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No campo e na cidade, os jovens carecem de apoio: são juventudes no plural, dizem os especialistas, cada uma com sua realidade. Nenhuma juventude sofre mais que a negra e (geralmente) pobre. Segundo o UNICEF, um adolescente negro tem quase quatro vezes mais risco de ser assassinado do que um branco.
Carta na Escola, p.56
Quando o texto diz “Nenhuma juventude sofre mais que a negra”
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E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perde da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão.
Rubem Braga
Para o autor do texto, o ato de despedida
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O território do Médio Sertão alagoano abrange uma área de 2.542,4 Km², aproximadamente 10% da área total do Estado. Essa mesorregião é composta por nove municípios, entre eles, Poço das Trincheiras, que tem como limite os municípios de
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Vamos admitir que o estudante se encontre diante da “página em branco”, de lápis e papel em punho, a esperar que as ideias lhe jorrem da mente com ímpeto proporcional à sua ansiedade. É um momento de transe _______ estão sujeitos todos os que ainda não adquiriram o desembaraço natural advindo da prática diuturna de escrever (transe e aflição traduzidos em mordiscar a ponta do lápis). O assunto sobre o qual se propõe a escrever é vago, não depende de pesquisa, mas apenas da experiência e das vivências. E agora?
Vejamos como resolver isso, mediante a sábia lição do Professor Júlio Nogueira: “O assunto é um desses temas abstratos, que nos parecem áridos, avaros de ideias: a amizade, por exemplo.
Que dizer sobre a amizade? Como encher tantas linhas, formando períodos sobre períodos, se as ideias nos escapam, se a imaginação está inerte, se nada encontramos no cérebro que nos pareça digno de ser expresso de forma agradável e, sobretudo, correta? Antes de tudo, se nosso estado de espírito é de perplexidade, se nos domina essa preocupação pungente, esse desânimo de chegar a um resultado satisfatório, o que devemos fazer é não começar a tarefa imediatamente. Em vez de lançar a esmo algumas frases inexpressivas no papel, devemos refletir, devemos nos concentrar. Uma quarta parte do tempo _________ dispomos deve ser destinada a metodizar o assunto, a dividi-lo nos pontos que comporta.
GARCIA, Othon. Comunicação em prosa moderna. Rio de Janeiro:
FGV, 1996, p. 340. (adaptação)
As formas verbais “Vamos admitir”, “devemos refletir, devemos nos concentrar”) podem ser substituídas, sem alterar o sentido e a correção, por
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Edmundo, O Céptico
Naquele tempo, nós não sabíamos o que fosse cepticismo. Mas Edmundo era céptico. As pessoas aborreciam-se e chamavam-no de teimoso. Era uma grande injustiça e uma definição errada.
Ele queria quebrar com os dentes os caroços de ameixa, para chupar um melzinho que há lá dentro. As pessoas diziam-lhe que os caroços eram mais duros que os seus dentes.
Ele quebrou os dentes com a verificação. Mas verificou. E nós todos aprendemos à sua custa. (O cepticismo também tem o seu valor!)
Disseram-lhe que, mergulhando de cabeça na pipa d'água do quintal, podia morrer afogado. Não se assustou com a ideia da morte: queria saber é se lhe diziam a verdade.
E só não morreu porque o jardineiro andava perto.
Na lição de catecismo, quando lhe disseram que os sábios desprezam os bens deste mundo, ele perguntou lá do fundo da sala: "E o rei Salomão?" Foi preciso a professora fazer uma conferência sobre o assunto; e ele não saiu convencido. Dizia: "Só vendo." E em certas ocasiões, depois de lhe mostrarem tudo o que queria ver, ainda duvidava.
"Talvez eu não tenha visto direito. Eles sempre atrapalham."
(Eles eram os adultos.)
Edmundo foi aluno muito difícil. Até os colegas perdiam a paciência com as suas dúvidas. Alguém devia ter tentado enganá-lo, um dia, para que ele assim desconfiasse de tudo e de todos. Mas de si, não; pois foi a primeira pessoa que me disse estar a ponto de inventar o moto contínuo, invenção que naquele tempo andava muito em moda, mais ou menos como, hoje, as aventuras espaciais.
Edmundo estava sempre em guarda contra os adultos: eram os nossos permanentes adversários. Só diziam mentiras. Tinham a força ao seu dispor (representada por várias formas de agressão, da palmada ao quarto escuro, passando por várias etapas muito variadas). Edmundo reconhecia a sua inutilidade de lutar; mas tinha o brio de não se deixar vencer facilmente. Numa festa de aniversário, apareceu, entre números de piano e canto (ah! delícias dos saraus de outrora!) apareceu um mágico com a sua cartola, o seu lenço, bigodes retorcidos e flor na lapela. Nenhum de nós se importaria muito com a verdade: era tão engraçado ver saírem cinquenta fitas de dentro de uma só... e o copo d'água ficar cheio de vinho...
Edmundo resistiu um pouco. Depois, achou que todos estávamos ficando bobos demais. Disse: "Eu não acredito!" Foi mexer no arsenal do mágico e não pudemos ver mais as moedas entrarem por um ouvido e saírem pelo outro, nem da cartola vazia debandar um pombo voando...
(Edmundo estragava tudo).
Edmundo não admitia a mentira. Edmundo morreu cedo. (E quem sabe, meu Deus, com que verdades?)
MEIRELES, Cecília. Quadrante 2. Rio de Janeiro, Editora do Autor, 1962, pág. 122.
Em qual dos períodos ou orações abaixo, extraídos do texto de Cecília Meireles, houve emprego figurado da concordância?
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A escola cidadã inspira-se no pressuposto de que a educação pode ser:
I. Instrumento emancipador;
II. Formadora de sujeitos históricos;
III. Produtora de sujeitos capazes de, conscientemente, produzir e transformar a sua existência;
IV. Promotora de alienação e conservação de um determinado modelo de sociedade.
Dos itens acima, verifica-se que está(ão) correto(s) apenas
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Segundo Libâneo (2004), o plano de ação da escola ou projeto pedagógico curricular, discutido e analisado publicamente pela equipe escolar, torna-se um instrumento
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Poço Trincheiras-AL
A Resolução CNE/CEB nº 01/2010, ao regulamentar o ensino fundamental de oito para nove anos, orienta como deve ser efetivada a matrícula nesse nível da educação básica. Marque a opção cujo enunciado não traduz as orientações das Diretrizes Curriculares para o Ensino Fundamental de nove anos.
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Dadas as proposições seguintes, com relação aos princípios norteadores do Projeto Político-Pedagógico,
I. Igualdade, qualidade e liberdade.
II. Gestão democrática.
III. Valorização do magistério.
IV. Responsabilidade.
verifica-se que está(ão) correta(s) apenas
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Poço Trincheiras-AL
A LDB n.º 9.394/96, em seu Art. 32, determina como objetivo do Ensino Fundamental a formação do cidadão, mediante:
I. o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo;
II. a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade;
III. o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores;
IV. o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social;
V. entendimento de que os alunos devem articular-se através dos grêmios estudantis para fortalecer as relações interpessoais.
Dos itens acima, verifica-se que está(ão) correto(s) apenas
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