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Desvios éticos
Toda atividade governamental causa impacto na vida dos cidadãos. Na maioria das vezes, a inter-relação entre a Administração e o administrado pode ser traduzida em termos monetários. Em regra, a atuação dos órgãos de governo provocam perdas ou ganhos econômico-financeiros para o setor privado.
Contudo, os órgãos governamentais exibem grande variabilidade de atribuições, prerrogativas e orçamentos. Há órgãos que exibem enorme poder sobre os negócios das empresas e a vida dos cidadãos; há outras repartições que pouco interagem com o setor privado. Quanto maior o poder do organismo governamental, maior será a possibilidade de risco da ocorrência de relacionamentos ilegítimos entre o(s) representante(s) do Poder Público e o(s) do setor privado.
Murilo Rodrigues Soares da Cunha
Mauro Sérgio Bogéa Soares
Disponível em: http://bit.ly/2lNx56L (com adaptações)
I. De acordo com os autores, em regra, a atuação dos órgãos de governo provocam perdas, nunca ganhos, econômico-financeiros para o setor privado. Assim, diante do risco de acumular prejuízos, os representantes do setor privado tendem a desenvolver relacionamentos ilegítimos com os agentes públicos, alegam os autores. II. Proporcionar o desenvolvimento e a melhoria dos serviços prestados aos cidadãos é a intenção primária dos relacionamentos ilegítimos aos quais os autores se referem no texto. Tais relacionamentos, de acordo com os autores, sempre proporcionam ganhos econômico-financeiros para o setor privado. III. Na perspectiva dos autores, a relação entre a Administração e os representantes do setor privado é uma premissa para o desenvolvimento obrigatório de relacionamentos ilegítimos. Assim, cabe aos representantes da sociedade civil organizada, afirmam os autores, o dever de combater as atitudes contrárias aos interesses do Estado.
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I. O texto afirma que são critérios a serem considerados na priorização de uma lista de tarefas os seguintes: o prazo de entrega, o custo do serviço, o interesse do servidor pelo trabalho, o risco de acidente e a disponibilidade de pessoal qualificado para o trabalho. Assim, de acordo com o autor, o servidor deve priorizar a realização de tarefas com objetivos contrários aos interesses da organização e ao princípio da legalidade. II. O texto afirma que, ao inserir o planejamento do dia na própria rotina, o profissional poderá obter diversos benefícios, como o aumento da produtividade, a redução da eficiência, o aumento da produtividade, a redução dos riscos de acidentes e a manutenção da qualidade do atendimento na instituição. III. Na perspectiva do texto, o trabalhador deve regularmente reavaliar as suas prioridades no trabalho, desconsiderando os prazos de entrega e o tamanho do trabalho pelo qual é responsável. O autor alega, ainda, que o planejamento do dia deve ser realizado aos finais de semana, sempre.
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MORTE
Na antiguidade oriental os egípcios foram o principal exemplo de como a morte e os ritos funerários estavam relacionados à sua própria maneira de viver. Os egípcios foram descritos pelos gregos como o povo mais religioso da terra sem nenhum exagero, pois a forma como eles viviam e o respeito dedicado aos mortos estava inserido de tal forma no seu dia-a-dia que uma coisa não estava separada da outra. Antes mesmo de Platão aparecer com a ideia dualística de corpo e alma, os egípcios já acreditavam nessa dualidade em uma esfera intrinsecamente ligada a sua religiosidade, através de uma complexa relação entre o rio Nilo e os outros elementos da natureza, ligando natureza, vida e morte. Os egípcios tinham um deus dedicado ao mundo dos mortos, Osíris, que não recompensava os homens nesta vida, mas em outra. Sendo assim, acreditava-se na reencarnação e essa ideia transparecia através de sua cultura mortuária, com as práticas de mumificação, construção de túmulos suntuosos dedicados aos mortos etc. O povo egípcio pensava que a alma do morto voltaria a habitar o seu corpo carnal, por isso a necessidade da mumificação dentre outras práticas. Havia também o livro dos mortos, uma espécie de manual de receitas e práticas ensinando o morto a se comportar na outra vida para que pudesse ser absolvido no tribunal de Osíris.
(Adaptado. Revisão linguística. TAMANINI, P. A. et. al. A morte no ocidente: considerações sobre a história da morte no ocidente e suas representações históricas. Disponível em: http://bit.ly/2lCPVgY)
I. Os elementos da natureza e até o rio Nilo, conforme pontua o texto, compunham a ligação entre corpo e alma. Isso decorre da intrínseca religiosidade do povo egípcio que deu o pseudônimo de Osíris a um de seus faraós. II. De acordo com o texto, o respeito dedicado aos mortos e a forma como os egípcios viviam fez os gregos os descreverem como o povo mais religioso da terra.
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I. A referência temporal da obra, citada no texto, é do século XX. O livro de Sérgio Buarque foi inovador ao iniciar a inserção de conceitos como patrimonialismo e burocracia. II. Sérgio Buarque de Holanda, como mostra o texto, criou a ideia de “homem cordial” inspirado na exegese da história colonial brasileira em que observou as origens dos problemas nacionais. Para isso, utilizou-se do positivismo para analisar os tipos humanos pertencentes a cada estrato social. III. Segundo o texto, a obra de Sérgio Buarque mostra que as famílias patriarcais e escravagistas do Brasil Colônia foram responsáveis pela violência e o domínio personalista. Desse comportamento resultou a teoria do “homem cordial”, que valoriza a equidade no cumprimento da lei.
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MORTE
Na antiguidade oriental os egípcios foram o principal exemplo de como a morte e os ritos funerários estavam relacionados à sua própria maneira de viver. Os egípcios foram descritos pelos gregos como o povo mais religioso da terra sem nenhum exagero, pois a forma como eles viviam e o respeito dedicado aos mortos estava inserido de tal forma no seu dia-a-dia que uma coisa não estava separada da outra. Antes mesmo de Platão aparecer com a ideia dualística de corpo e alma, os egípcios já acreditavam nessa dualidade em uma esfera intrinsecamente ligada a sua religiosidade, através de uma complexa relação entre o rio Nilo e os outros elementos da natureza, ligando natureza, vida e morte. Os egípcios tinham um deus dedicado ao mundo dos mortos, Osíris, que não recompensava os homens nesta vida, mas em outra. Sendo assim, acreditava-se na reencarnação e essa ideia transparecia através de sua cultura mortuária, com as práticas de mumificação, construção de túmulos suntuosos dedicados aos mortos etc. O povo egípcio pensava que a alma do morto voltaria a habitar o seu corpo carnal, por isso a necessidade da mumificação dentre outras práticas. Havia também o livro dos mortos, uma espécie de manual de receitas e práticas ensinando o morto a se comportar na outra vida para que pudesse ser absolvido no tribunal de Osíris.
(Adaptado. Revisão linguística. TAMANINI, P. A. et. al. A morte no ocidente: considerações sobre a história da morte no ocidente e suas representações históricas. Disponível em: http://bit.ly/2lCPVgY)
I. Segundo o texto, com receio de ser execrado no tribunal de Osíris, o povo egípcio se utilizava da arte da mumificação como principal recurso, acreditando que a alma do morto voltaria a habitar o seu corpo carnal. II. O povo egípcio, segundo o texto, possuía um livro da morte, uma espécie de manual de receitas e práticas ensinando o morto a se comportar na outra vida para que pudesse ser inocentado no tribunal de Osíris.
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I. O autor do texto apresenta a família do protagonista como impiedosa e dissimulada, pois, ao metamorfosear-se em inseto, ele tornou-se impossibilitado de provê-la, o que a obrigou a investir num afã. II. Como expõe o texto, o modo arguto da linguagem presente no introito da obra de Franz Kafka se dá pelos diversos problemas psicológicos do personagem, antes da metamorfose.
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I. Infere-se do texto que o comportamento humano é análogo à concepção de texto mostrada pelo autor. Ou seja, é uma sequência organizada de comportamentos verbais oralizados. II. O texto aborda a importância do ambiente social como determinante do comportamento (intenções, razões, objetivos) dos agentes das ações.
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I. A redução de preços das commodities, a crise na Argentina e a redução nas importações em mais de 3% são alguns números que mostram a fraqueza do comércio do Brasil neste ano, de acordo com o texto. II. De acordo com o texto, a corrente de comércio do Brasil já ultrapassa a marca de US$ 200 bilhões no ano corrente e esse resultado representa um crescimento de 5% em relação ao mesmo período do ano de 2018. III. O texto apresenta informações que permitem ao leitor compreender um conceito econômico: a corrente de comércio. Esse conceito refere-se ao resultado da soma das exportações e importações, sendo utilizado pelo autor para discorrer sobre a economia do Brasil, inclusive traçando relações com a crise na Argentina.
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I. É notório, a partir da leitura do texto, que Gregor Samsa foi irredutível quanto à decisão de abandonar a função de provedor de sua família. II. A novela escrita por Franz Kakfa, de acordo com o texto, tem seu começo marcado pelo apogeu da narrativa, visto que o protagonista da história, Gregor Samsa, encontra-se metamorfoseado em um inseto gigante.
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I. O autor do texto deixa claro que Sérgio Buarque criou a ideia de “homem cordial” inspirado na concepção de que o homem age pelo coração e pelo sentimento, prescindindo as relações pessoais ao cumprimento de leis objetivas e imparciais, independentemente de sua classe social, etnia, religião etc. Ou seja, o negro escravizado e o índio também compuseram essa estrutura. II. O autor de Raízes do Brasil publicou a obra, conforme pontua o texto, num momento em que a Psicologia recuava e perdia validade científica, enquanto a Sociologia avançava nitidamente, contribuindo, assim, para o sucesso do livro. III. Como aponta o texto, na visão de Sérgio Buarque, a desvalorização do trabalho está ligada à escravidão, que também favoreceu “aventureiros”, pessoas que desejavam ‘prosperidade sem custo’”.
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