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Um celular custa R$ 978,00, mas está sendo vendido com um desconto de R$ 99,00 à vista. O valor a ser pago por esse celular à vista será
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Uma prova de história tem 25 questões. Sabendo que Ana acertou \( \dfrac{3}{5} \) dessas questões, assinale a alternativa que apresenta o número de questões que Ana errou.
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De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à concordância entre o verbo e seu sujeito, assinale a alternativa correta.
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De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à concordância entre adjetivo e substantivo, assinale a alternativa correta.
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Assinale a alternativa que apresenta uma frase interrogativa.
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
O Rato do Campo e o Rato da Cidade
Era uma vez um rato que vivia no campo, numa toca escavada na terra. Sua casa era muito acolhedora e tinha tudo o que o ratinho precisava: uma cama fofinha e uma poltrona muito confortável.
Quando tinha fome, o Rato do Campo ia colher frutos secos e plantas silvestres e preparava um delicioso guisado.
De manhã, o Rato do Campo saía para passear um pouco. À tarde, ficava descansando à sombra de uma árvore. A sua vida era tranquila e feliz.
Um dia, um primo que vivia na cidade foi visitá-lo. O Rato do Campo, muito contente, preparou-lhe uma sopa de ervas e flores.
Mas o seu primo, que não estava acostumado a pratos leves, não gostou da sopa. Além disso, dizia que a vida no campo lhe parecia muito calma e que na cidade tudo era divertido e emocionante. E convidou o primo para visitá-lo.
Assim que chegou, o Rato do Campo percebeu que, na cidade, havia muitas pessoas. Além disso, a cidade era muito barulhenta …
A casa do Rato da Cidade não era nada parecida com a casa do Rato do Campo. A sua toca ficava no sótão de um grande hotel, muito luxuoso. Tinha umas belas almofadas nos sofás, de lã quente e macia, e grandes espelhos nas paredes, que estavam cobertas de valiosos quadros. E havia também uma despensa cheia de queijos, bolachas e chocolates.
Mas, de repente, apareceram pela porta da toca as unhas afiadas das patas de um gato. Os dois ratinhos, mortos de medo, abraçaram-se um ao outro, sem saber o que fazer.
Quando o gato retirou as patas, o Rato do Campo encheu-se de coragem e decidiu sair do seu esconderijo.
O Rato do Campo já tinha visto o suficiente da vida na cidade. Preferia passear pelo bosque, apanhar frutos silvestres e ervas. Fez a mala e voltou para a sua tranquila e feliz vida no campo.
(www.santillana.pt/files/apps/mun3/assets/ratos.pdf. Adaptado).
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à ortografia, assinale a alternativa que, assim como “bolachas”, se escreve com “CH”.
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
O Rato do Campo e o Rato da Cidade
Era uma vez um rato que vivia no campo, numa toca escavada na terra. Sua casa era muito acolhedora e tinha tudo o que o ratinho precisava: uma cama fofinha e uma poltrona muito confortável.
Quando tinha fome, o Rato do Campo ia colher frutos secos e plantas silvestres e preparava um delicioso guisado.
De manhã, o Rato do Campo saía para passear um pouco. À tarde, ficava descansando à sombra de uma árvore. A sua vida era tranquila e feliz.
Um dia, um primo que vivia na cidade foi visitá-lo. O Rato do Campo, muito contente, preparou-lhe uma sopa de ervas e flores.
Mas o seu primo, que não estava acostumado a pratos leves, não gostou da sopa. Além disso, dizia que a vida no campo lhe parecia muito calma e que na cidade tudo era divertido e emocionante. E convidou o primo para visitá-lo.
Assim que chegou, o Rato do Campo percebeu que, na cidade, havia muitas pessoas. Além disso, a cidade era muito barulhenta …
A casa do Rato da Cidade não era nada parecida com a casa do Rato do Campo. A sua toca ficava no sótão de um grande hotel, muito luxuoso. Tinha umas belas almofadas nos sofás, de lã quente e macia, e grandes espelhos nas paredes, que estavam cobertas de valiosos quadros. E havia também uma despensa cheia de queijos, bolachas e chocolates.
Mas, de repente, apareceram pela porta da toca as unhas afiadas das patas de um gato. Os dois ratinhos, mortos de medo, abraçaram-se um ao outro, sem saber o que fazer.
Quando o gato retirou as patas, o Rato do Campo encheu-se de coragem e decidiu sair do seu esconderijo.
O Rato do Campo já tinha visto o suficiente da vida na cidade. Preferia passear pelo bosque, apanhar frutos silvestres e ervas. Fez a mala e voltou para a sua tranquila e feliz vida no campo.
(www.santillana.pt/files/apps/mun3/assets/ratos.pdf. Adaptado).
Quanto à separação de sílabas, assinale a alternativa correta.
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O Rato do Campo e o Rato da Cidade
Era uma vez um rato que vivia no campo, numa toca escavada na terra. Sua casa era muito acolhedora e tinha tudo o que o ratinho precisava: uma cama fofinha e uma poltrona muito confortável.
Quando tinha fome, o Rato do Campo ia colher frutos secos e plantas silvestres e preparava um delicioso guisado.
De manhã, o Rato do Campo saía para passear um pouco. À tarde, ficava descansando à sombra de uma árvore. A sua vida era tranquila e feliz.
Um dia, um primo que vivia na cidade foi visitá-lo. O Rato do Campo, muito contente, preparou-lhe uma sopa de ervas e flores.
Mas o seu primo, que não estava acostumado a pratos leves, não gostou da sopa. Além disso, dizia que a vida no campo lhe parecia muito calma e que na cidade tudo era divertido e emocionante. E convidou o primo para visitá-lo.
Assim que chegou, o Rato do Campo percebeu que, na cidade, havia muitas pessoas. Além disso, a cidade era muito barulhenta …
A casa do Rato da Cidade não era nada parecida com a casa do Rato do Campo. A sua toca ficava no sótão de um grande hotel, muito luxuoso. Tinha umas belas almofadas nos sofás, de lã quente e macia, e grandes espelhos nas paredes, que estavam cobertas de valiosos quadros. E havia também uma despensa cheia de queijos, bolachas e chocolates.
Mas, de repente, apareceram pela porta da toca as unhas afiadas das patas de um gato. Os dois ratinhos, mortos de medo, abraçaram-se um ao outro, sem saber o que fazer.
Quando o gato retirou as patas, o Rato do Campo encheu-se de coragem e decidiu sair do seu esconderijo.
O Rato do Campo já tinha visto o suficiente da vida na cidade. Preferia passear pelo bosque, apanhar frutos silvestres e ervas. Fez a mala e voltou para a sua tranquila e feliz vida no campo.
(www.santillana.pt/files/apps/mun3/assets/ratos.pdf. Adaptado).
O verbo destacado no trecho “não ‘gostou’ da sopa” está
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O Rato do Campo e o Rato da Cidade
Era uma vez um rato que vivia no campo, numa toca escavada na terra. Sua casa era muito acolhedora e tinha tudo o que o ratinho precisava: uma cama fofinha e uma poltrona muito confortável.
Quando tinha fome, o Rato do Campo ia colher frutos secos e plantas silvestres e preparava um delicioso guisado.
De manhã, o Rato do Campo saía para passear um pouco. À tarde, ficava descansando à sombra de uma árvore. A sua vida era tranquila e feliz.
Um dia, um primo que vivia na cidade foi visitá-lo. O Rato do Campo, muito contente, preparou-lhe uma sopa de ervas e flores.
Mas o seu primo, que não estava acostumado a pratos leves, não gostou da sopa. Além disso, dizia que a vida no campo lhe parecia muito calma e que na cidade tudo era divertido e emocionante. E convidou o primo para visitá-lo.
Assim que chegou, o Rato do Campo percebeu que, na cidade, havia muitas pessoas. Além disso, a cidade era muito barulhenta …
A casa do Rato da Cidade não era nada parecida com a casa do Rato do Campo. A sua toca ficava no sótão de um grande hotel, muito luxuoso. Tinha umas belas almofadas nos sofás, de lã quente e macia, e grandes espelhos nas paredes, que estavam cobertas de valiosos quadros. E havia também uma despensa cheia de queijos, bolachas e chocolates.
Mas, de repente, apareceram pela porta da toca as unhas afiadas das patas de um gato. Os dois ratinhos, mortos de medo, abraçaram-se um ao outro, sem saber o que fazer.
Quando o gato retirou as patas, o Rato do Campo encheu-se de coragem e decidiu sair do seu esconderijo.
O Rato do Campo já tinha visto o suficiente da vida na cidade. Preferia passear pelo bosque, apanhar frutos silvestres e ervas. Fez a mala e voltou para a sua tranquila e feliz vida no campo.
(www.santillana.pt/files/apps/mun3/assets/ratos.pdf. Adaptado).
Assinale a alternativa que apresenta o correto plural de “grande hotel”.
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
O Rato do Campo e o Rato da Cidade
Era uma vez um rato que vivia no campo, numa toca escavada na terra. Sua casa era muito acolhedora e tinha tudo o que o ratinho precisava: uma cama fofinha e uma poltrona muito confortável.
Quando tinha fome, o Rato do Campo ia colher frutos secos e plantas silvestres e preparava um delicioso guisado.
De manhã, o Rato do Campo saía para passear um pouco. À tarde, ficava descansando à sombra de uma árvore. A sua vida era tranquila e feliz.
Um dia, um primo que vivia na cidade foi visitá-lo. O Rato do Campo, muito contente, preparou-lhe uma sopa de ervas e flores.
Mas o seu primo, que não estava acostumado a pratos leves, não gostou da sopa. Além disso, dizia que a vida no campo lhe parecia muito calma e que na cidade tudo era divertido e emocionante. E convidou o primo para visitá-lo.
Assim que chegou, o Rato do Campo percebeu que, na cidade, havia muitas pessoas. Além disso, a cidade era muito barulhenta …
A casa do Rato da Cidade não era nada parecida com a casa do Rato do Campo. A sua toca ficava no sótão de um grande hotel, muito luxuoso. Tinha umas belas almofadas nos sofás, de lã quente e macia, e grandes espelhos nas paredes, que estavam cobertas de valiosos quadros. E havia também uma despensa cheia de queijos, bolachas e chocolates.
Mas, de repente, apareceram pela porta da toca as unhas afiadas das patas de um gato. Os dois ratinhos, mortos de medo, abraçaram-se um ao outro, sem saber o que fazer.
Quando o gato retirou as patas, o Rato do Campo encheu-se de coragem e decidiu sair do seu esconderijo.
O Rato do Campo já tinha visto o suficiente da vida na cidade. Preferia passear pelo bosque, apanhar frutos silvestres e ervas. Fez a mala e voltou para a sua tranquila e feliz vida no campo.
(www.santillana.pt/files/apps/mun3/assets/ratos.pdf. Adaptado).
De acordo com o texto, é correto afirmar que o
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