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Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. São João Boa Vista-SP
Qual a forma negativa lógica, da expressão:
Todos os dias eu estou feliz
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Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. São João Boa Vista-SP
Sejam p, q e r três afirmações que podem ser avaliadas como verdadeiras ou falsas.
Desta forma quais os valores que devem ser assumidos por p, q e r para que possamos ter a sentença ~(p v q) ^ r verdadeira:
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A Escola recebeu uma verba, que deve ser destinada da seguinte forma:
!$ \bullet !$ !$ ^1/_3 !$ deve ser investido em infraestrutura;
!$ \bullet !$ Do restante !$ ^1/_4 !$ deve ser investido em equipamentos de informática;
!$ \bullet !$ O restante da verba pode ser utilizado para qualquer outra necessidade.
A verba que será utilizada para outra necessidade corresponde a que fração do total?
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Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. São João Boa Vista-SP
Dada a sequência figural formada por um padrão determinado, podemos afirmar que a próxima figura é:

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Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. São João Boa Vista-SP
A sequência é formada segundo um padrão. Identificando esse padrão, podemos dizer que o número que ocupa a posição do X é:
13, 16, 49, 169, X, 169
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Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. São João Boa Vista-SP
Vera, Amélia, Ana e Bruna foram ao cabeleireiro, na intenção de colorir os seus cabelos. Para ficar mais interessante decidiram determinar algumas regras, para ter um efeito interessante quando saírem juntas.
No cabeleireiro verificaram que as cores disponíveis para essa coloração eram vermelho, verde, amarelo e branco.
Nenhuma delas pode pintar o cabelo da mesma cor. A letra inicial da cor que irão utilizar não pode ser a mesma do seu nome.
Vera não usou a cor amarela. Ana não usou a cor vermelha.
Qual a cor que cada uma usou?
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Vias sujas de sangue(I)
Ruas são espaços de passagem por meio dos quais podemos ter a experiência do espaço urbano.
Lembramos os endereços em que vivemos, sabemos de cor os espaços que nos marcaram. Para o poeta João do Rio, as ruas são sulcos na cidade. Têm alma e, mais do que isso, têm nome. Pela legislação, esse nome é de atribuição das prefeituras e câmaras municipais. Não é possível homenagear pessoas vivas ou que tenham se notabilizado pela defesa ou exploração de mão de obra escrava,(I) mas não há nada que impeça que os logradouros sejam nomeados em memória de criminosos que violentaram mulheres.
Um grande movimento tem se ocupado de remover e renomear espaços cujos nomes pertencem a ditadores. O Minhocão, ponto de circulação importante de São Paulo,(II) deixou de homenagear o general Costa e Silva, presidente da ditadura militar, sendo renomeado João Goulart, deposto pelo golpe de 1964.(II) Também têm sido questionados nomes de ruas, praças, rodovias e até monumentos em memória aos bandeirantes, como Borba Gato e Anhanguera, e outras figuras que remetem à exploração escravista ou à perseguição a indígenas. No entanto, dificilmente são questionadas as ruas que levam nomes de políticos, militares, escritores e tantos outros que mataram filhas, esposas, amantes e outras mulheres que faziam parte de seus círculos — os feminicidas.
Matar uma mulher não é só lhe tirar a vida; é apagar sua(III) existência diante da sociedade. Quando seu(III) algoz passa a ser parte do espaço construído da cidade, sua(III) memória e existência são novamente profanadas.
Poucas mulheres emprestaram seu nome a ruas pelas quais circulamos, mas seus assassinos tomaram esse espaço de reverência — e nós não percebemos que são ruas manchadas de sangue.
Nossas vivências na cidade são marcadas pelo gênero, o que não significa só um corpo, mas uma série de experiências que se inscrevem por onde passamos.
São poucas as mulheres homenageadas com nome de logradouros, mas seus assassinos estão presentes em nossa vida, muitas vezes em posição de destaque social.
Recentemente, a historiadora Suzane Jardim revelou a história de Jacinta Maria de Santana, mulher negra que vivia nas ruas de São Paulo e que ao morrer, em 1900, teve seu corpo embalsamado e exposto pelo professor de medicina legal da Faculdade de Direito Amâncio de Carvalho. O corpo foi exposto por décadas, sendo utilizado até para trotes por parte dos alunos.
Somente após a morte de Carvalho, em 1928 — ano em que a Câmara Municipal rebatizou com seu nome a rua do Curtume, no bairro da Vila Mariana —, sua viúva (requerer) na faculdade a posse do cadáver de Jacinta e deu a ela um enterro digno. Carvalho também teve seu nome dado a uma das salas da faculdade, que não foi rebatizada após a história vir à tona.
Precisamos refletir sobre — e contestar — os nomes dos espaços em que(IV) pisamos, não só para que(IV) feminicidas não sejam exaltados, mas para que(IV) cada vez mais mulheres possam receber o destaque que(IV) lhes cabe.
(Adaptado de Maíra Rosin, Revista Quatro cinco um, 23/07/2021.
Texto na íntegra disponível em: https://bit.ly/3rR978K)
Considere as informações sobre os aspectos sintáticos do texto.
I- As expressões “de sangue”, destacada no título, e “de mão de obra escrava”, no parágrafo, complementam seus referentes exercendo função de predicativo.
II- As expressões isoladas por vírgulas grifadas no parágrafo exercem a mesma função sintática em suas respectivas orações.
III- No parágrafo, os pronomes possessivos grifados têm o mesmo referente.
IV- No parágrafo, todas as palavras que grifadas são pronomes relativos.
É correto apenas o que se afirma em:
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Vias sujas de sangue
Ruas são espaços de passagem por meio dos quais podemos ter a experiência do espaço urbano.
Lembramos os endereços em que vivemos, sabemos de cor os espaços que nos marcaram. Para o poeta João do Rio, as ruas são sulcos na cidade. Têm alma e, mais do que isso, têm nome. Pela legislação, esse nome é de atribuição das prefeituras e câmaras municipais. Não é possível homenagear pessoas vivas ou que tenham se notabilizado pela defesa ou exploração de mão de obra escrava, mas não há nada que impeça que os logradouros sejam nomeados em memória de criminosos que violentaram mulheres.
Um grande movimento tem se ocupado de remover e renomear espaços cujos nomes pertencem a ditadores. O Minhocão, ponto de circulação importante de São Paulo, deixou de homenagear o general Costa e Silva, presidente da ditadura militar, sendo renomeado João Goulart, deposto pelo golpe de 1964. Também têm sido questionados nomes de ruas, praças, rodovias e até monumentos em memória aos bandeirantes, como Borba Gato e Anhanguera, e outras figuras que remetem à exploração escravista ou à perseguição a indígenas. No entanto, dificilmente são questionadas as ruas que levam nomes de políticos, militares, escritores e tantos outros que mataram filhas, esposas, amantes e outras mulheres que faziam parte de seus círculos — os feminicidas.
Matar uma mulher não é só lhe tirar a vida; é apagar sua existência diante da sociedade. Quando seu algoz passa a ser parte do espaço construído da cidade, sua memória e existência são novamente profanadas.
Poucas mulheres emprestaram seu nome a ruas pelas quais circulamos, mas seus assassinos tomaram esse espaço de reverência — e nós não percebemos que são ruas manchadas de sangue.
Nossas vivências na cidade são marcadas pelo gênero, o que não significa só um corpo, mas uma série de experiências que se inscrevem por onde passamos.
São poucas as mulheres homenageadas com nome de logradouros, mas seus assassinos estão presentes em nossa vida, muitas vezes em posição de destaque social.
Recentemente, a historiadora Suzane Jardim revelou a história de Jacinta Maria de Santana, mulher negra que vivia nas ruas de São Paulo e que ao morrer, em 1900, teve seu corpo embalsamado e exposto pelo professor de medicina legal da Faculdade de Direito Amâncio de Carvalho. O corpo foi exposto por décadas, sendo utilizado até para trotes por parte dos alunos.
Somente após a morte de Carvalho, em 1928 — ano em que a Câmara Municipal rebatizou com seu nome a rua do Curtume, no bairro da Vila Mariana —, sua viúva (requerer) na faculdade a posse do cadáver de Jacinta e deu a ela um enterro digno. Carvalho também teve seu nome dado a uma das salas da faculdade, que não foi rebatizada após a história vir à tona.
Precisamos refletir sobre — e contestar — os nomes dos espaços em que pisamos, não só para que feminicidas não sejam exaltados, mas para que cada vez mais mulheres possam receber o destaque que lhes cabe.
(Adaptado de Maíra Rosin, Revista Quatro cinco um, 23/07/2021.
Texto na íntegra disponível em: https://bit.ly/3rR978K)
No parágrafo, a palavra profanadas pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
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Vias sujas de sangue
Ruas são espaços de passagem por meio dos quais podemos ter a experiência do espaço urbano.
Lembramos os endereços em que vivemos, sabemos de cor os espaços que nos marcaram. Para o poeta João do Rio, as ruas são sulcos na cidade. Têm alma e, mais do que isso, têm nome. Pela legislação, esse nome é de atribuição das prefeituras e câmaras municipais. Não é possível homenagear pessoas vivas ou que tenham se notabilizado pela defesa ou exploração de mão de obra escrava, mas não há nada que impeça que os logradouros sejam nomeados em memória de criminosos que violentaram mulheres.
Um grande movimento tem se ocupado de remover e renomear espaços cujos nomes pertencem a ditadores. O Minhocão, ponto de circulação importante de São Paulo, deixou de homenagear o general Costa e Silva, presidente da ditadura militar, sendo renomeado João Goulart, deposto pelo golpe de 1964. Também têm sido questionados nomes de ruas, praças, rodovias e até monumentos em memória aos bandeirantes, como Borba Gato e Anhanguera, e outras figuras que remetem à exploração escravista ou à perseguição a indígenas. No entanto, dificilmente são questionadas as ruas que levam nomes de políticos, militares, escritores e tantos outros que mataram filhas, esposas, amantes e outras mulheres que faziam parte de seus círculos — os feminicidas.
Matar uma mulher não é só lhe tirar a vida; é apagar sua existência diante da sociedade. Quando seu algoz passa a ser parte do espaço construído da cidade, sua memória e existência são novamente profanadas.
Poucas mulheres emprestaram seu nome a ruas pelas quais circulamos, mas seus assassinos tomaram esse espaço de reverência — e nós não percebemos que são ruas manchadas de sangue.
Nossas vivências na cidade são marcadas pelo gênero, o que não significa só um corpo, mas uma série de experiências que se inscrevem por onde passamos.
São poucas as mulheres homenageadas com nome de logradouros, mas seus assassinos estão presentes em nossa vida, muitas vezes em posição de destaque social.
Recentemente, a historiadora Suzane Jardim revelou a história de Jacinta Maria de Santana, mulher negra que vivia nas ruas de São Paulo e que ao morrer, em 1900, teve seu corpo embalsamado e exposto pelo professor de medicina legal da Faculdade de Direito Amâncio de Carvalho. O corpo foi exposto por décadas, sendo utilizado até para trotes por parte dos alunos.
Somente após a morte de Carvalho, em 1928 — ano em que a Câmara Municipal rebatizou com seu nome a rua do Curtume, no bairro da Vila Mariana —, sua viúva (requerer) na faculdade a posse do cadáver de Jacinta e deu a ela um enterro digno. Carvalho também teve seu nome dado a uma das salas da faculdade, que não foi rebatizada após a história vir à tona.
Precisamos refletir sobre — e contestar — os nomes dos espaços em que pisamos, não só para que feminicidas não sejam exaltados, mas para que cada vez mais mulheres possam receber o destaque que lhes cabe.
(Adaptado de Maíra Rosin, Revista Quatro cinco um, 23/07/2021.
Texto na íntegra disponível em: https://bit.ly/3rR978K)
Considere as afirmações a seguir, relacionadas ao texto “Vias sujas de sangue”.
I- Prestar homenagem a pessoas falecidas dando seus nomes às ruas da cidade é uma maneira de inscrevê-las no espaço público de maneira prestigiosa, preservando sua memória.
II- Muitas vezes, as figuras escolhidas para dar nome aos logradouros tiveram atitudes problemáticas em vida, por isso deve-se evitar homenagear políticos, militares e escritores, por exemplo.
III- É contraditório que haja poucas ruas que levem o nome de mulheres enquanto homens que praticaram feminicídio têm seus nomes eternizados nos logradouros das cidades.
IV- A escassez de figuras femininas homenageadas nos espaços públicos e monumentos é um reflexo do machismo estrutural, que impede que as mulheres realizem feitos dignos de nota.
Segundo o texto, estão corretas apenas as afirmativas:
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Vias sujas de sangue
Ruas são espaços de passagem por meio dos quais podemos ter a experiência do espaço urbano.
Lembramos os endereços em que vivemos, sabemos de cor os espaços que nos marcaram. Para o poeta João do Rio, as ruas são sulcos na cidade. Têm alma e, mais do que isso, têm nome. Pela legislação, esse nome é de atribuição das prefeituras e câmaras municipais. Não é possível homenagear pessoas vivas ou que tenham se notabilizado pela defesa ou exploração de mão de obra escrava, mas não há nada que impeça que os logradouros sejam nomeados em memória de criminosos que violentaram mulheres.
Um grande movimento tem se ocupado de remover e renomear espaços cujos nomes pertencem a ditadores. O Minhocão, ponto de circulação importante de São Paulo, deixou de homenagear o general Costa e Silva, presidente da ditadura militar, sendo renomeado João Goulart, deposto pelo golpe de 1964. Também têm sido questionados nomes de ruas, praças, rodovias e até monumentos em memória aos bandeirantes, como Borba Gato e Anhanguera, e outras figuras que remetem à exploração escravista ou à perseguição a indígenas. No entanto, dificilmente são questionadas as ruas que levam nomes de políticos, militares, escritores e tantos outros que mataram filhas, esposas, amantes e outras mulheres que faziam parte de seus círculos — os feminicidas.
Matar uma mulher não é só lhe tirar a vida; é apagar sua existência diante da sociedade. Quando seu algoz passa a ser parte do espaço construído da cidade, sua memória e existência são novamente profanadas.
Poucas mulheres emprestaram seu nome a ruas pelas quais circulamos, mas seus assassinos tomaram esse espaço de reverência — e nós não percebemos que são ruas manchadas de sangue.
Nossas vivências na cidade são marcadas pelo gênero, o que não significa só um corpo, mas uma série de experiências que se inscrevem por onde passamos.
São poucas as mulheres homenageadas com nome de logradouros, mas seus assassinos estão presentes em nossa vida, muitas vezes em posição de destaque social.
Recentemente, a historiadora Suzane Jardim revelou a história de Jacinta Maria de Santana, mulher negra que vivia nas ruas de São Paulo e que ao morrer, em 1900, teve seu corpo embalsamado e exposto pelo professor de medicina legal da Faculdade de Direito Amâncio de Carvalho. O corpo foi exposto por décadas, sendo utilizado até para trotes por parte dos alunos.
Somente após a morte de Carvalho, em 1928 — ano em que a Câmara Municipal rebatizou com seu nome a rua do Curtume, no bairro da Vila Mariana —, sua viúva (requerer) na faculdade a posse do cadáver de Jacinta e deu a ela um enterro digno. Carvalho também teve seu nome dado a uma das salas da faculdade, que não foi rebatizada após a história vir à tona.
Precisamos refletir sobre — e contestar — os nomes dos espaços em que pisamos, não só para que feminicidas não sejam exaltados, mas para que cada vez mais mulheres possam receber o destaque que lhes cabe.
(Adaptado de Maíra Rosin, Revista Quatro cinco um, 23/07/2021.
Texto na íntegra disponível em: https://bit.ly/3rR978K)
Assinale a alternativa que apresenta a conjugação adequada, segundo a norma culta da língua portuguesa, do verbo destacado entre parênteses no parágrafo.
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