Foram encontradas 50 questões.
Um buffet serve um tipo de sobremesa em três tipos de
taças, de diferentes tamanhos. Uma receita dessa sobremesa abastece, sem sobras, 12 taças pequenas ou 8 taças
médias ou 4 taças grandes.
Ao final de um evento, sobraram 9 taças pequenas, 9 taças médias e 1 taça grande de sobremesa. A quantidade de sobremesa restante desse evento corresponde, em números de receitas, a fração
Ao final de um evento, sobraram 9 taças pequenas, 9 taças médias e 1 taça grande de sobremesa. A quantidade de sobremesa restante desse evento corresponde, em números de receitas, a fração
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Considere o texto a seguir para responder a questão.
Em um universo de 1000 pacientes atendidos em uma
unidade de pronto-socorro ao longo de uma semana, 32%
eram idosos. A frequência das principais queixas da triagem
desses pacientes idosos está indicada na tabela a seguir.

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Considere o texto a seguir para responder a questão.
Em um universo de 1000 pacientes atendidos em uma
unidade de pronto-socorro ao longo de uma semana, 32%
eram idosos. A frequência das principais queixas da triagem
desses pacientes idosos está indicada na tabela a seguir.

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A imagem a seguir apresenta o formato e as medidas de um jardim retangular, cuja região cinza indica onde será
plantada grama.

A grama é vendida em tapetes, de modo que são calculados 4 tapetes de grama para cobrir cada metro quadrado de área. O número mínimo de tapetes que devem ser adquiridos para cobrir a região que será gramada é igual a

A grama é vendida em tapetes, de modo que são calculados 4 tapetes de grama para cobrir cada metro quadrado de área. O número mínimo de tapetes que devem ser adquiridos para cobrir a região que será gramada é igual a
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O infográfico a seguir mostra os maiores vencedores
do Oscar, um dos prêmios mais importantes do cinema
mundial, em reconhecimento à excelência de profissionais da indústria cinematográfica. Além disso, ele mostra
também o número de indicações recebidas por cada ator
e atriz.
Por exemplo, o ator Marlon Brando ganhou 2 estatuetas, dentre as 8 indicações recebidas. Desse modo, considerando os nomes apresentados no infográfico, o ator e a atriz que apresentam a menor razão entre o número de vezes que venceu e o número de indicações são
Por exemplo, o ator Marlon Brando ganhou 2 estatuetas, dentre as 8 indicações recebidas. Desse modo, considerando os nomes apresentados no infográfico, o ator e a atriz que apresentam a menor razão entre o número de vezes que venceu e o número de indicações são
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Chovia demais naquela manhã, uma chuva calma que
molhava o piso de vermelhão da varanda da casa onde morávamos, naquela época já de aluguel. Uma casa velha de
madeira, a varanda circundada pela mureta de alvenaria. A
chuva alagando o território onde aquele que fui brincava de
escorregar no piso. Depois, ao longo da infância, eu ia continuar preferindo estas brincadeiras em pisos molhados aos
rios e às piscinas, sendo esta, inclusive, uma das razões de
nunca ter aprendido a nadar.
Havia umas figurinhas de decalque a água, provavelmente presente de meu pai, e comecei a molhá-las no chão e
transferi-las para a parede da casa. A chuva continuava seu
trabalho lá fora, e eu fazia minhas pequenas mágicas, deixando inscrita nas paredes uma mensagem qualquer.
Não sei do que tratavam aquelas figurinhas, não me lembro nem da cor, nem da quantidade, nem da procedência,
mas tudo isso não importa, o que marcou como minha primeira lembrança foi este ato primitivo de desenhar nas paredes
da caverna, de deixar uma mensagem. Meus três anos não
permitiam mais do que o ato vazio de tentar uma comunicação. Sozinho na varanda, a chuva a me isolar dos amigos e
da família, a sensação de abandono me punha a escrever
nas paredes, náufrago de um tempo lutando para estabelecer
contatos.
Quem seria este interlocutor que o menino procurava?
Um amigo? Alguém da família? O pai sempre ausente,
sempre fazendo negócios em outra cidade? As meninas que
moravam na casa ao lado? Talvez todos, mas principalmente
o adulto que a criança se tornaria. Essa criança queria falar
comigo, por isso a imagem me ficou tão nítida na lembrança.
Há algumas cenas da rua que não consigo descrever.
Mas a rua está perdida, lembro-me de um armazém grande
numa esquina, a Casa Verde, de um portão que dava para
um pátio, de algumas cercas de balaústres, e só. É melhor
esquecer a geografia, ela não ficou arquivada em fotos – não
tínhamos o hábito de fotografar.
(Chove sobre minha infância. Record, 2014. Adaptado)
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Lidando com o ’mimimi’
Quase todo mundo conhece a expressão “mimimi” da linguagem informal. Eu me espantei ao saber que ela surgiu
com o personagem Chaves, de um seriado cultuado até hoje.
Chaves, um moleque órfão, sempre que contrariado, emitia
esse som “mimimi” para indicar seu choro. Essa expressão
passou a ser usada, sempre de modo pejorativo, para indicar
reclamações sem justa causa, frescura, manha etc.
Agora, professores e pais têm usado a expressão com
bastante frequência para nomear diversos comportamentos
dos mais novos. Tudo agora virou mimimi.
Nós, educadores formais e informais, temos dado atenção a muitas reclamações de filhos e alunos, o que emperra
e/ou paralisa o processo de crescimento e de aprendizagem
deles, e não apenas no aspecto cognitivo.
Filhos reclamam das tarefas domésticas que devem realizar, do tamanho ou da dificuldade das lições que precisam
fazer ou estudar, dos colegas que se comportam desta ou
daquela maneira etc. E, quase sempre, os pais atendem, ou
seja, dão importância a tais reclamações, e interferem.
O problema é que dar conta sozinhas de suas obrigações
– todas possíveis – e enfrentar as adversidades da vida fortalece as crianças porque permite que elas criem mecanismos
pessoais de defesa e, principalmente, de resiliência. Em todas
essas situações a interferência dos pais prejudica o desenvolvimento dos filhos em vez de ajudar! O que eles podem fazer
de melhor nesses momentos é acolher as reclamações como
legítimas, mas incentivar e encorajar o filho a realizar o que
precisa, mesmo que isso exija muito esforço e dedicação.
A criança percebe, ao realizar sozinha suas responsabilidades, seu potencial sendo colocado em ação, o que lhe dá
mais confiança em si mesma.
Na escola, quando os professores cedem, perdem sua
autoridade e, principalmente, passam a ideia de falta de compromisso com a formação de seus alunos. Pressionar e exigir
são conceitos diferentes do conceito de cobrar. Os mais novos
precisam ser cobrados a crescer já que esse é o destino deles.
(Folha de S.Paulo, 29.11.2016. Adaptado)
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Lidando com o ’mimimi’
Quase todo mundo conhece a expressão “mimimi” da linguagem informal. Eu me espantei ao saber que ela surgiu
com o personagem Chaves, de um seriado cultuado até hoje.
Chaves, um moleque órfão, sempre que contrariado, emitia
esse som “mimimi” para indicar seu choro. Essa expressão
passou a ser usada, sempre de modo pejorativo, para indicar
reclamações sem justa causa, frescura, manha etc.
Agora, professores e pais têm usado a expressão com
bastante frequência para nomear diversos comportamentos
dos mais novos. Tudo agora virou mimimi.
Nós, educadores formais e informais, temos dado atenção a muitas reclamações de filhos e alunos, o que emperra
e/ou paralisa o processo de crescimento e de aprendizagem
deles, e não apenas no aspecto cognitivo.
Filhos reclamam das tarefas domésticas que devem realizar, do tamanho ou da dificuldade das lições que precisam
fazer ou estudar, dos colegas que se comportam desta ou
daquela maneira etc. E, quase sempre, os pais atendem, ou
seja, dão importância a tais reclamações, e interferem.
O problema é que dar conta sozinhas de suas obrigações
– todas possíveis – e enfrentar as adversidades da vida fortalece as crianças porque permite que elas criem mecanismos
pessoais de defesa e, principalmente, de resiliência. Em todas
essas situações a interferência dos pais prejudica o desenvolvimento dos filhos em vez de ajudar! O que eles podem fazer
de melhor nesses momentos é acolher as reclamações como
legítimas, mas incentivar e encorajar o filho a realizar o que
precisa, mesmo que isso exija muito esforço e dedicação.
A criança percebe, ao realizar sozinha suas responsabilidades, seu potencial sendo colocado em ação, o que lhe dá
mais confiança em si mesma.
Na escola, quando os professores cedem, perdem sua
autoridade e, principalmente, passam a ideia de falta de compromisso com a formação de seus alunos. Pressionar e exigir
são conceitos diferentes do conceito de cobrar. Os mais novos
precisam ser cobrados a crescer já que esse é o destino deles.
(Folha de S.Paulo, 29.11.2016. Adaptado)
Quando os professores cedem, podem passar a ideia de que se___________ compromisso com a formação dos alunos. Os mais novos precisam ser __________ crescer.
De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas dessas frases devem ser preenchidas respectivamente por:
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Considere a charge e responda a questão.

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Lidando com o ’mimimi’
Quase todo mundo conhece a expressão “mimimi” da linguagem informal. Eu me espantei ao saber que ela surgiu
com o personagem Chaves, de um seriado cultuado até hoje.
Chaves, um moleque órfão, sempre que contrariado, emitia
esse som “mimimi” para indicar seu choro. Essa expressão
passou a ser usada, sempre de modo pejorativo, para indicar
reclamações sem justa causa, frescura, manha etc.
Agora, professores e pais têm usado a expressão com
bastante frequência para nomear diversos comportamentos
dos mais novos. Tudo agora virou mimimi.
Nós, educadores formais e informais, temos dado atenção a muitas reclamações de filhos e alunos, o que emperra
e/ou paralisa o processo de crescimento e de aprendizagem
deles, e não apenas no aspecto cognitivo.
Filhos reclamam das tarefas domésticas que devem realizar, do tamanho ou da dificuldade das lições que precisam
fazer ou estudar, dos colegas que se comportam desta ou
daquela maneira etc. E, quase sempre, os pais atendem, ou
seja, dão importância a tais reclamações, e interferem.
O problema é que dar conta sozinhas de suas obrigações
– todas possíveis – e enfrentar as adversidades da vida fortalece as crianças porque permite que elas criem mecanismos
pessoais de defesa e, principalmente, de resiliência. Em todas
essas situações a interferência dos pais prejudica o desenvolvimento dos filhos em vez de ajudar! O que eles podem fazer
de melhor nesses momentos é acolher as reclamações como
legítimas, mas incentivar e encorajar o filho a realizar o que
precisa, mesmo que isso exija muito esforço e dedicação.
A criança percebe, ao realizar sozinha suas responsabilidades, seu potencial sendo colocado em ação, o que lhe dá
mais confiança em si mesma.
Na escola, quando os professores cedem, perdem sua
autoridade e, principalmente, passam a ideia de falta de compromisso com a formação de seus alunos. Pressionar e exigir
são conceitos diferentes do conceito de cobrar. Os mais novos
precisam ser cobrados a crescer já que esse é o destino deles.
(Folha de S.Paulo, 29.11.2016. Adaptado)
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