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Foram encontradas 40 questões.

A figura abaixo apresenta uma tabela com 7 linhas e 3 colunas, desenvolvida no Microsoft Word 2007 (idioma Português) apenas com a primeira linha selecionada.
Enunciado 1564894-1
Sobre a figura, analise as afirmativas.
I - Na primeira linha da tabela, foi utilizada a ferramenta Mesclar Células, para combinar várias células em uma única.
II - A formatação de fonte utilizada em todas as células da terceira até a última linha da tabela é Times New Roman, tamanho 14.
III - O alinhamento de parágrafo utilizado em todas as células da segunda linha é Justificado.
IV - A ferramenta utilizada nas células da segunda linha da tabela, para colorir o plano de fundo atrás do texto, é chamada Sombreamento.
Estão corretas as afirmativas
 

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Um dos principais problemas da economia brasileira na década de 1980 foi a hiperinflação. Os governos do período da redemocratização buscaram equacionar esse problema, o que foi alcançado com o Plano de Estabilização Econômica conhecido como Plano Real. No governo de qual Presidente da República foi lançado esse Plano?
 

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1539094 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
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A capacidade do paciente para mobilizar as secreções pulmonares no pós-operatório influencia muito entre um período de recuperação breve e normal e um período longo e com complicações. A coluna da esquerda apresenta terminologia relacionada com as manobras, visando à mobilização das secreções pulmonares, que devem ser de conhecimento do Técnico de Enfermagem, e a da direita, a caracterização de cada uma. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1 - Hidratação
2 - Umidificação
3 - Nebulização
4 - Fisioterapia
( ) Consiste em utilizar a percussão, a vibração e a drenagem postural.
( ) Consiste em acrescentar ao ar inspirado pequenas gotículas de vapor de água ou partículas de medicamento.
( ) Consiste em acrescentar água a uma mistura gasosa, favorecendo a mobilização das secreções pulmonares.
( ) Consiste em orientar a ingesta hídrica de 1.500 a 2.000 mL por dia.
Assinale a sequência correta.
 

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Na década de 1970, o Governo Federal implantou uma política de ocupação e povoamento da região Centro- Oeste. Um dos eixos centrais dessa política era a abertura de estradas como a BR163 e a BR364. A construção dessas rodovias no Estado de Mato Grosso teve quais consequências?

 

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1514965 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
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A anemia falciforme não pode ser curada, porém as intervenções terapêuticas podem atenuar os sintomas e evitar crises dolorosas. Sobre esse assunto, analise as afirmativas.
I - Deve-se aconselhar o cliente a não utilizar roupas apertadas que comprimam a circulação.
II - Orientar o cliente quanto à crise vasoclusiva, durante a qual as mãos, os pés ou ambos ficam edemaciados.
III - Reforçar ao cliente a importância de informar aos profissionais de saúde, antes de submeter-se a qualquer tratamento, que tem anemia falciforme.
Estão corretas as afirmativas
 

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1156322 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
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O Sistema Único de Saúde no Brasil está baseado em princípios éticos doutrinários e diretrizes organizativas. Sobre o assunto, numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1 - Princípios éticos doutrinários
2 - Diretrizes organizativas
( ) Universalidade
( ) Descentralização
( ) Equidade
( ) Regionalização
( ) Hierarquização
( ) Integralidade da assistência
Assinale a sequência correta.
 

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Cientistas devem visitar escolas
Muitas vezes me perguntam como comecei a me interessar por ciência, se era coisa de criança ou se foi na adolescência.
Gostaria de responder que tive mentores desde cedo, que um físico ou um biólogo visitou minha escola quando eu estava na 3ª série e fiquei encantado com o mundo da ciência. Mas não foi isso o que ocorreu comigo e não é, ainda, o que ocorre com a maioria das crianças.
Cientistas e engenheiros raramente visitam escolas, públicas ou privadas, para falar às crianças sobre o que fazem e por que o fazem. Nem mesmo as escolas de seus próprios filhos. Isso não faz o menor sentido.
A verdade é que meu interesse por ciência foi um acidente, algo que veio de dentro, uma urgência para entender como o mundo funciona e como podemos nos relacionar de forma profunda com a natureza.
Tive a sorte de passar meus verões na casa de meus avós em Teresópolis, na Serra dos Órgãos, a cerca de duas horas do Rio. Lá, colecionei insetos e pedras, cacei morcegos, pesquei, subi e desci morro, corri de cobras, aprendi quais aranhas eram as mais peçonhentas, trepei em árvore e explorei matagais. Minha exposição à natureza foi direta, parte da infância.
Apenas mais tarde, quando comecei a ter aulas de física, química e biologia na escola, entendi que existia um método para estudar o mundo e as suas criaturas, um método que poderia se tornar uma carreira, uma escolha de vida.
Aos 13 anos, sabia que faria algo relacionado a ciências ou engenharia. Isso sem nunca ter visto ou conversado com um só cientista! Minha fonte de informação eram os livros, a TV e a minha família. (Que, aliás, até hoje não tem outro cientista.)
Toda escola deveria ter um programa que traz cientistas, matemáticos e engenheiros ao menos uma ou duas vezes ao ano para falar sobre suas pesquisas e suas vidas. Não precisam ser pesquisadores famosos; alunos de doutorado também deveriam participar, da astronomia à zoologia. Pense na diferença enorme que um contato desses pode fazer na vida de um jovem.
Imagine a classe de 30 alunos sentados em suas mesas assistindo a uma apresentação cheia de imagens incríveis sobre o mundo das partículas, sobre a importância da química em nossas vidas, sobre os avanços da medicina, sobre como construir pontes e represas ou microchips e sondas espaciais, sobre buracos negros e outros planetas, sobre a revolução genética, sobre como a ciência define o mundo em que vivemos, mesmo que poucos parem para pensar sobre isso. Se cinco se interessarem, está ótimo.
Faço isso com frequência no Brasil e nos EUA. E vejo os olhos da meninada brilhando - até os adolescentes param de mandar torpedos -, a curiosidade aguçada, a possibilidade de um futuro que, antes, nem sabiam ser viável.
Falamos muito em transformar o ensino em nosso país, em reformas curriculares, formação de professores etc. Tudo muito importante. Mas um primeiro passo simples e eficaz é que cientistas, engenheiros e matemáticos tomem a iniciativa, contatem escolas em sua vizinhança, começando com as de seus filhos, e façam uma ou duas apresentações por ano. São duas horas de seu tempo que podem transformar o futuro de milhares de jovens.
Marcelo Gleiser
(Disponível em http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em 18/05/13.)
O termo destacado em Se cinco se interessarem, está ótimo, pode ser substituído, sem alteração de sentido, por
 

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Observe o trecho de uma planilha abaixo do LibreOffice Calc, versão 4.4.5.2, cuja coluna A foi selecionada.
Enunciado 873429-1
Depois de selecionar a coluna A, o usuário clicou no botão Enunciado 873429-2 do LibreOffice Calc. Assinale a alternativa que mostra a alteração ocorrida na planilha, após o usuário clicar nesse botão.
 

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O território que hoje representa o Estado de Mato Grosso tinha, em 1960, apenas 34 municípios e uma população de 889.539 habitantes. Com a divisão do estado de Mato Grosso e criação de Mato Grosso do Sul, em 1977, MT ficou com 38 municípios. Entretanto, em 2000, Mato Grosso já contava com 140 municípios e uma população de 2.504.353 habitantes. Esse elevado crescimento populacional está relacionado

 

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Cientistas devem visitar escolas
Muitas vezes me perguntam como comecei a me interessar por ciência, se era coisa de criança ou se foi na adolescência.
Gostaria de responder que tive mentores desde cedo, que um físico ou um biólogo visitou minha escola quando eu estava na 3ª série e fiquei encantado com o mundo da ciência. Mas não foi isso o que ocorreu comigo e não é, ainda, o que ocorre com a maioria das crianças.
Cientistas e engenheiros raramente visitam escolas, públicas ou privadas, para falar às crianças sobre o que fazem e por que o fazem. Nem mesmo as escolas de seus próprios filhos. Isso não faz o menor sentido.
A verdade é que meu interesse por ciência foi um acidente, algo que veio de dentro, uma urgência para entender como o mundo funciona e como podemos nos relacionar de forma profunda com a natureza.
Tive a sorte de passar meus verões na casa de meus avós em Teresópolis, na Serra dos Órgãos, a cerca de duas horas do Rio. Lá, colecionei insetos e pedras, cacei morcegos, pesquei, subi e desci morro, corri de cobras, aprendi quais aranhas eram as mais peçonhentas, trepei em árvore e explorei matagais. Minha exposição à natureza foi direta, parte da infância.
Apenas mais tarde, quando comecei a ter aulas de física, química e biologia na escola, entendi que existia um método para estudar o mundo e as suas criaturas, um método que poderia se tornar uma carreira, uma escolha de vida.
Aos 13 anos, sabia que faria algo relacionado a ciências ou engenharia. Isso sem nunca ter visto ou conversado com um só cientista! Minha fonte de informação eram os livros, a TV e a minha família. (Que, aliás, até hoje não tem outro cientista.)
Toda escola deveria ter um programa que traz cientistas, matemáticos e engenheiros ao menos uma ou duas vezes ao ano para falar sobre suas pesquisas e suas vidas. Não precisam ser pesquisadores famosos; alunos de doutorado também deveriam participar, da astronomia à zoologia. Pense na diferença enorme que um contato desses pode fazer na vida de um jovem.
Imagine a classe de 30 alunos sentados em suas mesas assistindo a uma apresentação cheia de imagens incríveis sobre o mundo das partículas, sobre a importância da química em nossas vidas, sobre os avanços da medicina, sobre como construir pontes e represas ou microchips e sondas espaciais, sobre buracos negros e outros planetas, sobre a revolução genética, sobre como a ciência define o mundo em que vivemos, mesmo que poucos parem para pensar sobre isso. Se cinco se interessarem, está ótimo.
Faço isso com frequência no Brasil e nos EUA. E vejo os olhos da meninada brilhando - até os adolescentes param de mandar torpedos -, a curiosidade aguçada, a possibilidade de um futuro que, antes, nem sabiam ser viável.
Falamos muito em transformar o ensino em nosso país, em reformas curriculares, formação de professores etc. Tudo muito importante. Mas um primeiro passo simples e eficaz é que cientistas, engenheiros e matemáticos tomem a iniciativa, contatem escolas em sua vizinhança, começando com as de seus filhos, e façam uma ou duas apresentações por ano. São duas horas de seu tempo que podem transformar o futuro de milhares de jovens.
Marcelo Gleiser
(Disponível em http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em 18/05/13.)
Assinale a alternativa em que o termo marcado NÃO se classifica morfologicamente da mesma forma que aliás.
 

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