Foram encontradas 1.359 questões.
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Maria Jetibá-ES
Leia o texto para responder às questões de 08 a 13.
Desabafo
Desculpem-me, mas não dá pra fazer uma cronicazinha divertida hoje. Simplesmente não dá. Não tem como disfarçar: esta é uma típica manhã de segunda-feira. A começar pela luz acesa da sala que esqueci ontem à noite. Seis recados para serem respondidos na secretária eletrônica. Recados chatos. Contas para pagar que venceram ontem. Estou nervoso. Estou zangado.
(CARNEIRO, J. E. Veja, 11/09/2002. Fragmento.)
Analise as afirmativas a seguir em relação à crônica e marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) O autor compara a segunda-feira como um dia típico de maus acontecimentos.
( ) O autor está satisfeito com os recados que estão em sua secretária eletrônica.
( ) Os fatos citados pelo autor que estão lhe causando revolta são específicos apenas de sua vida e não podem ser atribuídos a outras pessoas.
( ) É de costume do autor escrever crônicas; no entanto, no dia em questão, houve uma inconstância.
A sequência está correta em
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Leia o texto para responder às questões de 08 a 13.
Desabafo
Desculpem-me, mas não dá pra fazer uma cronicazinha divertida hoje. Simplesmente não dá. Não tem como disfarçar: esta é uma típica manhã de segunda-feira. A começar pela luz acesa da sala que esqueci ontem à noite. Seis recados para serem respondidos na secretária eletrônica. Recados chatos. Contas para pagar que venceram ontem. Estou nervoso. Estou zangado.
(CARNEIRO, J. E. Veja, 11/09/2002. Fragmento.)
Assinale a alternativa em que está presente o antônimo adequado do termo em destaque.
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Leia o texto para responder às questões de 08 a 13.
Desabafo
Desculpem-me, mas não dá pra fazer uma cronicazinha divertida hoje. Simplesmente não dá. Não tem como disfarçar: esta é uma típica manhã de segunda-feira. A começar pela luz acesa da sala que esqueci ontem à noite. Seis recados para serem respondidos na secretária eletrônica. Recados chatos. Contas para pagar que venceram ontem. Estou nervoso. Estou zangado.
(CARNEIRO, J. E. Veja, 11/09/2002. Fragmento.)
Em “[...] esta é uma típica manhã de segunda-feira.” é empregado o sinal gráfico – o hífen, na palavra em destaque. Em relação ao uso deste sinal, está INCORRETA a seguinte grafia:
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Leia o texto para responder às questões de 08 a 13.
Desabafo
Desculpem-me, mas não dá pra fazer uma cronicazinha divertida hoje. Simplesmente não dá. Não tem como disfarçar: esta é uma típica manhã de segunda-feira. A começar pela luz acesa da sala que esqueci ontem à noite. Seis recados para serem respondidos na secretária eletrônica. Recados chatos. Contas para pagar que venceram ontem. Estou nervoso. Estou zangado.
(CARNEIRO, J. E. Veja, 11/09/2002. Fragmento.)
As palavras a seguir foram retiradas do texto; a divisão silábica está INCORRETA em:
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Leia o texto para responder às questões de 08 a 13.
Desabafo
Desculpem-me, mas não dá pra fazer uma cronicazinha divertida hoje. Simplesmente não dá. Não tem como disfarçar: esta é uma típica manhã de segunda-feira. A começar pela luz acesa da sala que esqueci ontem à noite. Seis recados para serem respondidos na secretária eletrônica. Recados chatos. Contas para pagar que venceram ontem. Estou nervoso. Estou zangado.
(CARNEIRO, J. E. Veja, 11/09/2002. Fragmento.)
Em relação à temática do texto, podemos afirmar que:
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Leia o texto para responder às questões de 01 a 07.
Outro de elevador
“Ascende” dizia o ascensorista. Depois: “Eleva-se”. “Para cima”. “Para o alto”. “Escalando”. Quando perguntavam “Sobe ou desce?” Respondia “A primeira alternativa”. Depois dizia “Descende”, “Ruma para baixo”, “Cai controladamente”, “A segunda alternativa”… “Gosto de improvisar”, justificava-se. Mas como toda arte tende para o excesso, chegou ao preciosismo. Quando perguntavam “Sobe?” Respondia “É o que veremos…” ou então “Como a Virgem Maria”. Desce? “Dei” Nem todo o mundo compreendia, mas alguns o instigavam. Quando comentavam que devia ser uma chatice trabalhar em elevador ele não respondia “tem seus altos e baixos”, como esperavam, respondia, criticamente, que era melhor do que trabalhar em escada, ou que não se importava embora o seu sonho fosse, um dia, comandar alguma coisa que andasse para os lados… E quando ele perdeu o emprego porque substituíram o elevador antigo do prédio por um moderno, automático, daqueles que têm música ambiental, disse: “Era só me pedirem – eu também canto!”.
(Luís Fernando Veríssimo. Jornal O Globo. 2002.)
Em “Quando comentavam que devia ser uma chatice trabalhar em elevador [...]”, a palavra em destaque pode ser trocada sem prejuízo de sentido por, EXCETO:
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Leia o texto para responder às questões de 01 a 07.
Outro de elevador
“Ascende” dizia o ascensorista. Depois: “Eleva-se”. “Para cima”. “Para o alto”. “Escalando”. Quando perguntavam “Sobe ou desce?” Respondia “A primeira alternativa”. Depois dizia “Descende”, “Ruma para baixo”, “Cai controladamente”, “A segunda alternativa”… “Gosto de improvisar”, justificava-se. Mas como toda arte tende para o excesso, chegou ao preciosismo. Quando perguntavam “Sobe?” Respondia “É o que veremos…” ou então “Como a Virgem Maria”. Desce? “Dei” Nem todo o mundo compreendia, mas alguns o instigavam. Quando comentavam que devia ser uma chatice trabalhar em elevador ele não respondia “tem seus altos e baixos”, como esperavam, respondia, criticamente, que era melhor do que trabalhar em escada, ou que não se importava embora o seu sonho fosse, um dia, comandar alguma coisa que andasse para os lados… E quando ele perdeu o emprego porque substituíram o elevador antigo do prédio por um moderno, automático, daqueles que têm música ambiental, disse: “Era só me pedirem – eu também canto!”.
(Luís Fernando Veríssimo. Jornal O Globo. 2002.)
As palavras a seguir foram retiradas da crônica; assinale a que se DIFERENCIA das demais.
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Leia o texto para responder às questões de 01 a 07.
Outro de elevador
“Ascende” dizia o ascensorista. Depois: “Eleva-se”. “Para cima”. “Para o alto”. “Escalando”. Quando perguntavam “Sobe ou desce?” Respondia “A primeira alternativa”. Depois dizia “Descende”, “Ruma para baixo”, “Cai controladamente”, “A segunda alternativa”… “Gosto de improvisar”, justificava-se. Mas como toda arte tende para o excesso, chegou ao preciosismo. Quando perguntavam “Sobe?” Respondia “É o que veremos…” ou então “Como a Virgem Maria”. Desce? “Dei” Nem todo o mundo compreendia, mas alguns o instigavam. Quando comentavam que devia ser uma chatice trabalhar em elevador ele não respondia “tem seus altos e baixos”, como esperavam, respondia, criticamente, que era melhor do que trabalhar em escada, ou que não se importava embora o seu sonho fosse, um dia, comandar alguma coisa que andasse para os lados… E quando ele perdeu o emprego porque substituíram o elevador antigo do prédio por um moderno, automático, daqueles que têm música ambiental, disse: “Era só me pedirem – eu também canto!”.
(Luís Fernando Veríssimo. Jornal O Globo. 2002.)
No trecho “Mas como toda arte tende para o excesso, [...]”, a expressão “excesso” significa:
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Leia o texto para responder às questões de 01 a 07.
Outro de elevador
“Ascende” dizia o ascensorista. Depois: “Eleva-se”. “Para cima”. “Para o alto”. “Escalando”. Quando perguntavam “Sobe ou desce?” Respondia “A primeira alternativa”. Depois dizia “Descende”, “Ruma para baixo”, “Cai controladamente”, “A segunda alternativa”… “Gosto de improvisar”, justificava-se. Mas como toda arte tende para o excesso, chegou ao preciosismo. Quando perguntavam “Sobe?” Respondia “É o que veremos…” ou então “Como a Virgem Maria”. Desce? “Dei” Nem todo o mundo compreendia, mas alguns o instigavam. Quando comentavam que devia ser uma chatice trabalhar em elevador ele não respondia “tem seus altos e baixos”, como esperavam, respondia, criticamente, que era melhor do que trabalhar em escada, ou que não se importava embora o seu sonho fosse, um dia, comandar alguma coisa que andasse para os lados… E quando ele perdeu o emprego porque substituíram o elevador antigo do prédio por um moderno, automático, daqueles que têm música ambiental, disse: “Era só me pedirem – eu também canto!”.
(Luís Fernando Veríssimo. Jornal O Globo. 2002.)
É possível considerar que o ascensorista fica frustrado ao ser demitido, pois o elevador antigo foi substituído por um mais moderno. Tal fato pode ser confirmado por meio do trecho:
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Leia o texto para responder às questões de 01 a 07.
Outro de elevador
“Ascende” dizia o ascensorista. Depois: “Eleva-se”. “Para cima”. “Para o alto”. “Escalando”. Quando perguntavam “Sobe ou desce?” Respondia “A primeira alternativa”. Depois dizia “Descende”, “Ruma para baixo”, “Cai controladamente”, “A segunda alternativa”… “Gosto de improvisar”, justificava-se. Mas como toda arte tende para o excesso, chegou ao preciosismo. Quando perguntavam “Sobe?” Respondia “É o que veremos…” ou então “Como a Virgem Maria”. Desce? “Dei” Nem todo o mundo compreendia, mas alguns o instigavam. Quando comentavam que devia ser uma chatice trabalhar em elevador ele não respondia “tem seus altos e baixos”, como esperavam, respondia, criticamente, que era melhor do que trabalhar em escada, ou que não se importava embora o seu sonho fosse, um dia, comandar alguma coisa que andasse para os lados… E quando ele perdeu o emprego porque substituíram o elevador antigo do prédio por um moderno, automático, daqueles que têm música ambiental, disse: “Era só me pedirem – eu também canto!”.
(Luís Fernando Veríssimo. Jornal O Globo. 2002.)
As aspas são empregadas para, EXCETO:
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