O objeto da História é, por natureza, o homem. Digamos melhor: os homens. Mais que o singular, favorável à abstração, o plural que é o modo gramatical da relatividade, convém a uma ciência da
diversidade [...] são os homens que a história quer capturar [...] o bom historiador se parece com o ogro
da lenda. Onde fareja carne humana, sabe que ali está a sua caça.
BLOCH, M. Apologia da História, ou o ofício de historiador. Rio de Janeiro: Zahar, 2001. p.54.
No texto, Marc Bloch problematiza a produção historiográfica anterior ao Annales e tece uma crítica
BLOCH, M. Apologia da História, ou o ofício de historiador. Rio de Janeiro: Zahar, 2001. p.54.
No texto, Marc Bloch problematiza a produção historiográfica anterior ao Annales e tece uma crítica