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Analise o texto a seguir sobre a Amazônia:
O modo de produção imposto pela economia capitalista determina, em grande parte, os estilos de desenvolvimento nacionais e as estratégias regionais. A fronteira amazônica só pode, portanto, ser compreendida a partir da inserção do Brasil no sistema capitalista global, pós-segunda guerra mundial, em que o capitalismo atua no espaço planetário, mas os estados nacionais conservam suas funções de controle e hierarquização, constituindo agentes primordiais na produção do novo espaço. Na verdade, o povoamento da Amazônia a partir da colonização se fez sempre em surtos devassadores vinculados à expansão capitalista mundial. (BECKER, 1990, p. 11) |
O primeiro devassamento da floresta equatorial da várzea, ao longo dos rios amazônicos, decorreu do processo de:
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Analise a imagem a seguir do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MSTS), publicada em 2014.

(Manifestação do MTST fecha avenida em São Paulo. Folha UOL, 2014)
Na imagem, registra-se a manifestação do MTST em São Paulo que protestava contra o(a):
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Analise o texto a seguir sobre a industrialização brasileira:
No Brasil, a partir dos anos 1970, impõe-se um novo movimento no processo de industrialização. Entre 1970 e 1980 o número de estabelecimentos industriais cresceu 184,52%, enquanto o valor da transformação industrial aumentou 537,70% e o pessoal ocupado, 98,39%. Todavia, a partir de 1980 há um decréscimo do número de estabelecimentos industriais e uma desaceleração do valor da transformação industrial. O planejamento econômico e regional estimulou a instalação de polos de fabricação mediante fortes incentivos governamentais, como é o caso dos tecnopolos. A produção industrial torna-se mais complexa, estendendo-se sobretudo para novas áreas do Sul e para alguns pontos do Centro-Oeste, do Nordeste e do Norte (Manaus). Paralelamente, as áreas industriais mais consolidadas ganham dinamismos diferentes dos que definiram a industrialização em períodos anteriores. (Adaptado de Santos e Silveira, 2001, p.106) |
Essa reorganização produtiva do território é denominada:
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Considere os textos sobre a África Subsaariana:
Texto I:

(As duas Áfricas. Brasil Escola)
Texto II: Os países da África Subsaariana não representam importante mercado de consumo e, em geral, fornecem produtos primários com baixos preços no mercado mundial. Por outro lado, a África Subsaariana contém uma grande riqueza mineral e muitas fontes de energia. Contudo, muitos desses países conhecem o lado negativo da exploração de minérios, pois grupos armados aproveitam essa riqueza e fazem negócios com companhias transnacionais. Os recursos financeiros obtidos sustentam guerras civis em um fenômeno denominado “maldição dos recursos” atrelada aos “minérios de conflito”. Os recursos naturais são explorados para além de sua sustentabilidade, provocando deslocamento e sofrimento de pessoas. O aproveitamento de minérios como cobalto, tungstênio, estanho e ouro está relacionado, assim, à origem de conflitos armados e de violência difusa no continente africano. (Adaptado de Almeida e Rigolin, 2014, p.84-85) |
Essa “maldição dos recursos” vinculada aos “minérios de conflito” é uma constante, particularmente, na porção subsaariana denominada:
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Observe os textos a seguir:
Texto I:

Aglomerações urbanas – 2015-2030
Texto II: “Entre as maiores aglomerações urbanas do mundo, destacam-se aquelas que combinam a desconcentração de atividades produtivas e o controle econômico, desempenhando um papel estratégico na escala planetária. Essas cidades exercem funções de comando, organizando a vida política, social e econômica dentro e fora de seus estados. Essas aglomerações concentram atividades produtivas sofisticadas e a formação de mão de obra qualificada, sobressaindo-se no setor financeiro e nas inovações tecnológicas do mundo contemporâneo.” (ALMEIDA; RIGOLIN, 2014) |
As aglomerações urbanas descritas no texto são denominadas:
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Analise o texto sobre o atual processo de globalização:
“Fala-se, hoje, muito em violência e é geralmente admitido que é quase um estado, uma situação característica do nosso tempo. Todavia, dentre as violências de que se fala, a maior parte é sobretudo formada de violências funcionais derivadas, enquanto a ação é menos voltada para o que preferimos chamar de violência estrutural, que está na base da produção das outras e constitui a violência central original. Por isso, acabamos por apenas condenar as violências periféricas particulares. Ao nosso ver, a violência estrutural resulta da presença e das manifestações conjuntas, nessa era da globalização, do dinheiro em estado puro, da competitividade em estado puro e da potência em estado puro, cuja associação conduz à emergência de novos totalitarismos e permite pensar que vivemos numa época de globalitarismo muito mais que de globalização.” (SANTOS, 2000, p. 55) |
O globalitarismo mencionado no texto resulta diretamente da crítica à globalização, concebida como:
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Analise o texto a seguir sobre a relação entre a China e os Estados Unidos:
“Como você vai negociar com pulso firme com o seu banqueiro?, perguntava-se em 2009 a então secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton. Esta frase, citada em um telegrama revelado pelo Wikileaks, resumia a complicada relação de Washington com a China, que controlava a dívida pública da maior potência mundial num valor de um trilhão de dólares. Uma década depois, o país asiático aumentou ligeiramente sua carteira de bônus norte-americanos. Mas isso não impediu que o hoje presidente Donald Trump usasse todas as armas contra seu grande competidor global, que além disso continua sendo seu maior banqueiro. Neste conflito, a China lançou mão de uma nova arma nesta semana: a taxa de câmbio. Depois do anúncio de Trump sobre novas tarifas a partir de setembro — uma alíquota de 10% para produtos chineses num valor de 300 bilhões de dólares —, Pequim respondeu pondo fim ao que até então parecia um tabu: seu banco central deixou o dólar passar da barreira psicológica de sete yuans.” (El País, 2019) |
A denominada “guerra comercial” entre China e Estados Unidos é resultado do(a):
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Compare os textos I e II a seguir sobre a China:
Texto I: “Ainda hoje a China é acusada de utilizar como mão de obra gratuita milhares de prisioneiros cuja produção acaba sendo exportada e competindo com preços praticamente sem rivais no mercado internacional. Além disso, muitos trabalhadores, migrantes do campo, vivem sob a condição de semiservidão, afastados de suas famílias e reclusos no interior de fábricas das grandes cidades litorâneas. As prisões no deserto da província de Qinghai revelam bem as duras condições de vida dos prisioneiros (políticos e “comuns”) sob o atual autoritarismo chinês.” (HAESBAERT, 1998, p.195) |
Texto II: Há oito anos, Frekat Jawdat não vê a mãe, Minaiwaier Tuersan. O jovem uigur, minoria étnica predominantemente muçulmana do Noroeste da China, mora nos Estados Unidos desde 2011. Mas Pequim não autorizou a emissão de passaporte de Minaiwaier. A mãe ficou na China, enquanto o pai e os quatro filhos nos EUA lutam para reunir a família. Em 2017, Miniwaier foi detida e levada a um centro de treinamento e educação vocacional, como a China chama locais onde professores ensinam a língua chinesa, a lei, técnicas vocacionais e cursos sobre a erradicação do extremismo. (Adaptado de Horte, O Globo, 2019, p.35) |
A partir da leitura comparativa dos textos, conclui-se que na China há:
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Analise o texto a seguir acerca da epistemologia geográfica:
O geógrafo não se satisfaz mais em descrever o mundo; apreende o jogo dos poderes que se depreendem, e a maneira como desenham seus contornos. A virada linguística convida a disciplina a encarar com um olho crítico as categorias nas quais se baseava: realidades socialmente construídas, feitas tanto de matéria quanto de representações. Nada demonstra melhor a amplitude das transformações provocadas pelo pós-modernismo na geografia do que o desenvolvimento da corrente pós-colonial e as discussões que suscita. (Adaptado de Claval, 2011, p.309-310) |
Na origem da corrente pós-colonial da geografia está a seguinte obra literária:
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Considere o texto a seguir sobre o conceito de região:
O termo região não apenas faz parte do linguajar do homem comum, como também é dos mais tradicionais em geografia. Tanto num como noutro caso, o conceito de região está ligado à noção fundamental de diferenciação de área. A utilização do termo entre os geógrafos, no entanto, não se faz de modo harmônico: ele é muito complexo. Queremos dizer que há diferentes conceituações de região. A nova geografia, fundamentada no positivismo lógico, tem a sua própria versão de região, que se opõe àquelas associadas aos paradigmas do determinismo ambiental e do possibilismo. (Adaptado de Corrêa, 1986, p.22-3) |
O conceito regional associado ao determinismo ambiental e sua concepção, respectivamente, são:
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