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Foram encontradas 420 questões.

3583684 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Leia o texto para responder às questões de número 04 a 08.

Quando o assunto é morte, muita gente segue a tradição de velar e enterrar seus entes queridos, mas há quem pense em alternativas para o próprio enterro. As formas ecologicamente corretas de se despedir dos mortos estão cada vez mais populares, à medida que as pessoas buscam maneiras mais conscientes e humanizadas de lidar com a situação. Os enterros sustentáveis, alternativos e inovadores têm ganhado destaque nos últimos anos, trazendo à tona novas práticas como a compostagem humana, a liquefação do corpo e a utilização de roupas de cogumelos, as quais limpam as toxinas humanas reduzindo a poluição dos solos.

Nos últimos anos, a preocupação com o meio ambiente tem se intensificado. “Hoje, a preocupação em colaborar com as gerações futuras e com a preservação da natureza e das espécies tem se tornado cada vez mais importante. É nesse contexto que se destaca a discussão sobre as formas de sepultamento e enterro”, afirma o professor Rubens Beçak da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP.

O professor afirma que existem dois tipos de sepultamento no Brasil: o tradicional e a incineração. O sepultamento tradicional é o enterro dos corpos em caixões de madeira. Ele conta com uma série de regras para a preservação da saúde pública e do meio ambiente, como a proteção dos lençóis freáticos contra a contaminação. “Mas essas legislações nem sempre são seguidas e a poluição do solo, os desmatamentos das áreas para a construção de cemitérios e a liberação do CO2 são inevitáveis. A incineração, embora menos prejudicial, ainda é extremamente poluente”, relata Beçak.

Assim, embora ainda não haja legislação específica sobre o assunto no Brasil, é evidente que há uma demanda crescente por outras formas de enterro. “É possível que, em breve, as normas dos municípios brasileiros sejam atualizadas para atender a essa demanda, uma vez que a questão tem se mostrado relevante”, afirma Beçak.

(Júlia Valeri. Enterros ecológicos e inovadores ajudam na aceitação do luto e da morte. Jornal da USP, 23 de maio de 2023. Adaptado)

No trecho – É possível que, em breve, as normas dos municípios brasileiros sejam atualizadas... (4o parágrafo) – a expressão em destaque expressa circunstância de

 

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3583683 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Leia o texto para responder às questões de número 04 a 08.

Quando o assunto é morte, muita gente segue a tradição de velar e enterrar seus entes queridos, mas há quem pense em alternativas para o próprio enterro. As formas ecologicamente corretas de se despedir dos mortos estão cada vez mais populares, à medida que as pessoas buscam maneiras mais conscientes e humanizadas de lidar com a situação. Os enterros sustentáveis, alternativos e inovadores têm ganhado destaque nos últimos anos, trazendo à tona novas práticas como a compostagem humana, a liquefação do corpo e a utilização de roupas de cogumelos, as quais limpam as toxinas humanas reduzindo a poluição dos solos.

Nos últimos anos, a preocupação com o meio ambiente tem se intensificado. “Hoje, a preocupação em colaborar com as gerações futuras e com a preservação da natureza e das espécies tem se tornado cada vez mais importante. É nesse contexto que se destaca a discussão sobre as formas de sepultamento e enterro”, afirma o professor Rubens Beçak da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP.

O professor afirma que existem dois tipos de sepultamento no Brasil: o tradicional e a incineração. O sepultamento tradicional é o enterro dos corpos em caixões de madeira. Ele conta com uma série de regras para a preservação da saúde pública e do meio ambiente, como a proteção dos lençóis freáticos contra a contaminação. “Mas essas legislações nem sempre são seguidas e a poluição do solo, os desmatamentos das áreas para a construção de cemitérios e a liberação do CO2 são inevitáveis. A incineração, embora menos prejudicial, ainda é extremamente poluente”, relata Beçak.

Assim, embora ainda não haja legislação específica sobre o assunto no Brasil, é evidente que há uma demanda crescente por outras formas de enterro. “É possível que, em breve, as normas dos municípios brasileiros sejam atualizadas para atender a essa demanda, uma vez que a questão tem se mostrado relevante”, afirma Beçak.

(Júlia Valeri. Enterros ecológicos e inovadores ajudam na aceitação do luto e da morte. Jornal da USP, 23 de maio de 2023. Adaptado)

No trecho – Nos últimos anos, a preocupação com o meio ambiente tem se intensificado (2º parágrafo) – a forma verbal em destaque indica uma ação

 

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3583682 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Leia o texto para responder às questões de número 04 a 08.

Quando o assunto é morte, muita gente segue a tradição de velar e enterrar seus entes queridos, mas há quem pense em alternativas para o próprio enterro. As formas ecologicamente corretas de se despedir dos mortos estão cada vez mais populares, à medida que as pessoas buscam maneiras mais conscientes e humanizadas de lidar com a situação. Os enterros sustentáveis, alternativos e inovadores têm ganhado destaque nos últimos anos, trazendo à tona novas práticas como a compostagem humana, a liquefação do corpo e a utilização de roupas de cogumelos, as quais limpam as toxinas humanas reduzindo a poluição dos solos.

Nos últimos anos, a preocupação com o meio ambiente tem se intensificado. “Hoje, a preocupação em colaborar com as gerações futuras e com a preservação da natureza e das espécies tem se tornado cada vez mais importante. É nesse contexto que se destaca a discussão sobre as formas de sepultamento e enterro”, afirma o professor Rubens Beçak da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP.

O professor afirma que existem dois tipos de sepultamento no Brasil: o tradicional e a incineração. O sepultamento tradicional é o enterro dos corpos em caixões de madeira. Ele conta com uma série de regras para a preservação da saúde pública e do meio ambiente, como a proteção dos lençóis freáticos contra a contaminação. “Mas essas legislações nem sempre são seguidas e a poluição do solo, os desmatamentos das áreas para a construção de cemitérios e a liberação do CO2 são inevitáveis. A incineração, embora menos prejudicial, ainda é extremamente poluente”, relata Beçak.

Assim, embora ainda não haja legislação específica sobre o assunto no Brasil, é evidente que há uma demanda crescente por outras formas de enterro. “É possível que, em breve, as normas dos municípios brasileiros sejam atualizadas para atender a essa demanda, uma vez que a questão tem se mostrado relevante”, afirma Beçak.

(Júlia Valeri. Enterros ecológicos e inovadores ajudam na aceitação do luto e da morte. Jornal da USP, 23 de maio de 2023. Adaptado)

Foi empregada em sentido figurado a expressão destacada em:

 

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3583681 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Quando o assunto é morte, muita gente segue a tradição de velar e enterrar seus entes queridos, mas há quem pense em alternativas para o próprio enterro. As formas ecologicamente corretas de se despedir dos mortos estão cada vez mais populares, à medida que as pessoas buscam maneiras mais conscientes e humanizadas de lidar com a situação. Os enterros sustentáveis, alternativos e inovadores têm ganhado destaque nos últimos anos, trazendo à tona novas práticas como a compostagem humana, a liquefação do corpo e a utilização de roupas de cogumelos, as quais limpam as toxinas humanas reduzindo a poluição dos solos.

Nos últimos anos, a preocupação com o meio ambiente tem se intensificado. “Hoje, a preocupação em colaborar com as gerações futuras e com a preservação da natureza e das espécies tem se tornado cada vez mais importante. É nesse contexto que se destaca a discussão sobre as formas de sepultamento e enterro”, afirma o professor Rubens Beçak da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP.

O professor afirma que existem dois tipos de sepultamento no Brasil: o tradicional e a incineração. O sepultamento tradicional é o enterro dos corpos em caixões de madeira. Ele conta com uma série de regras para a preservação da saúde pública e do meio ambiente, como a proteção dos lençóis freáticos contra a contaminação. “Mas essas legislações nem sempre são seguidas e a poluição do solo, os desmatamentos das áreas para a construção de cemitérios e a liberação do CO2 são inevitáveis. A incineração, embora menos prejudicial, ainda é extremamente poluente”, relata Beçak.

Assim, embora ainda não haja legislação específica sobre o assunto no Brasil, é evidente que há uma demanda crescente por outras formas de enterro. “É possível que, em breve, as normas dos municípios brasileiros sejam atualizadas para atender a essa demanda, uma vez que a questão tem se mostrado relevante”, afirma Beçak.

(Júlia Valeri. Enterros ecológicos e inovadores ajudam na aceitação do luto e da morte. Jornal da USP, 23 de maio de 2023. Adaptado)

Está correto afirmar, com base nas informações do professor Rubens Beçak, que

 

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3583680 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Leia o texto para responder às questões de número 04 a 08.

Quando o assunto é morte, muita gente segue a tradição de velar e enterrar seus entes queridos, mas há quem pense em alternativas para o próprio enterro. As formas ecologicamente corretas de se despedir dos mortos estão cada vez mais populares, à medida que as pessoas buscam maneiras mais conscientes e humanizadas de lidar com a situação. Os enterros sustentáveis, alternativos e inovadores têm ganhado destaque nos últimos anos, trazendo à tona novas práticas como a compostagem humana, a liquefação do corpo e a utilização de roupas de cogumelos, as quais limpam as toxinas humanas reduzindo a poluição dos solos.

Nos últimos anos, a preocupação com o meio ambiente tem se intensificado. “Hoje, a preocupação em colaborar com as gerações futuras e com a preservação da natureza e das espécies tem se tornado cada vez mais importante. É nesse contexto que se destaca a discussão sobre as formas de sepultamento e enterro”, afirma o professor Rubens Beçak da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP.

O professor afirma que existem dois tipos de sepultamento no Brasil: o tradicional e a incineração. O sepultamento tradicional é o enterro dos corpos em caixões de madeira. Ele conta com uma série de regras para a preservação da saúde pública e do meio ambiente, como a proteção dos lençóis freáticos contra a contaminação. “Mas essas legislações nem sempre são seguidas e a poluição do solo, os desmatamentos das áreas para a construção de cemitérios e a liberação do CO2 são inevitáveis. A incineração, embora menos prejudicial, ainda é extremamente poluente”, relata Beçak.

Assim, embora ainda não haja legislação específica sobre o assunto no Brasil, é evidente que há uma demanda crescente por outras formas de enterro. “É possível que, em breve, as normas dos municípios brasileiros sejam atualizadas para atender a essa demanda, uma vez que a questão tem se mostrado relevante”, afirma Beçak.

(Júlia Valeri. Enterros ecológicos e inovadores ajudam na aceitação do luto e da morte. Jornal da USP, 23 de maio de 2023. Adaptado)

A partir da leitura do texto, é correto afirmar que

 

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3583679 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Leia a tira pra responder às questões de números 01 a 03.

Enunciado 4217345-1

(Fernando Gonsales. Níquel Náusea. Correio Brasiliense, 2001)

Em “Quando eu era jovem, eu ficava furioso quando ouvia críticas”, a vírgula foi empregada pelo mesmo motivo que em:

 

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3583678 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Leia a tira pra responder às questões de números 01 a 03.

Enunciado 4217344-1

(Fernando Gonsales. Níquel Náusea. Correio Brasiliense, 2001)

Em “Podem falar à vontade que eu nem ligo” (2º quadro), o termo em destaque introduz uma

 

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3583677 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Leia a tira pra responder às questões de números 01 a 03.

Enunciado 4217343-1

(Fernando Gonsales. Níquel Náusea. Correio Brasiliense, 2001)

Assinale a alternativa que melhor explica o efeito de humor da tira.

 

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2932092 Ano: 2023
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
O artigo 46, do Estatuto do Magistério Público do Município de São José Do Rio Preto – Lei Complementar nº 138/ 2001, prevê que o integrante do Quadro dos Profissionais da Educação tem “o dever constante de considerar a relevância social de suas atribuições, mantendo conduta moral e funcional adequada à dignidade profissional, além de cumprir as obrigações previstas em outras normas”. De acordo com o referido artigo, entre outras ações, o integrante do Quadro dos Profissionais da Educação deverá:
 

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2932091 Ano: 2023
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
O Programa Educação Alimentar na Escola é um dos temas tratados no documento “Programas e projetos institucionais: Orientações Gerais” (2022), que, entre outros assuntos, afirma que “o tema alimentação e nutrição juntamente com o desenvolvimento de práticas saudáveis de vida, destacando a segurança alimentar e nutricional, devem estar incluídos nos processos de ensino e de aprendizagem referentes ao currículo escolar”. Considera ainda que as atitudes e posturas dos educadores são fundamentais, pois é preciso que os professores atuem como agentes educacionais promotores da alimentação saudável.
Dessa forma, é correto afirmar que, a respeito desse tema nas escolas, o referido documento orienta que
 

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