Foram encontradas 153 questões.
Hoje em dia, para navegar na internet é necessário o uso de um software especializado conhecido por browser, que possui entre suas funcionalidades a possibilidade de visualizar as páginas de sites na modalidade tela cheia por meio do acionamento da tecla de função F11, verificar o andamento de downloads via a execução do atalho de teclado Ctrl + J e imprimir a tela do site exibido na tela por meio da execução do atalho de teclado Ctrl +P. Três exemplos de browsers que possuem essas funcionalidades são:
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Atualmente, no Brasil tem sido observada a comercialização de notebooks com a configuração de um dispositivo de armazenamento, que apresenta as características listadas a seguir.
• Trata-se de um tipo de dispositivo para armazenamento de dados que não utiliza peças móveis na sua fabricação, substituindo os discos rígidos, que precisam de motores, discos e cabeçotes de leitura e gravação para funcionar.
• O armazenamento é feito em um ou mais chips de memória, conhecidos como "flash", dispensando totalmente o uso de sistemas mecânicos para o seu funcionamento. Como consequência, é um dispositivo mais econômico no consumo de energia. É um dispositivo não volátil, significando que não é necessário usar baterias ou deixar o dispositivo constantemente ligado na tomada para manter os dados gravados nele.
• Utiliza menos espaço físico, sendo empregado de forma ampla em dispositivos portáteis, como notebooks ultrafinos, ultrabooks e tablets.
• Entre suas vantagens, é silencioso e mais rápido. Esse dispositivo tem sido comercializado com capacidades de memória de 256, 480 e 512 GB, em geral.
Esse dispositivo de armazenamento é conhecido pela sigla:
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- EscritórioMicrosoft OfficeExcelVersões do ExcelExcel 2019
- EscritórioMicrosoft OfficeExcelFórmulas e Funções do Excel
A planilha abaixo foi criada no Excel 2019 BR.

• Em D15, foi inserida a expressão =SOMA(A15;A19).
• Em D17, foi inserida a expressão =MÉDIA(A15:A19).
• Em D19, foi inserida uma expressão usando a função MAIOR que determina o maior número entre todos, nas células A15, A16, A17, A18 e A19.
Nessas condições, os números mostrados em D15 e em D17 e a expressão inserida em D19 são, respectivamente:
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Durante a digitação de um texto no Word 2019 BR - 64 bits, um funcionário da Prefeitura de Saquarema executou dois procedimentos, listados a seguir.
I. A cionou um ícone com a finalidade de aumentar o recuo, ou seja, mover um parágrafo selecionado para mais longe da margem esquerda.
II. Posicionou o cursor do mouse no início do documento e pressionou uma tecla de função que tem por objetivo realizar a verificação ortográfica e que representa uma alternativa para o acionamento do ícone 
O ícone em I e a tecla de função em II são, respectivamente:
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Texto IV - NOTÍCIA DE JORNAL
Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante setenta e duas horas, para finalmente morrer de fome.
Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.
Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era alçada da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome.
O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Médico Legal sem ser identificado. Nada se sabe dele, senão que morreu de fome. Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa - não é homem. E os outros homens cumprem deu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre os homens, sem socorro e sem perdão.
Não é de alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome.
E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome, pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais puderam fazer senão remover o corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens. Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome.
E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio de Janeiro, um homem morreu de fome.
Morreu de fome.
(SABINO, Fernando. A mulher do vizinho. 17 ed. Rio de Janeiro: Record, 1997)
No texto IV, a ação das autoridades revela:
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Texto IV - NOTÍCIA DE JORNAL
Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante setenta e duas horas, para finalmente morrer de fome.
Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.
Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era alçada da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome.
O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Médico Legal sem ser identificado. Nada se sabe dele, senão que morreu de fome. Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa - não é homem. E os outros homens cumprem deu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre os homens, sem socorro e sem perdão.
Não é de alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome.
E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome, pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais puderam fazer senão remover o corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens. Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome.
E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio de Janeiro, um homem morreu de fome.
Morreu de fome.
(SABINO, Fernando. A mulher do vizinho. 17 ed. Rio de Janeiro: Record, 1997)
Aforismo é qualquer forma de expressão sucinta de um pensamento moral. Do grego aphorismus, que significa "definição breve", "sentença". Alguns sinônimos de aforismos são: ditado, máxima, adágio, axioma, provérbio e sentença.
Dentre os ditados abaixo, aquele mais pertinente ao tema do texto IV é:
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Texto IV - NOTÍCIA DE JORNAL
Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante setenta e duas horas, para finalmente morrer de fome.
Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.
Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era alçada da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome.
O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Médico Legal sem ser identificado. Nada se sabe dele, senão que morreu de fome. Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa - não é homem. E os outros homens cumprem deu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre os homens, sem socorro e sem perdão.
Não é de alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome.
E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome, pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais puderam fazer senão remover o corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens. Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome.
E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio de Janeiro, um homem morreu de fome.
Morreu de fome.
(SABINO, Fernando. A mulher do vizinho. 17 ed. Rio de Janeiro: Record, 1997)
O título demonstra como o texto se constrói: a partir de uma notícia de jornal. Um elemento que destoa da responsabilidade comum à objetividade da linguagem jornalística está apresentado na seguinte alternativa:
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Texto III - TRAGÉDIA BRASILEIRA
Misael, funcionário da Fazenda, com 63 anos de idade.
Conheceu Maria Elvira na Lapa - prostituída, com sífilis, dermite nos dedos, uma aliança empenhada e os dentes em petição de miséria.
Misael tirou Maria Elvira da vida, instalou-a num sobrado no Estácio, pagou médico, dentista, manicura... Dava tudo quanto ela queria.
Quando Maria Elvira se apanhou de boca bonita, arranjou logo um namorado.
Misael não queria escândalo. Podia dar uma surra, um tiro, uma facada. Não fez nada disso: mudou de casa.
Viveram três anos assim.
Toda vez que Maria Elvira arranjava namorado, Misael mudava de casa. Os amantes moraram no Estácio, Rocha, Catete, Rua General Pedra, Olaria, Ramos, Bonsucesso, Vila Isabel, Rua Marquês de Sapucaí, Niterói, Encantado, Rua Clapp, outra vez no Estácio, Todos os Santos, Catumbi, Lavradio, Boca do Mato, Inválidos...
Por fim na Rua da Constituição, onde Misael, privado de sentidos e de inteligência, matou-a com seis tiros, e a polícia foi encontrá-la caída em decúbito dorsal, vestida de organdi azul.
(BANDEIRA, Manuel. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Aguilar, 2009, pp. 135-136)
No terceiro parágrafo, as reticências marcam um recurso gráfico expressivo relevante no texto. Esse recurso, no texto, serve para:
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- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemAntítese
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemEufemismo
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemIronia
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemMetonímia
Texto III - TRAGÉDIA BRASILEIRA
Misael, funcionário da Fazenda, com 63 anos de idade.
Conheceu Maria Elvira na Lapa - prostituída, com sífilis, dermite nos dedos, uma aliança empenhada e os dentes em petição de miséria.
Misael tirou Maria Elvira da vida, instalou-a num sobrado no Estácio, pagou médico, dentista, manicura... Dava tudo quanto ela queria.
Quando Maria Elvira se apanhou de boca bonita, arranjou logo um namorado.
Misael não queria escândalo. Podia dar uma surra, um tiro, uma facada. Não fez nada disso: mudou de casa.
Viveram três anos assim.
Toda vez que Maria Elvira arranjava namorado, Misael mudava de casa. Os amantes moraram no Estácio, Rocha, Catete, Rua General Pedra, Olaria, Ramos, Bonsucesso, Vila Isabel, Rua Marquês de Sapucaí, Niterói, Encantado, Rua Clapp, outra vez no Estácio, Todos os Santos, Catumbi, Lavradio, Boca do Mato, Inválidos...
Por fim na Rua da Constituição, onde Misael, privado de sentidos e de inteligência, matou-a com seis tiros, e a polícia foi encontrá-la caída em decúbito dorsal, vestida de organdi azul.
(BANDEIRA, Manuel. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Aguilar, 2009, pp. 135-136)
No excerto Misael tirou Maria Elvira da vida, para evitar nomes ou expressões desagradáveis por ferirem princípios de moral, Manuel Bandeira se vale de um recurso da linguagem que suaviza a expressão. Esse recurso denomina-se:
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Texto III - TRAGÉDIA BRASILEIRA
Misael, funcionário da Fazenda, com 63 anos de idade.
Conheceu Maria Elvira na Lapa - prostituída, com sífilis, dermite nos dedos, uma aliança empenhada e os dentes em petição de miséria.
Misael tirou Maria Elvira da vida, instalou-a num sobrado no Estácio, pagou médico, dentista, manicura... Dava tudo quanto ela queria.
Quando Maria Elvira se apanhou de boca bonita, arranjou logo um namorado.
Misael não queria escândalo. Podia dar uma surra, um tiro, uma facada. Não fez nada disso: mudou de casa.
Viveram três anos assim.
Toda vez que Maria Elvira arranjava namorado, Misael mudava de casa. Os amantes moraram no Estácio, Rocha, Catete, Rua General Pedra, Olaria, Ramos, Bonsucesso, Vila Isabel, Rua Marquês de Sapucaí, Niterói, Encantado, Rua Clapp, outra vez no Estácio, Todos os Santos, Catumbi, Lavradio, Boca do Mato, Inválidos...
Por fim na Rua da Constituição, onde Misael, privado de sentidos e de inteligência, matou-a com seis tiros, e a polícia foi encontrá-la caída em decúbito dorsal, vestida de organdi azul.
(BANDEIRA, Manuel. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Aguilar, 2009, pp. 135-136)
O texto III narra a história de dois personagens: Misael e Maria Elvira. Apesar de ser um texto narrativo, há nele expressão jornalística comum a reportagens policiais. A alternativa que contempla essa expressão é:
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