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O princípio da gestão democrática do ensino público expresso no Artigo 206, inciso VI, da Constituição Federal de 1988, é reafirmado no Artigo 3º, inciso VIII, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, nº 9.694/96, e ampliado no Artigo 12, inciso VI, no Artigo 13, incisos I e VI e no Artigo 14. Essa normatização apresenta desafios e mudanças na forma de se organizar e administrar a escola e o Sistema. Sobre esta normatização, assinale a afirmativa INCORRETA.
 

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Estradas para a perdição?
Numa época em que quase todo mundo carrega um GPS facílimo de operar no bolso ou na bolsa, imagens de satélite nunca foram tão banais. Dois toques na tela do celular são suficientes para que o sujeito consiga examinar uma representação mais ou menos realista e atualizada da Terra vista do espaço.
Mesmo assim, uma forma inovadora de enxergar o nosso planeta, bolada por uma equipe internacional de cientistas, é capaz de deixar surpreso – e cabreiro – quem ainda tem um pouco de imaginação. O trabalho revela um globo retalhado por estradas, um “bolo planetário” cortado em 600 mil pedacinhos.
Note, aliás, que essa estimativa do número de fatias separadas pela ação humana provavelmente é conservadora – ainda faltam dados a respeito de certas áreas, o que significa que o impacto global das estradas deve ser ainda maior. De qualquer jeito, se você achava que a Terra ainda está repleta de vastas áreas intocadas pela nossa espécie, pense de novo.
A pesquisa, que acaba de sair na revista “Science”, indica que mais da metade dos pedaços de chão não atravessados por estradas têm área de menos de 1 km², e 80% desses trechos medem menos de 5 km² de área. Grandes áreas contínuas (com mais de 100 km²), sem brechas abertas especificamente para o tráfego humano, são apenas 7% do total.
E daí? Decerto uma estradinha passando nas vizinhas não faz tão mal assim, faz? Muito pelo contrário, indica a literatura científica avaliada pela equipe do estudo, que inclui a brasileira Mariana Vale, do Departamento de Ecologia da UFRJ.
Para calcular as fatias em que o planeta foi picado, Mariana e seus colegas utilizaram como critério uma distância de pelo menos 1 km da estrada mais próxima – isso porque distâncias iguais ou inferiores a 1 km estão ligadas a uma série de efeitos negativos das estradas sobre os ambientes naturais que cortam.
Estradas são, é claro, vias de acesso para caçadores e gente munida de motosserras; trazem poluentes dos carros e caminhões para as matas e os rios; além de trazer gente, trazem espécies invasoras (não nativas da região) que muitas vezes deixam as criaturas nativas em maus lençóis. Considere ainda que estradas, em certo sentido, dão cria: a abertura de uma rodovia em regiões como a Amazônia quase inevitavelmente estimula a abertura de ramais secundários, dos quais nascem outras picadas, num processo que vai capilarizando a devastação. [...]
(Reinaldo José Lopes. Folha de S. Paulo. 18 de dezembro de 2016.)
É possível constatar no texto o emprego de uma variedade linguística informal através das expressões “bolada” e “cabreiro”, por exemplo. Ocorre, porém, que também é possível reconhecer o emprego da variedade culta ultraformal da língua através da expressão vista no trecho:
 

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1304870 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
Os novos paradigmas da educação nacional encaminham a questão de ordem prática: são desafios que colocam o inspetor escolar para a observância da legislação da educação junto às escolas, pelo seu papel de legítimo representante da administração central e regional do sistema. O inspetor escolar pode exercer competências em ação solidária com as escolas e seus diretores, pedagogos e professores e em interação com setores das secretarias estaduais e municipais e dos órgãos regionais de educação. Esses profissionais são os olhos e os ouvidos do Poder Público na escola. O perfil desse profissional deve ser de função:
I. Verificadora.
II. Avaliadora.
III. Orientadora.
IV. Corretiva.
Estão corretas as funções
 

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1302393 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
Com relação à conquista da autonomia da escola, uma das atribuições do inspetor escolar é “subsidiar e escola na elaboração e no desenvolvimento do seu projeto pedagógico”. Considere a atribuição citada e assinale a alternativa que NÃO a representa.
 

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1297115 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
De acordo com as legislações atuais são atribuições que competem ao inspetor escolar:
I. Homologar o Regimento e o Calendário Escolar, exceto o Calendário Escolar Especial, pois a sua homologação depende apenas do Colegiado Escolar.
II. Assinalar juntamente com o Secretário e o Diretor da Escola a relação nominal dos concluintes dos cursos de ensino médio.
III. Visar processo de autorização para lecionar, secretariar e dirigir estabelecimento de ensino fundamental e médio.
IV. Verificar, permanentemente, no que se refere à legislação do ensino, a situação legal e funcional do pessoal administrativo, técnico e docente.
Estão corretas as atribuições
 

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Estradas para a perdição?

Numa época em que quase todo mundo carrega um GPS facílimo de operar no bolso ou na bolsa, imagens de satélite nunca foram tão banais. Dois toques na tela do celular são suficientes para que o sujeito consiga examinar uma representação mais ou menos realista e atualizada da Terra vista do espaço.

Mesmo assim, uma forma inovadora de enxergar o nosso planeta, bolada por uma equipe internacional de cientistas, é capaz de deixar surpreso – e cabreiro – quem ainda tem um pouco de imaginação. O trabalho revela um globo retalhado por estradas, um “bolo planetário” cortado em 600 mil pedacinhos.

Note, aliás, que essa estimativa do número de fatias separadas pela ação humana provavelmente é conservadora – ainda faltam dados a respeito de certas áreas, o que significa que o impacto global das estradas deve ser ainda maior. De qualquer jeito, se você achava que a Terra ainda está repleta de vastas áreas intocadas pela nossa espécie, pense de novo.

A pesquisa, que acaba de sair na revista “Science”, indica que mais da metade dos pedaços de chão não atravessados por estradas têm área de menos de 1 km², e 80% desses trechos medem menos de 5 km² de área. Grandes áreas contínuas (com mais de 100 km²), sem brechas abertas especificamente para o tráfego humano, são apenas 7% do total.

E daí? Decerto uma estradinha passando nas vizinhas não faz tão mal assim, faz? Muito pelo contrário, indica a literatura científica avaliada pela equipe do estudo, que inclui a brasileira Mariana Vale, do Departamento de Ecologia da UFRJ.

Para calcular as fatias em que o planeta foi picado, Mariana e seus colegas utilizaram como critério uma distância de pelo menos 1 km da estrada mais próxima – isso porque distâncias iguais ou inferiores a 1 km estão ligadas a uma série de efeitos negativos das estradas sobre os ambientes naturais que cortam.

Estradas são, é claro, vias de acesso para caçadores e gente munida de motosserras; trazem poluentes dos carros e caminhões para as matas e os rios; além de trazer gente, trazem espécies invasoras (não nativas da região) que muitas vezes deixam as criaturas nativas em maus lençóis. Considere ainda que estradas, em certo sentido, dão cria: a abertura de uma rodovia em regiões como a Amazônia quase inevitavelmente estimula a abertura de ramais secundários, dos quais nascem outras picadas, num processo que vai capilarizando a devastação. [...]

(Reinaldo José Lopes. Folha de S. Paulo. 18 de dezembro de 2016.)

A expressão em destaque em “Estradas são, é claro, vias de acesso para caçadores [...]” aparece entre vírgulas por indicar

 

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979904 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
Analise os pressupostos básicos sobre a organização do subsistema de inspeção escolar, no sistema de ensino de Minas Gerais, de acordo com as legislações vigentes.
I. A inspeção como prática educativa na atualidade se reveste de forte cunho político e técnico administrativo sem, contudo, atender ao aspecto pedagógico.
II. A inspeção é um processo de comunicação bidirecional entre os órgãos centrais e as unidades operacionais do sistema de ensino.
III. A inspeção supõe estrutura em nível macro e funcionamento em nível micro.
IV. A inspeção escolar trata com a organização e funcionamento global da escola.
V. Há sempre necessidade de mudança de conteúdo e nos métodos de inspeção.
Estão corretos os pressupostos
 

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964035 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
A questão do conflito nas organizações nasceu verdadeiramente com a eclosão de um pensamento nitidamente administrativo. Antes dos primórdios da era industrial, a “nova aristocracia” representada pelos empresários considerava os trabalhadores como membros de uma classe social inferior e tratava os conflitos potenciais como relação pura e simples de dominação-submissão que se enraizou por toda hierarquia administrativa. Ao longo dos anos, três visões evoluíram com relação à forma de ver o conflito nas organizações: a visão racional; a visão humanística; e, a visão interacionista do conflito. Acerca do exposto e considerando a visão racional, assinale a característica que NÃO a determina.
 

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963806 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
Construir uma nova lógica de gestão, que conte com a participação da sociedade e dos atores diretamente envolvidos com a prática pedagógica, implica rever o modelo adotado pelos sistemas públicos, cuja estruturação e funcionamento vivem até hoje características de um modelo centralizador. A autonomia pedagógica e financeira e a implementação de um Projeto Político-Pedagógico próprio da unidade escolar encontram vários limites no paradigma de gestão escolar vigente, destacando, dentre eles, EXCETO:
 

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Numa época em que quase todo mundo carrega um GPS facílimo de operar no bolso ou na bolsa, imagens de satélite nunca foram tão banais. Dois toques na tela do celular são suficientes para que o sujeito consiga examinar uma representação mais ou menos realista e atualizada da Terra vista do espaço.
Mesmo assim, uma forma inovadora de enxergar o nosso planeta, bolada por uma equipe internacional de cientistas, é capaz de deixar surpreso – e cabreiro – quem ainda tem um pouco de imaginação. O trabalho revela um globo retalhado por estradas, um “bolo planetário” cortado em 600 mil pedacinhos.
Note, aliás, que essa estimativa do número de fatias separadas pela ação humana provavelmente é conservadora – ainda faltam dados a respeito de certas áreas, o que significa que o impacto global das estradas deve ser ainda maior. De qualquer jeito, se você achava que a Terra ainda está repleta de vastas áreas intocadas pela nossa espécie, pense de novo.
A pesquisa, que acaba de sair na revista “Science”, indica que mais da metade dos pedaços de chão não atravessados por estradas têm área de menos de 1 km², e 80% desses trechos medem menos de 5 km² de área. Grandes áreas contínuas (com mais de 100 km²), sem brechas abertas especificamente para o tráfego humano, são apenas 7% do total.
E daí? Decerto uma estradinha passando nas vizinhas não faz tão mal assim, faz? Muito pelo contrário, indica a literatura científica avaliada pela equipe do estudo, que inclui a brasileira Mariana Vale, do Departamento de Ecologia da UFRJ.
Para calcular as fatias em que o planeta foi picado, Mariana e seus colegas utilizaram como critério uma distância de pelo menos 1 km da estrada mais próxima – isso porque distâncias iguais ou inferiores a 1 km estão ligadas a uma série de efeitos negativos das estradas sobre os ambientes naturais que cortam.
Estradas são, é claro, vias de acesso para caçadores e gente munida de motosserras; trazem poluentes dos carros e caminhões para as matas e os rios; além de trazer gente, trazem espécies invasoras (não nativas da região) que muitas vezes deixam as criaturas nativas em maus lençóis. Considere ainda que estradas, em certo sentido, dão cria: a abertura de uma rodovia em regiões como a Amazônia quase inevitavelmente estimula a abertura de ramais secundários, dos quais nascem outras picadas, num processo que vai capilarizando a devastação. [...]
(Reinaldo José Lopes. Folha de S. Paulo. 18 de dezembro de 2016.)
A locução empregada para introduzir o 2º§ estabelece, em relação ao parágrafo anterior, um sentido que seria preservado havendo substituição da mesma por:
 

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