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Foram encontradas 50 questões.

4196890 Ano: 2026
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
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Em relação ao e-mail na comunicação oficial, assinale a afirmativa correta.
 

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4196889 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
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Assinale a alternativa cuja palavra destacada está sendo empregada corretamente.
 

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4196888 Ano: 2026
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
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Assinale a alternativa que apresenta o pronome de tratamento adequado, na comunicação oficial, para se dirigir a agentes públicos federais, independentemente da hierarquia ou cargo.
 

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4196887 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
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Enunciado 4738126-1

CAZO. 8 locais estão impróprios na Praia do Laranjal. Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/category/charges/>.

As formas verbais empregadas na charge — “fosse” e “faria” — encontram-se flexionadas, nessa ordem, no:

 

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4196886 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
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Assinale a alternativa cuja forma verbal destacada apresenta concordância de acordo com os casos previstos pela norma-padrão.
 

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4196885 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
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Assinale a alternativa em que o elemento destacado faz referência a algo apresentado posteriormente dentro do enunciado.
 

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4196884 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
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“Se me fosse dado o dom completo de escritor, eu havia de ser assim um Rousseau.” (Lima Barreto)
Em relação à forma verbal destacada no período acima, é correto afirmar que ela se encontra na voz:
 

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4196883 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
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Leia o texto a seguir para responder às questão.

Um dia sem celular

Podem me achar antigo, conservador ou antiquado. Depois disso tudo, podem até calcular a idade que tenho pelos discursos que faço. Apesar dos pesares, tenho orgulho de pertencer a uma geração em que certos avanços tecnológicos tão comuns nos dias atuais não existiam e, ainda assim, vivíamos muito bem sem eles.

Diz o ditado popular que “a necessidade é a mãe de todas as invenções”. O tempo passou e mostrou que o inverso também é verdadeiro. Inventa-se um produto, pensa-se nas necessidades depois. E com uma avalanche de aparatos tecnológicos, vou descobrindo (ou criando), aos poucos, necessidades que nem imaginava ter. Pense aí... Antes eu não tinha algo, mas não tinha a menor consciência de que esse algo que eu não tinha, um dia, iria me fazer alguma falta! Meio maluco, não?

Aos poucos, e sem me dar conta, essas necessidades vão fazendo parte da rotina e vão tomando conta de um espaço maior do tempo que dedicava a outras atividades. Sim! Porque existe um grande monstro devorador de minutos e segundos; esse bicho-papão se chama tecnologia! Alguns podem até chamar isso de resistência a mudanças. Outros podem me perguntar: e no seu tempo não tinha, pelo menos, um rádio ou uma televisão? E eu respondo que sim, mas até aí havia algum controle quanto ao tempo gasto diante deles.

Viver num mundo tecnologicamente desenvolvido, conectado e evoluído pode ser bom; entretanto, não chega a ser a oitava maravilha. Talvez, nisto resida o segredo da simplicidade dos lugares mais distantes de tanta modernidade. Uma casinha no campo, numa praia deserta ou um chalé no topo de uma serra têm seu valor. Como diz a canção, “sem rádio e sem notícias das terras civilizadas”. Contatos? Só se for ao vivo e em cores. (...)

Bem... Pertencer a uma geração anterior a esta guarda lá suas vantagens. Uma delas é, Justamente, poder colocar tudo isso em perspectiva e saber valorizar o que se tinha (ou o que não se tinha) para não perder o que se tem em troca de momentos que, paradoxalmente, podem deixar você desconectado das pessoas mais próximas ou das que você mais ama.

KLEBER, Mano. Um dia sem celular. Recanto das letras. Disponível em https://www.recantodasletras.com.br/cronicas/3339602

Qual é a figura de linguagem presente no trecho “a necessidade é a mãe de todas as invenções”?

 

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4196882 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
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Leia o texto a seguir para responder às questão.

Um dia sem celular

Podem me achar antigo, conservador ou antiquado. Depois disso tudo, podem até calcular a idade que tenho pelos discursos que faço. Apesar dos pesares, tenho orgulho de pertencer a uma geração em que certos avanços tecnológicos tão comuns nos dias atuais não existiam e, ainda assim, vivíamos muito bem sem eles.

Diz o ditado popular que “a necessidade é a mãe de todas as invenções”. O tempo passou e mostrou que o inverso também é verdadeiro. Inventa-se um produto, pensa-se nas necessidades depois. E com uma avalanche de aparatos tecnológicos, vou descobrindo (ou criando), aos poucos, necessidades que nem imaginava ter. Pense aí... Antes eu não tinha algo, mas não tinha a menor consciência de que esse algo que eu não tinha, um dia, iria me fazer alguma falta! Meio maluco, não?

Aos poucos, e sem me dar conta, essas necessidades vão fazendo parte da rotina e vão tomando conta de um espaço maior do tempo que dedicava a outras atividades. Sim! Porque existe um grande monstro devorador de minutos e segundos; esse bicho-papão se chama tecnologia! Alguns podem até chamar isso de resistência a mudanças. Outros podem me perguntar: e no seu tempo não tinha, pelo menos, um rádio ou uma televisão? E eu respondo que sim, mas até aí havia algum controle quanto ao tempo gasto diante deles.

Viver num mundo tecnologicamente desenvolvido, conectado e evoluído pode ser bom; entretanto, não chega a ser a oitava maravilha. Talvez, nisto resida o segredo da simplicidade dos lugares mais distantes de tanta modernidade. Uma casinha no campo, numa praia deserta ou um chalé no topo de uma serra têm seu valor. Como diz a canção, “sem rádio e sem notícias das terras civilizadas”. Contatos? Só se for ao vivo e em cores. (...)

Bem... Pertencer a uma geração anterior a esta guarda lá suas vantagens. Uma delas é, Justamente, poder colocar tudo isso em perspectiva e saber valorizar o que se tinha (ou o que não se tinha) para não perder o que se tem em troca de momentos que, paradoxalmente, podem deixar você desconectado das pessoas mais próximas ou das que você mais ama.

KLEBER, Mano. Um dia sem celular. Recanto das letras. Disponível em https://www.recantodasletras.com.br/cronicas/3339602

“(...) momentos que, paradoxalmente, podem deixar você desconectado das pessoas mais próximas ou das que você mais ama.”
A palavra destacada no trecho acima apresenta o sentido relacionado a algo:

 

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4196881 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
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Leia o texto a seguir para responder às questão.

Um dia sem celular

Podem me achar antigo, conservador ou antiquado. Depois disso tudo, podem até calcular a idade que tenho pelos discursos que faço. Apesar dos pesares, tenho orgulho de pertencer a uma geração em que certos avanços tecnológicos tão comuns nos dias atuais não existiam e, ainda assim, vivíamos muito bem sem eles.

Diz o ditado popular que “a necessidade é a mãe de todas as invenções”. O tempo passou e mostrou que o inverso também é verdadeiro. Inventa-se um produto, pensa-se nas necessidades depois. E com uma avalanche de aparatos tecnológicos, vou descobrindo (ou criando), aos poucos, necessidades que nem imaginava ter. Pense aí... Antes eu não tinha algo, mas não tinha a menor consciência de que esse algo que eu não tinha, um dia, iria me fazer alguma falta! Meio maluco, não?

Aos poucos, e sem me dar conta, essas necessidades vão fazendo parte da rotina e vão tomando conta de um espaço maior do tempo que dedicava a outras atividades. Sim! Porque existe um grande monstro devorador de minutos e segundos; esse bicho-papão se chama tecnologia! Alguns podem até chamar isso de resistência a mudanças. Outros podem me perguntar: e no seu tempo não tinha, pelo menos, um rádio ou uma televisão? E eu respondo que sim, mas até aí havia algum controle quanto ao tempo gasto diante deles.

Viver num mundo tecnologicamente desenvolvido, conectado e evoluído pode ser bom; entretanto, não chega a ser a oitava maravilha. Talvez, nisto resida o segredo da simplicidade dos lugares mais distantes de tanta modernidade. Uma casinha no campo, numa praia deserta ou um chalé no topo de uma serra têm seu valor. Como diz a canção, “sem rádio e sem notícias das terras civilizadas”. Contatos? Só se for ao vivo e em cores. (...)

Bem... Pertencer a uma geração anterior a esta guarda lá suas vantagens. Uma delas é, Justamente, poder colocar tudo isso em perspectiva e saber valorizar o que se tinha (ou o que não se tinha) para não perder o que se tem em troca de momentos que, paradoxalmente, podem deixar você desconectado das pessoas mais próximas ou das que você mais ama.

KLEBER, Mano. Um dia sem celular. Recanto das letras. Disponível em https://www.recantodasletras.com.br/cronicas/3339602

O autor do texto “Um dia sem celular” mostra-se um indivíduo:

 

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