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Foram encontradas 1.294 questões.

3338669 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Anita participa de um clube de livro que se encontra sempre 45 dias depois da última reunião. Se o último encontro aconteceu em uma terça-feira, assinale a alternativa que apresenta em qual dia da semana cairá a próxima reunião.
 

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3338668 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à acentuação, assinale a alternativa correta.
 

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3338667 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à pontuação, assinale a alternativa correta.
 

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3338666 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
___________ os documentos durante a reunião.

Mais de um professor ___________ as novas propostas.


De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e a concordância entre verbo e seu sujeito, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.
 

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3338665 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP

Analise a tirinha abaixo para responder à questão.

Enunciado 3799548-1

Considerando os verbos destacados nos quadrinhos, assinale a alternativa que apresenta o verbo conjugado no pretérito imperfeito do indicativo.
 

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3338664 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
________ ao e-mail vai a tarefa.

Deise ________ preparou a reunião dos professores.


De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e a concordância entre adjetivo e substantivo, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.
 

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3338663 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à ortografia, assinale a alternativa em que todas as palavras estejam escritas corretamente.
 

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3338662 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Na escola
Democrata é Dona Amarílis, professora na escola pública de uma rua que não vou contar, e mesmo o nome de Dona Amarílis é inventado, mas o caso aconteceu.
Ela se virou para os alunos, no começo da aula, e falou assim:
– Hoje eu preciso que vocês resolvam uma coisa muito importante. […] Será uma espécie de plebiscito. Cada um dá sua opinião, a gente soma as opiniões e a maioria é que decide. […] Então, vamos ao assunto. Surgiu um movimento para as professoras poderem usar calça comprida nas escolas. O governo disse que deixa, a diretora também, mas no meu caso eu não quero decidir por mim. O que se faz na sala de aula deve ser de acordo com os alunos. Para todos ficarem satisfeitos e um não dizer que não gostou. Assim não tem problema. Bem, vou começar pelo Renato Carlos. Renato Carlos, você acha que sua professora deve ou não deve usar calça comprida na escola?
– Acho que não deve – respondeu, baixando os olhos. […] Porque minissaia é muito mais bacana.
– Perfeito. Um voto contra. Marilena, me faz um favor, anote aí no seu caderno os votos contra. E você, Leonardo, por obséquio, anote os votos a favor, se houver. Agora quem vai responder é Inesita.
– Claro que deve, professora. Lá fora a senhora usa, por que vai deixar de usar aqui dentro?
[…]
– Um a favor. E você, Aparecida?
– Eu, se fosse a senhora, não usava. […] O quadril, sabe? Fica meio saliente …
– Obrigada, Aparecida. Você anotou, Marilena? Agora você, Edmundo.
– Eu acho que Aparecida não tem razão, professora. A senhora deve ficar muito bacana de calça comprida. O seu quadril é certinho.
– Meu quadril não está em votação, Edmundo. A calça sim. Você é contra ou a favor da calça?
– A favor 100%.
– Você, Peter?
– Pra mim tanto faz.
– Não tem preferência?
– Sei lá. Negócio de mulher eu não me meto, professora.
– Uma abstenção. Mônica, você fica encarregada de tomar nota dos votos iguais ao de Peter: nem contra nem a favor.
Assim iam todos, votando, como se escolhessem o Presidente da República. […] A vez de Rinalda:
– Ah, cada um na sua.
– Na sua, como?
– Eu na minha, a senhora na sua, cada um na dele, entende?
– Explique melhor.
– Negócio seguinte. Se a senhora quer vir de pantalona, venha. Eu quero vir de midi, de máxi, de short, venho. Uniforme é papo furado.
– Você foi além da pergunta, Rinalda. Então é a favor?
– Evidente. Cada um curtindo à vontade.
– Legal! – exclamou Jorgito. – Uniforme está superado, professora. A senhora vem de calça comprida, e a gente aparecemos de qualquer jeito.
– Não pode – refutou Gilberto. – Vira bagunça. Lá em casa ninguém anda de pijama ou de camisa aberta na sala. A gente tem de respeitar o uniforme.
Respeita, não respeita, a discussão esquentou, Dona Amarílis pedia ordem, ordem, assim não é possível, mas os grupos se haviam extremado, falavam todos ao mesmo tempo, ninguém se fazia ouvir, pelo que, com quatro votos a favor de calça comprida, dois contra, e um tanto-faz, e antes que fosse decretada por maioria absoluta a abolição do uniforme escolar, a professora achou prudente declarar encerrado o plebiscito, e passou à lição de História do Brasil.
(Carlos Drummond de Andrade. Para Gostar de Ler. V. 2. pp. 55-57. Adaptado).
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à separação silábica, assinale a alternativa correta.
 

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3338661 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Na escola
Democrata é Dona Amarílis, professora na escola pública de uma rua que não vou contar, e mesmo o nome de Dona Amarílis é inventado, mas o caso aconteceu.
Ela se virou para os alunos, no começo da aula, e falou assim:
– Hoje eu preciso que vocês resolvam uma coisa muito importante. […] Será uma espécie de plebiscito. Cada um dá sua opinião, a gente soma as opiniões e a maioria é que decide. […] Então, vamos ao assunto. Surgiu um movimento para as professoras poderem usar calça comprida nas escolas. O governo disse que deixa, a diretora também, mas no meu caso eu não quero decidir por mim. O que se faz na sala de aula deve ser de acordo com os alunos. Para todos ficarem satisfeitos e um não dizer que não gostou. Assim não tem problema. Bem, vou começar pelo Renato Carlos. Renato Carlos, você acha que sua professora deve ou não deve usar calça comprida na escola?
– Acho que não deve – respondeu, baixando os olhos. […] Porque minissaia é muito mais bacana.
– Perfeito. Um voto contra. Marilena, me faz um favor, anote aí no seu caderno os votos contra. E você, Leonardo, por obséquio, anote os votos a favor, se houver. Agora quem vai responder é Inesita.
– Claro que deve, professora. Lá fora a senhora usa, por que vai deixar de usar aqui dentro?
[…]
– Um a favor. E você, Aparecida?
– Eu, se fosse a senhora, não usava. […] O quadril, sabe? Fica meio saliente …
– Obrigada, Aparecida. Você anotou, Marilena? Agora você, Edmundo.
– Eu acho que Aparecida não tem razão, professora. A senhora deve ficar muito bacana de calça comprida. O seu quadril é certinho.
– Meu quadril não está em votação, Edmundo. A calça sim. Você é contra ou a favor da calça?
– A favor 100%.
– Você, Peter?
– Pra mim tanto faz.
– Não tem preferência?
– Sei lá. Negócio de mulher eu não me meto, professora.
– Uma abstenção. Mônica, você fica encarregada de tomar nota dos votos iguais ao de Peter: nem contra nem a favor.
Assim iam todos, votando, como se escolhessem o Presidente da República. […] A vez de Rinalda:
– Ah, cada um na sua.
– Na sua, como?
– Eu na minha, a senhora na sua, cada um na dele, entende?
– Explique melhor.
– Negócio seguinte. Se a senhora quer vir de pantalona, venha. Eu quero vir de midi, de máxi, de short, venho. Uniforme é papo furado.
– Você foi além da pergunta, Rinalda. Então é a favor?
– Evidente. Cada um curtindo à vontade.
– Legal! – exclamou Jorgito. – Uniforme está superado, professora. A senhora vem de calça comprida, e a gente aparecemos de qualquer jeito.
– Não pode – refutou Gilberto. – Vira bagunça. Lá em casa ninguém anda de pijama ou de camisa aberta na sala. A gente tem de respeitar o uniforme.
Respeita, não respeita, a discussão esquentou, Dona Amarílis pedia ordem, ordem, assim não é possível, mas os grupos se haviam extremado, falavam todos ao mesmo tempo, ninguém se fazia ouvir, pelo que, com quatro votos a favor de calça comprida, dois contra, e um tanto-faz, e antes que fosse decretada por maioria absoluta a abolição do uniforme escolar, a professora achou prudente declarar encerrado o plebiscito, e passou à lição de História do Brasil.
(Carlos Drummond de Andrade. Para Gostar de Ler. V. 2. pp. 55-57. Adaptado).
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa que apresenta o correto plural da palavra destacada.
 

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3338660 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Na escola
Democrata é Dona Amarílis, professora na escola pública de uma rua que não vou contar, e mesmo o nome de Dona Amarílis é inventado, mas o caso aconteceu.
Ela se virou para os alunos, no começo da aula, e falou assim:
– Hoje eu preciso que vocês resolvam uma coisa muito importante. […] Será uma espécie de plebiscito. Cada um dá sua opinião, a gente soma as opiniões e a maioria é que decide. […] Então, vamos ao assunto. Surgiu um movimento para as professoras poderem usar calça comprida nas escolas. O governo disse que deixa, a diretora também, mas no meu caso eu não quero decidir por mim. O que se faz na sala de aula deve ser de acordo com os alunos. Para todos ficarem satisfeitos e um não dizer que não gostou. Assim não tem problema. Bem, vou começar pelo Renato Carlos. Renato Carlos, você acha que sua professora deve ou não deve usar calça comprida na escola?
– Acho que não deve – respondeu, baixando os olhos. […] Porque minissaia é muito mais bacana.
– Perfeito. Um voto contra. Marilena, me faz um favor, anote aí no seu caderno os votos contra. E você, Leonardo, por obséquio, anote os votos a favor, se houver. Agora quem vai responder é Inesita.
– Claro que deve, professora. Lá fora a senhora usa, por que vai deixar de usar aqui dentro?
[…]
– Um a favor. E você, Aparecida?
– Eu, se fosse a senhora, não usava. […] O quadril, sabe? Fica meio saliente …
– Obrigada, Aparecida. Você anotou, Marilena? Agora você, Edmundo.
– Eu acho que Aparecida não tem razão, professora. A senhora deve ficar muito bacana de calça comprida. O seu quadril é certinho.
– Meu quadril não está em votação, Edmundo. A calça sim. Você é contra ou a favor da calça?
– A favor 100%.
– Você, Peter?
– Pra mim tanto faz.
– Não tem preferência?
– Sei lá. Negócio de mulher eu não me meto, professora.
– Uma abstenção. Mônica, você fica encarregada de tomar nota dos votos iguais ao de Peter: nem contra nem a favor.
Assim iam todos, votando, como se escolhessem o Presidente da República. […] A vez de Rinalda:
– Ah, cada um na sua.
– Na sua, como?
– Eu na minha, a senhora na sua, cada um na dele, entende?
– Explique melhor.
– Negócio seguinte. Se a senhora quer vir de pantalona, venha. Eu quero vir de midi, de máxi, de short, venho. Uniforme é papo furado.
– Você foi além da pergunta, Rinalda. Então é a favor?
– Evidente. Cada um curtindo à vontade.
– Legal! – exclamou Jorgito. – Uniforme está superado, professora. A senhora vem de calça comprida, e a gente aparecemos de qualquer jeito.
– Não pode – refutou Gilberto. – Vira bagunça. Lá em casa ninguém anda de pijama ou de camisa aberta na sala. A gente tem de respeitar o uniforme.
Respeita, não respeita, a discussão esquentou, Dona Amarílis pedia ordem, ordem, assim não é possível, mas os grupos se haviam extremado, falavam todos ao mesmo tempo, ninguém se fazia ouvir, pelo que, com quatro votos a favor de calça comprida, dois contra, e um tanto-faz, e antes que fosse decretada por maioria absoluta a abolição do uniforme escolar, a professora achou prudente declarar encerrado o plebiscito, e passou à lição de História do Brasil.
(Carlos Drummond de Andrade. Para Gostar de Ler. V. 2. pp. 55-57. Adaptado).
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa que apresenta uma correção possível no texto.
 

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