Foram encontradas 440 questões.
Considere o produto 512 x 47, podemos afirmar
que o número de algarismos do resultado deste
produto é:
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Olhando um líquido em um reservatório no
formato de um paralelepípedo que está inclinado
podemos observar as medidas na figura I.
Se este mesmo reservatório da figura I for colocado na posição correta como na figura II, qual será a altura “h” do líquido?

Se este mesmo reservatório da figura I for colocado na posição correta como na figura II, qual será a altura “h” do líquido?

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Considere os pontos o (0,0) e P (10,4) em um
sistema de coordenadas cartesianas xy. Podemos
afirmar que a quantidade de trajetos de o a P é:
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Uma peça de metal tem o formato de um
prisma triangular de lados da base 5cm, 4cm e 3cm e
altura igual a 10cm, a peça será vazada por um
cilindro circular reto cuja base tangencia os lados do
triângulo, na usinagem esse cilindro é retirado da
peça, como mostra a figura.
Assim o volume final da peça é:

Assim o volume final da peça é:

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Quantas são as soluções inteiras e não negativas
da equação x + y + z = 7?
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Se uma pessoa sobe uma escada de dois em
dois degraus, sobra um degrau. Se essa pessoa sobe
a mesma escada de três em três degraus, sobram
dois degraus. Quantos degraus essa escada possui?
Sabendo que o número de degraus é divisível por 5 e
está no intervalo de 60 a 80.
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Sobre o planejamento curricular educacional
considere o texto abaixo para responder a questão.
“O planejamento curricular consta também de indagações constantes sobre o que ensinar. Isso requer uma reflexão sobre os conteúdos programáticos referentes à seleção, organização e apresentação. Isso significa que os elementos do planejamento escolar — objetivos, conteúdos, métodos — estão recheados de implicações sociais e têm um significado genuinamente político. Por essa razão, o planejamento é uma atividade de reflexão acerca das nossas opções e ações; se não pensarmos detidamente sobre o rumo que devemos dar ao nosso trabalho, ficamos entregues aos rumos estabelecidos pelos interesses dominantes na sociedade” (Libâneo, 1994, p. 222).
Nessa perspectiva, segundo Libâneo, o planejamento precisa ser compreendido:
“O planejamento curricular consta também de indagações constantes sobre o que ensinar. Isso requer uma reflexão sobre os conteúdos programáticos referentes à seleção, organização e apresentação. Isso significa que os elementos do planejamento escolar — objetivos, conteúdos, métodos — estão recheados de implicações sociais e têm um significado genuinamente político. Por essa razão, o planejamento é uma atividade de reflexão acerca das nossas opções e ações; se não pensarmos detidamente sobre o rumo que devemos dar ao nosso trabalho, ficamos entregues aos rumos estabelecidos pelos interesses dominantes na sociedade” (Libâneo, 1994, p. 222).
Nessa perspectiva, segundo Libâneo, o planejamento precisa ser compreendido:
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Precisamos Ensinar Nossos Alunos a Falar
Por que não temos líderes no Brasil que nos
motivem para um futuro promissor?
Por que não temos bons professores?
Por que nossos poucos cientistas não falam em
público e não são mais úteis e conhecidos?
Porque dos 6 aos 22 anos, no nosso sistema estatal
de educação, nós ensinamos a Ler, Escrever, Reler e
Decorar.
Falar, Convencer, Inspirar, Debater e Rebater com
propriedade, simplesmente não é ensinado nem
diariamente treinado. Quem fala é sempre o
Professor.
A neuropedagogia mostra que as sinapses utilizadas
para falar são totalmente diferentes das sinapses
para ouvir.
O fato de que você memorizou algo, nunca significa
que saberá falar algo com propriedade.
Gastamos verdadeiras fortunas em aulas de inglês,
aprendemos a ler e escrever, mas ninguém consegue
falar.
Muito menos expor uma ideia nova para um
investidor, fazer um discurso na ONU ou negociar
um acordo favorável para o Brasil.
Ensinar a falar é tão demorado quanto ensinar a ler
e escrever ou mais, mas nada fazemos.
Aprender a Falar em público com clareza, com
consistência, repetindo os pontos chaves,
convencendo o outro que suas ideias funcionam,
responder as perguntas feitas, simplesmente não é
ensinado.
Falar para uma plateia de 5.000 pessoas, o que
muitos poucos brasileiros sabiam fazer, foi sorte
minha.
Aprendi a falar e expor ideias na Harvard Business
School onde há 100 anos nos treinam todo dia a
solucionar problemas reais, a expor e convencer
nossos colegas de nossas soluções, e refutar
delicadamente opiniões contrárias.
Todo santo dia.
O professor somente falava nos últimos 10 minutos
da aula.
Normalmente apontando o que havíamos esquecido
de analisar, elogiando um aluno ou outro.
Por isso no nosso ensino não resolvemos nada,
muito menos implantamos nossos grandes
problemas nacionais porque ninguém explica direito,
porque ninguém entende direito, e assim nada é
solucionado.
Só ouvido.
Não temos os famosos debates de pontos de vistas
diferentes na USP, Unicamp, Brasília, PUC como em
Stanford, Oxford e Harvard.
Temos um sistema educacional voltado a Ouvir,
como em todo regime antidemocrático.
Onde o aluno precisa repetir ou obedecer o que foi
dito.
Extraído de: https://blog.kanitz.com.br/precisamos-ensinarnossos-alunos-a-falar/
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Precisamos Ensinar Nossos Alunos a Falar
Por que não temos líderes no Brasil que nos
motivem para um futuro promissor?
Por que não temos bons professores?
Por que nossos poucos cientistas não falam em
público e não são mais úteis e conhecidos?
Porque dos 6 aos 22 anos, no nosso sistema estatal
de educação, nós ensinamos a Ler, Escrever, Reler e
Decorar.
Falar, Convencer, Inspirar, Debater e Rebater com
propriedade, simplesmente não é ensinado nem
diariamente treinado. Quem fala é sempre o
Professor.
A neuropedagogia mostra que as sinapses utilizadas
para falar são totalmente diferentes das sinapses
para ouvir.
O fato de que você memorizou algo, nunca significa
que saberá falar algo com propriedade.
Gastamos verdadeiras fortunas em aulas de inglês,
aprendemos a ler e escrever, mas ninguém consegue
falar.
Muito menos expor uma ideia nova para um
investidor, fazer um discurso na ONU ou negociar
um acordo favorável para o Brasil.
Ensinar a falar é tão demorado quanto ensinar a ler
e escrever ou mais, mas nada fazemos.
Aprender a Falar em público com clareza, com
consistência, repetindo os pontos chaves,
convencendo o outro que suas ideias funcionam,
responder as perguntas feitas, simplesmente não é
ensinado.
Falar para uma plateia de 5.000 pessoas, o que
muitos poucos brasileiros sabiam fazer, foi sorte
minha.
Aprendi a falar e expor ideias na Harvard Business
School onde há 100 anos nos treinam todo dia a
solucionar problemas reais, a expor e convencer
nossos colegas de nossas soluções, e refutar
delicadamente opiniões contrárias.
Todo santo dia.
O professor somente falava nos últimos 10 minutos
da aula.
Normalmente apontando o que havíamos esquecido
de analisar, elogiando um aluno ou outro.
Por isso no nosso ensino não resolvemos nada,
muito menos implantamos nossos grandes
problemas nacionais porque ninguém explica direito,
porque ninguém entende direito, e assim nada é
solucionado.
Só ouvido.
Não temos os famosos debates de pontos de vistas
diferentes na USP, Unicamp, Brasília, PUC como em
Stanford, Oxford e Harvard.
Temos um sistema educacional voltado a Ouvir,
como em todo regime antidemocrático.
Onde o aluno precisa repetir ou obedecer o que foi
dito.
Extraído de: https://blog.kanitz.com.br/precisamos-ensinarnossos-alunos-a-falar/
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Precisamos Ensinar Nossos Alunos a Falar
Por que não temos líderes no Brasil que nos
motivem para um futuro promissor?
Por que não temos bons professores?
Por que nossos poucos cientistas não falam em
público e não são mais úteis e conhecidos?
Porque dos 6 aos 22 anos, no nosso sistema estatal
de educação, nós ensinamos a Ler, Escrever, Reler e
Decorar.
Falar, Convencer, Inspirar, Debater e Rebater com
propriedade, simplesmente não é ensinado nem
diariamente treinado. Quem fala é sempre o
Professor.
A neuropedagogia mostra que as sinapses utilizadas
para falar são totalmente diferentes das sinapses
para ouvir.
O fato de que você memorizou algo, nunca significa
que saberá falar algo com propriedade.
Gastamos verdadeiras fortunas em aulas de inglês,
aprendemos a ler e escrever, mas ninguém consegue
falar.
Muito menos expor uma ideia nova para um
investidor, fazer um discurso na ONU ou negociar
um acordo favorável para o Brasil.
Ensinar a falar é tão demorado quanto ensinar a ler
e escrever ou mais, mas nada fazemos.
Aprender a Falar em público com clareza, com
consistência, repetindo os pontos chaves,
convencendo o outro que suas ideias funcionam,
responder as perguntas feitas, simplesmente não é
ensinado.
Falar para uma plateia de 5.000 pessoas, o que
muitos poucos brasileiros sabiam fazer, foi sorte
minha.
Aprendi a falar e expor ideias na Harvard Business
School onde há 100 anos nos treinam todo dia a
solucionar problemas reais, a expor e convencer
nossos colegas de nossas soluções, e refutar
delicadamente opiniões contrárias.
Todo santo dia.
O professor somente falava nos últimos 10 minutos
da aula.
Normalmente apontando o que havíamos esquecido
de analisar, elogiando um aluno ou outro.
Por isso no nosso ensino não resolvemos nada,
muito menos implantamos nossos grandes
problemas nacionais porque ninguém explica direito,
porque ninguém entende direito, e assim nada é
solucionado.
Só ouvido.
Não temos os famosos debates de pontos de vistas
diferentes na USP, Unicamp, Brasília, PUC como em
Stanford, Oxford e Harvard.
Temos um sistema educacional voltado a Ouvir,
como em todo regime antidemocrático.
Onde o aluno precisa repetir ou obedecer o que foi
dito.
Extraído de: https://blog.kanitz.com.br/precisamos-ensinarnossos-alunos-a-falar/
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