Foram encontradas 40 questões.
4185003
Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Rio das Antas-SC
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Rio das Antas-SC
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Em uma pesquisa de clima organizacional
interna, coletaram-se dados sobre a preferência de 140
servidores em relação a dois cursos de capacitação
oferecidos pela Prefeitura: Gestão Pública e Informática. O
relatório apontou que 80 servidores demonstraram
interesse no curso de Gestão e 90 servidores escolheram
Informática. Sabendo que todos responderam à pesquisa,
quantos servidores optaram exclusivamente pelo curso de
Informática?
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Uma secretaria municipal organiza as
informações de atendimento em uma planilha eletrônica
estruturada como uma matriz quadrada de ordem 2, em
que cada elemento representa o volume de chamados de
um setor. Sabe-se que a lei de formação dessa matriz
obedece à regra de que o elemento da linha i e coluna j é
dado por 2i+3j. Diante dessa padronização de dados, qual
é o valor exato resultante da multiplicação de todos os
elementos que compõem a diagonal principal?
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O almoxarifado central recebeu um lote de
pastas de processos e o gerente organizou a distribuição
em prateleiras verticais. No primeiro nível do móvel, foram
colocadas 14 pastas. No segundo nível, colocaram 18 pastas e, no terceiro nível, alocaram 22 pastas. Mantendo
estritamente esse mesmo ritmo de acréscimo constante na
organização e sabendo que o funcionário preencheu até o
décimo nível disponível, qual foi o total geral de pastas
guardadas nesse móvel?
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Para a modernização das calçadas ao redor
de prédios públicos, a Prefeitura escalou 8 operários
especializados, que conseguiram assentar 240 blocos de
concreto, trabalhando durante 5 horas diárias. Diante de
uma nova demanda emergencial, a coordenação decidiu
reorganizar o setor e escalou exatamente 6 desses
operários para trabalharem por 4 horas diárias. Assim,
quantos blocos de concreto essa nova configuração de
equipe conseguirá assentar no mesmo tipo de calçada?
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4184999
Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Rio das Antas-SC
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Rio das Antas-SC
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Um auditor interno emitiu a seguinte diretriz
de segurança lógica sobre o trâmite de documentos
sigilosos na repartição: 'Se o processo físico é digitalizado,
então a assinatura do gestor é obrigatória e o carimbo de
conferência e afixado'.
Sabendo que a equipe constatou oficialmente que o carimbo de conferência NÃO foi afixado em um determinado documento hoje, qual é a conclusão logica e equivalente que o auditor deve registrar no sistema de controle?
Sabendo que a equipe constatou oficialmente que o carimbo de conferência NÃO foi afixado em um determinado documento hoje, qual é a conclusão logica e equivalente que o auditor deve registrar no sistema de controle?
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Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Microempreendedoras vítimas de violência terão
crédito especial
Microempresárias do setor de turismo vítimas de
violência doméstica ou de gênero poderão pedir a
suspensão temporária dos pagamentos de financiamentos
obtidos por meio do Fundo Geral de Turismo (Fungetur),
bem como a ampliação dos prazos de carência. As
mudanças nas regras do fundo criado para oferecer
suporte financeiro a empreendimentos e políticas públicas
de desenvolvimento do setor foram anunciadas pelo
ministro do Turismo, Gustavo Feliciano.
Segundo a pasta, o objetivo das condições
especiais de crédito para microempreendedoras do setor
turístico é oferecer proteção e suporte econômico as
vítimas de violência.
"A medida vai permitir que as mulheres que
enfrentam momento difícil contem com carência maior
nos financiamentos do Fungetur, dando estabilidade para
preservar seus negócios e, depois, voltar a arcar com as
parcelas", afirmou Feliciano, ao anunciar a medida durante
o Fórum Internacional de Mulheres no Turismo, em João
Pessoa (PB).
Com as mudanças nas regras operacionais do
Fungetur, além da possibilidade de pedir a suspensão
temporária dos pagamentos por até seis meses, as
interessadas poderão solicitar que o prazo de amortização
para investimentos em capital fixo passe de 240 para 246
meses, com carência estendida de 60 para 66 meses. No
caso do financiamento de bens, a amortização sobe para
126 meses e a carência para 54 meses. Nas operações de
capital de giro isolado, o limite de amortização vai a 126
meses e a carência é ampliada de 24 para 30 meses.
As novas regras valem tanto para novos
financiamentos quanto para contratos em fase de
amortização. Para receber o benefício, a solicitante terá
que comprovar que é alvo de violência física, sexual,
psicológica, moral ou patrimonial previstos na Lei Maria da
Penha. A apresentação de documentos oficiais, como
medidas protetivas, decisões judiciais ou boletins de
ocorrência, é obrigatória.
Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança
Pública, o Brasil registra mais de um milhão de
atendimentos anuais relacionados à violência de gênero.
Considerando que mais de 10 milhões de mulheres estão
à frente de um negócio no país, o Ministério do Turismo
estima que os casos de violência tendem a agravar a
vulnerabilidade econômica das empreendedoras,
afetando a gestão dos negócios, a geração de renda, a
manutenção de empregos e a sustentabilidade dos
empreendimentos turísticos.
Daí a expectativa da pasta em "ampliar as
condições de acesso e permanência das mulheres nas
linhas de financiamento do Fungetur, reduzir os impactos
econômicos da violência de gênero sobre os negócios e
fortalecer a autonomia financeira feminina".
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.brlecon omia / noticia /2026-
06/mtur- microempreendedoras-vitimas-de-violencia-terao-cred itorspecial (adaptado)
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Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Microempreendedoras vítimas de violência terão
crédito especial
Microempresárias do setor de turismo vítimas de
violência doméstica ou de gênero poderão pedir a
suspensão temporária dos pagamentos de financiamentos
obtidos por meio do Fundo Geral de Turismo (Fungetur),
bem como a ampliação dos prazos de carência. As
mudanças nas regras do fundo criado para oferecer
suporte financeiro a empreendimentos e políticas públicas
de desenvolvimento do setor foram anunciadas pelo
ministro do Turismo, Gustavo Feliciano.
Segundo a pasta, o objetivo das condições
especiais de crédito para microempreendedoras do setor
turístico é oferecer proteção e suporte econômico as
vítimas de violência.
"A medida vai permitir que as mulheres que
enfrentam momento difícil contem com carência maior
nos financiamentos do Fungetur, dando estabilidade para
preservar seus negócios e, depois, voltar a arcar com as
parcelas", afirmou Feliciano, ao anunciar a medida durante
o Fórum Internacional de Mulheres no Turismo, em João
Pessoa (PB).
Com as mudanças nas regras operacionais do
Fungetur, além da possibilidade de pedir a suspensão
temporária dos pagamentos por até seis meses, as
interessadas poderão solicitar que o prazo de amortização
para investimentos em capital fixo passe de 240 para 246
meses, com carência estendida de 60 para 66 meses. No
caso do financiamento de bens, a amortização sobe para
126 meses e a carência para 54 meses. Nas operações de
capital de giro isolado, o limite de amortização vai a 126
meses e a carência é ampliada de 24 para 30 meses.
As novas regras valem tanto para novos
financiamentos quanto para contratos em fase de
amortização. Para receber o benefício, a solicitante terá
que comprovar que é alvo de violência física, sexual,
psicológica, moral ou patrimonial previstos na Lei Maria da
Penha. A apresentação de documentos oficiais, como
medidas protetivas, decisões judiciais ou boletins de
ocorrência, é obrigatória.
Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança
Pública, o Brasil registra mais de um milhão de
atendimentos anuais relacionados à violência de gênero.
Considerando que mais de 10 milhões de mulheres estão
à frente de um negócio no país, o Ministério do Turismo
estima que os casos de violência tendem a agravar a
vulnerabilidade econômica das empreendedoras,
afetando a gestão dos negócios, a geração de renda, a
manutenção de empregos e a sustentabilidade dos
empreendimentos turísticos.
Daí a expectativa da pasta em "ampliar as
condições de acesso e permanência das mulheres nas
linhas de financiamento do Fungetur, reduzir os impactos
econômicos da violência de gênero sobre os negócios e
fortalecer a autonomia financeira feminina".
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.brlecon omia / noticia /2026-
06/mtur- microempreendedoras-vitimas-de-violencia-terao-cred itorspecial (adaptado)
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Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Microempreendedoras vítimas de violência terão
crédito especial
Microempresárias do setor de turismo vítimas de
violência doméstica ou de gênero poderão pedir a
suspensão temporária dos pagamentos de financiamentos
obtidos por meio do Fundo Geral de Turismo (Fungetur),
bem como a ampliação dos prazos de carência. As
mudanças nas regras do fundo criado para oferecer
suporte financeiro a empreendimentos e políticas públicas
de desenvolvimento do setor foram anunciadas pelo
ministro do Turismo, Gustavo Feliciano.
Segundo a pasta, o objetivo das condições
especiais de crédito para microempreendedoras do setor
turístico é oferecer proteção e suporte econômico as
vítimas de violência.
"A medida vai permitir que as mulheres que
enfrentam momento difícil contem com carência maior
nos financiamentos do Fungetur, dando estabilidade para
preservar seus negócios e, depois, voltar a arcar com as
parcelas", afirmou Feliciano, ao anunciar a medida durante
o Fórum Internacional de Mulheres no Turismo, em João
Pessoa (PB).
Com as mudanças nas regras operacionais do
Fungetur, além da possibilidade de pedir a suspensão
temporária dos pagamentos por até seis meses, as
interessadas poderão solicitar que o prazo de amortização
para investimentos em capital fixo passe de 240 para 246
meses, com carência estendida de 60 para 66 meses. No
caso do financiamento de bens, a amortização sobe para
126 meses e a carência para 54 meses. Nas operações de
capital de giro isolado, o limite de amortização vai a 126
meses e a carência é ampliada de 24 para 30 meses.
As novas regras valem tanto para novos
financiamentos quanto para contratos em fase de
amortização. Para receber o benefício, a solicitante terá
que comprovar que é alvo de violência física, sexual,
psicológica, moral ou patrimonial previstos na Lei Maria da
Penha. A apresentação de documentos oficiais, como
medidas protetivas, decisões judiciais ou boletins de
ocorrência, é obrigatória.
Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança
Pública, o Brasil registra mais de um milhão de
atendimentos anuais relacionados à violência de gênero.
Considerando que mais de 10 milhões de mulheres estão
à frente de um negócio no país, o Ministério do Turismo
estima que os casos de violência tendem a agravar a
vulnerabilidade econômica das empreendedoras,
afetando a gestão dos negócios, a geração de renda, a
manutenção de empregos e a sustentabilidade dos
empreendimentos turísticos.
Daí a expectativa da pasta em "ampliar as
condições de acesso e permanência das mulheres nas
linhas de financiamento do Fungetur, reduzir os impactos
econômicos da violência de gênero sobre os negócios e
fortalecer a autonomia financeira feminina".
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.brlecon omia / noticia /2026-
06/mtur- microempreendedoras-vitimas-de-violencia-terao-cred itorspecial (adaptado)
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Questão presente nas seguintes provas
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Microempreendedoras vítimas de violência terão
crédito especial
Microempresárias do setor de turismo vítimas de
violência doméstica ou de gênero poderão pedir a
suspensão temporária dos pagamentos de financiamentos
obtidos por meio do Fundo Geral de Turismo (Fungetur),
bem como a ampliação dos prazos de carência. As
mudanças nas regras do fundo criado para oferecer
suporte financeiro a empreendimentos e políticas públicas
de desenvolvimento do setor foram anunciadas pelo
ministro do Turismo, Gustavo Feliciano.
Segundo a pasta, o objetivo das condições
especiais de crédito para microempreendedoras do setor
turístico é oferecer proteção e suporte econômico as
vítimas de violência.
"A medida vai permitir que as mulheres que
enfrentam momento difícil contem com carência maior
nos financiamentos do Fungetur, dando estabilidade para
preservar seus negócios e, depois, voltar a arcar com as
parcelas", afirmou Feliciano, ao anunciar a medida durante
o Fórum Internacional de Mulheres no Turismo, em João
Pessoa (PB).
Com as mudanças nas regras operacionais do
Fungetur, além da possibilidade de pedir a suspensão
temporária dos pagamentos por até seis meses, as
interessadas poderão solicitar que o prazo de amortização
para investimentos em capital fixo passe de 240 para 246
meses, com carência estendida de 60 para 66 meses. No
caso do financiamento de bens, a amortização sobe para
126 meses e a carência para 54 meses. Nas operações de
capital de giro isolado, o limite de amortização vai a 126
meses e a carência é ampliada de 24 para 30 meses.
As novas regras valem tanto para novos
financiamentos quanto para contratos em fase de
amortização. Para receber o benefício, a solicitante terá
que comprovar que é alvo de violência física, sexual,
psicológica, moral ou patrimonial previstos na Lei Maria da
Penha. A apresentação de documentos oficiais, como
medidas protetivas, decisões judiciais ou boletins de
ocorrência, é obrigatória.
Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança
Pública, o Brasil registra mais de um milhão de
atendimentos anuais relacionados à violência de gênero.
Considerando que mais de 10 milhões de mulheres estão
à frente de um negócio no país, o Ministério do Turismo
estima que os casos de violência tendem a agravar a
vulnerabilidade econômica das empreendedoras,
afetando a gestão dos negócios, a geração de renda, a
manutenção de empregos e a sustentabilidade dos
empreendimentos turísticos.
Daí a expectativa da pasta em "ampliar as
condições de acesso e permanência das mulheres nas
linhas de financiamento do Fungetur, reduzir os impactos
econômicos da violência de gênero sobre os negócios e
fortalecer a autonomia financeira feminina".
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.brlecon omia / noticia /2026-
06/mtur- microempreendedoras-vitimas-de-violencia-terao-cred itorspecial (adaptado)
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Questão presente nas seguintes provas
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Microempreendedoras vítimas de violência terão
crédito especial
Microempresárias do setor de turismo vítimas de
violência doméstica ou de gênero poderão pedir a
suspensão temporária dos pagamentos de financiamentos
obtidos por meio do Fundo Geral de Turismo (Fungetur),
bem como a ampliação dos prazos de carência. As
mudanças nas regras do fundo criado para oferecer
suporte financeiro a empreendimentos e políticas públicas
de desenvolvimento do setor foram anunciadas pelo
ministro do Turismo, Gustavo Feliciano.
Segundo a pasta, o objetivo das condições
especiais de crédito para microempreendedoras do setor
turístico é oferecer proteção e suporte econômico as
vítimas de violência.
"A medida vai permitir que as mulheres que
enfrentam momento difícil contem com carência maior
nos financiamentos do Fungetur, dando estabilidade para
preservar seus negócios e, depois, voltar a arcar com as
parcelas", afirmou Feliciano, ao anunciar a medida durante
o Fórum Internacional de Mulheres no Turismo, em João
Pessoa (PB).
Com as mudanças nas regras operacionais do
Fungetur, além da possibilidade de pedir a suspensão
temporária dos pagamentos por até seis meses, as
interessadas poderão solicitar que o prazo de amortização
para investimentos em capital fixo passe de 240 para 246
meses, com carência estendida de 60 para 66 meses. No
caso do financiamento de bens, a amortização sobe para
126 meses e a carência para 54 meses. Nas operações de
capital de giro isolado, o limite de amortização vai a 126
meses e a carência é ampliada de 24 para 30 meses.
As novas regras valem tanto para novos
financiamentos quanto para contratos em fase de
amortização. Para receber o benefício, a solicitante terá
que comprovar que é alvo de violência física, sexual,
psicológica, moral ou patrimonial previstos na Lei Maria da
Penha. A apresentação de documentos oficiais, como
medidas protetivas, decisões judiciais ou boletins de
ocorrência, é obrigatória.
Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança
Pública, o Brasil registra mais de um milhão de
atendimentos anuais relacionados à violência de gênero.
Considerando que mais de 10 milhões de mulheres estão
à frente de um negócio no país, o Ministério do Turismo
estima que os casos de violência tendem a agravar a
vulnerabilidade econômica das empreendedoras,
afetando a gestão dos negócios, a geração de renda, a
manutenção de empregos e a sustentabilidade dos
empreendimentos turísticos.
Daí a expectativa da pasta em "ampliar as
condições de acesso e permanência das mulheres nas
linhas de financiamento do Fungetur, reduzir os impactos
econômicos da violência de gênero sobre os negócios e
fortalecer a autonomia financeira feminina".
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.brlecon omia / noticia /2026-
06/mtur- microempreendedoras-vitimas-de-violencia-terao-cred itorspecial (adaptado)
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