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Foram encontradas 50 questões.

884041 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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Carla foi convidada, de última hora, para ir à praia com seus amigos e precisa preparar a mala apressadamente para não perder a viagem. Considere que os biquínis de Carla estão organizados em duas gavetas: uma com partes superiores e outra com partes inferiores do biquíni, conforme apresentadas na tabela:

Cores Gaveta com partes superiores Gaveta com partes inferiores
Azul 2 3
Verde 2 2
Preto 3 1

Caso Carla pegue uma peça em cada gaveta de forma aleatória, qual é a probabilidade dela pegar um par de peças (parte superior e parte inferior do biquíni) de cor azul?

 

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880627 Ano: 2016
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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Um proprietário de veículo, ao mudar de endereço, dentro do mesmo munícipio, deverá solicitar:
 

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880265 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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Dependência química: neurobiologia das drogas
As drogas causadoras de dependência ativam o sistema de recompensa existente no cérebro.
Lícitas ou não, todas provocam aumento rápido na liberação de dopamina, neurotransmissor envolvido nas sensações de prazer. O prazer intenso dá origem ao aprendizado associativo (droga-prazer-droga), que constitui a base do condicionamento.
Com a repetição da experiência, os neurônios que liberam dopamina já começam a entrar em atividade ao reconhecer os estímulos ambientais e psicológicos vividos nos momentos que antecedem o uso da substância, fenômeno conhecido popularmente como fissura.
É por esse mecanismo que voltar aos locais em que a droga foi consumida, a presença de pessoas sob o efeito dela e o estado mental que predispõe ao uso pressionam o usuário para repetir a dose.
O condicionamento que leva à busca da droga fica tão enraizado nos circuitos cerebrais, que pode causar surtos de fissura depois de longos períodos de abstinência. A pessoa deixa de ser usuária, mas a dependência persiste.
As recompensas naturais – como aquelas obtidas com alimentos saborosos e o sexo – também estão ligadas à dopamina, mas, nesses casos, a liberação é interrompida pela saciedade. As drogas psicoativas, ao contrário, armam curtos-circuitos que bloqueiam a saciedade natural e mantêm picos elevados de dopamina até esgotar sua produção.
Por essa razão, comportamentos compulsivos por recompensas, como comida e sexo, são mais raros do que aqueles associados ao álcool, nicotina ou cocaína.
O condicionamento empobrece os pequenos prazeres cotidianos: encontrar um amigo, uma criança, a beleza da paisagem. No usuário crônico, os sistemas de recompensa e motivação são reorientados para os picos de dopamina provocados pela droga e seus gatilhos antecipatórios.
Com o tempo, a repetição do uso torna os neurônios do sistema de recompensa cada vez mais insensíveis à ação farmacológica da droga, fenômeno conhecido como tolerância.
A tolerância reduz o grau de euforia experimentado no passado, aprofunda a apatia motivacional na vida diária e leva ao aumento progressivo das doses e às mortes por overdose.
É por causa da tolerância que todo “maconheiro velho” se queixa da qualidade da maconha atual.
Como parte desse mecanismo, os neurônios que formam o sistema antirrecompensa ficam hiper-reativos. A sensação de prazer, agora mais fugaz e menos intensa, vem seguida de uma fase disfórica, que se instala no espírito do dependente, assim que o efeito da droga se dissipa. A pessoa deixa de buscá-la simplesmente pelo prazer do efeito, mas para fugir da apatia e depressão que a atormentam, quando ele se esvai.
O desarranjo das sinapses dos neurônios pré-frontais enfraquece a resistência aos apelos da droga, mesmo quando a intenção de abandoná-la é verdadeira.
As alterações dos circuitos pré-frontais, ao lado das que acontecem na circuitaria responsável pelas sensações de prazer, recompensa e respostas emocionais, tecem o substrato para a instalação gradual do comportamento compulsivo, descontrolado, que compromete a motivação para enfrentar a abstinência, mesmo diante de consequências pessoais catastróficas.
Da mesma forma que nem todos correm igual risco de desenvolver diabetes ou doença cardiovascular, apenas uma minoria dos que usam drogas psicoativas se torna dependente. A suscetibilidade é atribuída à genética e à diferença na vulnerabilidade.
Fatores que aumentam o risco incluem história familiar (hereditariedade e criação), exposição em idade precoce (adolescência é o período mais vulnerável), características do meio (ambientes estressantes, violência doméstica, desorganização familiar, convívio com usuários) e transtornos psiquiátricos (depressão, psicoses, ansiedade).
Os estudos mostram que cerca de 10% das pessoas expostas às drogas psicoativas se tornarão dependentes. No caso da nicotina, esse número é cinco a seis vezes maior.
(Drauzio Varella. Publicado em: 09/08/2016. Disponível em:
https://drauziovarella.com.br/drauzio/artigos/dependencia-quimicaneurobiologia- das-drogas/. Acesso em: 30/11/2016. Adaptado.)
O trecho “No caso da nicotina, esse número é cinco a seis vezes maior.” evidencia uma ação
 

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872661 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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Leia a mensagem a seguir para responder à questão.

Enunciado 872661-1

(Disponível em: http://blog.opovo.com.br/direitoeinformacao/wp-content/uploads/sites/21/2012/05/Blog_Cartaz-OAB_maior.jpg. Acesso em: 30/11/2016.)

Em “ Converse com seu filho. Você sabe os riscos. Ele nem imagina.”, a expressão destacada expressa ideia de

 

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870943 Ano: 2016
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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Fazer reparo de veículo em via pública, mesmo em caso de impedimento absoluto de sua remoção e devidamente sinalizado
 

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870835 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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Dependência química: neurobiologia das drogas
As drogas causadoras de dependência ativam o sistema de recompensa existente no cérebro.
Lícitas ou não, todas provocam aumento rápido na liberação de dopamina, neurotransmissor envolvido nas sensações de prazer. O prazer intenso dá origem ao aprendizado associativo (droga-prazer-droga), que constitui a base do condicionamento.
Com a repetição da experiência, os neurônios que liberam dopamina já começam a entrar em atividade ao reconhecer os estímulos ambientais e psicológicos vividos nos momentos que antecedem o uso da substância, fenômeno conhecido popularmente como fissura.
É por esse mecanismo que voltar aos locais em que a droga foi consumida, a presença de pessoas sob o efeito dela e o estado mental que predispõe ao uso pressionam o usuário para repetir a dose.
O condicionamento que leva à busca da droga fica tão enraizado nos circuitos cerebrais, que pode causar surtos de fissura depois de longos períodos de abstinência. A pessoa deixa de ser usuária, mas a dependência persiste.
As recompensas naturais – como aquelas obtidas com alimentos saborosos e o sexo – também estão ligadas à dopamina, mas, nesses casos, a liberação é interrompida pela saciedade. As drogas psicoativas, ao contrário, armam curtos-circuitos que bloqueiam a saciedade natural e mantêm picos elevados de dopamina até esgotar sua produção.
Por essa razão, comportamentos compulsivos por recompensas, como comida e sexo, são mais raros do que aqueles associados ao álcool, nicotina ou cocaína.
O condicionamento empobrece os pequenos prazeres cotidianos: encontrar um amigo, uma criança, a beleza da paisagem. No usuário crônico, os sistemas de recompensa e motivação são reorientados para os picos de dopamina provocados pela droga e seus gatilhos antecipatórios.
Com o tempo, a repetição do uso torna os neurônios do sistema de recompensa cada vez mais insensíveis à ação farmacológica da droga, fenômeno conhecido como tolerância.
A tolerância reduz o grau de euforia experimentado no passado, aprofunda a apatia motivacional na vida diária e leva ao aumento progressivo das doses e às mortes por overdose.
É por causa da tolerância que todo “maconheiro velho” se queixa da qualidade da maconha atual.
Como parte desse mecanismo, os neurônios que formam o sistema antirrecompensa ficam hiper-reativos. A sensação de prazer, agora mais fugaz e menos intensa, vem seguida de uma fase disfórica, que se instala no espírito do dependente, assim que o efeito da droga se dissipa. A pessoa deixa de buscá-la simplesmente pelo prazer do efeito, mas para fugir da apatia e depressão que a atormentam, quando ele se esvai.
O desarranjo das sinapses dos neurônios pré-frontais enfraquece a resistência aos apelos da droga, mesmo quando a intenção de abandoná-la é verdadeira.
As alterações dos circuitos pré-frontais, ao lado das que acontecem na circuitaria responsável pelas sensações de prazer, recompensa e respostas emocionais, tecem o substrato para a instalação gradual do comportamento compulsivo, descontrolado, que compromete a motivação para enfrentar a abstinência, mesmo diante de consequências pessoais catastróficas.
Da mesma forma que nem todos correm igual risco de desenvolver diabetes ou doença cardiovascular, apenas uma minoria dos que usam drogas psicoativas se torna dependente. A suscetibilidade é atribuída à genética e à diferença na vulnerabilidade.
Fatores que aumentam o risco incluem história familiar (hereditariedade e criação), exposição em idade precoce (adolescência é o período mais vulnerável), características do meio (ambientes estressantes, violência doméstica, desorganização familiar, convívio com usuários) e transtornos psiquiátricos (depressão, psicoses, ansiedade).
Os estudos mostram que cerca de 10% das pessoas expostas às drogas psicoativas se tornarão dependentes. No caso da nicotina, esse número é cinco a seis vezes maior.
(Drauzio Varella. Publicado em: 09/08/2016. Disponível em:
https://drauziovarella.com.br/drauzio/artigos/dependencia-quimicaneurobiologia- das-drogas/. Acesso em: 30/11/2016. Adaptado.)
De acordo com as ideias do texto, “Com o tempo, a repetição do uso torna os neurônios do sistema de recompensa cada vez mais insensíveis à ação farmacológica da droga, fenômeno conhecido como tolerância”. Assim, sobre a tolerância é INCORRETO afirmar que:
 

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868740 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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Durante as festividades de fim de ano, a prefeitura da cidade X organizou dois dias de shows, conforme apresenta a tabela a seguir.
Dia 1 2
Artista A B
Preço do ingresso R$ 25,00 R$ 30,00
Considere que:
• o valor total arrecadado com ingressos nos dois dias foi de R$ 66.640,00; e,
• o número de ingressos vendidos no segundo dia corresponde a 80% do número de ingressos vendidos no primeiro dia.
Qual é a diferença entre o número de ingressos vendidos nos dois dias?
 

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864992 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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Beethoven, Mozart e Chopin representam importantes artistas que marcaram o cenário cultural mundial. A contribuição cultural dada por eles está relacionada à:
 

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857964 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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O atentado de 11 de setembro de 2011 ficou conhecido mundialmente como o maior atentado terrorista que a humanidade já presenciou. O ataque que destruiu as torres gêmeas do World Trade Center ocorreu na cidade de:
 

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851845 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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Dependência química: neurobiologia das drogas
As drogas causadoras de dependência ativam o sistema de recompensa existente no cérebro.
Lícitas ou não, todas provocam aumento rápido na liberação de dopamina, neurotransmissor envolvido nas sensações de prazer. O prazer intenso dá origem ao aprendizado associativo (droga-prazer-droga), que constitui a base do condicionamento.
Com a repetição da experiência, os neurônios que liberam dopamina já começam a entrar em atividade ao reconhecer os estímulos ambientais e psicológicos vividos nos momentos que antecedem o uso da substância, fenômeno conhecido popularmente como fissura.
É por esse mecanismo que voltar aos locais em que a droga foi consumida, a presença de pessoas sob o efeito dela e o estado mental que predispõe ao uso pressionam o usuário para repetir a dose.
O condicionamento que leva à busca da droga fica tão enraizado nos circuitos cerebrais, que pode causar surtos de fissura depois de longos períodos de abstinência. A pessoa deixa de ser usuária, mas a dependência persiste.
As recompensas naturais – como aquelas obtidas com alimentos saborosos e o sexo – também estão ligadas à dopamina, mas, nesses casos, a liberação é interrompida pela saciedade. As drogas psicoativas, ao contrário, armam curtos-circuitos que bloqueiam a saciedade natural e mantêm picos elevados de dopamina até esgotar sua produção.
Por essa razão, comportamentos compulsivos por recompensas, como comida e sexo, são mais raros do que aqueles associados ao álcool, nicotina ou cocaína.
O condicionamento empobrece os pequenos prazeres cotidianos: encontrar um amigo, uma criança, a beleza da paisagem. No usuário crônico, os sistemas de recompensa e motivação são reorientados para os picos de dopamina provocados pela droga e seus gatilhos antecipatórios.
Com o tempo, a repetição do uso torna os neurônios do sistema de recompensa cada vez mais insensíveis à ação farmacológica da droga, fenômeno conhecido como tolerância.
A tolerância reduz o grau de euforia experimentado no passado, aprofunda a apatia motivacional na vida diária e leva ao aumento progressivo das doses e às mortes por overdose.
É por causa da tolerância que todo “maconheiro velho” se queixa da qualidade da maconha atual.
Como parte desse mecanismo, os neurônios que formam o sistema antirrecompensa ficam hiper-reativos. A sensação de prazer, agora mais fugaz e menos intensa, vem seguida de uma fase disfórica, que se instala no espírito do dependente, assim que o efeito da droga se dissipa. A pessoa deixa de buscá-la simplesmente pelo prazer do efeito, mas para fugir da apatia e depressão que a atormentam, quando ele se esvai.
O desarranjo das sinapses dos neurônios pré-frontais enfraquece a resistência aos apelos da droga, mesmo quando a intenção de abandoná-la é verdadeira.
As alterações dos circuitos pré-frontais, ao lado das que acontecem na circuitaria responsável pelas sensações de prazer, recompensa e respostas emocionais, tecem o substrato para a instalação gradual do comportamento compulsivo, descontrolado, que compromete a motivação para enfrentar a abstinência, mesmo diante de consequências pessoais catastróficas.
Da mesma forma que nem todos correm igual risco de desenvolver diabetes ou doença cardiovascular, apenas uma minoria dos que usam drogas psicoativas se torna dependente. A suscetibilidade é atribuída à genética e à diferença na vulnerabilidade.
Fatores que aumentam o risco incluem história familiar (hereditariedade e criação), exposição em idade precoce (adolescência é o período mais vulnerável), características do meio (ambientes estressantes, violência doméstica, desorganização familiar, convívio com usuários) e transtornos psiquiátricos (depressão, psicoses, ansiedade).
Os estudos mostram que cerca de 10% das pessoas expostas às drogas psicoativas se tornarão dependentes. No caso da nicotina, esse número é cinco a seis vezes maior.
(Drauzio Varella. Publicado em: 09/08/2016. Disponível em:
https://drauziovarella.com.br/drauzio/artigos/dependencia-quimicaneurobiologia- das-drogas/. Acesso em: 30/11/2016. Adaptado.)
Sobre as drogas causadoras da dependência, segundo as ideias do texto, assinale a afirmativa correta.
 

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