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Foram encontradas 1.736 questões.

1672349 Ano: 2008
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. São Luís-MA
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Um homem com 43 anos de idade encontra-se em programa de hemodiálise de manutenção três vezes por semana, com sessões de 4 horas, dialisador de polissulfona, acesso vascular por fístula arteriovenosa, ultrafiltração controlada e banhos de bicarbonato. Tem ganho de peso interdialítico de 3 kg e peso seco de 72 kg. É hipertenso crônico e faz uso de bloqueador de canal de cálcio amlodipina 10 mg ao dia. No último mês, vem apresentando hipotensão arterial após a terceira hora de diálise. Sua hemoglobina é de 12 g/dL.

Considerando esse quadro clínico, julgue os itens que se seguem.

Uma das causas de hipotensão na diálise é a rápida remoção de volume por uma taxa elevada de ultrafiltração, prescrita para tratar um ganho de peso interdialítico elevado.

 

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1672348 Ano: 2008
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. São Luís-MA
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Uma jovem de 23 anos de idade desenvolveu insuficiência renal terminal por nefropatia diabética e encontra-se, há um ano, em tratamento em programa de diálise peritoneal. Ela tem diabetes melito diagnosticada aos 7 anos de idade e faz uso, desde essa época, de esquemas de insulina. Há um ano, teve um implante de cateter de Tenkhoff e faz diálise noturna com cicladora, 7 trocas noturnas e cavidade seca durante o dia. Há 3 dias, ao efetuar a primeira troca, notou que o líquido de drenagem estava turvo e passou a sentir dor abdominal e elevação da temperatura corporal. Imediatamente, procurou a equipe de saúde responsável pelo programa dialítico, sendo, então, colhido sangue para hemograma e líquido de drenagem peritoneal para citologia, citometria e cultura, e iniciado esquema antibiótico.

A respeito do quadro clínico acima descrito, julgue os itens seguintes.

Nos diabéticos em diálise peritoneal, são mais freqüentes as peritonites por germes gram-positivos, ao contrário do que acontece com os não-diabéticos, que têm mais peritonites por gram-negativos e por fungos, como, por exemplo, Candida sp.

 

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1672347 Ano: 2008
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. São Luís-MA
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Uma jovem de 23 anos de idade desenvolveu insuficiência renal terminal por nefropatia diabética e encontra-se, há um ano, em tratamento em programa de diálise peritoneal. Ela tem diabetes melito diagnosticada aos 7 anos de idade e faz uso, desde essa época, de esquemas de insulina. Há um ano, teve um implante de cateter de Tenkhoff e faz diálise noturna com cicladora, 7 trocas noturnas e cavidade seca durante o dia. Há 3 dias, ao efetuar a primeira troca, notou que o líquido de drenagem estava turvo e passou a sentir dor abdominal e elevação da temperatura corporal. Imediatamente, procurou a equipe de saúde responsável pelo programa dialítico, sendo, então, colhido sangue para hemograma e líquido de drenagem peritoneal para citologia, citometria e cultura, e iniciado esquema antibiótico.

A respeito do quadro clínico acima descrito, julgue os itens seguintes.

A incidência de peritonites e a sua gravidade costumam ser maiores em pacientes femininas em diálise peritoneal automatizada, do que nas que fazem as trocas manualmente, em DPAC.

 

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1672346 Ano: 2008
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. São Luís-MA
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Uma jovem de 23 anos de idade desenvolveu insuficiência renal terminal por nefropatia diabética e encontra-se, há um ano, em tratamento em programa de diálise peritoneal. Ela tem diabetes melito diagnosticada aos 7 anos de idade e faz uso, desde essa época, de esquemas de insulina. Há um ano, teve um implante de cateter de Tenkhoff e faz diálise noturna com cicladora, 7 trocas noturnas e cavidade seca durante o dia. Há 3 dias, ao efetuar a primeira troca, notou que o líquido de drenagem estava turvo e passou a sentir dor abdominal e elevação da temperatura corporal. Imediatamente, procurou a equipe de saúde responsável pelo programa dialítico, sendo, então, colhido sangue para hemograma e líquido de drenagem peritoneal para citologia, citometria e cultura, e iniciado esquema antibiótico.

A respeito do quadro clínico acima descrito, julgue os itens seguintes.

A presença de concentração elevada de eosinófilos no fluido peritoneal pode turvar o líquido, o que é comum logo após a inserção do cateter em conseqüência da existência de ar, ou de outras substâncias irritantes, na cavidade peritoneal, que se resolve espontaneamente entre 2 e 6 semanas.

 

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1672345 Ano: 2008
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. São Luís-MA
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Uma jovem de 23 anos de idade desenvolveu insuficiência renal terminal por nefropatia diabética e encontra-se, há um ano, em tratamento em programa de diálise peritoneal. Ela tem diabetes melito diagnosticada aos 7 anos de idade e faz uso, desde essa época, de esquemas de insulina. Há um ano, teve um implante de cateter de Tenkhoff e faz diálise noturna com cicladora, 7 trocas noturnas e cavidade seca durante o dia. Há 3 dias, ao efetuar a primeira troca, notou que o líquido de drenagem estava turvo e passou a sentir dor abdominal e elevação da temperatura corporal. Imediatamente, procurou a equipe de saúde responsável pelo programa dialítico, sendo, então, colhido sangue para hemograma e líquido de drenagem peritoneal para citologia, citometria e cultura, e iniciado esquema antibiótico.

A respeito do quadro clínico acima descrito, julgue os itens seguintes.

A citologia quantitativa do efluente peritoneal, nos casos de peritonite, caracteriza-se por uma contagem de leucócitos superior a 30 células por mm 3 , com predomínio de neutrófilos polimorfonucleares, superior a 50%.

 

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1672344 Ano: 2008
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. São Luís-MA
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Certas glomerulonefrites, em sua evolução, costumam cursar com consumo de complemento, sendo este dado útil no diagnóstico diferencial e prognóstico da doença. Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir.

Na glomerulonefrite difusa aguda pós-infecciosa, é comum observar consumo preferencial da fração C4 do complemento sérico nas primeiras 6 a 8 semanas da doença.

 

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1672343 Ano: 2008
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. São Luís-MA
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Certas glomerulonefrites, em sua evolução, costumam cursar com consumo de complemento, sendo este dado útil no diagnóstico diferencial e prognóstico da doença. Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir.

Na glomerulonefrite membranoproliferativa (mesangiocapilar) do tipo II, a presença de um anticorpo (IgG), denominado fator nefritogênico que estabiliza a convertase do C3 (C3bBb), ativa o complemento por via alternada e reduz intensamente a fração C3 do complemento sérico.

 

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1672342 Ano: 2008
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. São Luís-MA
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Certas glomerulonefrites, em sua evolução, costumam cursar com consumo de complemento, sendo este dado útil no diagnóstico diferencial e prognóstico da doença. Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir.

Na glomerulonefrite do lúpus eritematoso sistêmico em atividade, comumente se observa redução dos níveis séricos do complemento total (CH50) e da fração C3 do complemento.

 

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1672341 Ano: 2008
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. São Luís-MA
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Certas glomerulonefrites, em sua evolução, costumam cursar com consumo de complemento, sendo este dado útil no diagnóstico diferencial e prognóstico da doença. Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir.

Na nefropatia por IgA, quando a doença torna-se aguda, é comum, além da hematúria e da proteinúria, a redução dos níveis séricos da fração C3 do complemento.

 

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1672340 Ano: 2008
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. São Luís-MA
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Um rapaz com 17 anos de idade foi encaminhado para consulta com nefrologista por apresentar pressão arterial (PA) durante uma campanha de prevenção de doença renal de 170 mmHg (sistólica) e de 110 mmHg (diastólica), sendo totalmente assintomático. Ele é um jovem sedentário, afro-descendente, estudante do segundo grau e apresenta antecedentes familiares de hipertensão arterial importantes, sendo a mãe hipertensa crônica, medicada, e uma irmã mais velha também hipertensa. No dia da consulta, sua PA foi de 160 mmHg × 100 mmHg e em seu exame físico não foi constatado sopro abdominal, não existindo outras alterações dignas de nota. Os exames laboratoriais solicitados mostraram concentração de uréia = 40 mg/100 mL, de creatinina = 1,3 mg/dL, depuração de creatinina = 86 mL/min/1,73 m 2 e microalbuminúria = 99 mg/24 h (VN: < 30 mg em 24 h). O ECG mostrou leve hipertrofia de VE e o FO foi compatível com retinopatia hipertensiva leve. O paciente foi medicado com a associação de um diurético tiazídico e um bloqueador de enzima de conversão. O nefrologista solicitou uma ultra-sonografia renal com doppler de artérias renais e solicitou retorno com o resultado do exame. Com base nesse quadro clínico, julgue os próximos itens.

Na hipertensão arterial, a presença de microalbuminúria tem correlação com os níveis de pressão arterial e com a massa ventricular esquerda e é considerada um marcador de risco cardiovascular.

 

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