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Propaganda de sabonete Pear' Soap. Disponível em: McCLINTOCK, Anne. Couro imperial. Raça, gênero e sexualidade no embate colonial. São Paulo: Editora da Unicamp, 2010. p.317. Acesso em: 11/11/2025.
A propaganda, veiculada no contexto imperialista, é justificada por quais teorias?
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Le Gateaudesrois, 1815. (O bolo do rei, 1815). Charge anônima. Disponível em: https://www.agonmag.com/p/a-concert-of-powers-for-the-21st. Acessado em: 11/11/2025.
O evento histórico que a charge retrata e um de seus princípios norteadores que ela explicita são, respectivamente,
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[...] Não lhe restava, pois, mais que uma de duas resoluções a tomar: ou proclamar de todo a independência, para ser herói [...] E, inspirado pelo gênio da glória, não tardou nem mais um instante: e passou a lançar, dali mesmo, do meio daquelas virgens Campinas, o brado resoluto de 'Independência ou morte."
VARNHAGEN, Adolfo. História da Independência do Brasil. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1917
Texto 2
Ao longo do caminho, com a aproximação da vila de Campo Maior, Fidié e suas tropas se depararam com uma coluna de revoltosos que entraram em linha de combate, sendo travada então no Piauí uma das mais importantes batalhas da Guerra de Independência. O combate foi próximo ao riacho Jenipapo, ocorrido em 13 de março de 1823.
SANTANA, Johny Araújo. O Piauí no processo de independência: contribuição para construção do Império em 1823. Revista Clio de Pesquisa Histórica.V. 33. N.02, 2015.
A análise contida no texto 2, quando comparada ao texto 1
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Art. 1º. A mulher nasce livre e tem os mesmos direitos do homem. As distinções sociais só podem ser baseadas no interesse comum.
Art. 2°. O objeto de toda associação política é a conservação dos direitos imprescritíveis da mulher e do homem. Esses direitos são a liberdade, a propriedade, a segurança e, sobretudo, a resistência à opressão. [...]
DE GOUGES, Olympe. Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã. França, 1791. Disponível em: https://direitoshumanos.dpu.def.br/declaracao-dos-direitos-da-mulher-e-da-cidada-de-1791-franca/. Acessado em: 07/11/2025.
A Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadā, no curso do avanço das ideias iluministas na França, pode ser lida como
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Marina Franco - A Argentina é um caso particular em relação a como se resolveu a saída da transição. É diferente do Uruguai, do Chile, do Brasil. Se você olhar a partir do presente, é o melhor, é um modelo de como se julgar e investigar esses crimes. [...] O que aconteceu na Argentina foi que existiram as condições políticas para que pudesse haver justiça transicional. [...] As Forças Armadas saem de cena completamente derrotadas e fracassadas. Deixaram o poder com um fracasso político terrível, com um fracasso em uma guerra desastrosa - a Guerra das Malvinas -, com um fracasso econômico e uma crise atroz. Isso é o inverso do que aconteceu no Brasil. Durante o governo militar no Brasil se produziu um milagre econômico - muito questionado, mas houve um momento de crescimento.
Brasil é país que menos julgou e puniu crimes da ditadura na região, diz historiadora argentina. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-61171113. Acesso em: 07/11/2025.
A justiça de transição na Argentina ocorreu de forma divergente a outros países como o Brasil, Uruguai e Chile. Segundo a entrevistada, isso se deu em função do (da)
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ABREU, Capistrano de. Capítulos de História Colonial. Brasília: Conselho Editorial do Senado Federal, 1998.
O texto se refere à montagem da administração colonial na América Portuguesa, e descreve estabelecimento dos (das)
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LOPEZ, Luiz Roberto. História do Brasil Colonial. 2º ed. Porto alegre: Mercado Aberto. 1983. pág. 17.
Nos trinta primeiros anos da presença portuguesa na América, a exploração ocorreu em função do (da)
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Fonte: Hemeroteca digital e Fundo Agência Nacional. Disponíveis em: https://www.scielo.br/j/his/a/YGSh8nm5WjPgxCq4nYhr9jD/?lang=pt#B33_ref. Acessado em: 06/11/2025.
Os cartazes se referem à participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial e podem ser lidos como um (uma)
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BLOCH, M. Apologia da História, ou o ofício de historiador. Rio de Janeiro: Zahar, 2001. p.54.
No texto, Marc Bloch problematiza a produção historiográfica anterior ao Annales e tece uma crítica
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TEXTO 7

(In: Terra, Ernani. Práticas de leitura e escrita. São Paulo: Saraiva, 2019, p.46).
I. Poderia ser substituída, sem alterar o sentido, por arduamente.
II. Trata-se de um adjetivo.
III. Tem a função sintática de complemento nominal.
IV. Modifica a forma verbal "trabalhei".
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