Foram encontradas 50 questões.
Analise as assertivas acerca do ensino de história no Ensino Fundamental e marque a alternativa CORRETA.
I- O saber histórico escolar compreende, de modo amplo, a delimitação de três conceitos fundamentais: o de fato histórico, de sujeito histórico e de tempo histórico.
II- Os fatos históricos podem ser traduzidos apenas como sendo aqueles relacionados aos eventos políticos, às festas cívicas e às ações de heróis nacionais.
III- O sujeito histórico pode ser entendido como sendo agente de ação social, que se torna significativo para estudo histórico com fins didáticos, podendo ser um indivíduo, um grupo ou uma classe social.
IV- O tempo histórico pode ser compreendido como um objeto de cultura, um objeto social construído pelos povos, como no caso do tempo cronológico e astronômico (sucessão de dias e noites, de meses e séculos).
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Analise a questão da Prova Brasil- Matemática, para 5° ano do Ensino Fundamental (INEP, 2015) e assinale a alternativa com o descritor referente à questão.
Quando Maria colocou um bolo para assar, o relógio marcava

o bolo ficou pronto em 30 minutos. Que horário o relógio estava marcando quando o bolo ficou pronto?
Dados:
11 horas 50 minutos
12 horas
12 horas 5 minutos
12 horas 10 minutos
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A Administração Pública direta, indireta e fundacional, de qualquer dos Poderes dos Municípios, obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e, também, ao seguinte, exceto:
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Analise a questão da Prova Brasil- Língua Portuguesa, para o 5° ano do Ensino Fundamental (INEP, 2015) e marque a alternativa com o descritor referente à questão.
A raposa e as uvas
Num dia quente de verão, a raposa passeava por um pomar. Com sede e calor, sua atenção foi capturada por um cacho de uvas.
"Que delícia", pensou a raposa, "era disso que eu precisava para adoçar a minha boca". E, de um salto, a raposa tentou, sem sucesso, alcançar as uvas.
Exausta e frustrada, a raposa afastou-se da videira, dizendo: "Aposto que estas uvas estão verdes."
Esta fábula ensina que algumas pessoas quando não conseguem o que querem, culpam as circunstâncias.
(http://www1.uol.com.br/crianca/fabulas/noflash/raposa. htm)
A frase que expressa uma opinião é:
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Enumere a Segunda Coluna de acordo com a Primeira relacionando o nome do material didático a sua respectiva descrição e marque a alternativa CORRETA.
Primeira Coluna
I- Tangran.
II- Blocos lógicos.
III- Ábacode pinos.
IV- Barras de cuisenaire.
V- Tabuada de Pitágoras.
Segunda Coluna
( ) Quadro de dupla entrada no qual são registrados os resultados das multiplicações, de 1x1 até 10x10.
( ) Quebra-cabeça chinês no qual o objetivo é posicionar as 7 peças, que são chamadas de "TANS", para formar uma determinada figura.
( ) Jogo composto por 48 peças, divididas em cores, formas, tamanhos e espessuras, que serve para ensinar geometria e operações
lógicas.
( ) Material composto de 241 barras coloridas que são prismas quadrangulares com 1 cm de aresta na base, com 10 cores e 10 comprimentos diferentes e proporcionais.
( ) Material utilizado para desenvolver atividades envolvendo o Sistema de Numeração Decimal, a base 10 e o valor posicional dos algarismos, além das 4 operações.
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A Grande Heresia do Simples
Em seu livro Tristes Trópicos, Lévi-Strauss descreve os seus colegas brasileiros: "Qualquer que fosse o campo do saber, só a teoria mais recente merecia ser considerada. ( ... ) Nunca liam as obras originais e mostravam um entusiasmo permanente pelos novos pratos. ( ... ) Partilhar uma teoria conhecida era o mesmo que usar um vestido pela segunda vez, corria-se o risco de um vexame".
Cultivamos essa paixão pelas navegações intergalácticas e pelo modismo. Assim, acaba tudo muito complicado, inclusive na educação. Ouso arrostar a cultura nacional. Cometo a Grande Heresia do Simples: tento demonstrar que a educação brasileira precisa de um "feijão com arroz" benfeito, nada mirabolante, nada nos espaços siderais. Vejamos a receita que deu certo alhures.
A escola precisa de metas. E que sejam poucas, claras, estáveis e compartilhadas. Se cada um rema para o seu lado, o barco fica à deriva.
A escola tem a cara do diretor, o principal responsável pela criação de um ambiente estimulante e produtivo. Daí o extremo cuidado na sua escolha. Eleição por professores não será pior que indicação política? E, uma vez escolhido, o diretor precisa de autonomia, de par com cobrança firme do que for combinado.
Boa gestão é essencial. Nem empresas, nem paróquias, nem escolas se administram sem dominar os princípios e técnicas apropriados. Ademais, as secretarias não devem atrapalhar, criando burocracias infinitas.
O professor tem de dominar o assunto que vai ensinar e saber como dar aula. Infelizmente, as faculdades de educação acham isso irrelevante.
Prêmios e penalidades. De alguma forma, o bom desempenho do professor deve ser recompensado. E, se falhar, que venham os puxões de orelha. Por que a atividade mais crítica para o futuro do país é uma das poucas em que prevalece a impunidade.
Ensinou a teoria ou o princípio? Então, que sejam aplicados em problemas práticos e realistas. Diz a ciência cognitiva que sem aplicar não se aprende.
Nova idéia? Então mostre sua conexão com alguma coisa que o aluno já sabe. Isso se chama "contextualizar". Pelo menos, que não se ensine nada sem mostrar para que serve. Se o professor não sabe, como pode suceder na matemática, é melhor não ensinar. É preciso ensinar menos, para os alunos aprenderem mais. O tsunami curricular impede que se aprenda o que quer que seja. Ouve-se falar de tudo, mas não se domina nada. E como só gostamos do que entendemos, no ritmo vertiginoso em que disparam os assuntos, não é possível gostar e, portanto, aprender o que quer que seja.
Valores e cidadania se aprendem na escola, tanto quanto a matéria ensinada. Só que não no currículo ou em sermões, mas na forma pela qual a escola funciona. Escola tolerante e justa ensina essas virtudes. Aprende-se pelo exemplo da própria escola e dos professores. Tão simples quanto isso. Com bagunça na aula não se aprende. Foi o que disseram os próprios alunos, em uma pesquisa do Instituto Positivo (confirmada por outros estudos). A escola precisa enfrentar com firmeza a assombração da indisciplina.
Sem avaliação, a escola faz voo cego. Nossos sistemas de avaliação são excelentes. Mas ainda são pouco usados, seja pelos professores, pela escola ou pelas secretarias. É pena.
A tecnologia pode ajudar, não há boas razões para desdenhá-Ia. Mostra o Pisa: na mão dos alunos, produz bons resultados. Mas não é uma ferramenta para alavancar mudanças. Escola travada não vai mudar com computadores, tablets ou smartphones. Pior, dentro da escola, escoam-se décadas e ela continua um elefante branco, incapaz de promover avanços na qualidade. E aos pais cabe vigiar. Conforme o caso, apoiando ou cobrando.
O currículo é ler com fluência, entender o lido, escrever corretamente, usar regra de três, calcular áreas, volumes e um juro simples, ler gráficos e tabelas ... Só depois de dominado isso podemos ir para as guerras púnicas, derivadas e integrais, reis da França, afluentes do Amazonas e a infinidade de bichinhos do livro de biologia.
Onde está a complicação? Fazer bem o "feijão com arroz" seria uma revolução no nosso ensino. Mas, para muitos, o simples é a Grande Heresia.
(Fonte: CASTRO, Claudio de Moura. Veja-21 de outubro 2015)
Todas as palavras entre parênteses estão classificada~ corretamente, exceto:
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Leia as cinco etapas de uma aula de alfabetização de adultos e assinale a alternativa que apresenta o objetivo da aula.
1ª Inicie uma conversa com a turma sobre a música "Mulher Rendeira", de Zé do Norte. Convide os alunos a cantar a música.
2ª Distribua uma cópia da música para cada um dos alunos. Faça questões para que os alunos observem a escrita de algumas palavras da música.
3ª Peça para que os alunos encontrem e circulem a palavra "mulher". Pergunte em que linha está escrita a palavra "mulher". Solicite para que os alunos expliquem como encontraram a palavra solicitada.
4ª Pergunte aos alunos se eles já ouviram pessoas falando a palavra "mulher" de outras formas, como "muié" ou "mulé". Discuta com eles sobre as diferenças entre a língua falada e a língua escrita.
5ª Leia a letra em voz alta e peça para que os alunos acompanhem a leitura, tentando ajustar o falado ao escrito. Depois diga para que, em dupla, cada um leia o texto para seu colega.
(Adaptado Nova Escola, 2015)
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No que se refere à psicogênese da alfabetização (FERREIRO, 1985), assinale a alternativa CORRETA, relacionando os níveis de conceitualização, da Primeira Coluna, às suas respectivas definições, na Segunda Coluna.
I- Escrita pré-silábica.
II- Escrita silábica.
III- Escrita silábico-alfabética.
IV- Escrita alfabética.
( ) Esse nível de escrita começa quando a criança descobre que há uma correspondência entre quantidade de sílabas da palavra e quantidade de letras.
( ) Nesse nível, ora a criança representa em uma mesma palavra uma sílaba corri um sinal gráfico apenas e ora representa a sílaba completa.
( ) A escrita se caracteriza pela correspondência sistemática entre letras e fonemas, embora nem sempre de modo convencional.
( ) A escrita se caracteriza pela ausência de correspondência entre letras e sons.
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Observe a relação entre as duas asserções sobre o ensino da arte nos anos iniciais do Ensino Fundamental e assinale a alternativa CORRETA.
A produção artística oral, escrita e plástica que historicamente os grupos populares vêm realizando faz parte do acervo cultural da humanidade e nos representa de modo legítimo.
PORTANTO
Educar no contexto da cultura é uma tarefa difícil porque a arte apresenta um modo subjetivo, crítico e instigante de ver e ler o mundo que as crianças não conseguem compreender e aprender.
A respeito dessas duas asserções, assinale a opção CORRETA.
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Sobre a pedagogia de Paulo Freire, NÃO é CORRETO afirmar que:
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