Foram encontradas 280 questões.
BORIS PASTERNAK (1890 – 1960)
Boris Pasternak é mais famoso pelo romance Doutor Jivago, contrabandeado para fora da Rússia na década de 1950. Já havia sido traduzido para 18 idiomas em 1958, ano em que ele ganhou o Prêmio Nobel de Literatura. Mais tarde se transformou em um sucesso cinematográfico, dirigido por David Lean.
Pasternak começou a vida como integrante de uma família judia muito culta de Moscou e planejava, inicialmente, se tornar músico. Em vez disso, começou a estudar filosofia, antes de publicar os primeiros livros de poesia entre 1913 e 1922. Seus versos eram de vanguarda, mas muito respeitados. Porém, na década de 1930, ele não conseguiu mais publicar, pois sua obra não correspondia ao padrão de realismo socialista estabelecido para a literatura e as artes pelo comunismo soviético. Corre a história de que Stalin o teria chamado de “tolo sagrado” e que só poupou sua vida porque ele teria traduzido a poesia da Geórgia, terra natal do ditador. A tradução era a única forma de Pasternak ganhar a vida. Fez versões para o russo de Shakespeare, Shelley, Swinburne, Goethe, Verlaine e Rilke, dentre outros.
Em 1956, ele enviou o original de Doutor Jivago para uma revista de Moscou, que o rejeitou por caluniar a revolução bolchevique e o sistema soviético. Chegou ao Ocidente por intermédio de uma editora italiana e se tornou uma sensação. No país do próprio Pasternak, o livro só podia ser encontrado clandestinamente até a década de 1980. A conquista do Prêmio Nobel deu início a uma chuva de abusos e houve quem defendesse sua deportação. Ele se sentiu obrigado a recusar o prêmio e divulgou um pedido de desculpas. Disse a Nikita Khruschev, o primeiro-secretário do Partido Comunista da URSS, que “deixar minha terra natal seria uma sentença de morte para mim”. Viveu seus últimos meses sofrendo de câncer e doença cardíaca em casa, nas imediações de Moscou.
(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 313).
Com relação às conjunções, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – todavia: conjunção adversativa.
II – pois: conjunção explicativa.
III – e: conjunção adversativa.
Provas
LAURENCE STERNE (1713 – 1768).
Criado na Irlanda e em Yorkshire, educado em Cambridge com vistas a uma carreira na Igreja, Sterne passou boa parte da vida adulta dedicando-se a uma paróquia rural e, na sua última década, escreveu romances excêntricos e espirituosos. A primeira obra publicada foi um panfleto, A Political Romance, mas foi o romance A Vida e as opiniões do cavalheiro Tristam Shandy que o transformou em celebridade. Tristam Shandy foi criticado por alguns por seu humor debochado – com toda certeza, brincava com as convenções narrativas –, mas, de modo geral, foi considerado um triunfo literário. Apesar das pretensões biográficas, tinha pouco a dizer sobre “a vida e as opiniões” do herói do título (embora tivesse muito a dizer sobre classes sociais, sexualidade e fraquezas familiares no século XVIII) e pouco a ver com enredo ou personagens, esteios da ficção narrativa. Sterne morreu no mesmo ano da publicação de Uma viagem sentimental. Curiosamente, seu personagem principal e narrador, Parson Yorick, havia aparecido e morrido em Tristan Shandy e funcionava como um “alter ego” de Sterne, que havia assinado cartas e publicado sermões sob esse nome. O último romance de Sterne veio de uma viagem de sete meses pela França e pela Itália. Porém, embora possa ser encaixado na categoria de narrativa de viagem, não é apenas cheio de desvios, mas também desordenado e praticamente sem enredo, oferecendo um retrato irônico e às vezes absurdamente engraçado dos excessos do culto da sensibilidade.
(PATRICK, Julian. 501 Grandes escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 96).
Ainda com relação aos advérbios, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – primeiramente: advérbio de ordem.
II – apenas: advérbio de exclusão.
III – eis: advérbio de designação.
Provas
LAURENCE STERNE (1713 – 1768).
Criado na Irlanda e em Yorkshire, educado em Cambridge com vistas a uma carreira na Igreja, Sterne passou boa parte da vida adulta dedicando-se a uma paróquia rural e, na sua última década, escreveu romances excêntricos e espirituosos. A primeira obra publicada foi um panfleto, A Political Romance, mas foi o romance A Vida e as opiniões do cavalheiro Tristam Shandy que o transformou em celebridade. Tristam Shandy foi criticado por alguns por seu humor debochado – com toda certeza, brincava com as convenções narrativas –, mas, de modo geral, foi considerado um triunfo literário. Apesar das pretensões biográficas, tinha pouco a dizer sobre “a vida e as opiniões” do herói do título (embora tivesse muito a dizer sobre classes sociais, sexualidade e fraquezas familiares no século XVIII) e pouco a ver com enredo ou personagens, esteios da ficção narrativa. Sterne morreu no mesmo ano da publicação de Uma viagem sentimental. Curiosamente, seu personagem principal e narrador, Parson Yorick, havia aparecido e morrido em Tristan Shandy e funcionava como um “alter ego” de Sterne, que havia assinado cartas e publicado sermões sob esse nome. O último romance de Sterne veio de uma viagem de sete meses pela França e pela Itália. Porém, embora possa ser encaixado na categoria de narrativa de viagem, não é apenas cheio de desvios, mas também desordenado e praticamente sem enredo, oferecendo um retrato irônico e às vezes absurdamente engraçado dos excessos do culto da sensibilidade.
(PATRICK, Julian. 501 Grandes escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 96).
Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma classificação de advérbio:
Provas
LAURENCE STERNE (1713 – 1768).
Criado na Irlanda e em Yorkshire, educado em Cambridge com vistas a uma carreira na Igreja, Sterne passou boa parte da vida adulta dedicando-se a uma paróquia rural e, na sua última década, escreveu romances excêntricos e espirituosos. A primeira obra publicada foi um panfleto, A Political Romance, mas foi o romance A Vida e as opiniões do cavalheiro Tristam Shandy que o transformou em celebridade. Tristam Shandy foi criticado por alguns por seu humor debochado – com toda certeza, brincava com as convenções narrativas –, mas, de modo geral, foi considerado um triunfo literário. Apesar das pretensões biográficas, tinha pouco a dizer sobre “a vida e as opiniões” do herói do título (embora tivesse muito a dizer sobre classes sociais, sexualidade e fraquezas familiares no século XVIII) e pouco a ver com enredo ou personagens, esteios da ficção narrativa. Sterne morreu no mesmo ano da publicação de Uma viagem sentimental. Curiosamente, seu personagem principal e narrador, Parson Yorick, havia aparecido e morrido em Tristan Shandy e funcionava como um “alter ego” de Sterne, que havia assinado cartas e publicado sermões sob esse nome. O último romance de Sterne veio de uma viagem de sete meses pela França e pela Itália. Porém, embora possa ser encaixado na categoria de narrativa de viagem, não é apenas cheio de desvios, mas também desordenado e praticamente sem enredo, oferecendo um retrato irônico e às vezes absurdamente engraçado dos excessos do culto da sensibilidade.
(PATRICK, Julian. 501 Grandes escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 96).
No que se refere ao correto uso da crase, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Trabalhamos até às quatro horas.
II – Estamos estudando desde às cinco horas.
III – Às oito horas inicia o meu plantão.
Provas
BORIS PASTERNAK (1890 – 1960)
Boris Pasternak é mais famoso pelo romance Doutor Jivago, contrabandeado para fora da Rússia na década de 1950. Já havia sido traduzido para 18 idiomas em 1958, ano em que ele ganhou o Prêmio Nobel de Literatura. Mais tarde se transformou em um sucesso cinematográfico, dirigido por David Lean.
Pasternak começou a vida como integrante de uma família judia muito culta de Moscou e planejava, inicialmente, se tornar músico. Em vez disso, começou a estudar filosofia, antes de publicar os primeiros livros de poesia entre 1913 e 1922. Seus versos eram de vanguarda, mas muito respeitados. Porém, na década de 1930, ele não conseguiu mais publicar, pois sua obra não correspondia ao padrão de realismo socialista estabelecido para a literatura e as artes pelo comunismo soviético. Corre a história de que Stalin o teria chamado de “tolo sagrado” e que só poupou sua vida porque ele teria traduzido a poesia da Geórgia, terra natal do ditador. A tradução era a única forma de Pasternak ganhar a vida. Fez versões para o russo de Shakespeare, Shelley, Swinburne, Goethe, Verlaine e Rilke, dentre outros.
Em 1956, ele enviou o original de Doutor Jivago para uma revista de Moscou, que o rejeitou por caluniar a revolução bolchevique e o sistema soviético. Chegou ao Ocidente por intermédio de uma editora italiana e se tornou uma sensação. No país do próprio Pasternak, o livro só podia ser encontrado clandestinamente até a década de 1980. A conquista do Prêmio Nobel deu início a uma chuva de abusos e houve quem defendesse sua deportação. Ele se sentiu obrigado a recusar o prêmio e divulgou um pedido de desculpas. Disse a Nikita Khruschev, o primeiro-secretário do Partido Comunista da URSS, que “deixar minha terra natal seria uma sentença de morte para mim”. Viveu seus últimos meses sofrendo de câncer e doença cardíaca em casa, nas imediações de Moscou.
(PATRICK, Julian. 501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 313).
Com relação aos substantivos coletivos, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – leva: coletivo de prisioneiros.
II – tertúlia: coletivo de amigos.
III – legião: coletivo de demônios.
Provas
Nos casos de ferimentos abertos, em crianças, na presença de sangramentos, o indicado para cessar a hemorragia é:
Provas
A tabela a seguir mostra a cotação do dólar em reais durante um determinado período. Qual foi a variação em porcentagem da cotação do dia 21/08/2021 em relação ao dia 18/08/2021?

Provas
Sobre os números Naturais (N) é incorreto afirmar
Provas
LAURENCE STERNE (1713 – 1768).
Criado na Irlanda e em Yorkshire, educado em Cambridge com vistas a uma carreira na Igreja, Sterne passou boa parte da vida adulta dedicando-se a uma paróquia rural e, na sua última década, escreveu romances excêntricos e espirituosos. A primeira obra publicada foi um panfleto, A Political Romance, mas foi o romance A Vida e as opiniões do cavalheiro Tristam Shandy que o transformou em celebridade. Tristam Shandy foi criticado por alguns por seu humor debochado – com toda certeza, brincava com as convenções narrativas –, mas, de modo geral, foi considerado um triunfo literário. Apesar das pretensões biográficas, tinha pouco a dizer sobre “a vida e as opiniões” do herói do título (embora tivesse muito a dizer sobre classes sociais, sexualidade e fraquezas familiares no século XVIII) e pouco a ver com enredo ou personagens, esteios da ficção narrativa. Sterne morreu no mesmo ano da publicação de Uma viagem sentimental. Curiosamente, seu personagem principal e narrador, Parson Yorick, havia aparecido e morrido em Tristan Shandy e funcionava como um “alter ego” de Sterne, que havia assinado cartas e publicado sermões sob esse nome. O último romance de Sterne veio de uma viagem de sete meses pela França e pela Itália. Porém, embora possa ser encaixado na categoria de narrativa de viagem, não é apenas cheio de desvios, mas também desordenado e praticamente sem enredo, oferecendo um retrato irônico e às vezes absurdamente engraçado dos excessos do culto da sensibilidade.
(PATRICK, Julian. 501 Grandes escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 96).
Com relação aos substantivos coletivos, julgue os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – magote: conjunto de pessoas.
II – récua: conjunto de animais de carga.
III – romanceiro: conjunto de poemas narrativos.
Provas
THEODORE DREISER (1871 – 1945)
Primeiro nome de destaque na literatura dos Estados Unidos no século XX, Theodore Dreiser também foi o primeiro escritor profissional daquele país sem ascendência britânica – o pai era um imigrante alemão. Suas origens foram humildes. Ele ensinou a própria mãe a escrever quando ainda tinha 12 anos. Se Henry James não estava escrevendo, podia bancar “o homem desocupado”. Se Dreiser não estava escrevendo, estava simplesmente desempregado. Como personagem do mundo literário, Dreiser não se confrontou apenas com o recato sexual vitoriano, mas também desafiou os pressupostos sobre quem poderia ou não ser um escritor.
A aprovação crítica não era constante. Polarizador, Dreiser costumava atrair a reprovação dos críticos. F. R. Leavis, disse que ele escrevia como se não tivesse uma língua natal. Lionel Trilling o usou como exemplo do anti-intelectualismo americano. John Berryman afirmou que ele “escrevia como um hipopótamo”. Dreiser, com regularidade, perpetrava frases constrangedoras. Apesar disso, seus melhores romances tiveram sucesso em redefinir paradigmas culturais previamente estabelecidos, ao mesmo tempo que capturavam imagens definitivas dos Estados Unidos urbanos.
Sister Carrie é a história de uma “mulher perdida”, mas isenta de conclusões moralistas, escrita sob um pano de fundo social espaçoso o suficiente para incluir hotéis luxuosos e lojas de departamentos, bem como fábricas sórdidas e pardieiros de Nova Iorque e Chicago. Uma tragédia americana começa seguindo uma trilha bem conhecida: um rapaz pobre se apaixona pela filha de um rico. Mas termina com uma execução e não com um casamento, abrindo caminho para a narração de crimes reais que conduziu até A Sangue Frio (1968), de Truman Capote, e A Canção do Carrasco (1979), de Norman Mailer.
(PATRICK, Julien. 501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 251).
No início do último parágrafo, o autor utiliza a palavra “isenta”, que possui os seguintes significados, EXCETO:
Provas
Caderno Container