Foram encontradas 40 questões.
A quantidade de dias chuvosos em certo mês é dada pelo valor de x que satisfaz a equação abaixo. Sendo assim, ao todo, quantos dias chuvosos houve nesse mês?
x + 92 = 143 - 2x
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Considerando-se a classificação dos termos sublinhados, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Os alunos leram ótimos romances.
(2) A educação dos filhos cabe aos pais.
(3) A leitura é útil a todos.
( ) Complemento nominal.
( ) Objeto indireto.
( ) Objeto direto.
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Quanto ao gênero dos substantivos, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) O termo “intérprete” admite uma só forma para os dois gêneros.
( ) O masculino de “abelha” é “zangão”.
( ) O substantivo “estudante” admite a flexão para o feminino.
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Conforme a divisão de sílabas das palavras, assinalar a alternativa em que a separação está CORRETA:
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De acordo com a classificação das palavras quanto ao seu número de sílabas, analisar os itens abaixo:
I. Ambas as palavras “aba” e “nós” são monossílabas, pois têm apenas uma sílaba.
II. As palavras “novidade” e “enquanto” são polissílabas, pois são constituídas de mais de três sílabas.
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Manter o horário de verão não faz sentido. Mas faz.
O horário de verão não diminui o consumo de energia, mas não há como negar: seu fim no Brasil traz algo de melancólico. Alguns países acabaram abandonando a medida nas últimas décadas (como a China e a Rússia). Os únicos que nunca instituíram a mudança são os próximos à linha do Equador – onde os dias e as noites têm a mesma duração ao longo do ano todo. A Região Norte do Brasil deixou de ter horário de verão em 1988, e a Nordeste (com exceção da Bahia no início), em 1991.
Mas e quanto ao principal – a economia de energia? Nada feito. Desde a popularização do ar-condicionado, o pico de consumo de energia elétrica ocorre entre 14h e 15h, quando o dia está mais quente e há mais gente no escritório – e não entre 17h e 20h, quando a maioria já está em casa. Além disso, quem tem ar-condicionado em casa costuma deixá-lo ligado da meia-noite às sete da manhã nas noites de verão. Ou seja: o horário de verão, do ponto de vista técnico, não faz mais sentido. Adotá-lo se tornou uma questão cultural. Quem acorda muito cedo não gosta, quem chega em casa tarde gosta.
No artigo científico que justifica sua implementação, em 1895, George Hudson (da Nova Zelândia) escreve: “Um longo período de lazer à luz do dia passa a ser disponibilizado para jardinagem, ciclismo ou quaisquer outros passatempos desejados”. Se você é brasileiro, leia cerveja e futebol. Talvez seja simplesmente mais gostoso acabar o expediente sem a sensação de que, com ele, acabou o dia.
https://super.abril.com.br/historia... - adaptado.
A palavra “horário” (primeiro parágrafo) é acentuada pela mesma regra de:
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Manter o horário de verão não faz sentido. Mas faz.
O horário de verão não diminui o consumo de energia, mas não há como negar: seu fim no Brasil traz algo de melancólico. Alguns países acabaram abandonando a medida nas últimas décadas (como a China e a Rússia). Os únicos que nunca instituíram a mudança são os próximos à linha do Equador – onde os dias e as noites têm a mesma duração ao longo do ano todo. A Região Norte do Brasil deixou de ter horário de verão em 1988, e a Nordeste (com exceção da Bahia no início), em 1991.
Mas e quanto ao principal – a economia de energia? Nada feito. Desde a popularização do ar-condicionado, o pico de consumo de energia elétrica ocorre entre 14h e 15h, quando o dia está mais quente e há mais gente no escritório – e não entre 17h e 20h, quando a maioria já está em casa. Além disso, quem tem ar-condicionado em casa costuma deixá-lo ligado da meia-noite às sete da manhã nas noites de verão. Ou seja: o horário de verão, do ponto de vista técnico, não faz mais sentido. Adotá-lo se tornou uma questão cultural. Quem acorda muito cedo não gosta, quem chega em casa tarde gosta.
No artigo científico que justifica sua implementação, em 1895, George Hudson (da Nova Zelândia) escreve: “Um longo período de lazer à luz do dia passa a ser disponibilizado para jardinagem, ciclismo ou quaisquer outros passatempos desejados”. Se você é brasileiro, leia cerveja e futebol. Talvez seja simplesmente mais gostoso acabar o expediente sem a sensação de que, com ele, acabou o dia.
https://super.abril.com.br/historia... - adaptado.
Considerando-se o texto, a palavra “justifica” (último parágrafo) pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:
I. Publica.
II. Fundamenta.
III. Estabelece.
Está(ão)
CORRETO(
S):
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Manter o horário de verão não faz sentido. Mas faz.
O horário de verão não diminui o consumo de energia, mas não há como negar: seu fim no Brasil traz algo de melancólico. Alguns países acabaram abandonando a medida nas últimas décadas (como a China e a Rússia). Os únicos que nunca instituíram a mudança são os próximos à linha do Equador – onde os dias e as noites têm a mesma duração ao longo do ano todo. A Região Norte do Brasil deixou de ter horário de verão em 1988, e a Nordeste (com exceção da Bahia no início), em 1991.
Mas e quanto ao principal – a economia de energia? Nada feito. Desde a popularização do ar-condicionado, o pico de consumo de energia elétrica ocorre entre 14h e 15h, quando o dia está mais quente e há mais gente no escritório – e não entre 17h e 20h, quando a maioria já está em casa. Além disso, quem tem ar-condicionado em casa costuma deixá-lo ligado da meia-noite às sete da manhã nas noites de verão. Ou seja: o horário de verão, do ponto de vista técnico, não faz mais sentido. Adotá-lo se tornou uma questão cultural. Quem acorda muito cedo não gosta, quem chega em casa tarde gosta.
No artigo científico que justifica sua implementação, em 1895, George Hudson (da Nova Zelândia) escreve: “Um longo período de lazer à luz do dia passa a ser disponibilizado para jardinagem, ciclismo ou quaisquer outros passatempos desejados”. Se você é brasileiro, leia cerveja e futebol. Talvez seja simplesmente mais gostoso acabar o expediente sem a sensação de que, com ele, acabou o dia.
https://super.abril.com.br/historia... - adaptado.
Conforme o texto, assinalar a alternativa CORRETA:
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Manter o horário de verão não faz sentido. Mas faz.
O horário de verão não diminui o consumo de energia, mas não há como negar: seu fim no Brasil traz algo de melancólico. Alguns países acabaram abandonando a medida nas últimas décadas (como a China e a Rússia). Os únicos que nunca a mudança são os próximos à linha do Equador – onde os dias e as noites a mesma duração ao longo do ano todo. A Região Norte do Brasil deixou de ter horário de verão em 1988, e a Nordeste (com exceção da Bahia no início), em 1991.
Mas e quanto ao principal – a economia de energia? Nada feito. Desde a popularização do ar-condicionado, o pico de consumo de energia elétrica ocorre entre 14h e 15h, quando o dia está mais quente e há mais gente no escritório – e não entre 17h e 20h, quando a maioria já está em casa. Além disso, quem tem ar-condicionado em casa costuma deixá-lo ligado da meia-noite às sete da manhã nas noites de verão. Ou seja: o horário de verão, do ponto de vista técnico, não faz mais sentido. Adotá-lo se tornou uma questão cultural. Quem acorda muito cedo não gosta, quem chega em casa tarde gosta.
No artigo científico que justifica sua implementação, em 1895, George Hudson (da Nova Zelândia) escreve: “Um longo período de lazer à luz do dia passa a ser disponibilizado para jardinagem, ciclismo ou quaisquer outros passatempos desejados”. Se você é brasileiro, leia cerveja e futebol. Talvez seja simplesmente mais gostoso acabar o expediente sem a sensação de que, com ele, acabou o dia.
https://super.abril.com.br/historia... - adaptado.
De acordo com a concordância verbal, assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE:
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O protocolo é o setor encarregado do recebimento, classificação, registro, distribuição, expedição e tramitação de documentos. Em relação a algumas das fases do protocolo de documentos, analisar os itens abaixo:
I. Juntada é a ação pela qual se insere, em um processo, definitivamente, documento que, pela sua natureza, dele deva fazer parte integrante.
II. Anexação é a ação pela qual se reúne documento a outro, em caráter complementar, guardando ambos relativa dependência entre si.
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