Foram encontradas 30 questões.
Disciplina: Matemática
Banca: WE DO Serviços
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
"Qual é a área, em metros quadrados, de uma sala cujas medidas, x e y, são desconhecidas, mas delas sabe-se que:
- O dobro de x mais y é igual a dezenove. - X menos y é igual a dois.
Os valores de x e y já estão em metros."
Assinale a alternativa que indica, corretamente, a área da sala relatada na questão:
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Disciplina: Matemática
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Disciplina: Matemática
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Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
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Disciplina: Matemática Financeira
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Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Luiz é engenheiro e precisa apresentar o valor que irá custar o financiamento de uma obra na qual trabalha. O capital necessário para a construção é R$ 20.000,00 a ser financiado a juros simples de 6% ao semestre, em 10 parcelas. O valor total que será pago pelo financiamento será de:
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Disciplina: Matemática
Banca: WE DO Serviços
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Roberto recebeu de seu coordenador a tarefa de analisar os erros que mais ocorrem em processos de licenciamento de obras no setor de engenharia. Roberto, utilizando de seu conhecimento em estatística, calculou que uma amostra segura continha 100 processos. Estudando todos os processos descobriu que os erros mais recorrentes são dois: uso trocado das cores nas plantas e metragens individuais que somadas divergem do somatório total declarado. Sendo assim compilou os seguintes dados quantitativos:
Ocorrência Quantidade
Cores trocadas 64
Divergência nas metragens 57
Sem erros 18
Sabendo desta análise, quantos processos incidiram nos dois erros - cores trocadas e divergência nas metragens - ao mesmo tempo?
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Disciplina: Matemática
Banca: WE DO Serviços
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Pedro foi aprovado no concurso para engenheiro civil de determinada prefeitura. O coordenador do setor explicou a Pedro que para obter a eficiência mínima mensal para a nota de produtividade do estágio probatório, ele deveria atender as seguintes condições:
•Cada processo de habite-se vale 0,20 pontos. •Cada processo de licenciamento vale 0,75 pontos. •Cada processo de demolição vale 0,10 pontos. •O somatório da produção, por processo, deverá ser maior que 5.Pedro, escreveu tudo e concluiu que a equação que determina a quantidade de processos, por tipo, é:
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Disciplina: Matemática
Banca: WE DO Serviços
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Para realizar a colocação de postes de luz em uma determinada rua da cidade, o engenheiro fez o seguinte regramento:
• O primeiro poste será colocado a 50 metros do início da rua.
• Os demais postes serão colocados com 30 metros de distância entre eles.
• Serão utilizados 12 postes até o final da rua.
Desta forma, quantos metros a rua tem de comprimento?
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Disciplina: Português
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Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Leia o texto abaixo para responder a próxima questão.
A bola
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar sua primeira bola do pai. Uma número 5 oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola. O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse "legal", ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
- Como é que liga? - Perguntou.
- Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
- Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e pensar que os tempos são
outros. Que os tempos são decididamente outros.
- Não precisa manual de instrução.
- O que é que ela faz?
- Ela não faz nada, você é que faz coisas com ela.
- O quê?
- Controla, chuta...
- Ah, então é uma bola.
Uma bola, bola. Uma bola mesmo. Você pensou que fosse o quê?
- Nada não.
O garoto agradeceu, disse "legal" de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da TV, com a bola do seu lado, manejando os controles do vídeo game. Algo chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de Blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio. Estava ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova e ensinou algumas embaixadinhas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
- Filho, olha.
O garoto disse "legal", mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e o cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês pra garotada se interessar.
Veríssimo, Luis Fernando. A bola. Comédias da vida privada; edição especial para as escolas. Porto Alegre: L&PM, 1996. P. 96-7
https://www.tudonalingua.com/news/cronicas-de-humor-deluis-fernando-verissimo/
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Disciplina: Português
Banca: WE DO Serviços
Orgão: Pref. Presidente Castello Branco-SC
Leia o texto abaixo para responder a próxima questão.
A bola
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar sua primeira bola do pai. Uma número 5 oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola. O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse "legal", ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
- Como é que liga? - Perguntou.
- Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
- Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e pensar que os tempos são
outros. Que os tempos são decididamente outros.
- Não precisa manual de instrução.
- O que é que ela faz?
- Ela não faz nada, você é que faz coisas com ela.
- O quê?
- Controla, chuta...
- Ah, então é uma bola.
Uma bola, bola. Uma bola mesmo. Você pensou que fosse o quê?
- Nada não.
O garoto agradeceu, disse "legal" de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da TV, com a bola do seu lado, manejando os controles do vídeo game. Algo chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de Blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio. Estava ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova e ensinou algumas embaixadinhas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
- Filho, olha.
O garoto disse "legal", mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e o cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês pra garotada se interessar.
Veríssimo, Luis Fernando. A bola. Comédias da vida privada; edição especial para as escolas. Porto Alegre: L&PM, 1996. P. 96-7
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Disciplina: Português
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- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeCrase
- MorfologiaAdvérbios
- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
- Interpretação de TextosTipos de Discurso: Direto, Indireto e Indireto Livre
Leia o texto abaixo para responder a próxima questão.
A bola
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar sua primeira bola do pai. Uma número 5 oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola. O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse "legal", ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
- Como é que liga? - Perguntou.
- Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
- Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e pensar que os tempos são
outros. Que os tempos são decididamente outros.
- Não precisa manual de instrução.
- O que é que ela faz?
- Ela não faz nada, você é que faz coisas com ela.
- O quê?
- Controla, chuta...
- Ah, então é uma bola.
Uma bola, bola. Uma bola mesmo. Você pensou que fosse o quê?
- Nada não.
O garoto agradeceu, disse "legal" de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da TV, com a bola do seu lado, manejando os controles do vídeo game. Algo chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de Blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio. Estava ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova e ensinou algumas embaixadinhas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
- Filho, olha.
O garoto disse "legal", mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e o cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês pra garotada se interessar.
Veríssimo, Luis Fernando. A bola. Comédias da vida privada; edição especial para as escolas. Porto Alegre: L&PM, 1996. P. 96-7
https://www.tudonalingua.com/news/cronicas-de-humor-deluis-fernando-verissimo/
a. Na frase: "O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse "legal" [...]", o sublinhado representa a inserção de discurso direto. b. "O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio". Na frase sublinhada, há a ocorrência de elipse, assim como em "Uma número 5 oficial de couro". c. "O garoto disse "legal", mas não desviou os olhos da tela". O sublinhado é uma conjunção adversativa. d. Nas orações: "O garoto era bom de jogo" e "[...] era de plástico", ocorre o mesmo tipo de sujeito. e. "Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa". O sublinhado é uma locução adverbial feminina e recebe corretamente a crase como em: "Fizeram às pazes".
Está correto quando se afirma que:
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