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Foram encontradas 120 questões.

2349783 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
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Foram obtidas as seguintes informações sobre o processo de produção do produto ALFA, fabricado pela Companhia Industrial, durante o mês de março:
Enunciado 2808707-1
Sabendo-se que os produtos no período foram vendidos a um preço unitário de R$ 8,40, o resultado apurado pela companhia, no mês, utilizando-se o método de custeio direto, correspondeu a:
 

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2349782 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
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No final do exercício foram levantadas as seguintes informações de uma determinada empresa:
Enunciado 2791628-1
Com base nessas informações, o prazo médio de rotação de estoque, no exercício, correspondeu a:
 

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2349779 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
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O patrimônio líquido da Cia. Comercial no balanço patrimonial, elaborado em 31/12/2013, apresentava a seguinte estrutura (valores em R$):
Enunciado 2775853-1
Durante o exercício de 2014, os saldos dessas contas permaneceram inalterados e, em 31/12, foi apurado um lucro líquido, antes das participações, de R$ 40.000,00. Sabendo-se que o estatuto previa participação dos administradores e empregados, correspondente a 5% e 10%, respectivamente, o valor destinado à Reserva Legal, conforme a legislação vigente foi igual a:
 

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2349778 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
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Em 31/12/2014, o balanço patrimonial da Cia. ABC apresentava os seguintes dados (valores em R$):
Enunciado 2760020-1
Na análise econômico-financeira realizada, o analista apurou que o índice de rentabilidade do ativo era igual a 2,5. Considerando esses dados, pode-se concluir que o lucro líquido do exercício foi igual a:
 

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2349777 Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
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Observe-se a seguinte linha de uma tabela-verdade, em que cada uma das letras X e Y substitui um dos valores lógicos V ( verdadeiro) ou F (falso).
!$ P !$ !$ Q !$ !$ R !$ !$ P \wedge R !$ !$ R\rightarrow Q !$ !$ ( R \rightarrow Q) \leftrightarrow (P \wedge R) !$
V X V V F Y
Dessa forma, os valores lógicos que substituem corretamente as letras X e Y, respectivamente, são:
 

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2349774 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
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O balanço patrimonial de uma companhia nos três últimos exercícios apresentava os seguintes dados (valores em R$):
Enunciado 2739913-1
Tomando como base da série histórica o exercício de 2012, constata-se que do exercício de 2012 para o exercício de 2013, o crescimento nominal do ativo circulante foi superior ao do passivo circulante em:
 

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2349773 Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
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Considerem-se os seguintes argumentos:
Enunciado 2703511-1
Os argumentos de João e de Maria são, respectivamente, classificados como:
 

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2349771 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
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Texto: A civilização contra o porrete

Recentemente, a 20 quilômetros da cidade de Frankfurt, Alemanha, pesquisadores encontraram um sítio arqueológico de sete mil anos, onde uma aldeia inteira teria sido exterminada por vizinhos inimigos enquanto dormia. Além dos golpes fatais na cabeça de cada um, havia, nesses restos mortais, sinais de torturas variadas espalhados pelos corpos das vítimas. Para começar, todos tinham as pernas quebradas, provavelmente para que não pudessem escapar à tortura.

Como os agrupamentos humanos do neolítico não passavam de algumas dezenas de pessoas, o número de mortos massacrados a porrete, incluindo crianças, seria equivalente a algo em torno de 40 milhões de brasileiros, se sofrêssemos hoje um ataque das mesmas proporções. Diante disso, Hiroshima e Nagasaki não teriam passado de um entrevero desimportante, sem maiores pretensões e consequências.

Não deve ser, portanto, verdade que o homem nasce bom e se torna mau, que nasce puro e a sociedade o corrompe com seus hábitos, com seu desenvolvimento e progresso. Mesmo que não existisse o semelhante, o homem encontraria onde exprimir sua violência. O bon sauvage que Jean-Jacques Rousseau, um precursor da democracia moderna, anunciou no século XVIII, nunca existiu. O homem sempre foi violento e essa violência nunca foi provocada apenas por necessidades incontroláveis como a fome. Na verdade, a violência apenas como fruto de necessidades é, ao contrário, uma característica dos outros animais.

A violência é uma perversão da natureza humana. Ela está na origem da espécie, em sua luta pela sobrevivência, mas também no desejo de se impor ao outro. O homem é, por exemplo, o único animal capaz de torturar um seu igual, o único a fazer da violência uma manifestação cultural.

Grande parte dos crimes cometidos em nossas ruas é provocada por um desejo incontrolável produzido por nós mesmos, sem que a vítima tenha nada a ver com isso. Na maior parte das vezes, esse desejo tem origem em nosso exibicionismo, na necessidade de conquistarmos o que o outro já tem, fruto da propaganda que nos fala todo dia das maravilhas que não estão a nosso alcance. Só a educação pode evitar essa prática criminosa do desejo. Ou a civilização.

A civilização, ao contrário do que certos naturistas querem, inclusive alguns pais do Iluminismo, como o próprio Rousseau, é um conjunto de arranjos impostos às relações humanas para evitar a inevitável violência que não temos individualmente forças para conter. É como se fossem regras restritivas e sucessivas, criadas pela consciência humana por medo de sua própria violência. Um jeito de conviver com seu semelhante, sem necessidade de se impor pelo porrete.

É provável que nunca consigamos extinguir a violência entre os homens; mas essa fatalidade não justifica sermos solidários ou mesmo complacentes com ela. O papel da civilização será sempre o de domesticar a violência, criar condições para que ela não seja admissível e muito menos indispensável, seja na forma de guerras coletivas, seja na de conflitos individuais. Nenhum de seus formatos é justo, mesmo que exercido em nome de ideologias, de programas políticos, de lutas pelo poder. Se as ideias exigem violência para se concretizarem, elas devem estar erradas.

Cacá Diegues. O Globo, 30/08/2015. Fragmento. Disponível em:

http://oglobo.globo.com/opiniao/a-civilizacaocontra- porrete-17344948#ixzz3kiZVuJ3E

Em “evitar a inevitável violência”, o autor emprega o recurso expressivo que se denomina antítese. Isso, porém, não se verifica no seguinte fragmento:

 

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2349770 Ano: 2015
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
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1,052 = 1,1025 1,053 = 1,1576 1,054 = 1,2155
Certa aplicação possui uma taxa nominal de 20% ao ano, capitalizada trimestralmente. A taxa efetiva anual equivalente a essa taxa nominal é de aproximadamente:
 

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2349767 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
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Texto: A civilização contra o porrete

Recentemente, a 20 quilômetros da cidade de Frankfurt, Alemanha, pesquisadores encontraram um sítio arqueológico de sete mil anos, onde uma aldeia inteira teria sido exterminada por vizinhos inimigos enquanto dormia. Além dos golpes fatais na cabeça de cada um, havia, nesses restos mortais, sinais de torturas variadas espalhados pelos corpos das vítimas. Para começar, todos tinham as pernas quebradas, provavelmente para que não pudessem escapar à tortura.

Como os agrupamentos humanos do neolítico não passavam de algumas dezenas de pessoas, o número de mortos massacrados a porrete, incluindo crianças, seria equivalente a algo em torno de 40 milhões de brasileiros, se sofrêssemos hoje um ataque das mesmas proporções. Diante disso, Hiroshima e Nagasaki não teriam passado de um entrevero desimportante, sem maiores pretensões e consequências.

Não deve ser, portanto, verdade que o homem nasce bom e se torna mau, que nasce puro e a sociedade o corrompe com seus hábitos, com seu desenvolvimento e progresso. Mesmo que não existisse o semelhante, o homem encontraria onde exprimir sua violência. O bon sauvage que Jean-Jacques Rousseau, um precursor da democracia moderna, anunciou no século XVIII, nunca existiu. O homem sempre foi violento e essa violência nunca foi provocada apenas por necessidades incontroláveis como a fome. Na verdade, a violência apenas como fruto de necessidades é, ao contrário, uma característica dos outros animais.

A violência é uma perversão da natureza humana. Ela está na origem da espécie, em sua luta pela sobrevivência, mas também no desejo de se impor ao outro. O homem é, por exemplo, o único animal capaz de torturar um seu igual, o único a fazer da violência uma manifestação cultural.

Grande parte dos crimes cometidos em nossas ruas é provocada por um desejo incontrolável produzido por nós mesmos, sem que a vítima tenha nada a ver com isso. Na maior parte das vezes, esse desejo tem origem em nosso exibicionismo, na necessidade de conquistarmos o que o outro já tem, fruto da propaganda que nos fala todo dia das maravilhas que não estão a nosso alcance. Só a educação pode evitar essa prática criminosa do desejo. Ou a civilização.

A civilização, ao contrário do que certos naturistas querem, inclusive alguns pais do Iluminismo, como o próprio Rousseau, é um conjunto de arranjos impostos às relações humanas para evitar a inevitável violência que não temos individualmente forças para conter. É como se fossem regras restritivas e sucessivas, criadas pela consciência humana por medo de sua própria violência. Um jeito de conviver com seu semelhante, sem necessidade de se impor pelo porrete.

É provável que nunca consigamos extinguir a violência entre os homens; mas essa fatalidade não justifica sermos solidários ou mesmo complacentes com ela. O papel da civilização será sempre o de domesticar a violência, criar condições para que ela não seja admissível e muito menos indispensável, seja na forma de guerras coletivas, seja na de conflitos individuais. Nenhum de seus formatos é justo, mesmo que exercido em nome de ideologias, de programas políticos, de lutas pelo poder. Se as ideias exigem violência para se concretizarem, elas devem estar erradas.

Cacá Diegues. O Globo, 30/08/2015. Fragmento. Disponível em:

http://oglobo.globo.com/opiniao/a-civilizacaocontra- porrete-17344948#ixzz3kiZVuJ3E

Mesmo que não existisse o semelhante, o homem encontraria onde exprimir sua violência.” Mantém-se a relação concessiva expressa na oração em destaque, caso essa frase seja reescrita da seguinte forma:

 

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