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Leia o texto para responder às questões de número 04 a 08.
Quando o assunto é morte, muita gente segue a tradição de velar e enterrar seus entes queridos, mas há quem pense em alternativas para o próprio enterro. As formas ecologicamente corretas de se despedir dos mortos estão cada vez mais populares, à medida que as pessoas buscam maneiras mais conscientes e humanizadas de lidar com a situação. Os enterros sustentáveis, alternativos e inovadores têm ganhado destaque nos últimos anos, trazendo à tona novas práticas como a compostagem humana, a liquefação do corpo e a utilização de roupas de cogumelos, as quais limpam as toxinas humanas reduzindo a poluição dos solos.
Nos últimos anos, a preocupação com o meio ambiente tem se intensificado. “Hoje, a preocupação em colaborar com as gerações futuras e com a preservação da natureza e das espécies tem se tornado cada vez mais importante. É nesse contexto que se destaca a discussão sobre as formas de sepultamento e enterro”, afirma o professor Rubens Beçak da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP.
O professor afirma que existem dois tipos de sepultamento no Brasil: o tradicional e a incineração. O sepultamento tradicional é o enterro dos corpos em caixões de madeira. Ele conta com uma série de regras para a preservação da saúde pública e do meio ambiente, como a proteção dos lençóis freáticos contra a contaminação. “Mas essas legislações nem sempre são seguidas e a poluição do solo, os desmatamentos das áreas para a construção de cemitérios e a liberação do CO2 são inevitáveis. A incineração, embora menos prejudicial, ainda é extremamente poluente”, relata Beçak.
Assim, embora ainda não haja legislação específica sobre o assunto no Brasil, é evidente que há uma demanda crescente por outras formas de enterro. “É possível que, em breve, as normas dos municípios brasileiros sejam atualizadas para atender a essa demanda, uma vez que a questão tem se mostrado relevante”, afirma Beçak.
(Júlia Valeri. Enterros ecológicos e inovadores ajudam na aceitação do luto e da morte. Jornal da USP, 23 de maio de 2023. Adaptado)
No trecho – É possível que, em breve, as normas dos municípios brasileiros sejam atualizadas... (4o parágrafo) – a expressão em destaque expressa circunstância de
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Leia o texto para responder às questões de número 04 a 08.
Quando o assunto é morte, muita gente segue a tradição de velar e enterrar seus entes queridos, mas há quem pense em alternativas para o próprio enterro. As formas ecologicamente corretas de se despedir dos mortos estão cada vez mais populares, à medida que as pessoas buscam maneiras mais conscientes e humanizadas de lidar com a situação. Os enterros sustentáveis, alternativos e inovadores têm ganhado destaque nos últimos anos, trazendo à tona novas práticas como a compostagem humana, a liquefação do corpo e a utilização de roupas de cogumelos, as quais limpam as toxinas humanas reduzindo a poluição dos solos.
Nos últimos anos, a preocupação com o meio ambiente tem se intensificado. “Hoje, a preocupação em colaborar com as gerações futuras e com a preservação da natureza e das espécies tem se tornado cada vez mais importante. É nesse contexto que se destaca a discussão sobre as formas de sepultamento e enterro”, afirma o professor Rubens Beçak da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP.
O professor afirma que existem dois tipos de sepultamento no Brasil: o tradicional e a incineração. O sepultamento tradicional é o enterro dos corpos em caixões de madeira. Ele conta com uma série de regras para a preservação da saúde pública e do meio ambiente, como a proteção dos lençóis freáticos contra a contaminação. “Mas essas legislações nem sempre são seguidas e a poluição do solo, os desmatamentos das áreas para a construção de cemitérios e a liberação do CO2 são inevitáveis. A incineração, embora menos prejudicial, ainda é extremamente poluente”, relata Beçak.
Assim, embora ainda não haja legislação específica sobre o assunto no Brasil, é evidente que há uma demanda crescente por outras formas de enterro. “É possível que, em breve, as normas dos municípios brasileiros sejam atualizadas para atender a essa demanda, uma vez que a questão tem se mostrado relevante”, afirma Beçak.
(Júlia Valeri. Enterros ecológicos e inovadores ajudam na aceitação do luto e da morte. Jornal da USP, 23 de maio de 2023. Adaptado)
No trecho – Nos últimos anos, a preocupação com o meio ambiente tem se intensificado (2º parágrafo) – a forma verbal em destaque indica uma ação
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Leia o texto para responder às questões de número 04 a 08.
Quando o assunto é morte, muita gente segue a tradição de velar e enterrar seus entes queridos, mas há quem pense em alternativas para o próprio enterro. As formas ecologicamente corretas de se despedir dos mortos estão cada vez mais populares, à medida que as pessoas buscam maneiras mais conscientes e humanizadas de lidar com a situação. Os enterros sustentáveis, alternativos e inovadores têm ganhado destaque nos últimos anos, trazendo à tona novas práticas como a compostagem humana, a liquefação do corpo e a utilização de roupas de cogumelos, as quais limpam as toxinas humanas reduzindo a poluição dos solos.
Nos últimos anos, a preocupação com o meio ambiente tem se intensificado. “Hoje, a preocupação em colaborar com as gerações futuras e com a preservação da natureza e das espécies tem se tornado cada vez mais importante. É nesse contexto que se destaca a discussão sobre as formas de sepultamento e enterro”, afirma o professor Rubens Beçak da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP.
O professor afirma que existem dois tipos de sepultamento no Brasil: o tradicional e a incineração. O sepultamento tradicional é o enterro dos corpos em caixões de madeira. Ele conta com uma série de regras para a preservação da saúde pública e do meio ambiente, como a proteção dos lençóis freáticos contra a contaminação. “Mas essas legislações nem sempre são seguidas e a poluição do solo, os desmatamentos das áreas para a construção de cemitérios e a liberação do CO2 são inevitáveis. A incineração, embora menos prejudicial, ainda é extremamente poluente”, relata Beçak.
Assim, embora ainda não haja legislação específica sobre o assunto no Brasil, é evidente que há uma demanda crescente por outras formas de enterro. “É possível que, em breve, as normas dos municípios brasileiros sejam atualizadas para atender a essa demanda, uma vez que a questão tem se mostrado relevante”, afirma Beçak.
(Júlia Valeri. Enterros ecológicos e inovadores ajudam na aceitação do luto e da morte. Jornal da USP, 23 de maio de 2023. Adaptado)
Foi empregada em sentido figurado a expressão destacada em:
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Quando o assunto é morte, muita gente segue a tradição de velar e enterrar seus entes queridos, mas há quem pense em alternativas para o próprio enterro. As formas ecologicamente corretas de se despedir dos mortos estão cada vez mais populares, à medida que as pessoas buscam maneiras mais conscientes e humanizadas de lidar com a situação. Os enterros sustentáveis, alternativos e inovadores têm ganhado destaque nos últimos anos, trazendo à tona novas práticas como a compostagem humana, a liquefação do corpo e a utilização de roupas de cogumelos, as quais limpam as toxinas humanas reduzindo a poluição dos solos.
Nos últimos anos, a preocupação com o meio ambiente tem se intensificado. “Hoje, a preocupação em colaborar com as gerações futuras e com a preservação da natureza e das espécies tem se tornado cada vez mais importante. É nesse contexto que se destaca a discussão sobre as formas de sepultamento e enterro”, afirma o professor Rubens Beçak da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP.
O professor afirma que existem dois tipos de sepultamento no Brasil: o tradicional e a incineração. O sepultamento tradicional é o enterro dos corpos em caixões de madeira. Ele conta com uma série de regras para a preservação da saúde pública e do meio ambiente, como a proteção dos lençóis freáticos contra a contaminação. “Mas essas legislações nem sempre são seguidas e a poluição do solo, os desmatamentos das áreas para a construção de cemitérios e a liberação do CO2 são inevitáveis. A incineração, embora menos prejudicial, ainda é extremamente poluente”, relata Beçak.
Assim, embora ainda não haja legislação específica sobre o assunto no Brasil, é evidente que há uma demanda crescente por outras formas de enterro. “É possível que, em breve, as normas dos municípios brasileiros sejam atualizadas para atender a essa demanda, uma vez que a questão tem se mostrado relevante”, afirma Beçak.
(Júlia Valeri. Enterros ecológicos e inovadores ajudam na aceitação do luto e da morte. Jornal da USP, 23 de maio de 2023. Adaptado)
Está correto afirmar, com base nas informações do professor Rubens Beçak, que
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Quando o assunto é morte, muita gente segue a tradição de velar e enterrar seus entes queridos, mas há quem pense em alternativas para o próprio enterro. As formas ecologicamente corretas de se despedir dos mortos estão cada vez mais populares, à medida que as pessoas buscam maneiras mais conscientes e humanizadas de lidar com a situação. Os enterros sustentáveis, alternativos e inovadores têm ganhado destaque nos últimos anos, trazendo à tona novas práticas como a compostagem humana, a liquefação do corpo e a utilização de roupas de cogumelos, as quais limpam as toxinas humanas reduzindo a poluição dos solos.
Nos últimos anos, a preocupação com o meio ambiente tem se intensificado. “Hoje, a preocupação em colaborar com as gerações futuras e com a preservação da natureza e das espécies tem se tornado cada vez mais importante. É nesse contexto que se destaca a discussão sobre as formas de sepultamento e enterro”, afirma o professor Rubens Beçak da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP.
O professor afirma que existem dois tipos de sepultamento no Brasil: o tradicional e a incineração. O sepultamento tradicional é o enterro dos corpos em caixões de madeira. Ele conta com uma série de regras para a preservação da saúde pública e do meio ambiente, como a proteção dos lençóis freáticos contra a contaminação. “Mas essas legislações nem sempre são seguidas e a poluição do solo, os desmatamentos das áreas para a construção de cemitérios e a liberação do CO2 são inevitáveis. A incineração, embora menos prejudicial, ainda é extremamente poluente”, relata Beçak.
Assim, embora ainda não haja legislação específica sobre o assunto no Brasil, é evidente que há uma demanda crescente por outras formas de enterro. “É possível que, em breve, as normas dos municípios brasileiros sejam atualizadas para atender a essa demanda, uma vez que a questão tem se mostrado relevante”, afirma Beçak.
(Júlia Valeri. Enterros ecológicos e inovadores ajudam na aceitação do luto e da morte. Jornal da USP, 23 de maio de 2023. Adaptado)
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que
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Leia a tira pra responder às questões de números 01 a 03.

(Fernando Gonsales. Níquel Náusea. Correio Brasiliense, 2001)
Em “Quando eu era jovem, eu ficava furioso quando ouvia críticas”, a vírgula foi empregada pelo mesmo motivo que em:
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Leia a tira pra responder às questões de números 01 a 03.

(Fernando Gonsales. Níquel Náusea. Correio Brasiliense, 2001)
Em “Podem falar à vontade que eu nem ligo” (2º quadro), o termo em destaque introduz uma
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Leia a tira pra responder às questões de números 01 a 03.

(Fernando Gonsales. Níquel Náusea. Correio Brasiliense, 2001)
Assinale a alternativa que melhor explica o efeito de humor da tira.
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Disciplina: Legislação Municipal
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Dessa forma, é correto afirmar que, a respeito desse tema nas escolas, o referido documento orienta que
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