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Foram encontradas 50 questões.

849668 Ano: 2016
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro é obrigatória a expedição de um novo Certificado de Registro de Veículo quando:
 

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848833 Ano: 2016
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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Considere a seguinte sequência numérica:
01 – 11 – 21 – 22 – 32 – 42 – X
Qual das alternativas substitui corretamente a letra X?
 

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847771 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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“Muitas marcas e instituições utilizam símbolos para se representarem ou serem reconhecidas internacionalmente. O símbolo a seguir representa uma importante instituição com representatividade mundial.”
Enunciado 847771-1
Trata-se da:
 

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843518 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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Agora é científico: pessoas mal amadas sentem menos empatia
Cientistas descobrem a relação entre o “hormônio do amor”
e a falta de sensibilidade aos problemas dos outros.
Quando estamos apaixonados tudo é mil maravilhas. Não interessa se faz frio, calor ou se você perdeu o ônibus – o importante é estar com a pessoa amada. Não que seu parceiro ou parceira não tenha parte nessa sensação de plenitude, mas a grande responsável é a ocitocina, conhecida como hormônio do amor. A ocitocina é aquele sentimento de bem-estar quando abraçamos uma pessoa querida. Ela é produzida no hipotálamo e liberada quando nos ligamos emocionalmente a alguém – podem ser laços familiares, românticos e de amizade.
Além de interferir no estado de espírito, o “hormônio do amor” controla várias funções vitais do organismo como apetite, sede, sono, libido e controle de estresse. Quando o corpo não dá conta de produzir ocitocina o suficiente, a forma como a reagimos aos estímulos sociais é diretamente afetada, como lidamos com a nossa vida social. O que os cientistas não sabiam era que isso poderia interferir também no que sentimos por outras pessoas. Um novo estudo realizado pela Universidade de Cardiff, no Reino Unido, descobriu que pessoas com baixos índices de ocitocina sentem menos empatia pelos outros.
Os cientistas avaliaram 20 indivíduos com Diabetes insipidus CDI, que acontece quando o corpo não consegue tratar corretamente os fluidos. Trata-se de uma disfunção hormonal em que não há produção ou liberação dos hormônios diuréticos. Pacientes com CDI têm taxas muito reduzidas de vasopressina, o hormônio responsável pelo controle da urina, cuja estrutura é muito parecida com a da ocitocina. Eles também acompanharam 15 pessoas com hipopituitarismo, uma condição que diminui a liberação dos hormônios sintetizados na hipófise – e, consequentemente, também da ocitocina. Esses dois grupos de pacientes com níveis baixos de “hormônio do amor” foram comparados com 20 pessoas saudáveis.
Todos eles fizeram duas atividades para testar suas demonstrações de empatia com base em reconhecimento das expressões de emoções. Além dos testes, os cientistas também examinaram os voluntários para medir as taxas de ocitocina e perceberam que os dois grupos doentes foram os que tiveram os piores resultados nas tarefas de empatia e os níveis mais baixos do hormônio. Ou seja, quanto menos hormônio do amor no organismo, menos sensibilidade aos problemas e sofrimentos alheios.
A pesquisa, apresentada na conferência anual da Sociedade de Endocrinologia, em Brighton, é pioneira ao estudar seres humanos com ocitocina reduzida (hormonalmente falando, os “mal amados”) como resultado de problemas clínicos e não a partir de disfunções psicológicas como depressão e estresse, por exemplo.
Os cientistas querem replicar o estudo para comprovar se a reposição da substância pode ser uma boa saída para melhorar as condições psicológicas dos pacientes que sofrem com poucas doses do hormônio do amor no organismo. Suplementação de ocitocina para aqueles casos em que um abraço não resolve.
(Por: Pamela Carbonari. Revista Superinteressante. Disponível
em: http://super.abril.com.br/saude/agora-e-cientifico-pessoas-mal-amadassentem- menos-empatia/. Acesso em: 01/12/2016. Adaptado.)
No trecho “Além de interferir no estado de espírito, o ‘hormônio do amor’ controla várias funções vitais do organismo como apetite, sede, sono, libido e controle de estresse.” , a expressão “além de” pode ser substituída, semalteração de sentido, por
 

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841229 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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Para receber uma promoção, o funcionário de uma central de atendimento ao cliente deve receber avaliação positiva de pelo menos 70% dos usuários. Adriana estabeleceu uma meta de receber avaliação positiva diariamente de 70% ou mais de usuários, visando esta promoção. Porém, os 5 primeiros usuários do dia não avaliaram de forma positiva o serviço prestado por Adriana. Considerando que os próximos usuários irão avaliar de forma positiva o serviço prestado por Adriana, quantas avaliações positivas serão necessárias, no mínimo, para que ela consiga atingir a sua meta neste dia?
 

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825974 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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A maratona de Nova York, criada em 1970, é uma das principais maratonas do mundo. Atualmente, cerca de 50.000 atletas buscam colocar seu nome no Hall da Fama do esporte mundial correndo os 42 km pelas ruas da cidade mais populosa do mundo. Como nos Estados Unidos da América a unidade de medida usada para distância é milhas (1 milha – 1,6 km), quantas milhas o atleta deverá correr para completar a maratona?
 

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1474199 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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Agora é científico: pessoas mal amadas sentem menos empatia
Cientistas descobrem a relação entre o “hormônio do amor”
e a falta de sensibilidade aos problemas dos outros.
Quando estamos apaixonados tudo é mil maravilhas. Não interessa se faz frio, calor ou se você perdeu o ônibus – o importante é estar com a pessoa amada. Não que seu parceiro ou parceira não tenha parte nessa sensação de plenitude, mas a grande responsável é a ocitocina, conhecida como hormônio do amor. A ocitocina é aquele sentimento de bem-estar quando abraçamos uma pessoa querida. Ela é produzida no hipotálamo e liberada quando nos ligamos emocionalmente a alguém – podem ser laços familiares, românticos e de amizade.
Além de interferir no estado de espírito, o “hormônio do amor” controla várias funções vitais do organismo como apetite, sede, sono, libido e controle de estresse. Quando o corpo não dá conta de produzir ocitocina o suficiente, a forma como a reagimos aos estímulos sociais é diretamente afetada, como lidamos com a nossa vida social. O que os cientistas não sabiam era que isso poderia interferir também no que sentimos por outras pessoas. Um novo estudo realizado pela Universidade de Cardiff, no Reino Unido, descobriu que pessoas com baixos índices de ocitocina sentem menos empatia pelos outros.
Os cientistas avaliaram 20 indivíduos com Diabetes insipidus CDI, que acontece quando o corpo não consegue tratar corretamente os fluidos. Trata-se de uma disfunção hormonal em que não há produção ou liberação dos hormônios diuréticos. Pacientes com CDI têm taxas muito reduzidas de vasopressina, o hormônio responsável pelo controle da urina, cuja estrutura é muito parecida com a da ocitocina. Eles também acompanharam 15 pessoas com hipopituitarismo, uma condição que diminui a liberação dos hormônios sintetizados na hipófise – e, consequentemente, também da ocitocina. Esses dois grupos de pacientes com níveis baixos de “hormônio do amor” foram comparados com 20 pessoas saudáveis.
Todos eles fizeram duas atividades para testar suas demonstrações de empatia com base em reconhecimento das expressões de emoções. Além dos testes, os cientistas também examinaram os voluntários para medir as taxas de ocitocina e perceberam que os dois grupos doentes foram os que tiveram os piores resultados nas tarefas de empatia e os níveis mais baixos do hormônio. Ou seja, quanto menos hormônio do amor no organismo, menos sensibilidade aos problemas e sofrimentos alheios.
A pesquisa, apresentada na conferência anual da Sociedade de Endocrinologia, em Brighton, é pioneira ao estudar seres humanos com ocitocina reduzida (hormonalmente falando, os “mal amados”) como resultado de problemas clínicos e não a partir de disfunções psicológicas como depressão e estresse, por exemplo.
Os cientistas querem replicar o estudo para comprovar se a reposição da substância pode ser uma boa saída para melhorar as condições psicológicas dos pacientes que sofrem com poucas doses do hormônio do amor no organismo. Suplementação de ocitocina para aqueles casos em que um abraço não resolve.
(Por: Pamela Carbonari. Revista Superinteressante. Disponível
em: http://super.abril.com.br/saude/agora-e-cientifico-pessoas-mal-amadassentem- menos-empatia/. Acesso em: 01/12/2016. Adaptado.)
Assinale, a seguir, uma afirmativa transcrita do texto que exprime circunstância de negação.
Questão Anulada

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1470085 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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Agora é científico: pessoas mal amadas sentem menos empatia

Cientistas descobrem a relação entre o “hormônio do amor”
e a falta de sensibilidade aos problemas dos outros.

Quando estamos apaixonados tudo é mil maravilhas. Não interessa se faz frio, calor ou se você perdeu o ônibus – o importante é estar com a pessoa amada. Não que seu parceiro ou parceira não tenha parte nessa sensação de plenitude, mas a grande responsável é a ocitocina, conhecida como hormônio do amor. A ocitocina é aquele sentimento de bem-estar quando abraçamos uma pessoa querida. Ela é produzida no hipotálamo e liberada quando nos ligamos emocionalmente a alguém – podem ser laços familiares, românticos e de amizade.

Além de interferir no estado de espírito, o “hormônio do amor” controla várias funções vitais do organismo como apetite, sede, sono, libido e controle de estresse. Quando o corpo não dá conta de produzir ocitocina o suficiente, a forma como a reagimos aos estímulos sociais é diretamente afetada, como lidamos com a nossa vida social. O que os cientistas não sabiam era que isso poderia interferir também no que sentimos por outras pessoas. Um novo estudo realizado pela Universidade de Cardiff, no Reino Unido, descobriu que pessoas com baixos índices de ocitocina sentem menos empatia pelos outros.

Os cientistas avaliaram 20 indivíduos com Diabetes insipidus CDI, que acontece quando o corpo não consegue tratar corretamente os fluidos. Trata-se de uma disfunção hormonal em que não há produção ou liberação dos hormônios diuréticos. Pacientes com CDI têm taxas muito reduzidas de vasopressina, o hormônio responsável pelo controle da urina, cuja estrutura é muito parecida com a da ocitocina. Eles também acompanharam 15 pessoas com hipopituitarismo, uma condição que diminui a liberação dos hormônios sintetizados na hipófise – e, consequentemente, também da ocitocina. Esses dois grupos de pacientes com níveis baixos de “hormônio do amor” foram comparados com 20 pessoas saudáveis.

Todos eles fizeram duas atividades para testar suas demonstrações de empatia com base em reconhecimento das expressões de emoções. Além dos testes, os cientistas também examinaram os voluntários para medir as taxas de ocitocina e perceberam que os dois grupos doentes foram os que tiveram os piores resultados nas tarefas de empatia e os níveis mais baixos do hormônio. Ou seja, quanto menos hormônio do amor no organismo, menos sensibilidade aos problemas e sofrimentos alheios.

A pesquisa, apresentada na conferência anual da Sociedade de Endocrinologia, em Brighton, é pioneira ao estudar seres humanos com ocitocina reduzida (hormonalmente falando, os “mal amados”) como resultado de problemas clínicos e não a partir de disfunções psicológicas como depressão e estresse, por exemplo.

Os cientistas querem replicar o estudo para comprovar se a reposição da substância pode ser uma boa saída para melhorar as condições psicológicas dos pacientes que sofrem com poucas doses do hormônio do amor no organismo. Suplementação de ocitocina para aqueles casos em que um abraço não resolve.

(Por: Pamela Carbonari. Revista Superinteressante. Disponível

em: http://super.abril.com.br/saude/agora-e-cientifico-pessoas-mal-amadassentem- menos-empatia/. Acesso em: 01/12/2016. Adaptado.)

Assinale a afirmativa que apresenta ERRO de ortografia.

Questão Anulada

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1470028 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
Provas:
“Vários povos vieram para o Brasil e contribuíram para a formação da cultura brasileira. A herança desse povo está presente na arquitetura das cidades, na alimentação e na riqueza cultural de nosso país. É uma comida típica de outro país que foi introduzida ao nosso cotidiano pelos imigrantes.” Trata-se de:
Questão Anulada

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1478224 Ano: 2016
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
Provas:

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, o condutor de veículo destinado à condução de escolares deve satisfazer os seguintes requisitos, EXCETO:

Questão Desatualizada

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