Foram encontradas 55 questões.
Disciplina: Saúde Pública
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Francisco Pará-PA
A Leishmaniose Visceral Humana (LVH) é:
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Disciplina: Direito Sanitário
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Francisco Pará-PA
O vídeo “O Adolescente e as Drogas” mostra que:
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Disciplina: Saúde Pública
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Francisco Pará-PA
A vacinação durante a gestação não objetiva somente a proteção da gestante, mas também a proteção do feto. Dessa forma, recomenda-se que as mulheres gestantes estejam com seu calendário vacinal atualizado com as seguintes vacinas:
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Disciplina: Saúde Pública
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Francisco Pará-PA
Sobre o vídeo “Agentes em ação: O resguardo. Dando um tempo”, observe as assertivas.
I - O agente deve preencher os dados sobre o puerpério no cartão da gestante.
II - O agente deve visitar a mãe para revisar com ela a lista do que fazer durante o puerpério e marcar consulta.
III - O agente deve orientar a puérpera a comparecer na unidade quando a mesma sentir dor no “pé da barriga”, quando tem febre e corrimento com mal cheiro.
IV - O agente orienta a puérpera que o sangramento muito intenso não requer que a mesma vá ao centro de saúde, nem mesmo quando as mamas ficam muito inflamadas, pois é normal do período do puerpério.
V - O agente orienta a puérpera que na presença de sinais de mastite a esta deve interromper a amamentação.
A alternativa correta é:
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Disciplina: Saúde Pública
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Francisco Pará-PA
O vídeo “Agentes em ação: Quem é o Agente?” traz no diálogo o conceito de saúde, como descrito a seguir.
[...] A saúde é uma situação física e mental que possibilita a pessoa uma vida social adequada as suas necessidades.
Com base nesse trecho do diálogo, pode-se afirmar que:
I - Saúde é o contrário de doença.
II - Nós precisamos não estar correndo risco de pegar doença e acabar com a doença antes que ela pegue a gente, interrompendo a transmissão.
III - Para viver com saúde é preciso morar em casa saudável, longe do lixo, com comida e água boa para beber.
IV - Para ter saúde além de não estar doente precisamos ter qualidade de vida, gerada com viagens, recurso financeiro para comer o que desejar, na hora em que desejar, por exemplo.
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Disciplina: Saúde Pública
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Francisco Pará-PA
Nas Américas existem quatorze espécies de Leishmania que podem causar doença humana. Dessas espécies, apenas ocorrem no Brasil. A que causa doença mais grave é da espécie .
A alternativa que preenche corretamente as lacunas no trecho acima é:
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Disciplina: Saúde Pública
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Francisco Pará-PA
A leptospirose é uma doença infecciosa febril, aguda, potencialmente grave, causada por uma bactéria, a Leptospira interrogans. É uma zoonose (doença de animais) que ocorre no mundo inteiro, exceto nas regiões polares. Em seres humanos, ocorre em pessoas de todas as idades e em ambos os sexos. Na maioria dos casos de leptospirose (90%), a evolução é benigna. A este respeito devem ser praticadas as recomendações:
I - Seguir os cuidados de preparação higiênica de alimentos, incluindo o tratamento com água clorada. Os alimentos devem ser acondicionados em recipientes e locais à prova de ratos.
II - Acondicionar o lixo domiciliar em sacos plásticos fechados ou latões com tampa. Se não houver serviço de coleta, deve ser escolhido um local adequado para o destino final do lixo que permita o aterramento ou a incineração periódica.
III - Descartar alimentos que entraram em contato direto com água de enchentes e não possam ser fervidos.
IV - Utilizar luvas e calçados impermeáveis quando for inevitável, nas enchentes, a exposição à água ou à lama.
Sobre as assertivas acima aponte a alternativa correta:
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Disciplina: Saúde Pública
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Francisco Pará-PA
Chikungunya é uma doença transmitida por:
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Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Francisco Pará-PA
Texto para a questão.
Covid-19: Brasil deve enfrentar pior fase da pandemia nas próximas semanas.
André Biernath - Da BBC News Brasil em São Paulo
20/01/2021 07h21
Nos últimos dias, a pandemia no Brasil foi marcada por imagens de dor e de esperança. De um lado, a falta de oxigênio em Manaus mostrou a tragédia causada pela falta de coordenação contra a covid-19. Do outro, a aprovação das primeiras vacinas deu o primeiro sinal(b), ainda bem distante, de que essa crise sanitária vai ter um fim. Em meio a tantas notícias, especialistas ouvidos pela BBC News Brasil alertam que a situação da pandemia no país deve se agravar entre o final de janeiro e o início de fevereiro.
"Estamos num momento bem preocupante. Talvez as pessoas não estejam percebendo ainda, mas tudo indica que as próximas semanas serão complicadas", antevê o bioinformata Marcel Ribeiro-Dantas, pesquisador do Institut Curie, na França. De acordo com o levantamento feito pelo Conass (Conselho Nacional de Secretários da Saúde), o país contabiliza até o momento 8,5 milhões de casos e 210 mil mortes por covid-19. Nos últimos dias, a confirmação de novas infecções e óbitos pela doença tem se mantido num patamar considerado alto.
A tendência, de acordo com epidemiologistas, bioinformatas e cientistas de dados ouvidos pela reportagem, é que esses números se mantenham elevados ou subam ainda mais daqui para a frente. Mas qual a razão para isso? Há fatores que ajudam a explicar esse momento da pandemia no Brasil.
Efeito Natal e Réveillon
Não foram poucos os relatos de aglomerações nos últimos dias de dezembro. A respeito das orientações das autoridades em saúde pública, muitos familiares e amigos resolveram se reunir para celebrar o Natal e a passagem para 2021.
Os efeitos das festas começam a ser sentidos agora. E isso pode ser explicado pela própria dinâmica da covid-19(e) e o tempo que a doença demora a se manifestar e se desenvolver.
"A transmissão do vírus pode até ter ocorrido durante essas festas, mas a necessidade de ficar num hospital ou até a morte do paciente leva semanas para acontecer", nota o estatístico Leonardo Bastos, pesquisador em saúde pública da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro.
Em linhas gerais, o indivíduo que é contaminado pelo coronavírus pode demorar até 14 dias para ter algum sintoma(a) (como febre, tosse seca, dores, cansaço e falta de paladar ou olfato).
O problema é que, nesse ínterim, ele pode transmitir o agente infeccioso para outras pessoas, criando novas cadeias de transmissão na comunidade.
Já nos quadros mais graves da doença, que evoluem para falta de ar e acometimento dos pulmões, há uma janela de cerca de sete dias entre o contato com o vírus e a necessidade de internação.
Depois da hospitalização, os pacientes que morrem por covid-19 podem ficar até cinco semanas num leito antes de falecer.
Considerando esse tempo todo de evolução da doença e o atraso nas notificações, é de se esperar que as infecções pelo coronavírus que aconteceram entre os dias 24 de dezembro e 1º de janeiro apareçam com mais frequência nos boletins epidemiológicos daqui pra frente.
Essa bola de neve do final de ano pode ser emendada com outra, provocada pelas aglomerações relacionadas ao Enem. É preciso considerar que, no último domingo (17)(c), mais de 2,5 milhões de brasileiros se deslocaram até o local da prova e permaneceram por várias horas em locais fechados com desconhecidos ao redor.
Os epidemiologistas e cientistas de dados poderão medir o efeito dessa movimentação nas cidades brasileiras(d) a partir de fevereiro ou março.
https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/bbc/2021/01/20/covid-19-brasil-deve-enfrentar-pior-fase-da pandemia.htm?cmpid=copiaecola. Acesso em: 27/01/2021 às 00:57. Texto com adaptações.
Sabendo que a proposição é uma das Classes de Palavras e que há uma classificação dessa classe, marque a alternativa em que há uma preposição essencial.
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Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Francisco Pará-PA
Texto para a questão.
Covid-19: Brasil deve enfrentar pior fase da pandemia nas próximas semanas.
André Biernath - Da BBC News Brasil em São Paulo
20/01/2021 07h21
Nos últimos dias, a pandemia no Brasil foi marcada por imagens de dor e de esperança. De um lado, a falta de oxigênio em Manaus mostrou a tragédia causada pela falta de coordenação contra a covid-19. Do outro, a aprovação das primeiras vacinas deu o primeiro sinal, ainda bem distante, de que essa crise sanitária vai ter um fim. Em meio a tantas notícias, especialistas ouvidos pela BBC News Brasil alertam que a situação da pandemia no país deve se agravar entre o final de janeiro e o início de fevereiro.
"Estamos num momento bem preocupante. Talvez as pessoas não estejam percebendo ainda, mas tudo indica que as próximas semanas serão complicadas", antevê o bioinformata Marcel Ribeiro-Dantas, pesquisador do Institut Curie, na França. De acordo com o levantamento feito pelo Conass (Conselho Nacional de Secretários da Saúde), o país contabiliza até o momento 8,5 milhões de casos e 210 mil mortes por covid-19. Nos últimos dias, a confirmação de novas infecções e óbitos pela doença tem se mantido num patamar considerado alto.
A tendência, de acordo com epidemiologistas, bioinformatas e cientistas de dados ouvidos pela reportagem, é que esses números se mantenham elevados ou subam ainda mais daqui para a frente. Mas qual a razão para isso? Há fatores que ajudam a explicar esse momento da pandemia no Brasil.
Efeito Natal e Réveillon
Não foram poucos os relatos de aglomerações nos últimos dias de dezembro. A respeito das orientações das autoridades em saúde pública, muitos familiares e amigos resolveram se reunir para celebrar o Natal e a passagem para 2021.
Os efeitos das festas começam a ser sentidos agora. E isso pode ser explicado pela própria dinâmica da covid-19 e o tempo que a doença demora a se manifestar e se desenvolver.
"A transmissão do vírus pode até ter ocorrido durante essas festas, mas a necessidade de ficar num hospital ou até a morte do paciente leva semanas para acontecer", nota o estatístico Leonardo Bastos, pesquisador em saúde pública da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro.
Em linhas gerais, o indivíduo que é contaminado pelo coronavírus pode demorar até 14 dias para ter algum sintoma (como febre, tosse seca, dores, cansaço e falta de paladar ou olfato).
O problema é que, nesse ínterim, ele pode transmitir o agente infeccioso para outras pessoas, criando novas cadeias de transmissão na comunidade.
Já nos quadros mais graves da doença, que evoluem para falta de ar e acometimento dos pulmões, há uma janela de cerca de sete dias entre o contato com o vírus e a necessidade de internação.
Depois da hospitalização, os pacientes que morrem por covid-19 podem ficar até cinco semanas num leito antes de falecer.
Considerando esse tempo todo de evolução da doença e o atraso nas notificações, é de se esperar que as infecções pelo coronavírus que aconteceram entre os dias 24 de dezembro e 1º de janeiro apareçam com mais frequência nos boletins epidemiológicos daqui pra frente.
Essa bola de neve do final de ano pode ser emendada com outra, provocada pelas aglomerações relacionadas ao Enem. É preciso considerar que, no último domingo (17), mais de 2,5 milhões de brasileiros se deslocaram até o local da prova e permaneceram por várias horas em locais fechados com desconhecidos ao redor.
Os epidemiologistas e cientistas de dados poderão medir o efeito dessa movimentação nas cidades brasileiras a partir de fevereiro ou março.
https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/bbc/2021/01/20/covid-19-brasil-deve-enfrentar-pior-fase-da pandemia.htm?cmpid=copiaecola. Acesso em: 27/01/2021 às 00:57. Texto com adaptações.
Marque a alternativa em que o acento indicativo de crase ocorre em um caso facultativo.
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