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A gestão democrática do ensino público municipal, princípio definido no Art. 206, VI da Constituição Federal, e no Art. 3º, VII da Lei Federal nº 9.394/1996, tem a finalidade de garantir à escola pública municipal o caráter estatal quanto ao seu funcionamento, o caráter comunitário quanto à sua gestão e o caráter público quanto à sua destinação. Tendo em vista a Lei Municipal nº 1.146/2009, assinale a afirmativa correta.

 

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Ana, docente do município de Santa Maria de Jetibá, em seus estudos sobre Plano Municipal de Educação, deparou-se com as seguintes informações:

I. Erradicação do analfabetismo.

II. Superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da cidadania e na erradicação de todas as formas de discriminação.

III. Melhoria da qualidade da educação.

Considerando a Lei nº 1.778/2015, as informações anteriormente citadas se referem às:

 

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Analise as afirmativas a seguir.

I. Pelo Decreto-Lei Estadual nº 15.177, de 31/12/1943, o distrito de Jequitibá passou a se chamar Jetibá e o município de Cachoeiro de Santa Leopoldina a se chamar Santa Leopoldina.

II. Em divisão territorial datada de 1º de junho de 1995, o município é constituído de dois distritos: Santa Maria de Jetibá e Garrafão.

III. Ocorreram modificações toponímicas distritais que passou de Jequitibá para Jetibá alterado, pelo Decreto-Lei Estadual nº 15.177, de 31/12/1943. Jetibá para Santa Maria de Jetibá alterado, pela Lei Estadual nº 4.067, de 06/05/1988.

Está correto o que se afirma em

 

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O município de Santa Maria de Jetibá foi criado no dia 6 de maio de 1988, pela da Lei Estadual nº 4.067. A Lei é resultado de um processo legislativo, ora proposto por membros do executivo, do legislativo, ou iniciativa popular. Sobre as razões que levaram aprovação da emancipação do município de Santa Maria de Jetibá, assinale a afirmativa correta.

 

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Tecnologia na Educação: como ela pode favorecer a aprendizagem?

A primeira vista, os números sobre tecnologia no ambiente escolar impressionam: segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2019, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2020, 88,1% dos estudantes brasileiros têm acesso a internet e 81% das escolas públicas do país possuem laboratórios de informática.

No entanto, um olhar mais atento revela um problema muito mais profundo: na educação básica, enquanto 4,1 milhões de estudantes da rede pública não têm acesso a conectividade, apenas 174 mil alunos do setor privado não possuem conexão a rede. A desigualdade não para por aí, evidenciando-se também quando o recorte é geográfico. Nas regiões Norte e Nordeste, o percentual de alunos de escolas públicas que utilizam a internet cai para 68,4% e 77%, respectivamente.

Apesar dos avanços rumo a inclusão feitos nos últimos anos, o retrato trazido pelo estudo evidencia os muitos desafios que as escolas públicas enfrentam para implementar um currículo alinhado a cultura digital, uma das competências gerais da educação básica estabelecida pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

“No período da pandemia, vimos que nossos alunos de escolas públicas não têm acesso à conectividade”, aponta Débora Garofalo, diretora de Inovação na empresa Multirio, vinculada à Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro (RJ). “Esse cenário mostra a importância de fomentar políticas públicas para o ensino das tecnologias e para a garantia da democratização do acesso a esses estudantes.”

Diferentes aspectos da tecnologia educacional

Garantir a universalização é, porém, só o primeiro passo. Conforme explica Paulo Blikstein, professor da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, e diretor do Transformative Learning Technologies Lab, “você pode colocar internet em todas as escolas e isso não quer dizer que a aprendizagem vai melhorar”.

Para mostrar a dimensão do desafio no Brasil, o professor diferencia três camadas envolvidas quando utilizamos o termo tecnologia educacional. “Uma primeira camada são as tecnologias que chamamos de ‘infraestrutura’: conectividade, existência de computadores, equipamentos etc., que são pré-requisitos para fazer as outras coisas.

A segunda é o que a gente denomina de ‘tecnologias de ensino’, isto é, tudo que otimiza o ensino mais tradicional, como softwares de correção e otimização de textos e aulas de reforço em vídeo. Seria um uso para otimizar a escola, mas do jeito que ela já é. Isso tem um reflexo pequeno, mas importante”, diz.

E, finalmente, há a terceira camada, em que de fato ocorre uma mudança revolucionária no processo de ensino e aprendizagem: o uso das chamadas tecnologias de criação e experimentação, baseadas em metodologias ativas de aprendizagem como laboratórios makers e softwares de simulação de ciências, entre outros. “O que o mundo está fazendo é esta terceira camada, que é mudar a cara da escola, ter mais horas para testar teorias, por exemplo, com os alunos em laboratório”, afirma Paulo.

(Thais Paiva. Revista Nova Escola. Em: 10/10/2023. Adaptado.)

A coesão de um texto pode ser construída a partir do emprego de elementos de referenciação, substituição ou repetição, dentre outros recursos. Como exemplo de recurso de referenciação, está correto o indicado em:

 

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Tecnologia na Educação: como ela pode favorecer a aprendizagem?

A primeira vista, os números sobre tecnologia no ambiente escolar impressionam: segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2019, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2020, 88,1% dos estudantes brasileiros têm acesso a internet e 81% das escolas públicas do país possuem laboratórios de informática.

No entanto, um olhar mais atento revela um problema muito mais profundo: na educação básica, enquanto 4,1 milhões de estudantes da rede pública não têm acesso a conectividade, apenas 174 mil alunos do setor privado não possuem conexão a rede. A desigualdade não para por aí, evidenciando-se também quando o recorte é geográfico. Nas regiões Norte e Nordeste, o percentual de alunos de escolas públicas que utilizam a internet cai para 68,4% e 77%, respectivamente.

Apesar dos avanços rumo a inclusão feitos nos últimos anos, o retrato trazido pelo estudo evidencia os muitos desafios que as escolas públicas enfrentam para implementar um currículo alinhado a cultura digital, uma das competências gerais da educação básica estabelecida pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

“No período da pandemia, vimos que nossos alunos de escolas públicas não têm acesso à conectividade”, aponta Débora Garofalo, diretora de Inovação na empresa Multirio, vinculada à Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro (RJ). “Esse cenário mostra a importância de fomentar políticas públicas para o ensino das tecnologias e para a garantia da democratização do acesso a esses estudantes.”

Diferentes aspectos da tecnologia educacional

Garantir a universalização é, porém, só o primeiro passo. Conforme explica Paulo Blikstein, professor da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, e diretor do Transformative Learning Technologies Lab, “você pode colocar internet em todas as escolas e isso não quer dizer que a aprendizagem vai melhorar”.

Para mostrar a dimensão do desafio no Brasil, o professor diferencia três camadas envolvidas quando utilizamos o termo tecnologia educacional. “Uma primeira camada são as tecnologias que chamamos de ‘infraestrutura’: conectividade, existência de computadores, equipamentos etc., que são pré-requisitos para fazer as outras coisas.

A segunda é o que a gente denomina de ‘tecnologias de ensino’, isto é, tudo que otimiza o ensino mais tradicional, como softwares de correção e otimização de textos e aulas de reforço em vídeo. Seria um uso para otimizar a escola, mas do jeito que ela já é. Isso tem um reflexo pequeno, mas importante”, diz.

E, finalmente, há a terceira camada, em que de fato ocorre uma mudança revolucionária no processo de ensino e aprendizagem: o uso das chamadas tecnologias de criação e experimentação, baseadas em metodologias ativas de aprendizagem como laboratórios makers e softwares de simulação de ciências, entre outros. “O que o mundo está fazendo é esta terceira camada, que é mudar a cara da escola, ter mais horas para testar teorias, por exemplo, com os alunos em laboratório”, afirma Paulo.

(Thais Paiva. Revista Nova Escola. Em: 10/10/2023. Adaptado.)

É possível identificar na estrutura textual apresentada o emprego de um subtítulo “Diferentes aspectos da tecnologia educacional”, sobre tal recurso pode-se afirmar que:

 

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Tecnologia na Educação: como ela pode favorecer a aprendizagem?

A primeira vista, os números sobre tecnologia no ambiente escolar impressionam: segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2019, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2020, 88,1% dos estudantes brasileiros têm acesso a internet e 81% das escolas públicas do país possuem laboratórios de informática.

No entanto, um olhar mais atento revela um problema muito mais profundo: na educação básica, enquanto 4,1 milhões de estudantes da rede pública não têm acesso a conectividade, apenas 174 mil alunos do setor privado não possuem conexão a rede. A desigualdade não para por aí, evidenciando-se também quando o recorte é geográfico. Nas regiões Norte e Nordeste, o percentual de alunos de escolas públicas que utilizam a internet cai para 68,4% e 77%, respectivamente.

Apesar dos avanços rumo a inclusão feitos nos últimos anos, o retrato trazido pelo estudo evidencia os muitos desafios que as escolas públicas enfrentam para implementar um currículo alinhado a cultura digital, uma das competências gerais da educação básica estabelecida pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

“No período da pandemia, vimos que nossos alunos de escolas públicas não têm acesso à conectividade”, aponta Débora Garofalo, diretora de Inovação na empresa Multirio, vinculada à Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro (RJ). “Esse cenário mostra a importância de fomentar políticas públicas para o ensino das tecnologias e para a garantia da democratização do acesso a esses estudantes.”

Diferentes aspectos da tecnologia educacional

Garantir a universalização é, porém, só o primeiro passo. Conforme explica Paulo Blikstein, professor da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, e diretor do Transformative Learning Technologies Lab, “você pode colocar internet em todas as escolas e isso não quer dizer que a aprendizagem vai melhorar”.

Para mostrar a dimensão do desafio no Brasil, o professor diferencia três camadas envolvidas quando utilizamos o termo tecnologia educacional. “Uma primeira camada são as tecnologias que chamamos de ‘infraestrutura’: conectividade, existência de computadores, equipamentos etc., que são pré-requisitos para fazer as outras coisas.

A segunda é o que a gente denomina de ‘tecnologias de ensino’, isto é, tudo que otimiza o ensino mais tradicional, como softwares de correção e otimização de textos e aulas de reforço em vídeo. Seria um uso para otimizar a escola, mas do jeito que ela já é. Isso tem um reflexo pequeno, mas importante”, diz.

E, finalmente, há a terceira camada, em que de fato ocorre uma mudança revolucionária no processo de ensino e aprendizagem: o uso das chamadas tecnologias de criação e experimentação, baseadas em metodologias ativas de aprendizagem como laboratórios makers e softwares de simulação de ciências, entre outros. “O que o mundo está fazendo é esta terceira camada, que é mudar a cara da escola, ter mais horas para testar teorias, por exemplo, com os alunos em laboratório”, afirma Paulo.

(Thais Paiva. Revista Nova Escola. Em: 10/10/2023. Adaptado.)

Em “No período da pandemia, vimos que nossos alunos de escolas públicas não têm acesso à conectividade [...]” (4º§), é possível afirmar quanto ao uso das formas verbais que:

 

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Tecnologia na Educação: como ela pode favorecer a aprendizagem?

A primeira vista, os números sobre tecnologia no ambiente escolar impressionam: segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2019, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2020, 88,1% dos estudantes brasileiros têm acesso a internet e 81% das escolas públicas do país possuem laboratórios de informática.

No entanto, um olhar mais atento revela um problema muito mais profundo: na educação básica, enquanto 4,1 milhões de estudantes da rede pública não têm acesso a conectividade, apenas 174 mil alunos do setor privado não possuem conexão a rede. A desigualdade não para por aí, evidenciando-se também quando o recorte é geográfico. Nas regiões Norte e Nordeste, o percentual de alunos de escolas públicas que utilizam a internet cai para 68,4% e 77%, respectivamente.

Apesar dos avanços rumo a inclusão feitos nos últimos anos, o retrato trazido pelo estudo evidencia os muitos desafios que as escolas públicas enfrentam para implementar um currículo alinhado a cultura digital, uma das competências gerais da educação básica estabelecida pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

“No período da pandemia, vimos que nossos alunos de escolas públicas não têm acesso à conectividade”, aponta Débora Garofalo, diretora de Inovação na empresa Multirio, vinculada à Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro (RJ). “Esse cenário mostra a importância de fomentar políticas públicas para o ensino das tecnologias e para a garantia da democratização do acesso a esses estudantes.”

Diferentes aspectos da tecnologia educacional

Garantir a universalização é, porém, só o primeiro passo. Conforme explica Paulo Blikstein, professor da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, e diretor do Transformative Learning Technologies Lab, “você pode colocar internet em todas as escolas e isso não quer dizer que a aprendizagem vai melhorar”.

Para mostrar a dimensão do desafio no Brasil, o professor diferencia três camadas envolvidas quando utilizamos o termo tecnologia educacional. “Uma primeira camada são as tecnologias que chamamos de ‘infraestrutura’: conectividade, existência de computadores, equipamentos etc., que são pré-requisitos para fazer as outras coisas.

A segunda é o que a gente denomina de ‘tecnologias de ensino’, isto é, tudo que otimiza o ensino mais tradicional, como softwares de correção e otimização de textos e aulas de reforço em vídeo. Seria um uso para otimizar a escola, mas do jeito que ela já é. Isso tem um reflexo pequeno, mas importante”, diz.

E, finalmente, há a terceira camada, em que de fato ocorre uma mudança revolucionária no processo de ensino e aprendizagem: o uso das chamadas tecnologias de criação e experimentação, baseadas em metodologias ativas de aprendizagem como laboratórios makers e softwares de simulação de ciências, entre outros. “O que o mundo está fazendo é esta terceira camada, que é mudar a cara da escola, ter mais horas para testar teorias, por exemplo, com os alunos em laboratório”, afirma Paulo.

(Thais Paiva. Revista Nova Escola. Em: 10/10/2023. Adaptado.)

“No período da pandemia, vimos que nossos alunos de escolas públicas não têm acesso à conectividade”, aponta Débora Garofalo, diretora de Inovação na empresa Multirio, vinculada à Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro (RJ). “Esse cenário mostra a importância de fomentar políticas públicas para o ensino das tecnologias e para a garantia da democratização do acesso a esses estudantes.” (4º§) As aspas foram utilizadas no trecho anterior com a função de:

 

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Tecnologia na Educação: como ela pode favorecer a aprendizagem?

A primeira vista, os números sobre tecnologia no ambiente escolar impressionam: segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2019, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2020, 88,1% dos estudantes brasileiros têm acesso a internet e 81% das escolas públicas do país possuem laboratórios de informática.

No entanto, um olhar mais atento revela um problema muito mais profundo: na educação básica, enquanto 4,1 milhões de estudantes da rede pública não têm acesso a conectividade, apenas 174 mil alunos do setor privado não possuem conexão a rede. A desigualdade não para por aí, evidenciando-se também quando o recorte é geográfico. Nas regiões Norte e Nordeste, o percentual de alunos de escolas públicas que utilizam a internet cai para 68,4% e 77%, respectivamente.

Apesar dos avanços rumo a inclusão feitos nos últimos anos, o retrato trazido pelo estudo evidencia os muitos desafios que as escolas públicas enfrentam para implementar um currículo alinhado a cultura digital, uma das competências gerais da educação básica estabelecida pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

“No período da pandemia, vimos que nossos alunos de escolas públicas não têm acesso à conectividade”, aponta Débora Garofalo, diretora de Inovação na empresa Multirio, vinculada à Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro (RJ). “Esse cenário mostra a importância de fomentar políticas públicas para o ensino das tecnologias e para a garantia da democratização do acesso a esses estudantes.”

Diferentes aspectos da tecnologia educacional

Garantir a universalização é, porém, só o primeiro passo. Conforme explica Paulo Blikstein, professor da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, e diretor do Transformative Learning Technologies Lab, “você pode colocar internet em todas as escolas e isso não quer dizer que a aprendizagem vai melhorar”.

Para mostrar a dimensão do desafio no Brasil, o professor diferencia três camadas envolvidas quando utilizamos o termo tecnologia educacional. “Uma primeira camada são as tecnologias que chamamos de ‘infraestrutura’: conectividade, existência de computadores, equipamentos etc., que são pré-requisitos para fazer as outras coisas.

A segunda é o que a gente denomina de ‘tecnologias de ensino’, isto é, tudo que otimiza o ensino mais tradicional, como softwares de correção e otimização de textos e aulas de reforço em vídeo. Seria um uso para otimizar a escola, mas do jeito que ela já é. Isso tem um reflexo pequeno, mas importante”, diz.

E, finalmente, há a terceira camada, em que de fato ocorre uma mudança revolucionária no processo de ensino e aprendizagem: o uso das chamadas tecnologias de criação e experimentação, baseadas em metodologias ativas de aprendizagem como laboratórios makers e softwares de simulação de ciências, entre outros. “O que o mundo está fazendo é esta terceira camada, que é mudar a cara da escola, ter mais horas para testar teorias, por exemplo, com os alunos em laboratório”, afirma Paulo.

(Thais Paiva. Revista Nova Escola. Em: 10/10/2023. Adaptado.)

Em relação ao título atribuído ao texto “Tecnologia na Educação: como ela pode favorecer a aprendizagem?” pode-se afirmar que:

 

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Tecnologia na Educação: como ela pode favorecer a aprendizagem?

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No entanto, um olhar mais atento revela um problema muito mais profundo: na educação básica, enquanto 4,1 milhões de estudantes da rede pública não têm acesso a conectividade, apenas 174 mil alunos do setor privado não possuem conexão a rede. A desigualdade não para por aí, evidenciando-se também quando o recorte é geográfico. Nas regiões Norte e Nordeste, o percentual de alunos de escolas públicas que utilizam a internet cai para 68,4% e 77%, respectivamente.

Apesar dos avanços rumo a inclusão feitos nos últimos anos, o retrato trazido pelo estudo evidencia os muitos desafios que as escolas públicas enfrentam para implementar um currículo alinhado a cultura digital, uma das competências gerais da educação básica estabelecida pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

“No período da pandemia, vimos que nossos alunos de escolas públicas não têm acesso à conectividade”, aponta Débora Garofalo, diretora de Inovação na empresa Multirio, vinculada à Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro (RJ). “Esse cenário mostra a importância de fomentar políticas públicas para o ensino das tecnologias e para a garantia da democratização do acesso a esses estudantes.”

Diferentes aspectos da tecnologia educacional

Garantir a universalização é, porém, só o primeiro passo. Conforme explica Paulo Blikstein, professor da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, e diretor do Transformative Learning Technologies Lab, “você pode colocar internet em todas as escolas e isso não quer dizer que a aprendizagem vai melhorar”.

Para mostrar a dimensão do desafio no Brasil, o professor diferencia três camadas envolvidas quando utilizamos o termo tecnologia educacional. “Uma primeira camada são as tecnologias que chamamos de ‘infraestrutura’: conectividade, existência de computadores, equipamentos etc., que são pré-requisitos para fazer as outras coisas.

A segunda é o que a gente denomina de ‘tecnologias de ensino’, isto é, tudo que otimiza o ensino mais tradicional, como softwares de correção e otimização de textos e aulas de reforço em vídeo. Seria um uso para otimizar a escola, mas do jeito que ela já é. Isso tem um reflexo pequeno, mas importante”, diz.

E, finalmente, há a terceira camada, em que de fato ocorre uma mudança revolucionária no processo de ensino e aprendizagem: o uso das chamadas tecnologias de criação e experimentação, baseadas em metodologias ativas de aprendizagem como laboratórios makers e softwares de simulação de ciências, entre outros. “O que o mundo está fazendo é esta terceira camada, que é mudar a cara da escola, ter mais horas para testar teorias, por exemplo, com os alunos em laboratório”, afirma Paulo.

(Thais Paiva. Revista Nova Escola. Em: 10/10/2023. Adaptado.)

Pode-se afirmar que a expressão que introduz o 2º§ tem como principal função:

 

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