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Para estimular suas crianças de 3º ano a produzirem um pequeno texto, a professora leu um conto para seus estudantes, parando em um trecho antes do desfecho, e solicitou que eles terminassem a história de acordo com o que tinham escutado. Esse tipo de atividade em sala de aula trabalha com uma modalidade didática para o ensino de produções textuais conhecida como
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Leia o texto a seguir.
O RIO CAPIBARIBE
FOI DESCAPIBARIZADO
QUEM DESCAPIBARIZOU
FOI O DESCAPIBARIZADOR.
(Domínio Público)
Para desenvolver as habilidades pertencentes ao eixo da oralidade no 1º ano dos anos iniciais, o professor deve trabalhar com a leitura e a escrita de textos como o trava-línguas “O rio Capibaribe”. Dessa forma, a realização do trabalho pedagógico com a oralidade na escola permite o desenvolvimento de algumas habilidades importantes, como:
I. identificar e (re)produzir, rimas, aliterações, assonâncias, o ritmo de fala relacionado ao ritmo e à melodia das músicas e seus efeitos de sentido.
II. ler palavras novas em pequenos textos, com precisão na decodificação e compreensão, no caso de palavras de uso frequente, ler globalmente, por memorização em práticas de linguagem que proporcionem a reflexão sobre o sistema de escrita.
III. Identificar o efeito de sentido produzido pelo uso de recursos expressivos e gráficos visuais, em textos multissemióticos e multimodais.
Dessas habilidades, a(s) que pode(m) ser utilizada(s) com o trabalho de trava-línguas no 1º ano do ensino fundamental, é (são):
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O pensar geográfico contribuiu para a contextualização dos próprios estudantes como cidadãos do mundo, ao contextualizar espacialmente os fenômenos, ao conhecer o mundo em que vivem, desde a escala local à regional, nacional e mundial. Para pensar sobre aspectos metodológicos do ensino de Geografia, tendo em vista o que já foi exposto, o primeiro passo é colocar o aluno como centro e sujeito do processo de ensino para, a partir daí, refletir sobre o papel do professor e da Geografia, que são elementos igualmente fundamentais no contexto didático (CAVALCANTI, 2003).
RÊGO, Nicéia de Jesus Ferreira; LOPES, Claudivan Sanches; SANTIL, Fernando Luiz de Paula. Revista GEOMAE, Campo Mourão, PR, v.7n.1, p.64 – 84, 2016. Adaptado.
A partir da leitura do texto, analise as estratégias pedagógicas a seguir e avalie quais delas podem ser utilizadas para a evolução do pensar geográfico considerando o estudante como sujeito do processo de ensino.
I. Aulas dialogadas e aplicação de lista de atividades para serem resolvidas logo após as aulas.
II. Desenvolvimento de atividades cartográficas e elaboração de maquetes.
III. Solicitação de pesquisas bibliográficas e apresentação em forma de seminários.
IV. Apresentação de vídeos e apresentação de relatório sobre o conteúdo assistido.
V. Aplicação do sistema de sala de aula invertida e aprendizado por projetos.
Assinale a alternativa que apresenta apenas as estratégias adequadas ao contexto.
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Atenção! Leia a crônica para responder às próximas três questões.
Outra coisa que não parece ser entendida pelos outros é quando me chamam de intelectual e eu digo que não sou. De novo, não se trata de modéstia e sim de uma realidade que nem de longe me fere. Ser intelectual é usar sobretudo a inteligência, o que eu não faço: uso é a intuição, o instinto. Ser intelectual é também ter cultura, e eu sou tão má leitora que, agora já sem pudor, digo que não tenho mesmo cultura. Nem sequer li as obras importantes da humanidade. Além do que leio pouco: só li muito, e li avidamente o que me caísse nas mãos, entre os treze e os quinze anos de idade. Depois passei a ler esporadicamente, sem ter a orientação de ninguém. Isto sem confessar que – dessa vez digo-o com alguma vergonha – durante anos eu só lia romance policial. Hoje em dia, apesar de ter muitas vezes preguiça de escrever, chego de vez em quando a ter mais preguiça de ler do que de escrever.
Literata também não sou porque não tornei o fato de escrever livros “uma profissão”, nem uma “carreira”. Escrevi-os só quando espontaneamente me vieram, e só quando eu realmente quis.
O que sou então? Sou uma pessoa que tem um coração que por vezes percebe, sou uma pessoa que pretendeu pôr em palavras um mundo ininteligível e um mundo impalpável. Sobretudo uma pessoa cujo coração bate de alegria levíssima quando consegue em uma frase dizer alguma coisa sobre a vida humana ou animal.
LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. Adaptado.
A respeito do emprego dos sinais de pontuação no trecho, é correto afirmar que, em
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Para consolidar o processo de alfabetização e letramento em todas as práticas de linguagem, um grupo de professoras dos anos iniciais destacou como potencializariam a progressão dos seus estudantes na abordagem de cada habilidade, em Língua Portuguesa, do 1º ao 5 ano, na escola em que atuavam. Avalie como (C) certo ou (E) errado as seguintes ações desse grupo de professoras.
( ) Estimar a complexidade do texto e do gênero.
( ) Dar foco ao letramento da letra e ao letramento digital.
( ) Promover abordagem das regularidades da língua para as irregularidades.
( ) Observar o grau de autonomia do estudante.
( ) Verificar o tratamento dado ao conteúdo – mais ou menos complexo.
As afirmativas são, respectivamente
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Segundo relatório apresentado pelo Serviço Geológico do Brasil, em 2015, o município de São Lourenço da Mata já possuía quinze áreas consideradas de alto e muito alto risco para deslizamentos ou enchentes, tendo em vista a implantação de residências em áreas urbanas não edificante. A evolução dos riscos é natural. É necessário monitorar e manter um trabalho constante para a minimização dos efeitos, na ocorrência de Desastres Naturais.
Ação Emergencial para Delimitação de Áreas em Alto e Muito Alto Risco a Inundações e Movimentos de Massa - São Lourenço da Mata – PE, 2015. Disponível em: https://rigeo.sgb.gov.br/handle/doc/20040.2. Acesso em: 17 jul.2024.
Quais as causas da implantação de residências em áreas urbanas não edificantes?
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Ao trabalhar uma notícia com as crianças dos anos iniciais, além das características relativas ao próprio gênero que devem ser destacadas, também é de extrema importância explorar os conhecimentos notacionais presentes em textos jornalísticos, o que se resume em analisar a
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Atenção! Leia a crônica para responder às próximas três questões.
Outra coisa que não parece ser entendida pelos outros é quando me chamam de intelectual e eu digo que não sou. De novo, não se trata de modéstia e sim de uma realidade que nem de longe me fere. Ser intelectual é usar sobretudo a inteligência, o que eu não faço: uso é a intuição, o instinto. Ser intelectual é também ter cultura, e eu sou tão má leitora que, agora já sem pudor, digo que não tenho mesmo cultura. Nem sequer li as obras importantes da humanidade. Além do que leio pouco: só li muito, e li avidamente o que me caísse nas mãos, entre os treze e os quinze anos de idade. Depois passei a ler esporadicamente, sem ter a orientação de ninguém. Isto sem confessar que – dessa vez digo-o com alguma vergonha – durante anos eu só lia romance policial. Hoje em dia, apesar de ter muitas vezes preguiça de escrever, chego de vez em quando a ter mais preguiça de ler do que de escrever.
Literata também não sou porque não tornei o fato de escrever livros “uma profissão”, nem uma “carreira”. Escrevi-os só quando espontaneamente me vieram, e só quando eu realmente quis.
O que sou então? Sou uma pessoa que tem um coração que por vezes percebe, sou uma pessoa que pretendeu pôr em palavras um mundo ininteligível e um mundo impalpável. Sobretudo uma pessoa cujo coração bate de alegria levíssima quando consegue em uma frase dizer alguma coisa sobre a vida humana ou animal.
LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. Adaptado.
Assinale a alternativa cujo trecho está redigido na voz passiva.
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O Índice de Gini, criado pelo matemático italiano Conrado Gini, é um instrumento para medir o grau de concentração de renda em determinado grupo. Ele aponta a diferença entre os rendimentos dos mais pobres e dos mais ricos.
Sabendo que o índice de Gini de São Lourenço da Mata é de 0,50, avalie as alternativas a seguir e assinale aquela que apresenta a característica socioeconômica, de acordo com o IBGE (dados de 2021/2022), que justifica essa medição.
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Atenção! Leia a notícia a seguir para responder às próximas quatro questões.
Nicolelis: 'O cérebro é um criador ativo do que existe aqui fora, o cérebro planeja o futuro'
O médico e neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis é pioneiro no estudo sobre a interação cérebro-máquina
Para o médico e neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, o cérebro é um criador ativo do que existe aqui fora, e que também planeja o futuro, seja ele o futuro mais abstrato possível. A afirmação foi feita durante a palestra sobre a interface cérebro-máquina no Congresso do Bicentenário de São Leopoldo, cidade da Região Metropolitana de Porto Alegre, na última terça-feira (26).
Pioneiro no estudo sobre a interação cérebro-máquina e em pesquisas que desenvolvem esta tecnologia, além de sua aplicação no restabelecimento de movimentos em pessoas acometidas por paralisias e doença de Parkinson, ele falou desta experiência e também do Campus do Cérebro, em Macaíba, Rio Grande do Norte, criado por ele no final dos anos 1990. Ele também fundou e dirige o Projeto Andar de Novo (Walk Again Project).
Em sua exposição, o médico resgatou uma breve história das interfaces de cérebro humano. Segundo a descrição que ele tem de como o cérebro cria a impressão de realidade, Nicolelis explica que tudo começa com o que nos cerca, o universo que nos cerca. “O que o universo oferece para a mente humana é informação e potencial. Não existe nenhuma descrição de significado, nenhuma definição categórica, nenhum dogma que o universo oferece à mente humana.”
Então, continua, "o cérebro humano, desde a nossa vida intrauterina, começa a criar um modelo interno de identidade. E ele vai continuamente adaptando esse modelo com as estatísticas do mundo, com as circunstâncias das nossas experiências diárias. E como, à medida que ele faz isso, ao longo da nossa história enquanto espécie, o cérebro humano criou abstrações mentais que se transformaram literalmente na infraestrutura, na base mental da civilização humana”.
Ao abordar a inteligência natural (orgânica) e a artificial, Nicolelis afirmou que a inteligência dita artificial não é nem inteligente e nem artificial. “Ela não é inteligente porque a inteligência é uma propriedade que emerge da matéria orgânica, basicamente dos organismos, quando eles interagem com o ambiente, com outros organismos, na tentativa de maximizar a sua sobrevivência. Isso é inteligência. Nenhuma máquina faz isso. E jamais fará. Pelo menos as máquinas digitais que nós conhecemos. E ela não é artificial, porque ela é feita por seres humanos. Na realidade, a inteligência artificial é uma coleção de métodos estatísticos muito poderosos, muito interessantes, que eu uso há 30 anos, a maioria deles, ou alguns deles. Mas isso está muito longe, mas muito, muito longe de se equiparar.”
O segundo ponto, complementou o médico, é que não se consegue extrair inteligência. De acordo com ele não é possível sugar de um cérebro as suas memórias, as suas emoções e não se consegue por dentro do cérebro, como se faz com o computador, tirar o conhecimento. "Você consegue oferecer oportunidade para o cérebro. Gera informação e gera conhecimento. Nenhuma máquina gera conhecimento. Essa é uma propriedade nossa. Isso é muito importante para a gente lembrar.”
Ainda durante o encontro, o médico fez um relato da criação do primeiro Campus do Cérebro no mundo, desenvolvido e criado por ele, na cidade de Macaíba, na periferia de Natal (RN), com 60 mil habitantes. “Esse é o primeiro campus do planeta onde todas as atividades foram planejadas, centradas na mente humana, há uma escola de educação científica, clínica.”
REINHOLZ, Fabiana. Nicolelis: 'O cérebro é um criador ativo do que existe aqui fora, o cérebro planeja o futuro'. Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2024/03/31/nicolelis-o-cerebro-e-um-criador-ativo-do-que-existe-aqui-fora-o-cerebro-planeja-o-futuro. Acesso em: 29 jun. 2024. Adaptado. Fragmento
Por fim, nesta aula com a notícia Nicolelis: 'O cérebro é um criador ativo do que existe aqui fora, o cérebro planeja o futuro', a professora entregou fichas para as crianças com palavras retiradas da notícia e fichas com algumas classes gramaticais, para que elas fizessem associações morfológicas, consultando o dicionário.
INTRAUTERINA - ARTIFICIAL - DESDE - VOCÊ - LEMBRAR
Morfologicamente, as palavras das fichas apresentadas aos estudantes são, respectivamente:
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