Foram encontradas 30 questões.
Os biógrafos de Catarina, a Grande, imperatriz russa do
século XVIII, defendem que sua mais provável causa
de morte tenha sido o acidente vascular cerebral (AVC),
popularmente chamado de “derrame”. Sobre essa
enfermidade, assinale a alternativa correta:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Nos filmes Kill Bill, Vol. 1 e 2, a protagonista, Beatrix
Kiddo, planeja vingar-se de seu ex-amante e sócio, Bill,
após este deixá-la em estado de coma que se estende
por 4 anos. Sobre o coma, seus mecanismos
fisiopatológicos e consequências comportamentais,
assinale a alternativa INCORRETA:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A neurocisticercose, enfermidade parasitária que
acomete mais de 50.000.000 de pessoas, constitui
grave problema de saúde pública, em especial, na
África, na Ásia e na América Latina. Sobre seu ciclo,
modo de transmissão, diagnóstico e prevenção,
assinale a alternativa INCORRETA:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A tuberculose é uma das doenças infecciosas que,
historicamente, mais tem preocupado a comunidade
médica e órgãos internacionais, haja vista sua
abrangência em número de infectados. Embora seja
conhecida há muito, somente no último meio século se
tem mostrado vulnerável ao tratamento
medicamentoso. Sobre essa moléstia, considere as
seguintes proposições e assinale a alternativa correta:
I. Trata-se de uma infecção viral que não apenas pode
atingir os pulmões, mas também ossos, pleura e
meninges.
II. Trata-se de infecção bacteriana que afeta
exclusivamente os pulmões.
III. Trata-se de infecção que pode ser viral ou
bacteriana e pode afetar pulmões e ossos.
IV. Trata-se de infecção exclusivamente bacteriana e
pode afetar pulmões e ossos.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Se 16 costureiras conseguem fazer 960 camisas em 12
dias de trabalho, determine em quantos dias 12
costureiras poderão fazer 600 camisas do mesmo tipo
que as primeiras?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
952618
Ano: 2017
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IESES
Orgão: Pref. São José do Cerrito-SC
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IESES
Orgão: Pref. São José do Cerrito-SC
Provas:
- Conceitos Fundamentais
- Juros (Capitalização)Relação entre Juros Simples e CompostosTaxa Aparente, Taxa de Juros Reais e Inflação
Qual é a taxa de juro real anual para 16% ao ano com
uma inflação de 6% no mesmo período?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
952617
Ano: 2017
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IESES
Orgão: Pref. São José do Cerrito-SC
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IESES
Orgão: Pref. São José do Cerrito-SC
Provas:
Um empréstimo de $ 9.000,00 será pago em 3 parcelas
trimestrais a taxa de juros compostos de 3% ao
trimestre. Determine o valor das parcelas, sabendo-se
que elas serão uniformes e de forma postecipada.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
952611
Ano: 2017
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IESES
Orgão: Pref. São José do Cerrito-SC
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IESES
Orgão: Pref. São José do Cerrito-SC
Provas:
Um produto era anunciado com o preço de $ 1500,00 e
sofreu dois reajustes consecutivos de 5% e outro de
6%. Qual é o novo preço deste produto?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
952581
Ano: 2017
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IESES
Orgão: Pref. São José do Cerrito-SC
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IESES
Orgão: Pref. São José do Cerrito-SC
Provas:
Leia as frases abaixo sobre Análise de Investimentos:
I. A taxa interna de retorno faz o valor presente líquido
ser igual a zero.
II. Sempre que a taxa interna de retorno for maior que
zero o investimento deve ser aceito.
III. Quando o valor presente líquido for menor que zero
o investimento não é viável.
IV. Quando o valor presente líquido for menor que zero
a taxa interna de retorno será maior que zero.
A sequência correta é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
LÍNGUAS MUDAM
Por Sírio Possenti. Adaptado de:
Acesso em 13 jan 2017.
Que as línguas mudam é um fato indiscutível. O que
interessa aos estudiosos é verificar o que muda, em que
lugares uma língua muda, a velocidade e as razões da
mudança.
Desde a década de 1960, um fator foi associado
sistematicamente à mudança: a variação. Isso quer dizer
que, antes que haja mudança de uma forma a outra, há um
período de variação, quando as duas (ou mais) ocorrem –
inicialmente em espaços ou com falantes diferentes. Aos
poucos, a forma nova vai sendo empregada por todos;
depois, a antiga desaparece. [...].
Os sociolinguistas, eventualmente, fazem testes para
verificar se um caso de variação é ou não candidato à
mudança. O teste simula a passagem do tempo verificando
qual é a forma adotada pelos falantes mais velhos e pelos
mais jovens. Por exemplo: se os mais velhos escrevem ou
dizem sistematicamente “para fazer uma tese é preciso
que...” e os mais jovens, “para se fazer uma tese...”, este é
um indício de que o infinitivo sem sujeito, nesta posição,
tende a desaparecer com o desaparecimento dos falantes
mais idosos (e “para se fazer” será a forma única, pelo
menos durante um tempo).
De vez em quando, há discussões sobre certos casos.
Dois exemplos: o pronome ‘cujo’ e a segunda pessoa do
plural dos verbos (‘jogai’ etc.). Minha avaliação (bastante
informal) é que ‘cujo’ desapareceu. O que quer dizer
“desapareceu”? Que não se emprega mais? Não! Quer
dizer que não é mais de emprego corrente; só aparece em
algumas circunstâncias – tipicamente, em textos muito
formais (em geral de autores idosos). E, claro, em textos
antigos.
Que apareça em textos antigos é uma evidência de que a
forma era / foi empregada. Que apareça cada vez menos é
um indício de que tende a desaparecer. Com um detalhe:
desaparecer não quer dizer não aparecer nunca mais em
lugar nenhum. Quer dizer não ser de uso corrente. Para
fazer uma comparação, ‘cujo’ é como a gravata borboleta:
só usamos esse item em certas cerimônias, ou seu uso é
uma idiossincrasia [...].
Outro caso é a segunda pessoa do plural, em qualquer
tempo ou modo. Recentemente, um colunista defendeu a
tese de que a forma está viva. Seu argumento: aparece em
cartazes de torcedores em estádios de futebol,
especialmente do Corinthians, no apelo “jogai por
nós”. Mesmo que este seja um fato, a conclusão é fraca. A
forma é inspirada numa ladainha de Nossa Senhora, toda
muito solene, muito mais do que formal. E é bem antiga,
traduzida do latim. [...] A cada invocação, os fiéis
respondem “rogai por nós”. “Jogai por nós” é uma fórmula
inspirada em outra fórmula, típica desta oração.
Para que se possa sustentar que a segunda pessoa do
plural não desapareceu, seria necessário que seu uso
fosse regular. Que, por exemplo, os corintianos também
gritassem “Recuai, Wendel”, “Não erreis estas bolas fáceis,
Vagner Love”, “Tite, fazei Malcolm treinar finalizações” e, quando chateados, gritassem “Como sois burro!”. Espero
que nenhum colunista sustente que isso ocorre...
[...] O caso “jogai” me faz lembrar outro, da mesma
natureza, de certa forma. Se há um fato consensual em
português (do Brasil) é que não se diz naturalmente “ele
o/a viu, vou fazê-la sair”. Estas formas pronominais
objetivas diretas de terceira pessoa são verdadeiros
arcaísmos. Só são parcialmente aprendidas na escola. Os
alunos começam a empregá-las depois de alguns anos,
um pouco por pressão, um pouco porque se dão conta de
que cabem em textos mais monitorados. Mas essas
formas nunca aparecem na fala deles (e são muitíssimo
raras também na fala de pessoas cultas, como as que
aparecem em debates na TV).
Curiosamente, uma das formas de manifestar chateação,
com perdão da expressão, é “p*** que o pariu”! Aqui, o
pronome oblíquo aparece! Entretanto, ninguém vai dizer
que esse é um argumento para sustentar que o pronome
oblíquo está vivo. Se disser...
Sírio Possenti
Departamento de Linguística - Universidade Estadual de Campinas
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container