permite o armazenamento, a organização, o acesso e a recuperação de informação em dispositivos de armazenamento, sendo fundamental para sistemas operacionais e responsável pela forma como os dados são armazenados e gerenciados no nível do sistema. Analise os itens a seguir.

I. FTP.

II. DNS.

III. NTFS.

IV. FAT32.

Quais itens relacionados são sistemas de arquivo?

 

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3412579 Ano: 2024
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Timóteo-MG

“Os Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBDs) são amplamente utilizados em uma variedade de aplicações e ambientes. O _______________ é um SGDB de código aberto amplamente utilizado em aplicativos da web; é conhecido por sua velocidade, confiabilidade e facilidade de uso e compatibilidade com várias linguagens de programação e ambientes de desenvolvimento, tornando- o uma escolha versátil para desenvolvedores.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.

 

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3412578 Ano: 2024
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Timóteo-MG

“Trata-se de um protocolo de comunicação usado na World Wide Web para transferir dados, principalmente no formato de documentos hipermídia, como páginas da web e recursos relacionados. É a base da comunicação na web e permite que os seus navegadores solicitem e recebam informações de servidores web. É importante observar que, por padrão, ele não oferece criptografia de dados, o que significa que as informações transmitidas não são seguras e podem ser interceptadas por terceiros.” As informações referem-se ao protocolo:

 

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3412577 Ano: 2024
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Timóteo-MG

O Bluetooth é uma tecnologia de comunicação sem fio de curto alcance projetada para conectar dispositivos eletrônicos entre si. Ela permite a troca de dados, voz e informações entre dispositivos, como smartphones, tablets, computadores, fones de ouvido, teclados, mouses, alto-falantes e outros aparelhos. A forma de comunicação do bluetooth pode ser assim denominada:

 

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3412576 Ano: 2024
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Timóteo-MG

Durante as atividades laborais em um documento do Word, é comum realizar impressão de documentos. Para acessar a opção de impressão, torna-se necessário ir até a guia “Arquivo”, no canto superior esquerdo, e selecionar a opção “Imprimir”. Esse caminho pode também ser acessado através das teclas de atalho. As teclas de atalho, responsáveis por abrir a função “Imprimir documento” no Microsoft Word 2019 (Configuração Padrão – Idioma Português-Brasil), são:

 

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3412575 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Timóteo-MG

A sordidez humana

Ando refletindo sobre nossa capacidade para o mal, a sordidez, a humilhação do outro. A tendência para a morte, não para a vida. Para a destruição, não para a criação. Para a mediocridade confortável, não para a audácia e o fervor que podem ser produtivos. Para a violência demente, não para a conciliação e a humanidade. E vi que isso daria livros e mais livros: se um santo filósofo disse que o ser humano é um anjo montado num porco, eu diria que o porco é desproporcionalmente grande para tal anjo.

Que lado nosso é esse, feliz diante da desgraça alheia? Quem é esse em nós (eu não consigo fazer isso, mas nem por essa razão sou santa), que ri quando o outro cai na calçada? Quem é esse que aguarda a gafe alheia para se divertir? Ou se o outro é traído pela pessoa amada ainda aumenta o conto, exagera, e espalha isso aos quatro ventos – talvez correndo para consolar falsamente o atingido?

O que é essa coisa em nós, que dá mais ouvidos ao comentário maligno do que ao elogio, que sofre com o sucesso alheio e corre para cortar a cabeça de qualquer um, sobretudo próximo, que se destacar um pouco que seja da mediocridade geral? Quem é essa criatura em nós que não tem partido nem conhece lealdade, que ri dos honrados, debocha dos fiéis, mente e inventa para manchar a honra de alguém que está trabalhando pelo bem? Desgostamos tanto do outro que não lhe admitimos a alegria, algum tipo de sucesso ou reconhecimento? Quantas vezes ouvimos comentários como: “Ah, sim ele tem uma mulher carinhosa, mas eu já soube que ele continua muito galinha”. Ou: “Ela conseguiu um bom emprego, deve estar saindo com o chefe ou um assessor dele”. Mais ainda: “O filho deles passou de primeira no vestibular, mas parece que...”. Outras pérolas: “Ela é bem bonita, mas quanto preenchimento, Botox e quanta lipo...”.

Detestamos o bem do outro. O porco em nós exulta e sufoca o anjo, quando conseguimos despertar sobre alguém suspeitas e desconfianças, lançar alguma calúnia ou requentar calúnias que já estavam esquecidas: mas como pode o outro se dar bem, ver seu trabalho reconhecido, ter admiração e aplauso, quando nos refocilamos na nossa nulidade? Nada disso! Queremos provocar sangue, cheirar fezes, causar medo, queremos a fogueira.

Não todos nem sempre. Mas que em nós espreita esse monstro inimaginável e poderoso, ou simplesmente medíocre e covarde, como é a maioria de nós, ah!, espreita. Afia as unhas, palita os dentes, sacode o comprido rabo, ajeita os chifres, lustra os cascos e, quando pode, dá seu bote. Ainda que seja um comentário aparentemente simples e inócuo, uma pequena lembrança pérfida, como dizer “Ah! Sim, ele é um médico brilhante, um advogado competente, um político honrado, uma empresária capaz, uma boa mulher, mas eu soube que...”, e aí se lança o malcheiroso petardo.

A sordidez e a morte cochilam em nós, e nem todos conseguem domesticar isso. Ninguém me diga que o criminoso agiu apenas movido pelas circunstâncias, de resto é uma boa pessoa. Ninguém me diga que o caluniador é um bom pai, um filho amoroso, um profissional honesto, e apenas exala seu mortal veneno porque busca a verdade. Ninguém me diga que somos bonzinhos, e só por acaso lançamos o tiro fatal, feito de aço ou expresso em palavras. Ele nasce desse traço de perversão e sordidez que anima o porco, violento ou covarde, e faz chorar o anjo dentro de nós.

(LUFT, Lya. Veja. Em: maio de 2009. Adaptado.)

Assinale, a seguir, o par de palavras que é acentuado pela mesma razão.

 

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3412574 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Timóteo-MG

A sordidez humana

Ando refletindo sobre nossa capacidade para o mal, a sordidez, a humilhação do outro. A tendência para a morte, não para a vida. Para a destruição, não para a criação. Para a mediocridade confortável, não para a audácia e o fervor que podem ser produtivos. Para a violência demente, não para a conciliação e a humanidade. E vi que isso daria livros e mais livros: se um santo filósofo disse que o ser humano é um anjo montado num porco, eu diria que o porco é desproporcionalmente grande para tal anjo.

Que lado nosso é esse, feliz diante da desgraça alheia? Quem é esse em nós (eu não consigo fazer isso, mas nem por essa razão sou santa), que ri quando o outro cai na calçada? Quem é esse que aguarda a gafe alheia para se divertir? Ou se o outro é traído pela pessoa amada ainda aumenta o conto, exagera, e espalha isso aos quatro ventos – talvez correndo para consolar falsamente o atingido?

O que é essa coisa em nós, que dá mais ouvidos ao comentário maligno do que ao elogio, que sofre com o sucesso alheio e corre para cortar a cabeça de qualquer um, sobretudo próximo, que se destacar um pouco que seja da mediocridade geral? Quem é essa criatura em nós que não tem partido nem conhece lealdade, que ri dos honrados, debocha dos fiéis, mente e inventa para manchar a honra de alguém que está trabalhando pelo bem? Desgostamos tanto do outro que não lhe admitimos a alegria, algum tipo de sucesso ou reconhecimento? Quantas vezes ouvimos comentários como: “Ah, sim ele tem uma mulher carinhosa, mas eu já soube que ele continua muito galinha”. Ou: “Ela conseguiu um bom emprego, deve estar saindo com o chefe ou um assessor dele”. Mais ainda: “O filho deles passou de primeira no vestibular, mas parece que...”. Outras pérolas: “Ela é bem bonita, mas quanto preenchimento, Botox e quanta lipo...”.

Detestamos o bem do outro. O porco em nós exulta e sufoca o anjo, quando conseguimos despertar sobre alguém suspeitas e desconfianças, lançar alguma calúnia ou requentar calúnias que já estavam esquecidas: mas como pode o outro se dar bem, ver seu trabalho reconhecido, ter admiração e aplauso, quando nos refocilamos na nossa nulidade? Nada disso! Queremos provocar sangue, cheirar fezes, causar medo, queremos a fogueira.

Não todos nem sempre. Mas que em nós espreita esse monstro inimaginável e poderoso, ou simplesmente medíocre e covarde, como é a maioria de nós, ah!, espreita. Afia as unhas, palita os dentes, sacode o comprido rabo, ajeita os chifres, lustra os cascos e, quando pode, dá seu bote. Ainda que seja um comentário aparentemente simples e inócuo, uma pequena lembrança pérfida, como dizer “Ah! Sim, ele é um médico brilhante, um advogado competente, um político honrado, uma empresária capaz, uma boa mulher, mas eu soube que...”, e aí se lança o malcheiroso petardo.

A sordidez e a morte cochilam em nós, e nem todos conseguem domesticar isso. Ninguém me diga que o criminoso agiu apenas movido pelas circunstâncias, de resto é uma boa pessoa. Ninguém me diga que o caluniador é um bom pai, um filho amoroso, um profissional honesto, e apenas exala seu mortal veneno porque busca a verdade. Ninguém me diga que somos bonzinhos, e só por acaso lançamos o tiro fatal, feito de aço ou expresso em palavras. Ele nasce desse traço de perversão e sordidez que anima o porco, violento ou covarde, e faz chorar o anjo dentro de nós.

(LUFT, Lya. Veja. Em: maio de 2009. Adaptado.)

É possível inferir que o título do texto possui um sentido que se define como

 

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