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Foram encontradas 1.004 questões.

2710720 Ano: 2023
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Considerando as propriedades do concreto endurecido, é correto afirmar que a adesão
 

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2710719 Ano: 2023
Disciplina: Geografia
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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De acordo com a geomorfologia mundial e do Brasil, é correto afirmar que o(a)
 

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2710718 Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Desastres naturais são classificados quanto à intensidade, evolução e origem. Assim, no que se refere à intensidade, é correto afirmar que o desastre de nível IV é considerado de
 

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2710717 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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“‘Pensei’ que ‘viesse’ vestida esportivamente e agora me ‘aparece’ nessa elegância … Quando você ‘andava’ comigo, usava uns sapatões de sete-léguas, lembra?” Sobre os verbos destacados no trecho de Lygia Fagundes Telles, analise as proposições abaixo.
I. Os verbos “viesse” e “andava” estão conjugados no pretérito imperfeito do subjuntivo. II. O verbo “pensei” está conjugado no pretérito perfeito do indicativo. III. O verbo “aparece” está conjugado no presente do indicativo.
É correto o que se afirma em
 

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2710716 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Quanto à ortografia, assinale a alternativa correta.
 

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2710715 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Como funciona o cérebro dos gênios

O que está por trás das mentes que criaram a Teoria da Relatividade Especial, escreveram Hamlet e compuseram A Flauta Mágica?
Nada indica que dentro da cabeça de Albert Einstein, William Shakespeare ou Wolfgang Amadeus Mozart houvesse mais do que eu e você também temos: uma massa de pouco mais de 1 kg composta principalmente de gordura, água, proteínas, carboidratos e sais.
Mesmo assim, essas mentes nos deixaram obras e contribuições inigualáveis.
Saber o que acontece dentro da cabeça de um gênio é motivo de fascinação para cientistas e curiosos há séculos. Várias teorias sobre o funcionamento de seus cérebros foram esboçadas sem chegar a conclusões definitivas.
Parte do problema é que essas pesquisas se deparam com um obstáculo fundamental. É que já é um pouco tarde para estudar as mentes de gênios famosos que morreram há séculos, como Isaac Newton ou Ludwig van Beethoven.
No entanto, nos últimos anos estudos encontraram um modus operandi comum na mente de pessoas altamente criativas.
O que é um gênio?
Antes de tentarmos navegar pelas mentes dos prodígios mais famosos da história, vamos primeiro estabelecer o que é exatamente um gênio.
“Uma definição de gênio é alguém que fez contribuições originais e duradouras para a civilização humana, sejam descobertas científicas ou de criatividade artística”, explica Dean Keith Simonton, professor emérito de psicologia da Universidade da Califórnia.
“Outra definição especifica um QI alto e outra é usada para designar crianças superdotadas”, acrescenta Simonton.
Na mesma linha, Craig Wright, Ph.D. em musicologia e professor da Universidade de Yale, observa que um gênio é “aquele com a capacidade de pensar com perspicácia e implementar esses pensamentos no mundo real, tendo um impacto na direção do pensamento e atividade humana”.
“O gênio humano está ligado à alta criatividade”. “É o que Mozart, Shakespeare ou Einstein parecem ser; indivíduos com grandes capacidades criativas que mudam os rumos da humanidade há séculos”.
Conexões cerebrais
Como parece improvável que o cérebro de um gênio seja diferente do de uma pessoa de inteligência normal, os neurocientistas se concentraram em investigar como diferentes áreas do cérebro são ativadas ao gerar ideias.
Wright associa o gênio humano a uma alta capacidade criativa. E para essa qualidade que une alguns dos gênios mais revolucionários da história, existem estudos mais conclusivos.
Roger Beaty, especialista em neurociência cognitiva da Universidade de Harvard, liderou várias dessas investigações. Especificamente, o pensamento criativo ocorre dentro de três redes. Sua equipe determinou que pessoas altamente criativas tinham melhor comunicação entre essas redes.
Confronto entre gênio e QI

A lógica nos diz que um gênio tem um QI acima da média.
Estima-se que Mozart, por exemplo, tinha um QI entre 150 e 155 pontos. Um nível que sem dúvida lhe confere a distinção de gênio.
Mas não se trata apenas disso, pelo menos na visão de Simonton.
“Nem todos os gênios têm QIs excepcionais, e nem todas as pessoas com QI alto alcançam conquistas que os qualifiquem como gênios”, diz ele.
Simonton lembra um estudo clássico de crianças com alto QI que foram testadas para ver se alguma vez ganhariam um Nobel quando adultas. Nenhum o fez.
“No entanto, duas crianças que foram rejeitadas por terem pontuações baixas na amostra receberam o Nobel quando cresceram”, diz Simonton.
“Acho que a educação e a genética influenciam a inteligência e a criatividade de uma pessoa. Há evidências de que você nasce com eles, mas também pode treiná-los”, diz Beaty.
Neste caso, melhor o quanto antes e com a maior liberdade possível.
“O mais importante é manter a motivação e evitar decepções. Trabalhe para que os indivíduos expressem todas as suas habilidades e não os classifique primeiro em um campo específico”, diz Wright.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nzxd7w8dyo.
Acesso em 01.03.2023).
De acordo com o texto, os gênios
 

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2710714 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Como funciona o cérebro dos gênios

O que está por trás das mentes que criaram a Teoria da Relatividade Especial, escreveram Hamlet e compuseram A Flauta Mágica?
Nada indica que dentro da cabeça de Albert Einstein, William Shakespeare ou Wolfgang Amadeus Mozart houvesse mais do que eu e você também temos: uma massa de pouco mais de 1 kg composta principalmente de gordura, água, proteínas, carboidratos e sais.
Mesmo assim, essas mentes nos deixaram obras e contribuições inigualáveis.
Saber o que acontece dentro da cabeça de um gênio é motivo de fascinação para cientistas e curiosos há séculos. Várias teorias sobre o funcionamento de seus cérebros foram esboçadas sem chegar a conclusões definitivas.
Parte do problema é que essas pesquisas se deparam com um obstáculo fundamental. É que já é um pouco tarde para estudar as mentes de gênios famosos que morreram há séculos, como Isaac Newton ou Ludwig van Beethoven.
No entanto, nos últimos anos estudos encontraram um modus operandi comum na mente de pessoas altamente criativas.
O que é um gênio?
Antes de tentarmos navegar pelas mentes dos prodígios mais famosos da história, vamos primeiro estabelecer o que é exatamente um gênio.
“Uma definição de gênio é alguém que fez contribuições originais e duradouras para a civilização humana, sejam descobertas científicas ou de criatividade artística”, explica Dean Keith Simonton, professor emérito de psicologia da Universidade da Califórnia.
“Outra definição especifica um QI alto e outra é usada para designar crianças superdotadas”, acrescenta Simonton.
Na mesma linha, Craig Wright, Ph.D. em musicologia e professor da Universidade de Yale, observa que um gênio é “aquele com a capacidade de pensar com perspicácia e implementar esses pensamentos no mundo real, tendo um impacto na direção do pensamento e atividade humana”.
“O gênio humano está ligado à alta criatividade”. “É o que Mozart, Shakespeare ou Einstein parecem ser; indivíduos com grandes capacidades criativas que mudam os rumos da humanidade há séculos”.
Conexões cerebrais
Como parece improvável que o cérebro de um gênio seja diferente do de uma pessoa de inteligência normal, os neurocientistas se concentraram em investigar como diferentes áreas do cérebro são ativadas ao gerar ideias.
Wright associa o gênio humano a uma alta capacidade criativa. E para essa qualidade que une alguns dos gênios mais revolucionários da história, existem estudos mais conclusivos.
Roger Beaty, especialista em neurociência cognitiva da Universidade de Harvard, liderou várias dessas investigações. Especificamente, o pensamento criativo ocorre dentro de três redes. Sua equipe determinou que pessoas altamente criativas tinham melhor comunicação entre essas redes.
Confronto entre gênio e QI

A lógica nos diz que um gênio tem um QI acima da média.
Estima-se que Mozart, por exemplo, tinha um QI entre 150 e 155 pontos. Um nível que sem dúvida lhe confere a distinção de gênio.
Mas não se trata apenas disso, pelo menos na visão de Simonton.
“Nem todos os gênios têm QIs excepcionais, e nem todas as pessoas com QI alto alcançam conquistas que os qualifiquem como gênios”, diz ele.
Simonton lembra um estudo clássico de crianças com alto QI que foram testadas para ver se alguma vez ganhariam um Nobel quando adultas. Nenhum o fez.
“No entanto, duas crianças que foram rejeitadas por terem pontuações baixas na amostra receberam o Nobel quando cresceram”, diz Simonton.
“Acho que a educação e a genética influenciam a inteligência e a criatividade de uma pessoa. Há evidências de que você nasce com eles, mas também pode treiná-los”, diz Beaty.
Neste caso, melhor o quanto antes e com a maior liberdade possível.
“O mais importante é manter a motivação e evitar decepções. Trabalhe para que os indivíduos expressem todas as suas habilidades e não os classifique primeiro em um campo específico”, diz Wright.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nzxd7w8dyo.
Acesso em 01.03.2023).
Sobre o texto, é correto afirmar que
 

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2710713 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Como funciona o cérebro dos gênios

O que está por trás das mentes que criaram a Teoria da Relatividade Especial, escreveram Hamlet e compuseram A Flauta Mágica?
Nada indica que dentro da cabeça de Albert Einstein, William Shakespeare ou Wolfgang Amadeus Mozart houvesse mais do que eu e você também temos: uma massa de pouco mais de 1 kg composta principalmente de gordura, água, proteínas, carboidratos e sais.
Mesmo assim, essas mentes nos deixaram obras e contribuições inigualáveis.
Saber o que acontece dentro da cabeça de um gênio é motivo de fascinação para cientistas e curiosos há séculos. Várias teorias sobre o funcionamento de seus cérebros foram esboçadas sem chegar a conclusões definitivas.
Parte do problema é que essas pesquisas se deparam com um obstáculo fundamental. É que já é um pouco tarde para estudar as mentes de gênios famosos que morreram há séculos, como Isaac Newton ou Ludwig van Beethoven.
No entanto, nos últimos anos estudos encontraram um modus operandi comum na mente de pessoas altamente criativas.
O que é um gênio?
Antes de tentarmos navegar pelas mentes dos prodígios mais famosos da história, vamos primeiro estabelecer o que é exatamente um gênio.
“Uma definição de gênio é alguém que fez contribuições originais e duradouras para a civilização humana, sejam descobertas científicas ou de criatividade artística”, explica Dean Keith Simonton, professor emérito de psicologia da Universidade da Califórnia.
“Outra definição especifica um QI alto e outra é usada para designar crianças superdotadas”, acrescenta Simonton.
Na mesma linha, Craig Wright, Ph.D. em musicologia e professor da Universidade de Yale, observa que um gênio é “aquele com a capacidade de pensar com perspicácia e implementar esses pensamentos no mundo real, tendo um impacto na direção do pensamento e atividade humana”.
“O gênio humano está ligado à alta criatividade”. “É o que Mozart, Shakespeare ou Einstein parecem ser; indivíduos com grandes capacidades criativas que mudam os rumos da humanidade há séculos”.
Conexões cerebrais
Como parece improvável que o cérebro de um gênio seja diferente do de uma pessoa de inteligência normal, os neurocientistas se concentraram em investigar como diferentes áreas do cérebro são ativadas ao gerar ideias.
Wright associa o gênio humano a uma alta capacidade criativa. E para essa qualidade que une alguns dos gênios mais revolucionários da história, existem estudos mais conclusivos.
Roger Beaty, especialista em neurociência cognitiva da Universidade de Harvard, liderou várias dessas investigações. Especificamente, o pensamento criativo ocorre dentro de três redes. Sua equipe determinou que pessoas altamente criativas tinham melhor comunicação entre essas redes.
Confronto entre gênio e QI

A lógica nos diz que um gênio tem um QI acima da média.
Estima-se que Mozart, por exemplo, tinha um QI entre 150 e 155 pontos. Um nível que sem dúvida lhe confere a distinção de gênio.
Mas não se trata apenas disso, pelo menos na visão de Simonton.
“Nem todos os gênios têm QIs excepcionais, e nem todas as pessoas com QI alto alcançam conquistas que os qualifiquem como gênios”, diz ele.
Simonton lembra um estudo clássico de crianças com alto QI que foram testadas para ver se alguma vez ganhariam um Nobel quando adultas. Nenhum o fez.
“No entanto, duas crianças que foram rejeitadas por terem pontuações baixas na amostra receberam o Nobel quando cresceram”, diz Simonton.
“Acho que a educação e a genética influenciam a inteligência e a criatividade de uma pessoa. Há evidências de que você nasce com eles, mas também pode treiná-los”, diz Beaty.
Neste caso, melhor o quanto antes e com a maior liberdade possível.
“O mais importante é manter a motivação e evitar decepções. Trabalhe para que os indivíduos expressem todas as suas habilidades e não os classifique primeiro em um campo específico”, diz Wright.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nzxd7w8dyo.
Acesso em 01.03.2023).
“Antes de tentarmos navegar pelas mentes ‘dos prodígios’ mais famosos da história, vamos primeiro estabelecer o que é exatamente um gênio”. O trecho destacado se refere
 

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2710712 Ano: 2023
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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São muitos os métodos que permitem, através de equivalências gráficas, determinar a área de uma figura plana. O método utilizado na avaliação de áreas ditas extrapoligonais, ou seja, aquelas que representam figuras decompostas de lados irregulares ou curvos é chamado de método
 

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2710711 Ano: 2023
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Antes do desenho dos cortes e das fachadas é importante conhecer os elementos de uma cobertura com telhas. Sobre as partes de um telhado, é correto afirmar que o rincão é o(a)
 

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