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A vibração põe o ar em movimento em forma de ondas sonoras que se espalham em todas as direções e chega às membranas do tímpano: assim temos o fenômeno do som. As principais características do som são altura, duração, intensidade e timbre, e todos os sons possuem todas essas propriedades simultaneamente.
Leia atentamente as afirmações abaixo sobre as características do som:
I - Altura: se refere ao volume do som, quanto mais forte a intensidade do som, mais alto ele é.
II - Timbre: é a qualidade do som, está relacionado à forma das ondas sonoras e nos permite diferenciar as fontes de sons de mesma frequência.
III - Duração: se refere ao tempo de emissão das vibrações, podendo o som ser longo ou curto.
IV - Intensidade: diz respeito à frequência do som, caracterizando-os em agudos ou graves.
Assinale a alternativa que indica apenas as afirmativas corretas.
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Disciplina: Educação Artística
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. São Miguel Arcanjo-SP
Relacione as colunas abaixo indicando com o número correto o movimento ou corrente em que cada artista brasileiro está inserido.
1. Maria Martins
2. Lygia Pape
3. Tom Zé
4. Ariano Suassuna
5. Lasar Segall
( ) Neoconcretismo
( ) Movimento Armorial
( ) Tropicalismo
( ) Expressionismo
( ) Surrealismo
Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA de preenchimento da relação proposta.
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Disciplina: Educação Artística
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. São Miguel Arcanjo-SP
“Há mais de 50 anos mestre Amaral ouve o bater do tambor e se sente parte dele, afinal, desde que nasceu tem sua vida entrelaçada com essa tradição que herdou do pai, Miguel de Brás Arcângelo. (...) E em mais de meio século, ele viu a tradição se transformar.
“Eu já estou no tambor desde quando eu nasci, tem uns 50 e poucos anos, e tem muita diferença da tradição do interior, em regime de tambor. Na época era mais tambor de promessa, quando se fazia a homenagem aos santos da brincadeira. Além disso, as mulheres dançavam de vestido, não precisava de saia. Mudou muita coisa, mudou muito o ritmo, os nomes dos tambores. Mas, a mudança é natural e temos que continuar pegando o que está vindo, mas nunca se pode esquecer o que está lá atrás. E não se pode ter vergonha de trazer a criançada para ver o tambor, porque quando gente for embora, alguém tem que ficar, é assim que se mantém a tradição”, ressalta o cantador.”
O Tambor de Crioula, que também recebe o nome de , é uma de origem feita por . É praticada principalmente , em louvor a .
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.
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Surgido durante o período renascentista, a chamada Commedia dell’Arte surgiu na Itália e logo em seguida chegaria à França. Realizada em locais públicos, como feiras e praças, era baseada no improviso e possuía personagens caricaturais e estereotipados que eram divididos em três grupos: os Enamorados, os Criados e os Patrões.
Essa vertente teatral influenciou o gênero da comédia até os dias de hoje.
As alternativas abaixo apresentam nomes de personagens desse tipo de obra teatral. Assinale a alternativa cuja descrição da personagem está correta.
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Em 1958, um grupo de estudantes da Faculdade de Direito do Largo São Francisco começava a se projetar conquistando a crítica teatral e prêmios do teatro amador. Em pouco tempo, este grupo, denominado Oficina, conseguiu levantar fundos e se instalar na Rua Jaceguai, onde funcionava o Teatro Novos Comediantes. O arquiteto Joaquim Guedes foi o responsável pela adaptação do primeiro Teatro Oficina que abrigou, na década de 1960, grupos teatrais experimentais, inovadores, da linguagem cênica e da relação entre palco e platéia. Em 1966, após um incêndio, um novo e moderno projeto foi elaborado pelos arquitetos Flávio Império e Rodrigo Lefévre, que introduziram paredes de tijolos e concreto sem revestimento e urdimento à mostra. Continuando sua trajetória, em 1986, a arquiteta Lina Bo Bardi projetou a renovação do espaço do teatro.
Fonte: https://www.ipatrimonio.org/teatro-oficina/
O Teatro Oficina é considerado, não apenas pela classe artística e pelo público, mas também pelo Estado, como um patrimônio cultural brasileiro, pela qualidade e inventividade de seu trabalho e por sua atuação ativa e transformadora na vida cultural e social do país.
O grupo Teatro Oficina tem como esteio, desde sua fundação em 1958 até a atualidade, o encenador . Perseguido fortemente pela censura, chegou a ter sua sede incendiada por grupos paramilitares em 1966. Em 1967, com a peça , o grupo alcança notoriedade como um dos pioneiros . Em 1984, após um novo estatuto, o grupo passa a ser batizado com o nome que carrega até hoje: .
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto acima.
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Disciplina: Educação Artística
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. São Miguel Arcanjo-SP
Lygia Clark (1920-1988) foi uma importante pintora e escultora brasileira, além de professora e terapeuta, considerada uma das artistas brasileiras contemporâneas de maior destaque. Sua série mais famosa foi intitulada Bichos, de 1960, que consistem em esculturas feitas de placas de metal unidas por dobradiças.

Sobre Lygia Clark e sua obra podemos afirmar que:
I - seu nome está associado ao neoconcretismo, movimento que propõe maior experimentação e inclusão do público no universo artístico.
II - foi responsável por uma produção na qual convida o espectador a participar ativamente das obras, seguindo uma carreira que culminou na união entre a arte e processos terapêuticos. Um exemplo disso é a série Objetos Relacionais, que utilizou com pessoas em processos terapêuticos.
III - muitas de suas obras contém mensagens políticas subversivas, dado o contexto político de repressão da década de 60 no Brasil. Como exemplo disso temos uma de suas obras emblemáticas, Inserções em Circuitos Ideológicos, em que transpôs para cédulas de dinheiro e garrafas retornáveis de Coca-Cola frases censuradas pelo governo.
IV - O trabalho de Lygia foi bastante solitário e não encontrou similaridade com outros artistas ou movimentos de sua época, o que, de algum modo, fez com que o reconhecimento de sua obra viesse apenas posteriormente à sua morte, em 1988.
Estão corretas as afirmações
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Disciplina: Educação Artística
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. São Miguel Arcanjo-SP

Objeto Cinético, 1974
Abraham Palatnik
Tinta industrial, madeira, fórmica, imãs, metal e motor
Coleção Fabio Saboya
A obra acima, do artista potiguar Abraham Palatnik (1928 - 2020), faz parte de uma série de 1964 batizada por ele como Objetos Cinéticos, que consiste principalmente por esculturas de arame, formas coloridas e fios que se movem acionados por motores e eletroímas. Essa obra de Palatnik é um bom exemplo de
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Disciplina: Educação Artística
Banca: Avança SP
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“O compromisso com a construção da cidadania pede necessariamente uma prática educacional voltada para a compreensão da realidade social e dos direitos e responsabilidades em relação à vida pessoal e coletiva e a afirmação do princípio da participação política. (...) Amplos o bastante para traduzir as preocupações da sociedade brasileira de hoje, os Temas Transversais correspondem a questões importantes, urgentes e presentes sob várias formas na vida cotidiana. O desafio que se apresenta para as escolas é o de abrirem-se para o seu debate. Isso não significa que tenham sido criadas novas áreas ou disciplinas. (...) os objetivos e conteúdo dos Temas Transversais devem ser incorporados nas áreas já existentes e no trabalho educativo da escola. É essa forma de organizar o trabalho didático que recebeu o nome de transversalidade.”
A disciplina de Artes possui um grande potencial para o trabalho com temas transversais, visto que dialoga de modo privilegiado com vários campos da cultura e do conhecimento. Nos Parâmetros Curriculares Nacionais, as questões incorporadas pelos temas transversais foram
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Disciplina: Educação Artística
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. São Miguel Arcanjo-SP
A arte pop e a arte conceitual, nas décadas de 60 e 70, abriram caminho para o surgimento de uma nova Os Parâmetros Curriculares Nacionais elegeram como norteadores certos princípios constitucionais com a finalidade de orientar a educação escolar no país. No caso específico do ensino de Artes, os educadores devem buscar afinar suas práticas a esses princípios, que podem se desdobrar em múltiplos objetivos a partir das necessidades históricas, sociais e culturais de cada ambiente escolar.
I - Dignidade da pessoa humana: Implica em respeito aos direitos humanos, repúdio à discriminação de qualquer tipo, acesso a condições de vida digna, respeito mútuo nas relações interpessoais, públicas e privadas;
II - Igualdade de direitos: refere-se à necessidade de garantir a todos a mesma dignidade e possibilidade de exercício de cidadania. Para tanto há que se considerar o princípio da eqüidade, isto é, que existem diferenças (étnicas, culturais, regionais, de gênero, etárias, religiosas etc.) e desigualdades (socioeconômicas) que necessitam ser levadas em conta para que a igualdade seja efetivamente alcançada
III - Responsabilidade Ecológica: se refere ao campo do pensamento cidadão voltado a práticas sustentáveis, no âmbito individual e coletivo, que visam desacelerar, evitar ou impedir a degradação do Meio Ambiente, bem como a conscientização sobre sua situação na atualidade.
IV - Participação: Como princípio democrático, traz a noção de cidadania ativa, isto é, da complementaridade entre a representação política tradicional e a participação popular no espaço público, compreendendo que não se trata de uma sociedade homogênea e sim marcada por diferenças de classe, étnicas, religiosas etc. É, nesse sentido, responsabilidade de todos a construção e a ampliação da democracia no Brasil.
V - Co-responsabilidade pela vida social implica em partilhar com os poderes públicos e diferentes grupos sociais, organizados ou não, a responsabilidade pelos destinos da vida coletiva.
Fazem parte dos princípios constitucionais norteadores dos PCN’s as afirmativas:
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“As primeiras manifestações cênicas no Brasil cujos textos se preservaram são obra dos jesuítas, que fizeram teatro como instrumento de catequese. Os colonizadores portugueses haviam trazido da metrópole o hábito das representações, mas, não se ajustando elas aos preceitos religiosos, Nóbrega incumbiu Anchieta (1534-1597) de encenar um auto. O jovem evangelizador, cognominado, pela tarefa admirável de cristianização dos silvícolas, o "Apóstolo do Brasil", tinha pendores literários diversos, e se distinguiu no gênero epistolar, na gramática e na poesia, de lirismo devoto e inspirada fatura. (...) Não será o caso de acreditar, a propósito do jesuíta, que tenha sentido a vocação irresistível do palco. Os vários autos, desiguais na forma e no resultado cênico, parecem uma aplicada composição didática de quem tinha um dever superior a cumprir: levar a fé e os mandamentos religiosos à audiência, num veículo ameno e agradável, diferente da prédica sêca dos sermões. Acresce que os índios eram sensíveis à música e à dança, e a mistura das várias artes atuava sobre o espectador com vigoroso impacto. A missão catequética dos autos se cumpria assim facilmente.”
A propósito das primeiras manifestações teatrais no Brasil é correto afirmar que
I - A dicotomia fundamental da Idade Média persiste nos autos jesuíticos: defrontam-se, por fim, o bem e o mal, os santos, anjos e outros numes protetores da Igreja com as forças demoníacas, côrte variada de diabos ostentando nomes de índios inimigos.
II - Além dos temas religiosos, havia autos criados por Anchieta exclusivamente para entretenimento, em que personagens indígenas e europeus confraternizaram ao final do conflito principal, familiarizando os moradores das aldeias com a ideia de aceitar pacificamente a cultura europeia e suas exigências.
III - Vários textos eram encenados em múltiplas línguas, com cenas representadas em português, outras em castelhano e ainda muitos diálogos travados em tupi. Os espetáculos que se destinavam apenas aos indígenas utilizavam a sua língua, como veículo mais direto de comunicação.
IV - Elementos da mitologia indígena como os “anhangás” ou os diabos, eram também aproveitados na elaboração dos textos dramáticos. No Auto de São Lourenço, os diabos índios são habilmente explorados, conseguindo o autor obter deles um grande efeito cênico.
V- O auge do teatro jesuítico ocorreu nos séculos XVII e XVIII, com religiosos que aprenderam com o estilo tradicional de José de Anchieta e ampliaram não apenas o alcance dessas manifestações, mas também a complexidade e qualidade das encenações.
Assinale a alternativa que indica quais das afirmativas acima estão corretas.
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