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Foram encontradas 40 questões.

Um dos principais problemas da economia brasileira na década de 1980 foi a hiperinflação. Os governos do período da redemocratização buscaram equacionar esse problema, o que foi alcançado com o Plano de Estabilização Econômica conhecido como Plano Real. No governo de qual Presidente da República foi lançado esse Plano?
 

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1536012 Ano: 2016
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
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Com a finalidade de ampliar o acesso e a permanência na escola, o convívio familiar e comunitário e os demais direitos, foi criado um programa que tem o objetivo de promover a elevação da qualidade de vida e a dignidade de crianças e adolescentes com deficiência, beneficiários do BPC. O programa criado para esse segmento populacional é denominado
 

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Na década de 1970, o Governo Federal implantou uma política de ocupação e povoamento da região Centro- Oeste. Um dos eixos centrais dessa política era a abertura de estradas como a BR163 e a BR364. A construção dessas rodovias no Estado de Mato Grosso teve quais consequências?

 

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1518665 Ano: 2016
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
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Programa Bolsa Família e Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) são classificados como
 

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1515154 Ano: 2016
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
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Sobre as atribuições do Orientador Social no SUAS, analise as afirmativas.
I - Desenvolver atividades socioeducativas e de convivência e socialização visando à atenção, defesa e garantia de direitos e proteção aos indivíduos e famílias em situações de vulnerabilidade e ou risco social e pessoal, que contribuam com o fortalecimento da função protetiva da família.
II - Apoiar e participar no planejamento das ações; organizar, facilitar oficinas e desenvolver atividades individuais e coletivas de vivência nas unidades e ou na comunidade; acompanhar, orientar e monitorar os usuários na execução das atividades.
III - Organizar, catalogar, processar e conservar documentos, cumprindo todo o procedimento administrativo necessário, inclusive em relação aos formulários do CadÚnico, prontuários, protocolos, dentre outros.
IV - Apoiar no processo de mobilização e campanhas intersetoriais nos territórios de vivência para a prevenção e o enfrentamento de situações de risco social e ou pessoal, violação de direitos e divulgação das ações das Unidades socioassistenciais.
Estão corretas as afirmativas
 

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1497988 Ano: 2016
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
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Sobre os direitos das famílias usuárias dos serviços socioassistenciais dos CRAS, analise as afirmativas.
I - Todo usuário tem o direito de conhecer o nome e a credencial de quem o atende (profissional técnico, estagiário ou administrativo do CRAS).
II - A privacidade do usuário deve ser protegida, mesmo que acarrete riscos a outras pessoas.
III - É facultado ao profissional fornecer informações sobre como e onde o usuário pode manifestar seus direitos e requisições sobre o atendimento socioassistencial.
Está correto o que se afirma em
 

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Cientistas devem visitar escolas
Muitas vezes me perguntam como comecei a me interessar por ciência, se era coisa de criança ou se foi na adolescência.
Gostaria de responder que tive mentores desde cedo, que um físico ou um biólogo visitou minha escola quando eu estava na 3ª série e fiquei encantado com o mundo da ciência. Mas não foi isso o que ocorreu comigo e não é, ainda, o que ocorre com a maioria das crianças.
Cientistas e engenheiros raramente visitam escolas, públicas ou privadas, para falar às crianças sobre o que fazem e por que o fazem. Nem mesmo as escolas de seus próprios filhos. Isso não faz o menor sentido.
A verdade é que meu interesse por ciência foi um acidente, algo que veio de dentro, uma urgência para entender como o mundo funciona e como podemos nos relacionar de forma profunda com a natureza.
Tive a sorte de passar meus verões na casa de meus avós em Teresópolis, na Serra dos Órgãos, a cerca de duas horas do Rio. Lá, colecionei insetos e pedras, cacei morcegos, pesquei, subi e desci morro, corri de cobras, aprendi quais aranhas eram as mais peçonhentas, trepei em árvore e explorei matagais. Minha exposição à natureza foi direta, parte da infância.
Apenas mais tarde, quando comecei a ter aulas de física, química e biologia na escola, entendi que existia um método para estudar o mundo e as suas criaturas, um método que poderia se tornar uma carreira, uma escolha de vida.
Aos 13 anos, sabia que faria algo relacionado a ciências ou engenharia. Isso sem nunca ter visto ou conversado com um só cientista! Minha fonte de informação eram os livros, a TV e a minha família. (Que, aliás, até hoje não tem outro cientista.)
Toda escola deveria ter um programa que traz cientistas, matemáticos e engenheiros ao menos uma ou duas vezes ao ano para falar sobre suas pesquisas e suas vidas. Não precisam ser pesquisadores famosos; alunos de doutorado também deveriam participar, da astronomia à zoologia. Pense na diferença enorme que um contato desses pode fazer na vida de um jovem.
Imagine a classe de 30 alunos sentados em suas mesas assistindo a uma apresentação cheia de imagens incríveis sobre o mundo das partículas, sobre a importância da química em nossas vidas, sobre os avanços da medicina, sobre como construir pontes e represas ou microchips e sondas espaciais, sobre buracos negros e outros planetas, sobre a revolução genética, sobre como a ciência define o mundo em que vivemos, mesmo que poucos parem para pensar sobre isso. Se cinco se interessarem, está ótimo.
Faço isso com frequência no Brasil e nos EUA. E vejo os olhos da meninada brilhando - até os adolescentes param de mandar torpedos -, a curiosidade aguçada, a possibilidade de um futuro que, antes, nem sabiam ser viável.
Falamos muito em transformar o ensino em nosso país, em reformas curriculares, formação de professores etc. Tudo muito importante. Mas um primeiro passo simples e eficaz é que cientistas, engenheiros e matemáticos tomem a iniciativa, contatem escolas em sua vizinhança, começando com as de seus filhos, e façam uma ou duas apresentações por ano. São duas horas de seu tempo que podem transformar o futuro de milhares de jovens.
Marcelo Gleiser
(Disponível em http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em 18/05/13.)
O termo destacado em Se cinco se interessarem, está ótimo, pode ser substituído, sem alteração de sentido, por
 

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Observe o trecho de uma planilha abaixo do LibreOffice Calc, versão 4.4.5.2, cuja coluna A foi selecionada.
Enunciado 873429-1
Depois de selecionar a coluna A, o usuário clicou no botão Enunciado 873429-2 do LibreOffice Calc. Assinale a alternativa que mostra a alteração ocorrida na planilha, após o usuário clicar nesse botão.
 

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O território que hoje representa o Estado de Mato Grosso tinha, em 1960, apenas 34 municípios e uma população de 889.539 habitantes. Com a divisão do estado de Mato Grosso e criação de Mato Grosso do Sul, em 1977, MT ficou com 38 municípios. Entretanto, em 2000, Mato Grosso já contava com 140 municípios e uma população de 2.504.353 habitantes. Esse elevado crescimento populacional está relacionado

 

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Cientistas devem visitar escolas
Muitas vezes me perguntam como comecei a me interessar por ciência, se era coisa de criança ou se foi na adolescência.
Gostaria de responder que tive mentores desde cedo, que um físico ou um biólogo visitou minha escola quando eu estava na 3ª série e fiquei encantado com o mundo da ciência. Mas não foi isso o que ocorreu comigo e não é, ainda, o que ocorre com a maioria das crianças.
Cientistas e engenheiros raramente visitam escolas, públicas ou privadas, para falar às crianças sobre o que fazem e por que o fazem. Nem mesmo as escolas de seus próprios filhos. Isso não faz o menor sentido.
A verdade é que meu interesse por ciência foi um acidente, algo que veio de dentro, uma urgência para entender como o mundo funciona e como podemos nos relacionar de forma profunda com a natureza.
Tive a sorte de passar meus verões na casa de meus avós em Teresópolis, na Serra dos Órgãos, a cerca de duas horas do Rio. Lá, colecionei insetos e pedras, cacei morcegos, pesquei, subi e desci morro, corri de cobras, aprendi quais aranhas eram as mais peçonhentas, trepei em árvore e explorei matagais. Minha exposição à natureza foi direta, parte da infância.
Apenas mais tarde, quando comecei a ter aulas de física, química e biologia na escola, entendi que existia um método para estudar o mundo e as suas criaturas, um método que poderia se tornar uma carreira, uma escolha de vida.
Aos 13 anos, sabia que faria algo relacionado a ciências ou engenharia. Isso sem nunca ter visto ou conversado com um só cientista! Minha fonte de informação eram os livros, a TV e a minha família. (Que, aliás, até hoje não tem outro cientista.)
Toda escola deveria ter um programa que traz cientistas, matemáticos e engenheiros ao menos uma ou duas vezes ao ano para falar sobre suas pesquisas e suas vidas. Não precisam ser pesquisadores famosos; alunos de doutorado também deveriam participar, da astronomia à zoologia. Pense na diferença enorme que um contato desses pode fazer na vida de um jovem.
Imagine a classe de 30 alunos sentados em suas mesas assistindo a uma apresentação cheia de imagens incríveis sobre o mundo das partículas, sobre a importância da química em nossas vidas, sobre os avanços da medicina, sobre como construir pontes e represas ou microchips e sondas espaciais, sobre buracos negros e outros planetas, sobre a revolução genética, sobre como a ciência define o mundo em que vivemos, mesmo que poucos parem para pensar sobre isso. Se cinco se interessarem, está ótimo.
Faço isso com frequência no Brasil e nos EUA. E vejo os olhos da meninada brilhando - até os adolescentes param de mandar torpedos -, a curiosidade aguçada, a possibilidade de um futuro que, antes, nem sabiam ser viável.
Falamos muito em transformar o ensino em nosso país, em reformas curriculares, formação de professores etc. Tudo muito importante. Mas um primeiro passo simples e eficaz é que cientistas, engenheiros e matemáticos tomem a iniciativa, contatem escolas em sua vizinhança, começando com as de seus filhos, e façam uma ou duas apresentações por ano. São duas horas de seu tempo que podem transformar o futuro de milhares de jovens.
Marcelo Gleiser
(Disponível em http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em 18/05/13.)
Assinale a alternativa em que o termo marcado NÃO se classifica morfologicamente da mesma forma que aliás.
 

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